A “superaprendizagem” impulsionada pela IA

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A IA (Inteligência Artificial) vem desempenhando um papel cada vez mais relevante em diversas áreas da sociedade e, ainda que a sua história remonte aos primeiros passos dados na década de 1940, estamos vivendo hoje o ápice do sucesso dessa tecnologia. 

De acordo com nosso CEO, Luiz Alberto Ferla, em artigo publicado no portal AIOT Brasil,  atualmente, a adoção da IA generativa é quase inevitável, uma vez que ela tem potencial para revolucionar os mais variados setores do conhecimento. Na área da educação e, mais especificamente, na educação corporativa, a IA surge como uma ferramenta poderosa, capaz de promover uma verdadeira transformação. 

Porém, nem tudo vem pronto…

No entanto, pondera, um dos principais pilares da eficácia da IA é a qualidade dos dados que a alimentam. Portanto, é imprescindível que haja critério e segurança na escolha das fontes de conhecimento utilizadas. Isso garante que as ferramentas de IA sejam tão eficazes e benéficas quanto possível. 

Segundo Ferla, “sim, nós, profissionais humanos, teremos muito trabalho para aproveitar as maravilhas propiciadas por essa tecnologia e também criar os remédios para os efeitos colaterais que ela pode provocar.” 

Com a aplicação da IA na educação, Ferla acredita na possibilidade de um futuro em que teremos “super professores” Educadores do futuro, que vão dominar suas áreas de conhecimento e ir além, apresentando capacidade incansável de trabalho e potencial para  identificar as deficiências que podem dificultar o aprendizado de seus alunos. 

No artigo, nosso CEO ainda menciona, como uma das grandes vantagens da combinação entre especialistas em educação e a capacidade incansável da IA, a oportunidade de oferecer um ensino verdadeiramente personalizado, com a sugestão de conteúdos diversos, em variados formatos. Além disso, tal personalização possibilitaria, também, o suporte individualizado, com foco nas reais dificuldades de cada aprendiz. 

“Sem contar que o emprego de recursos como a realidade virtual, que permite que um trabalhador rural faça um treinamento imersivo de manutenção de trator com óculos 3D, também vêm ajudando a democratizar a qualificação, quebrando barreiras geográficas. ” — Luiz Alberto Ferla, CEO do DOT Digital Group.

É inegável a aceleração que ocorreu, por conta da pandemia, na adesão do ensino à distância em treinamentos corporativos. Isso serviu para revelar várias ferramentas de capacitação digital que já estavam disponíveis, mas eram, antes, subutilizadas. 

Agora, com a ascensão da IA, a estimativa é que a era do “superaprendizado” esteja só começando.

A ideia é que esse modelo disruptivo de aprendizagem, pautada em recursos tecnológicos, ajude a fomentar uma cultura keep learning, democratizando, cada vez mais, a aprendizagem contínua. A integração de recursos avançados, como a realidade virtual, também tem contribuído para esse movimento, permitindo que trabalhadores tenham treinamentos imersivos, independentemente das barreiras geográficas. 

Será que a IA chega para revolucionar a educação corporativa digital?

Ferla acredita que a aplicação da IA na educação corporativa, se feita corretamente, promete impulsionar significativamente a produtividade e competitividade das empresas. Entretanto, é importante que ocorram reflexões e debates sobre a utilização da IA, levando em conta seus efeitos positivos e negativos, em diversas áreas do conhecimento. 

Num primeiro momento, a adoção da IA não significa a substituição dos profissionais, mas sim a sua capacitação para trabalhar em conjunto com essa tecnologia. A ferramenta chega para somar, como facilitadora no dia a dia das pessoas, assim, caberá aos profissionais estarem atentos, estudarem, pesquisarem e refletirem sobre as melhores formas de aproveitar os benefícios da IA, mitigando possíveis efeitos colaterais. 

As preocupações acerca do impacto do uso de IA no cérebro humano ainda são muitas.

Receber respostas instantâneas da IA pode nos trazer prejuízos cognitivos? Será que o uso inadequado dessa tecnologia deixará o cérebro preguiçoso e prejudicará a expansão da inteligência humana? 

Segundo Ferla, ainda não há respostas definitivas para essas questões. Assim, fica ainda mais evidente a importância de acompanharmos de perto o desenvolvimento da IA e seus desdobramentos no longo prazo. 

O fato é que, sem dúvidas, esse é apenas o início de uma mudança significativa na educação corporativa digital e em muitas outras áreas. Para tirar o máximo proveito dessa tecnologia, será necessário um esforço conjunto dos profissionais, empresas e governos, atentos às aplicações e efeitos, para se tornarem mais competitivos e preparados para o futuro.

Para ler o artigo de Luiz Alberto Ferla na íntegra, acesse o portal AIOT Brasil.

2024-02-28T15:45:50-03:00