Foi aprovada pelo Conselho Federal de Farmácia (CFF), em junho deste ano, uma resolução que regulamenta a prática da telefarmácia. A expectativa é modernizar o setor farmacêutico clínico, oferecendo mais opções de atendimento à população.
No entanto, a modernização traz consigo novos desafios para os profissionais da área.
A prática da telefarmácia, já bastante difundida no mercado exterior, tem como foco possibilitar a emissão remota de laudos clínicos. Também permite a avaliação de especialistas a partir de exames feitos na farmácia e, ainda, outras interações integradas entre paciente, médico e farmacêutico.
Essa inovação chega abrindo caminho para farmácias e drogarias que contam com salas de assistência clínica e, também, com profissionais habilitados. Dessa forma, poderão incorporar essa atividade às suas rotinas.
Obviamente, é sempre muito animador contar com novas estratégias de atuação no setor. Porém, é preciso estar atento às responsabilidades que chegam com a novidade.
Embora tenha inspirado a inovação da telefarmácia no Brasil, o mercado farmacêutico estrangeiro é mais maduro se comparado ao do nosso país.
Nos Estados Unidos, o grande varejo farmacêutico tem reforçado a participação com hubs de saúde, sem precisar lidar com nenhum entrave legislativo.
Por lá, dentre a gama de serviços farmacêuticos, já existe, por exemplo, um sistema de alerta médico. Ele auxilia no monitoramento remoto de pacientes idosos.
Consiste em um dispositivo ativado por voz, permitindo chamadas 24 horas para cuidadores ou serviços de emergência sem o uso das mãos. Além disso, também existe um aplicativo disponível gratuitamente para os pacientes, capaz de fornecer alertas de quedas ou outras emergências. Do mesmo modo, pode monitorar movimentos, índices de temperatura e, até mesmo, a qualidade do ar dentro da residência.
Esse panorama nos mostra o quanto o setor farmacêutico brasileiro ainda lida com uma grande defasagem se comparado a outros países. E diminuir essa defasagem não é uma tarefa simples.
A chegada de novos recursos, como a telefarmácia, é um grande avanço para a modernização do setor em nosso país. Contudo, é necessário que haja, por parte das empresas, um investimento em educação corporativa, a fim de preparar seus profissionais para receber as inovações.
O setor farmacêutico não para de crescer: segundo dados da pesquisa Benchmarking de Expectativas da Indústria Farmacêutica 2022-2023, realizada pelo Sindusfarma, até o fim deste ano estima-se um crescimento no varejo (Retail), de 12,86%. Além disso, para 2023, é previsto um crescimento de 12,41%.
Os especialistas do setor apontam que um dos fatores decisivos no processo de desenvolvimento do mercado farmacêutico no Brasil é a inovação.
Além da telefarmácia, que já demonstra um cenário cada vez mais inovador, pontos como o planejamento estratégico e a cibersegurança são cruciais para assegurar o sucesso e o acelerado crescimento das empresas farmacêuticas em um universo corporativo que passa por constantes evoluções tecnológicas.
Nesse contexto, é primordial que ocorra uma mudança de mindset, a fim de promover transformação e, consequentemente, inovação.
A Educação Corporativa Digital age como um agente facilitador nesse cenário, promovendo a aprendizagem continuada dos colaboradores e, a partir disso, possibilitando o desenvolvimento através da troca de ideias, da experimentação e do acesso às tecnologias e estratégias pertinentes ao setor.
Por meio de soluções educacionais pensadas sob medida, é possível desenvolver as mais diversas habilidades requeridas pelo mercado farmacêutico atual. Os colaboradores conseguem explorar seu potencial ao máximo, garantindo seu desenvolvimento profissional e, ao mesmo tempo, proporcionando os melhores resultados à empresa.
Após enfrentar um período de grandes incertezas no setor de saúde pública, mais do que nunca, a população brasileira necessita de profissionais altamente capacitados, que possam atender às necessidades de seus clientes, transmitindo a segurança e a competência técnica esperadas na indústria farmacêutica.
Assim, preparar os colaboradores para lidar da melhor maneira possível com os diferentes cenários que o futuro do negócio pode trazer é fundamental, de modo a assegurar a excelência em todos os processos e serviços.
A capacitação corporativa digital proporciona diversos benefícios aos negócios da indústria farmacêutica, dentre eles o aumento natural do ticket médio, a promoção de uma excelente experiência do cliente, a formação de colaboradores engajados e protagonistas, a possibilidade de gestão do conhecimento dentro da empresa, além da redução na rotatividade de colaboradores.
Os benefícios para os colaboradores também são diversos, como o desenvolvimento de competências técnicas e socioemocionais, o gerenciamento do próprio aprendizado e o sentimento de valorização por meio do incentivo à educação.
No entanto, é crucial escolher as soluções educacionais digitais mais adequadas para atender os desafios específicos de sua empresa.
Assim, o ideal é iniciar o processo de planejamento da estratégia de T&D com o diagnóstico educacional, para definir com maior assertividade quais resultados são esperados com a capacitação e como atingi-los.
Após a realização do diagnóstico, é possível desenvolver um programa de T&D completo para o setor farmacêutico, aliando diferentes ferramentas e estratégias educacionais.
Com a implementação de uma Universidade Corporativa, por exemplo, é possível agregar diversas formações em um mesmo ambiente educacional. Alguns exemplos de temas pertinentes para capacitação corporativa no setor farmacêutico são:
Obviamente, vários outros temas podem ser trabalhados, por meio do desenvolvimento de cursos online personalizados, que atendam às demandas da sua organização.
Outras soluções educacionais digitais interessantes para o setor são:
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