[Case SENAR] Realidade virtual na educação: um mundo de possibilidades sem sair da sala de aula

Muito comum em videogames, a realidade virtual vem ganhando espaço nas plataformas de tecnologias educacionais, tanto para o ensino formal quanto para capacitação profissional.

Aprendemos melhor quando vivenciamos experiências. Por isso, os simuladores se mantém como grande tendência no mercado de tecnologias para educação. De acordo com International Data Corporation (IDC), a expectativa é de que US$ 22,5 bilhões serão investidos em 2025 na realidade virtual voltada para a educação. “A imersão proporcionada por plataformas de realidade virtual abre um mundo de possibilidades sem a necessidade de sair da sala de aula, seja na escola ou no trabalho”, destaca Luiz Alberto Ferla, CEO e fundador do DOT digital group. 

Em agosto, o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (SENAR) de Goiás vai começar a usar um simulador na disciplina de Mecanização Agrícola. A solução, desenvolvida pelo DOT, funciona com um computador e um óculos de realidade virtual e simula uma oficina mecânica para tratores agrícolas. No ambiente, serão feitos exercícios de manutenção dos sistemas de lubrificação, arrefecimento e filtro de combustível. De acordo com Samantha Leandro de Sousa Andrade, responsável pelo projeto no SENAR, a ferramenta deve gerar economia de insumos como óleos, filtros e peças em geral. 

A redução de custos é só um dos benefícios da aplicação de realidade virtual em plataformas de educação. Do ponto de vista educacional, os simuladores de ambientes e atividades do mundo real também proporcionam maior segurança aos alunos ao eliminar riscos de operação. “A realidade virtual evita riscos, além de promover a execução prática de 100% dos alunos de forma rápida e muito didática”, destaca Samantha. Um piloto da solução foi apresentado em uma feira em Rio Verde (SP) e chamou a atenção de quem testou, comprovando o alto índice de engajamento da realidade virtual. 

Segundo Samantha, historicamente, o treinamento de tratores agrícolas sempre foi o produto mais executado pelo SENAR em Goiás, pela versatilidade e funcionalidade da máquina em quaisquer atividades do campo. Em 2018 foram realizados mais de 347 treinamentos, envolvendo 4.000 pessoas, em dois níveis de capacitação: aperfeiçoamento (24 horas) e qualificação (200 horas). Neste ano, a instituição já realizou 188 treinamentos com 2.222 pessoas treinadas nos mesmos formatos. 

Pesquisas indicam que o SENAR está na direção certa. A edtech Sponge UK comparou três formatos de conteúdo: PDF, jogos e realidade aumentada. O resultado mostrou que a capacidade de absorção do conteúdo é maior com a realidade aumentada. Os alunos também elegeram a RV como a mais divertida, satisfatória e com maior poder de concentração. “As novas gerações demandam métodos de educação que favoreçam os sentidos de audição, tato e visão ao mesmo tempo. Estratégias de realidade virtual caem como uma luva para esse público, que exige cada vez mais motivação para se engajar ao aprendizado”, observa Ferla. 

No DOT, tecnologias de immersive learning (aprendizado de imersão) vem sendo cada vez mais aplicadas nas soluções contratadas por clientes. São duas as razões principais, segundo Ferla, e ambas estão interligadas. A primeira é criar uma “sala de aula” que, ao mesmo tempo, transforma e une a realidade (RA) e o mundo virtual (RV), um ambiente capaz de tornar a experiência de aprendizagem mais envolvente. A outra razão é fazer com que o conteúdo repassado seja fixado por mais tempo, tornando o treinamento mais dinâmico e eficaz. “Todos os caminhos apontam o immersive learning como a educação do futuro”, afirma o empresário.

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Case SENAR | Por dentro de um projeto de Realidade Virtual

A Realidade Virtual é uma grande aliada na hora de aprender e ensinar. Nesta websérie você acompanhará todos os processos que o nosso artista 3D, Lucas Silva, utilizou para criar um objeto 3D para o game de realidade virtual do Senar Goiás.

APRESENTAÇÃO

CRIAÇÃO DO OBJETO – MODELAGEM POLIGONAL

CRIAÇÃO DO OBJETO – MAPEAMENTO EM UV

CRIAÇÃO DO OBJETO – CORES E TEXTURAS

TESTANDO O GAME

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Immersive Learning: educação do futuro

Você consegue lembrar o que vestiu a 3 dias atrás? O que comeu no almoço sexta-feira passada?

Se não, não entre em pânico, você só está experienciando a chamada “Curva de Esquecimento”, esse fenômeno foi hipotetizado por Hermann Ebbinghaus, um psicólogo alemão na década de 1880.

Ele mostrou que dentro de uma hora as pessoas terão esquecido uma média de 50% das informações apresentadas. Em 24 horas eles esqueceram uma média de 70% das novas informações e, em um mês, 90% delas. Como mostra o gráfico abaixo:

Hoje em dia somos bombardeados com milhares de dados ao mesmo tempo e para lidar com todo esse processamento de informação e aumentar o nível de retenção da mesma é preciso diversificar os meios de aprendizagem, seja lendo, ouvindo, ensinando e/ou praticando.

E o que isso tem a ver com Immersive Learning?

Bom, é aqui que entra o Immersive Learning (Aprendizado Imersivo). Esse é o novo termo criado para a aplicação de tecnologias digitais na educação.  

Foi um termo cunhado pela Microsoft, que até tem um “Edu Day” dedicado a IL, usando o termo num sentido amplo : aprender a programar usando jogos; realidade aumentada, realidade virtual, porém com uma ênfase em Mixed Reality (o triplo de citações, comparado com RA e RV) e interfaces tangíveis.

Enquanto na Realidade Virtual o usuário é inserido em um cenário fictício, e na Realidade Aumentada o cenário físico afeta conteúdos virtuais; na Realidade Mista elementos virtuais interagem com o cenário físico (como na imagem acima).

O primeiro grande evento a balançar a bandeira Immersive Learning foi a SXSW 2019. Ao contrário das publicações acadêmicas a SXSW usa o termo não apenas para educação infantil. E no lugar disso enfatiza treinamento corporativo.

Quais os temas relacionados?

Uma busca rápida no Google Scholar conta que “Immersive Learning” está correlacionado com “ambientes de aprendizagem” na educação escolar de crianças, como era de se esperar, mas também com Internet of Things (que é basicamente sobre criar ambientes físicos que interajam intuitivamente com gente e inteligentemente em rede).

Quem está pesquisando?

O maior centro de publicação de pesquisas sobre Immersive Learning é a Ball State University. Mas a maioria das notícias de teor comercial sobre Immersive Learning vêm do Reino Unido, onde já foi criado um fundo para investimento pesado na área.

Qual o futuro da Immersive Learning?

Neste contexto de internet das coisas podemos salientar como essas realidades estão ficando cada vez mais interativas e mais acessíveis, um exemplo seria a ideia das chamadas Smart Cities (olhando um pouco para o futuro) que tem por objetivo direcionar os avanços na tecnologia e armazenamento de dados (que fazem da Internet das Coisas uma realidade) para o ambiente e infraestrutura que nós vivemos.

É possível desenvolver sistemas de transporte, de energia, e até de execução das leis que sejam movidos a dados e realidades interativas para torná-los mais eficazes.

O DOT digital group possui uma equipe de Immersive Learning que produz soluções em Games, Gamification, Realidade Virtual, Aumentada e Mista.  Descubra com nossos especialistas como esses recursos podem contribuir para aumento de performance e retenção de informação, tornando o aprendizado mais dinâmico e eficaz.

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As 7 estratégias de educação mais utilizadas em 2019

Os impactos da transformação digital nas empresas mudaram a maneira de ensinar e aprender. Com este cenário, negócios de todos os segmentos têm buscado novas estratégias para capacitar seus colaboradores.

Confira as 7 estratégias mais utilizadas na educação corporativa em 2019.

 

1. GAME THINKING

Você sabia que 84% dos colaboradores sentem-se mais engajados com estratégias de gamification?

 Com os Millennials tomando conta do mercado de trabalho e a geração Z começando a conquistar seu espaço, as empresas passam a ter cada vez mais profissionais jovens, muito ativos e criativos que se sentem desmotivados com as modalidades tradicionais de capacitação.

 O Game Thinking abarca um vasto repertório de métodos que possuem o poderoso apelo do lúdico: serious games, gamification, simuladores, playful redesign de sistemas, recursos de visualização em realidade virtual e realidade aumentada, entre outros.

 Utilizar uma estratégia de Game Thinking para capacitar colaboradores é garantir um aprendizado com mais produtividade.

 

2. REALIDADE VIRTUAL E REALIDADE AUMENTADA

Uma das grandes dificuldades das empresas é contar com toda a infraestrutura segura e necessária para a capacitação. Além de dispendiosos, muitos materiais são difíceis de transportar, impossibilitando que o mesmo conteúdo ganhe escala territorial. Alguns temas demandam, ainda, materiais específicos de difícil acesso, mas a tecnologia está aí para ajudar!

 A realidade virtual possibilita ao participante vivenciar as situações estipuladas no treinamento e experimentar o conteúdo técnico, contando com mais detalhes do que de modo expositivo.

 A realidade aumentada mistura o mundo real com o digital, possibilitando que elementos digitais sejam vistos sobre um ambiente real por meio de uso de dispositivos – como a câmera do celular, por exemplo.

Foco na execução de tarefas e tomadas de decisões; Observação detalhada de elementos projetados digitalmente; Educação com baixo custo de execução e aplicabilidade em diferentes lugares, são algumas das vantagens que fazem da RV e RA uma grande oportunidade de aprendizado.

 

3. MICROLEARNING

Atualmente, o tempo é um dos recursos mais preciosos dos profissionais, e é necessário saber aproveitá-lo de modo planejado.

Por isso o Microlearning tem sido um sucesso para a educação corporativa. Ele busca transmitir conteúdos em um curto período de tempo, por meio de pílulas de aprendizagem.

Assim, a absorção do conhecimento torna-se mais efetiva e flexível, possibilitando capacitar-se no decorrer do dia de trabalho.

 

4. MOBILE LEARNING

Você sabia que os smartphones já são considerados poderosas ferramentas de capacitação?

Ideal para cursos a distância, o mobile learning permite que o profissional estude quando e onde quiser, carregando consigo toda a estrutura de que precisa na palma das mãos ou até mesmo no bolso!

Além disso, a estratégia oferece maior flexibilidade no aprendizado, maior engajamento profissional e menos custos para a empresa no momento da capacitação dos colaboradores.

 

5. VÍDEO LEARNING E SOCIAL LEARNING

Compartilhar é a nova ordem na internet e essa vontade de dividir informações pode impactar também a educação corporativa!

O social learning é uma forma de aprendizagem informal que acontece a partir do relacionamento e da troca de ideias entre os colaboradores da empresa. Por meio da interação no ambiente de trabalho, é possível formalizar o conhecimento informal que circula entre os funcionários, tornando o aprendizado mais natural e favorecendo a retenção de conhecimento.

O vídeo learning possibilita que os colaboradores tenham acesso aos especialistas com os quais normalmente não contariam. Além disso, treinamentos em vídeo oferecem maior engajamento, visto que, ao assistir, o colaborador retém 95% da mensagem, contra 10% ao ler a mesma mensagem, e 72% das pessoas preferem vídeo a texto, quando ambos estão disponíveis na mesma página.

 

6. BIG DATA E APRENDIZAGEM DE ENSINO MODULAR

O big data é uma tecnologia que possibilita ao gestor de recursos humanos conhecer o comportamento do colaborador em relação ao treinamento, identificar seus pontos de dificuldade e personalizar as ofertas.

Tudo isso é possível por meio da utilização de plataformas de estudos online, que recolhem informações pertinentes sobre o modo de aprender do usuário para as estratégias de capacitação.

Não é de hoje que o LMS, plataforma online para educação, tem auxiliado as organizações no desenvolvimento de cursos de capacitação. As plataformas modulares possibilitam à empresa utilizar o software de acordo com suas necessidades.

 

7. INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL

O uso de inteligência artificial (IA) está mudando a maneira de ensinar e aprender. Ter uma tecnologia que contribua para o esclarecimento de dúvidas pontuais, de forma ágil e com feedback imediato contribui com um aprendizado rápido e de forma dinâmica.

Além disso, a ferramenta possibilita personalizar os conteúdos de forma direcionada e acompanhar em tempo real a evolução e desempenho dos alunos.

E aí, conseguiu identificar qual das tendências melhor se encaixam com os seus objetivos educacionais? Se ainda não, você pode acessar nosso Autodiagnóstico em Educação Corporativa clicando aqui. Ele vai direcionar você e a sua empresa modelo ideal para capacitar os seus colaboradores!

 

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[Na Mídia] Realidade Virtual DOT é destaque em feira de tecnologia Agro

Realidade Virtual é utilizada na capacitação do setor agro

Pensando na formação dos profissionais da área do Agronegócio, o Senar Goiás desenvolveu um curso de manutenção de tratores. Com o intuito de levar conhecimento a quem não possuía acesso as aulas práticas, presencialmente, a instituição apostou em realidade virtual para contribuir com o aprendizado dos alunos.

Leonardo Cruvinel, gerente do Senar, afirma que mais de 1200 pessoas já foram capacitadas com o auxílio da tecnologia. “Os participantes conseguem fazer todas as manutenções da máquina: troca de fio, manutenção do sistema de arrefecimento sem precisar estar no sol, na chuva, ou sujar. Ele fica aqui, manuseando isso, assistindo o que está fazendo e sendo avaliado. É o Senar Goiás levando capacitação para produtor e trabalhador rural.”

Confira matéria completa:

 

 

 

 

 

 

 

 

Fonte: G1

Saiba mais sobre Realidade Aumentada no nosso ebook “As 7 megatendências em educação corporativa para 2019“.

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As 7 megatendências para a educação corporativa em 2019

Transformar culturas não é tão simples assim! E é importante ter essa afirmação muito clara em nossas mentes, ainda mais quando o transformar está relacionado a diferentes pessoas, perfis, comportamentos e tecnologias.

Confira em vídeo 5 das 7 megatendências para a educação corporativa

#1 Gamification

Mais uma vez esta estratégia é uma das grandes tendências para a educação corporativa em 2019. E Game Thinking, vc já ouviu falar? Dê o play!

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#2 Big Data

Com tantos dados disponíveis na rede, não é de se surpreender que uma tecnologia que analise toda essa informação e ofereça insights estratégicos também esteja em franco crescimento. Poder conhecer o comportamento do colaborador em relação ao treinamento, identificar seus pontos de dificuldade e personalizar as ofertas é uma grande forma de oferecer a melhor estratégia de capacitação.

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#3 Inteligência Artificial

A Inteligência Artificial na educação se dá na análise de dados e na identificação de padrões, tornando o processo de aprender cada vez mais personalizado e autônomo.

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#4  Realidade Aumentada e Realidade Virtual

O foco está na experiência do usuário! Poder executar tarefas e tomar decisões de forma mais assertiva e segura são vantagens que só a RA e RV podem oferecer.


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#5 Video Learning

Grande ferramenta de educação, o vídeo coloca especialista e aluno frente a frente. Isso favorece o aprendizado, a transmissão de conteúdo torna-se ágil e a linguagem visual facilita a compreensão.

Para conferir todas as megatendências para a educação corporativa basta baixar nosso ebook agora mesmo.

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O que é Game Thinking

Você com certeza já ouviu falar em gamification, certo? E Game Thinking, você conhece esse termo?

Quando a gamification foi oficialmente inventada, pouco mais de 20 anos atrás, seu propósito era engajar consumidores em um contexto de marketing digital. Muita coisa mudou desde então. A abordagem cresceu. Surgiram aplicações em educação escolar, saúde, esportes, segurança de dados, transporte, entre outras. Também foi evidenciado que não dá para dissociar gamification de outras abordagens com as quais ela parece muito: games, simuladores, playful design; e não dá para conceber soluções em gamification sem pensar em tecnologias como Realidade Virtual e a Realidade Aumentada.

Pois bem, todas essas aprendizagens de décadas se integram em um conceito: Game Thinking.

A definição de Game Thinking por especialistas

Amy Jo Kim, consultora empresarial, diz em seu canal no YouTube que Game Thinking é “aquilo que Gamification quer ser quando crescer”. Kim apresenta uma forma de integrar gamification com a disciplina produtiva do desenvolvimento ágil e a capacidade de inovação estratégica do Design Thinking. Para Kim, o que a gamification quer ser quando crescer é esse método de criar inovações de sucesso de uma maneira lúdica.game thinking

Já Andrzej Marczewski, importante especialista em Gamification, apresenta Game Thinking como a integração de todas as abordagens relacionadas a Game Design: game thinking

Marczewski explica que fazer Game Thinking é dispor de uma caixa cheia de ferramentas no início de cada projeto e tomar aquelas de que realmente precisa em seguida. Ao iniciar um projeto, pode não estar muito clara ainda qual abordagem é a melhor, isto é, se é um jogo, um simulador, ou gamification, mas o profissional de Game Thinking, versátil, está preparado para se adaptar às necessidades que surgirem.

game thinking

Game Thinking – opção mais robusta e completa

Como já sabemos, Gamification veio, firmou seu lugar, cresceu e sua importância virou senso comum no mundo corporativo. Cresceu tanto que se integrou com outros gigantes do mundo dos negócios: agile, Lean UX, simuladores, realidade virtual etc. Não dá mais para pensar em soluções em Gamification apartadas dessas outras realidades.

Por isso, quando falamos em Game Thinking, tratamos de um universo ainda maior de estratégias baseadas em jogos e comportamentos. Uma estratégia que trabalha com um framework mais completo de soluções que podem ser usadas conjunta ou separadamente. E para que tudo isso funcione a equipe que desenvolve soluções game-liked deve antes de tudo ser interdisciplinar, e com isso conseguir fazer uso da grande variedade de abordagens, métodos e técnicas disponíveis quando o assunto é gerar transformações comportamentais.

Agora que você já sabe o conceito de Game Thinking, conheça o que o DOT digital group vem realizando nessa área.

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7 benefícios da capacitação online

Programas de capacitação online otimizam recursos, uma vez que todo o processo de aprendizagem acontece por meio de plataformas de ensino. O material didático tem diversos formatos e alcance em larga escala, sem necessidade de gastos com estrutura física, deslocamento e hospedagem de professores e alunos.

icone1Na prática:

Resultados Digitais, empresa especializada em marketing digital, implementou a estratégia de capacitação online no processo de onboarding. Antes o processo tinha duração de 15 dias: assim que o colaborador iniciava suas atividades, os primeiros 15 dias eram dedicados ao onboarding, que, além de tratar da cultura organizacional, foca no negócio da empresa. Com a estratégia online, o tempo de dedicação ao onboarding foi reduzido em 6 horas.

 

Sejam jogos, vídeos, simuladores, trilhas de aprendizagem ou podcasts, é enorme a quantidade de estratégias que podem ser utilizadas para um aprendizado muito mais dinâmico. Cada empresa avalia e identifica suas necessidades, estabelecendo objetivos. Em conjunto com uma equipe especializada de consultores educacionais, define a maneira mais eficaz de oportunizar a construção de conhecimento.

icone2Na prática:

Para o Banco MundialDOT desenvolveu uma estratégia de Blended Learning. Isso quer dizer aprendizagem semipresencial. Essa foi a melhor opção para o cliente que, em um primeiro momento, capacita e treina os participantes online, mas também une o grupo para debater os temas do curso. Essa estratégia reduziu em até 30% os custos com a capacitação.

 

A educação corporativa se desenvolveu a ponto de adquirir status de área estratégica dentro dessas instituições. Criadas para oferecer uma educação afinada com as necessidades de negócio e de planejamento das organizações. A criação de um ambiente de aprendizagem corporativa oferece um diferencial de formação continuada, fazendo com que os profissionais se envolvam mais e tragam resultados efetivos para a empresa.

icone3Na prática:

TIVIT – líder em serviços integrados de tecnologia na América Latina – buscou o DOT digital group para expandir a academia TECHNO TIVIT, que contempla programas de formação para os profissionais de TI da companhia. O DOT propôs o desenvolvimento e a implementação de uma plataforma tecnológica adequada às necessidades da TIVIT, com conteúdos profissionais capacitados a suportar o projeto.

O projeto, implementado há mais de um ano, contempla 232 cursos, disponíveis para cerca de 9 mil colaboradores.

Conheça mais sobre este case aqui.

 

Concentrar as práticas da empresa em uma plataforma de estudo facilita o treinamento dos novos funcionários. Esses arquivos podem ser atualizados rapidamente, de acordo com a necessidade, criando uma biblioteca de conteúdos que servem para toda a instituição.

icone4Na prática:

O DOT digital group desenvolveu trilhas de autoatendimento para o SEBRAE/SC(Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas de Santa Catarina), a partir das quais suas soluções educacionais a distância são disponibilizadas. O objetivo é fazer com que o usuário navegue pela trilha e avance nos conteúdos de maneira intuitiva e rápida, sempre que necessitar.

 

A capacitação online permite o desenvolvimento de habilidades úteis no mercado de trabalho, como autonomia, organização, gerenciamento de tempo, utilização de ferramentas tecnológicas e automotivação.

icone5Na prática:

IBMEC, referência em ensino superior no Brasil, tinha o desafio de atualizar e desenvolver novas disciplinas de pós-graduação com acesso mobile, atendendo as necessidades do público-alvo e considerando as tendências educacionais e tecnológicas.

DOT desenvolveu um completo projeto educacional e visual para a perfeita equalização das novas disciplinas e atualizações necessárias. As disciplinas foram desenvolvidas com responsividade e linguagem adequada ao perfil dos alunos, além de recursos interativos e dinâmicos.

Também foi desenvolvido um game sobre BSC para a disciplina Estratégia Empresarial, despertando ainda mais o interesse dos alunos no conteúdo.

 

Treinamentos baseados em projetos motivam a equipe e dão oportunidade para experimentação, estimulando a criatividade e engajando os funcionários no sucesso do projeto. Benefício que segue na retenção de talentos, pois uma das principais preocupações das empresas é quanto ao turnover.

Oferecer cursos e capacitação faz com que os colaboradores sintam que são valorizados e entendam como um diferencial da organização. Além disso, a aprendizagem corporativa estimula um bom ambiente, facilitando a colaboração entre as equipes.

icone6Na prática:

A adoção da plataforma de comunicação corporativa SocialBase pode ser muito útil. Além de unir todos os conteúdos da empresa, facilitando a gestão do conhecimento, essa rede social interna fomenta o engajamento e a interação entre os colaboradores.

 

Poder estudar em qualquer horário, de qualquer local com acesso à internet, é uma das maiores vantagens da capacitação online. Cada vez mais o tempo se torna moeda preciosa na vida das pessoas e das empresas. Possibilitar o desenvolvimento profissional de forma flexível contribui significativamente para o alcance de melhores resultados e equipes de alta performance.

icone7Na prática:

O case mais recente foi o uso da gamificação para engajar os mais de cinco mil líderes de uma empresa nacional do ramo de energia em um programa de capacitação online. O objetivo da estratégia era engajar as pessoas no consumo dos objetos educacionais e na colaboração para a disseminação do conhecimento. O conteúdo tratava de cinco temas distintos e foi apresentado em pequenos módulos de consumo rápido e prático, chamados “microlearning”.

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Simuladores para capacitação e treinamento

Simuladores são ferramentas digitais que auxiliam a emulação de atividades com alto grau de realismo.
A capacitação em simuladores digitais proporciona enormes vantagens do ponto de vista financeiro, já que não há desperdício de insumos e materiais com o uso de equipamentos reais.

Do ponto de vista do aluno, proporciona segurança, ao eliminar riscos de operação, e, principalmente do ponto de vista da aprendizagem, incrementa a forma de realizar a capacitação mediante diversas repetições num ambiente que espelha fielmente a realidade.

 

 

 

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Realidade Aumentada | Como funciona esta tecnologia?

Para reproduzir a Realidade Aumentada, é necessário ter um dispositivo que permita interpretar e criar um objeto virtual – por exemplo, um smartphone. Utilizando um software de Realidade Aumentada e por meio da câmera, a imagem real é combinada com um ou mais objetos virtuais inseridos, que podem ser 2D ou 3D.

Aplicações reais

O Grupo RIC, filial da Record TV de Santa Catarina, aliou tecnologia em suas publicações. A Revista Show Me, principal publicação de turismo de Santa Catarina, foi editada com marcadores de Realidade Aumentada. O leitor aponta a câmera do smartphone para os marcadores nas páginas para obter mais informações além dos textos e das fotos impressas, não
é preciso estar conectado à internet para acessar o conteúdo.

Conheça aqui mais detalhes e outros cases de sucesso!

 

 

 

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