blog

Pesquisa de maturidade de aprendizagem: descubra o nível do T&D da sua empresa

Escrito por Redação DOT | 20/05/2026 19:30:36

Existe uma pergunta que muitos líderes de RH e T&D evitam fazer em voz alta: se estamos investindo tanto em treinamento, por que ainda temos tantas lacunas de competência?

A resposta incômoda é que, durante anos, o mercado confundiu esforço com resultado, catálogo com cultura e horas concluídas com aprendizagem de verdade.

E enquanto os dashboards mostravam números crescentes de engajamento na plataforma, os gestores continuavam reclamando das mesmas falhas de execução. Os colaboradores continuavam saindo dos treinamentos sem saber exatamente o que fazer diferente. Esse gap não é um problema de orçamento, é um problema de perspectiva.

O RH está medindo a coisa certa?

Pergunte para qualquer equipe de T&D como ela avalia o sucesso dos seus programas. A resposta quase sempre vai envolver métricas de volume: taxa de conclusão, horas por colaborador, NPS do treinamento, número de trilhas ativas.

Esses indicadores têm valor, mas eles medem o esforço da empresa e não o impacto na pessoa.

Há uma diferença fundamental entre saber que 94% dos colaboradores completaram o módulo e saber se eles conseguem aplicar o que aprenderam. Entre registrar que a liderança aprovou o orçamento de T&D e entender se ela, de fato, cria as condições para o aprendizado acontecer no dia a dia.

O que está faltando nos diagnósticos de maturidade de aprendizagem da maioria das empresas brasileiras é simples e, ao mesmo tempo, ignorado: a perspectiva de quem vive a experiência de aprendizagem na prática.

Grande parte das pesquisas e avaliações de T&D no Brasil ouve gestores, líderes de RH e responsáveis por treinamento. A voz do colaborador – de quem está na ponta, recebendo os programas, tentando aplicar o conteúdo sob pressão de prazo e demanda – aparece raramente, e de forma pouco estruturada.

Enquanto isso, as decisões sobre investimento, formato e prioridade de conteúdo continuam sendo tomadas sem o principal dado que importa: o que está, de fato, funcionando para quem aprende?

A virada de perspectiva que o mercado precisava

É para responder a essa pergunta que o DOT Digital Group – maior ecossistema de treinamento digital do Brasil, com mais de 30 anos de experiência e mais de 10 milhões de capacitações realizadas – está conduzindo a 1ª Pesquisa de Maturidade de Aprendizagem no Brasil.

A iniciativa é inédita porque muda o eixo da avaliação: em vez de perguntar para as empresas quanto elas investem em desenvolvimento, a pesquisa pergunta para os colaboradores o que eles percebem, sentem e conseguem fazer a partir das iniciativas de aprendizagem que recebem.

Para Luiz Alberto Ferla, CEO do DOT Digital Group, a efetividade da educação corporativa não pode mais ser avaliada somente pela ótica de quem planeja e executa os programas. O colaborador é quem vivencia a experiência de aprendizagem no cotidiano, sente se o conteúdo conversa com seus desafios reais e percebe se a empresa cria ou não uma cultura favorável ao desenvolvimento. Ignorar essa perspectiva é continuar tomando decisões com metade das informações.

Os seis pilares que separam empresas que treinam das que desenvolvem

Para que o diagnóstico seja consistente, comparável e acionável, a pesquisa avalia a maturidade da aprendizagem corporativa a partir de seis pilares. Para o RH e as lideranças, eles funcionam como um mapa e como um espelho.

1. Cultura de aprendizagem
O aprendizado é parte do DNA da empresa ou ainda é tratado como uma obrigação a ser cumprida no fim do trimestre?

2. Liderança
Os líderes criam espaço ativo para o desenvolvimento das equipes ou aprendizagem é algo que acontece apesar da liderança, não por causa dela?

3. Tecnologia
As ferramentas disponíveis facilitam o acesso e a personalização da experiência ou criam mais fricção do que engajamento?

4. Experiência do colaborador
A jornada de aprendizagem foi pensada para quem aprende ou para quem reporta?

5. Alinhamento estratégico
Os programas de T&D estão conectados aos objetivos reais do negócio e às necessidades de cada função ou seguem um calendário descolado da operação?

6. Aplicação prática do conhecimento
O ambiente de trabalho favorece a aplicação do que foi aprendido ou o colaborador volta do treinamento para a mesma rotina que não deixa espaço para mudança?

Esses seis pilares revelam algo que os indicadores tradicionais raramente mostram: se a educação corporativa está de fato integrada ao negócio ou se ainda opera como uma ilha, bem intencionada, mas desconectada de onde o trabalho real acontece.

Por que isso importa agora – especialmente para o RH

Já sabemos que o papel do RH mudou, mas o que ainda não mudou na mesma velocidade são os instrumentos de diagnóstico que o RH usa para tomar decisões sobre aprendizagem.

Continuamos investindo com base em benchmarks de mercado, pesquisas que ouvem apenas gestores e dados de plataforma que medem acesso, não transformação. E continuamos colhendo o mesmo resultado: programas que parecem robustos no papel e perdem força na prática.

A 1ª Pesquisa de Maturidade de Aprendizagem do Brasil vai gerar o primeiro benchmark nacional construído a partir da perspectiva dos colaboradores. Para os líderes de RH e T&D, isso significa ter acesso a um dado que hoje não existe: onde a sua empresa está em relação ao mercado, nos indicadores que realmente refletem impacto.

Um treinamento genérico pode cumprir uma agenda e uma trilha extensa pode parecer robusta no planejamento, mas nenhum deles transforma performance se não dialogar com os desafios reais de quem aprende e se não encontrar, do lado da empresa, as condições para que o aprendizado vire prática.

Construir essas condições é exatamente o que diferencia uma empresa madura em aprendizagem de uma empresa que apenas treina.

O que o RH pode fazer agora

O primeiro passo é simples: ouvir.

A pesquisa está aberta. Se você lidera uma equipe de RH, T&D ou é gestor de pessoas, este é o momento de entender como os colaboradores da sua empresa percebem a experiência de aprendizagem que vocês oferecem – antes que essa percepção se manifeste em turnover, baixa performance ou desengajamento silencioso.

Compartilhe a pesquisa com sua equipe. Os resultados vão mostrar não apenas onde estão as lacunas, mas onde estão as oportunidades reais de construir algo que funcione de verdade.

👉Preencha a pesquisa aqui

Empresas com mais de 50 respondentes receberão um diagnóstico exclusivo, com insights para comparar sua empresa ao mercado e identificar oportunidades de evolução.

As respostas são confidenciais e analisadas de forma agregada. O questionário leva cerca de 10 minutos para ser respondido.