[Na mídia] Perspectivas 2019: Cresce confiança do setor de TI em SC no crescimento econômico do país

A postura liberal acenada pelo novo governo gera otimismo entre empresários do setor de tecnologia em Santa Catarina, que espera para 2019 a redução da burocracia em questões chave, como exportação, tributação e abertura de novos negócios. Além do apoio ao empreendedorismo, representantes do setor esperam que o setor público invista mais em soluções de tecnologia, como forma de qualificar serviços.

Diretor de mercado da Dígitro Tecnologia, Octávio Carradore (foto), acredita que as recentes alterações no contexto político podem ser um indicativo de melhorias em âmbito econômico. “Enxergo o mercado muito mais otimista com a possibilidade de concretização dos investimentos que, até então, estavam represados. O governo é responsável por uma expressiva parcela da economia do país. Ainda que muitos ajustes sejam feitos, acredito que iremos ver adaptações sendo realizadas, também, nas empresas”, afirma.

O uso da inteligência artificial, na opinião do executivo, também pode gerar novas oportunidades de mercado. “Falamos muito sobre inteligência artificial e internet das coisas, por exemplo, e isso ocorre pela maturidade do mercado e pelo aumento de demandas. As tecnologias precisam atender às nossas necessidades, mas sem esquecer de garantir o sucesso no relacionamento com o cliente”, opina Carradore.

ANO DE RETOMADA?

Na visão de Luiz Alberto Ferla, CEO e fundador do DOT digital group, 2019 sinaliza ser o ano da retomada:

“Mesmo que gradual, a volta do crescimento econômico, favorecerá a geração de empregos e o fortalecimento das empresas. Acreditamos firmemente que novos tempos se aproximam, propiciando investimentos em tecnologia, inovação e educação”, afirma Ferla.

 

Empresa do setor de tecnologia para educação (EdTech), o DOT digital group capacitou mais de cinco 5 milhões de pessoas em cursos desenvolvidos tanto para instituições de ensino quanto para empresas como Honda, Natura, Tivit, Engie e Santander. Para 2019, aposta na internacionalização dos serviços.

“Nesse novo cenário político e econômico, será ainda mais decisivo o investimento em educação corporativa com o uso de novas tecnologias”, destaca.

EQUILÍBRIO FISCAL PARA IMPULSIONAR EMPREGOS

O empresário Gérson Schmitt (foto), fundador da Paradigma Business Solutions, confia na adoção de medidas mais rigorosas para garantir maior equilíbrio fiscal das contas públicas. Com a mudança desse cenário, Gérson acredita que será possível gerar um ambiente de atração de investimentos capaz de impulsionar a geração de empregos e a arrecadação de impostos.

“O crescimento da segurança jurídica e da ordem e segurança dos cidadãos, juntamente com a redução da pressão e da burocracia sobre as empresas, deve estimular novos empreendedores”, afirma Schmitt. O reflexo disso, segundo o executivo, será a atração dos investimentos necessários em inovação para que o país e as empresas brasileiras possam ganhar produtividade e competitividade.

 

AGRONEGÓCIO: IMPULSO PARA A TECNOLOGIA

A Confederação da Agricultura e Pecuária no Brasil (CNA) fez uma projeção de crescimento de 2% no PIB do agronegócio em 2019, frente a previsão de queda de 1,6% para 2018. Essa perspectiva deve influenciar processos de adesão das empresas a novas tecnologias. Segundo Bernardo de Castro (foto), presidente da divisão de agricultura da Hexagon, os gestores e empreendedores agrícolas estão em busca de soluções que conectam, sincronizam e otimizam todos os processos do campo.

“Há muitas tecnologias que não se conversam e processos que não interagem da melhor maneira, comprometendo os resultados. Como toda indústria, o campo precisa de processos integrados e eficientes para produzir mais com menos”, explica Bernardo. A Hexagon desenvolve em Florianópolis soluções digitais que vão desde o planejamento para o cultivo até a colheita e o transporte de matéria prima.

 

Matéria publicada originalmente pelo portal SC Inova

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[Na mídia] Celular se consolida como importante ferramenta de aprendizagem

O mobile learning, aprendizado via celular ou tablet, é uma das tendências da educação digital para 2019, especialmente entre os mais jovens. A vantagem é que é possível estudar quando e onde quiser, carregando toda a estrutura necessária no bolso. Estudos também mostram que a flexibilidade proporcionada pelo celular traz maior engajamento dos alunos aos conteúdos.

“Com o mobile, os educadores podem personalizar a experiência de aprendizagem para todos os perfis de alunos, tanto no âmbito corporativo quanto da educação formal”, explica Luiz Alberto Ferla, fundador e CEO do DOT digital group, de Florianópolis. Referência em educação digital no Brasil, a empresa já capacitou mais de 5 milhões de pessoas com soluções e estratégias de EdTech.

O mobile learning ganha força com o aumento do uso de celulares.

Segundo o IBGE, já temos mais smartphones do que habitantes. Pesquisa divulgada em 2018 pelo Comitê Gestor de Internet (CGI) mostrou que 85% das crianças e adolescentes brasileiros com idade entre 9 e 17 anos usam a internet. Detalhe: 93% dos acessos são via celular. Entre as atividades mais comuns estão as pesquisas escolares – 76% acessam com esse fim.

São esses jovens que vão entrar no mercado de trabalho, mas adultos também são um público potencial do mobile learning. Tanto que quase metade das organizações mundiais usam mobile learning para capacitar seus profissionais. Pesquisas também mostram que quando os cursos são oferecidos no celular, quase 100% dos usuários terminam os treinamentos e, geralmente, em menos tempo do que se for no desktop.

As empresas de edtech estão atentas a essa oportunidade. O DOT lançou no segundo semestre de 2018 o Pronto Mobile, ferramenta de capacitação corporativa desenhada para estudo via celular ou tablet. “Baseada em microlearning, os conteúdos são apresentados em pílulas de aprendizado para que o processo de absorção das informações seja mais dinâmico e efetivo”, explica Ferla.

Esta notícia foi publicada pelo portal Inforchannel.com.br em 27/01/2019.

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EdTech na saúde | Tecnologia que salva vidas

O setor de saúde já vive sua transformação tecnológica. Mas a capacitação das pessoas que atuam nesse setor ainda não. O assunto será abordado por Luiz Alberto Ferla, CEO e fundador do DOT digital group, na próxima sexta-feira, 19, no ACM Summit, evento promovido pela Associação Catarinense de Medicina. O empresário vai mostrar como os conhecimentos aprendidos em cursos desenvolvidos pelo DOT, com direito a simuladores e realidade aumentada, pode transformar o setor no Brasil.

“A educação digital já é um realidade, e a área médica não pode ficar de fora. Utilizar tecnologias e estratégias educacionais também no contexto da saúde traz benefícios de ponta a ponta, para toda a cadeia. Desde o corpo clínico, até o usuário de um medicamento ou de um plano de saúde”, observa Ferla.

Com sede em Florianópolis, o DOT é um dos maiores grupos de tecnologia para educação do País. Recentemente, em parceria com o Instituto do Coração do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo, desenvolveu um programa de treinamento online para atendimento de parada cardiorrespiratória do Brasil.

 

Fonte: Assessoria de imprensa

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Educação que move o mundo

Por Luiz Alberto Ferla

A educação traz significado e expande os limites físicos das nossas experiências. É o que transforma em realidade os sonhos das crianças e os anseios dos adultos. Mais do que uma visão poética, a transferência de conhecimento diminui a pobreza e as desigualdades. Somente a educação pode trazer as mudanças que queremos para a nossa vida e para o mundo.

Aliar a tecnologia aos processos educacionais já não é uma aplicação do futuro. A diferença que um dispositivo eletrônico e o acesso à internet podem proporcionar às pessoas é maior do que indicadores de produtividade. Pessoas com níveis maiores de educação têm mais empregabilidade, mais oportunidades na carreira e têm menos influências negativas ao seu redor. Ao contrário, influenciam positivamente os que as cercam.

Romper com o padrão de que apenas poucos detêm o conhecimento é uma das maiores vantagens de aliar a tecnologia à educação. A figura do professor mudou e agora ele é um facilitador da jornada de aprendizagem, ao tempo em que adquire novos conceitos com seus alunos, presencial ou remotamente. A revolução educacional já começou.

Nossa especialidade é a educação digital

Há 22 anos unimos a tecnologia às estratégias de ensino. Sim, estamos na vanguarda e temos muito orgulho de cada etapa que vivemos. O DOT digital group mudou, se reinventou e cresce buscando aqueles que acreditam na educação. E a mudança que acontece na sociedade quando todos se envolvem nesse processo é o combustível que nos move a procurar sempre as melhores soluções para nossos clientes e parceiros.

 

Luiz Alberto Ferla é CEO e Fundador do DOT digital group

 

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CEO do DOT é palestrante no Congresso Peruano de Gestão de Pessoas

Luiz Alberto Ferla, CEO  e fundador do DOT digital group, é palestrante no 16º Congreso Peruano de Gestión de Personas.

O Congresso reúne a comunidade empresarial peruana – e latino-americana -responsável pela gestão de pessoas e busca discutir novas ideias, compartilhar experiências e conhecer as tendências da capacitação corporativa.

Ferla apresentará a palestra “Inovando com tecnologia para a educação corporativa: as oito mega tendências de 2018”, no dia 16 de maio, 14h30.

Neste contexto, Ferla vai trazer em detalhes as 8 mega tendências para a Educação Corporativa no contexto Latam. Confira  um pouco sobre a apresentação:

O Congresso se realizará em Lima nos dias 16 e 17 de maio.

 

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Opinião | O futuro da educação e os aplicativos móveis

Ligar para pedir delivery de comida, controlar os dispositivos domésticos ou ir à agência bancária para resolver questões relacionadas à conta são apenas alguns dos muitos exemplos de atividades do cotidiano que estão ficando no passado. Com o desenvolvimento e o constante avanço do uso de aplicativos, hoje é possível resolver tudo isso e muito mais pelo smartphone ou tablet.

De olho nesse movimento, empresas têm desenvolvido e aprimorado seus apps buscando a melhor experiência de uso possível para seus consumidores. E este não é um mercado pequeno: somente no Brasil, no segundo trimestre de 2015, o número de brasileiros que usavam smartphone para acessar a Internet já havia ultrapassado 72 milhões de pessoas. Neste cenário, a indústria da educação não fica para trás, já que os aplicativos desenvolvidos para mobile são parte fundamental da estratégia para que os estudantes absorvam os conteúdos de forma simples e rápida, a qualquer momento e de qualquer local.

A EdTech (Education Technology) – unificação das últimas tendências tecnológicas para criar um processo de educação online mais atrativo – tem se mostrado uma aliada essencial para quem quer acompanhar essa revolução que veio com o uso crescente dos aplicativos. Dentro de EdTech, por exemplo, podemos trabalhar com tecnologias de realidade virtual, realidade aumentada, gamification, entre outras. Isso torna o conteúdo de aprendizado mais dinâmico e interessante para os alunos.

Para exemplificar como a EdTech tem estimulado o uso de aplicativos, podemos citar casos em que o setor educacional aplica a gamification com o objetivo de garantir o engajamento e o foco dos estudantes durante o aprendizado. Isso faz com que as pessoas se sintam mais motivadas e confiantes em relação ao entendimento do conteúdo aplicado.

Em um trabalho de sucesso que fizemos recentemente no DOT digital group, conseguimos engajar mais de 5 mil líderes de uma empresa do ramo de energia em um programa de capacitação online com o uso de gamification. O objetivo da estratégia era engajar as pessoas no consumo dos objetos educacionais e na colaboração para a disseminação do conhecimento. O conteúdo tratava de cinco temas distintos e foi apresentado em pequenos módulos de consumo rápido e prático, chamados de microlearning. Nossos analistas de gamification classificaram cada um dos módulos de acordo com o perfil motivacional da audiência e com os temas abordados. Em seguida, foi planejada a jornada do usuário por meio do conteúdo, no qual ele acumulava pontos, medalhas e níveis, à medida em que consumia os objetos educacionais ou interagia com os colegas.

Nessa estratégia, foram criadas seis categorias de pontos e medalhas, uma para cada tema do programa de capacitação e uma para as ações de colaboração. Dessa forma, o usuário tinha autonomia para compor seu próprio currículo e acompanhar seu desempenho dentro do programa, da forma mais adequada ao seu perfil profissional.

O celular não é mais inimigo das salas de aula, podendo ser um importante aliado. As instituições educacionais estão cada vez mais interessadas no desenvolvimento de seus próprios aplicativos móveis personalizados. Afinal, os aplicativos já estão totalmente incorporados em nosso dia a dia, e isso não pode restringir o ambiente de estudo. Quem lançar mão de novas tecnologias e diferenciais para essas aplicações estará engajando uma audiência cada vez mais conectada.

 

Luiz Alberto Ferla é CEO do DOT digital group, grupo brasileiro especializado na oferta de soluções para EdTech

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Opinião | EdTech: todos têm uma maneira de aprender; nós temos um jeito de fazer

Por Luiz Alberto Ferla*

É um caminho sem volta! Investir em tecnologias para educação e treinamento, em sintonia com as necessidades do negócio, atingiu status estratégico dentro das organizações e criou uma convergência da qual as empresas não querem e não podem abrir mão. O risco é claro: ficar defasada em relação à concorrência e perder competitividade.

A palavra “resultado” invadiu muitas empresas e tem se tornado prioridade na agenda de profissionais de RH e CEOs, que já perceberam que não dá para ser eficiente operando da mesma forma em um mundo cada vez mais competitivo e conectado. Entre uma constatação e outra, posso afirmar que observo dois cenários: empresas que planejam e querem ser competitivas no futuro e empresas que não veem motivos para investir numa prática que é conhecida de todos – educar.

Educar, capacitar, treinar e engajar não são novidades de mercado, mas atividades essenciais para a competitividade. Entender as gerações, saber quais são as estratégias ideais, reter e capacitar o seu time devem ser práticas comuns. Tais ações devem fazer parte do dia a dia, estar previstas no planejamento e motivar conversas de corredor entre os colaboradores. Sim, investir no colaborador é mais do que trazer para a empresa uma nova perspectiva comercial; é acreditar em quem trabalha e traz resultados concretos para o crescimento empresarial.

Filosofia

É a educação que cumpre, de maneira mais eficaz, a função de passar adiante a filosofia da instituição e atinge não apenas os colaboradores, mas todos os envolvidos em algum momento das atividades.

No DOT digital group, nós atendemos clientes que atuam na educação formal, na educação corporativa e em cursos livres. Todos nos procuraram com uma crença: a educação pode ser transformadora. Sim, ela é. Essa é a resposta que nossos resultados demonstram.

Quem somos?

Somos o DOT digital group, um grupo empresarial que há mais de 20 anos acredita que não existem limites de tempo ou de espaço para a educação e a formação das pessoas.

Uma das grandes razões para revelarmos “O jeito DOT de fazer EdTech para todos é a certeza de que disseminar uma cultura é mais do que embarcar numa tendência; é estar atento a ela, mas nunca abandonar a sua real essência.

Conheça o jeito DOT de fazer EdTech e fale com a gente sobre o seu projeto de capacitação e treinamento! Com certeza poderemos ajudar a gerar mais resultados.

 

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Luiz Alberto Ferla é CEO do DOT digital group, grupo brasileiro especializado na oferta de soluções para EdTech e MarTech.

 

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Opinião | Gamification: a estratégia que se consolida no meio corporativo

Sim, você já deve ter lido ou ouvido falar nesta estratégia. “Gamification” tornou-se uma palavra repetida no meio corporativo há cerca de 5 anos. Foi quando as organizações, massivamente, aderiram ao uso de técnicas de engajamento comuns em games para encantar e reter seus consumidores. Mas a palavra “gamification” já havia sido utilizada em 2002, por Nick Pelling, um jornalista britânico que cobria Marketing Digital. Portanto, Gamification já tem 15 anos de história.

E agora, em 2017, qual o estágio dessa tendência? Dá sinais de maturidade? Ou decadência?

Uma rápida busca no Google Trends mostra que, desde 2012, as buscas pelo termo “gamification” continuam aumentando:

 

Previsões de que a Gamification se tornaria parte do senso comum em projetos digitais se concretizaram. Gamification é vista, hoje, como indispensável na caixa de ferramentas de boa parte das grandes empresas. Agências de publicidade já falam em usar pontos e prêmios em portais, dentre outras táticas de gamification, sem tratar isso como um processo especial.

No entanto, com o tempo houve um filtro seletivo. Em 2017, já não é mais qualquer estratégia de Gamification que desperta interesse, mas sim aquelas que apresentam melhores resultados. As organizações aprenderam com cases que protagonizaram ou observaram.

Muitos mitos sobre Gamification foram desbancados e emergiram melhores práticas, dentre elas:

1. O entendimento de que gamificar não é apenas colocar pontuações, medalhas e rankings ou usar uma estratégia de Gamification pré-pronta. Sabemos que uma estratégia efetiva de Gamification demanda entender a fundo as motivações dos usuários antes de conceber uma mecânica de incentivos.

2. A utilização de plataformas tecnológicas para redução de custos na implementação e na fase operação.

3. A integração inevitável da Gamification com novas tecnologias, como a Realidade Aumentada e a Realidade Virtual. Tema ainda muito novo no Brasil, mas que já chama a atenção dos mercados educacionais, de treinamento e de marketing.

E é nesse contexto que o DOT digital group apresenta seu e-book Gamification, Como engajar o seu público interno e externo e otimizar os resultados. No material procuramos apresentar como o DOT digital group aborda a Gamification, baseado tanto em seus cases de sucesso quanto na fundamentação teórico-metodológica que contribuiu para a delimitação de nosso processo de trabalho.

Boa leitura!

 

Luiz Alberto Ferla é CEO do DOT digital group, grupo brasileiro especializado na oferta de soluções para EdTech e MarTech.

 

 

7 benefícios da capacitação online

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Opinião | Gamification: a estratégia que se consolida no meio corporativo

Por Luiz Alberto Ferla*

Sim, você já deve ter lido ou ouvido falar nesta estratégia. “Gamification” tornou-se uma palavra repetida no meio corporativo há cerca de 5 anos. Foi quando as organizações, massivamente, aderiram ao uso de técnicas de engajamento comuns em games para encantar e reter seus consumidores. Mas a palavra “gamification” já havia sido utilizada em 2002, por Nick Pelling, um jornalista britânico que cobria Marketing Digital. Portanto, Gamification já tem 15 anos de história.

E agora, em 2017, qual o estágio dessa tendência? Dá sinais de maturidade? Ou decadência?

Uma rápida busca no Google Trends mostra que, desde 2012, as buscas pelo termo “gamification” continuam aumentando:

Previsões de que a Gamification se tornaria parte do senso comum em projetos digitais se concretizaram. Gamification é vista, hoje, como indispensável na caixa de ferramentas de boa parte das grandes empresas. Agências de publicidade já falam em usar pontos e prêmios em portais, dentre outras táticas de gamification, sem tratar isso como um processo especial.

No entanto, com o tempo houve um filtro seletivo. Em 2017, já não é mais qualquer estratégia de Gamification que desperta interesse, mas sim aquelas que apresentam melhores resultados. As organizações aprenderam com cases que protagonizaram ou observaram. Muitos mitos sobre Gamification foram desbancados e emergiram melhores práticas, dentre elas:

1. O entendimento de que gamificar não é apenas colocar pontuações, medalhas e rankings ou usar uma estratégia de Gamification pré-pronta. Sabemos que uma estratégia efetiva de Gamification demanda entender a fundo as motivações dos usuários antes de conceber uma mecânica de incentivos.

2. A utilização de plataformas tecnológicas para redução de custos na implementação e na fase operação.

3. A integração inevitável da Gamification com novas tecnologias, como a Realidade Aumentada e a Realidade Virtual. Tema ainda muito novo no Brasil, mas que já chama a atenção dos mercados educacionais, de treinamento e de marketing.

E é nesse contexto que o DOT digital group apresenta seu ebook Gamification, Como engajar o seu público interno e externo e otimizar os resultados. No material procuramos apresentar como o DOT digital group aborda a Gamification, baseado tanto em seus cases de sucesso quanto na fundamentação teórico-metodológica que contribuiu para a delimitação de nosso processo de trabalho.

Boa leitura!

 

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Opinião | EdTech e a revolução para o setor de educação

Luiz Alberto Ferla*

Caminhamos para um estilo de vida on demand. Já podemos dizer que somos uma nação de nativos da era digital, na qual as pessoas veem como essência da vida a relação com o universo digital e é possível buscar opções de serviços quando, como e de onde elas quiserem.

É provável que, no futuro, poucas ofertas não sigam esse modelo sob demanda. Um setor que tem demonstrado um crescimento exponencial nesse sentido é o mercado de educação e capacitação online, por conta do rápido avanço das tecnologias utilizadas para gerar a melhor experiência e interação nos cursos, onde o aluno estiver.

Para 2017, podemos esperar uma oferta cada vez maior de conteúdos que podem ser consumidos de forma rápida, simples e pessoal por meio de EdTech – Education Technology (em português, Tecnologia para Educação). EdTech é a unificação das últimas tendências tecnológicas para criar um processo de educação online mais dinâmico, atrativo e efetivo.

Entre essas tecnologias temos bons exemplos, que vêm ganhando espaço quando se pensa em estratégias para a educação online:

Realidade virtual: solução inovadora que funciona como um convite à imersão em um ambiente virtual.

Realidade aumentada: permite a geração da realidade física por meio de dispositivos que processam e exibem as informações.

Gamification: componente importante para garantir o engajamento, estimulando comportamentos estratégicos e pré-mapeados com o objetivo de alcançar resultados em curto e médio prazos.

Big Data e Learning Analytics: quando aliadas, podem mapear novos tipos de aprendizagem e ajudar a identificar os materiais mais adequados às necessidades de capacitação.

Internet das Coisas: objetos e dispositivos que se conectam para coletar e trocar dados pela Internet.

Futuro

Todos os esforços de tecnologia voltados para a educação poderão revolucionar o setor. De acordo com o futurista do DaVinci Institute, Thomas Frey, até 2030 as maiores empresas na Internet serão empresas educacionais das quais ainda não ouvimos falar. A visão dele para 2030 é de que haverá cursos online de forma massiva. Só que, ao invés de instrutores humanos, eles serão robôs bastante inteligentes, que irão personalizar os planos de aula para cada aluno. Essa customização das aulas permitirá que os alunos aprendam de forma muito mais rápida do que se tivessem que competir com outros 19 alunos pela atenção do professor.

Diante desse cenário, é provável que o uso de tecnologia para a educação se torne cada vez mais relevante, com modelos de treinamento atrativos, que gerem engajamento, maior desempenho e satisfação. Inclusive, já é possível prever o interesse de empresas privadas nessa tecnologia, mas também dos governos interessados em melhorar os níveis de educação em seus países.

Afinal, além da absorção do conteúdo em si, é possível notar que o bom uso da tecnologia na educação e na capacitação aumenta a captação de alunos, reduzindo a evasão dos cursos online e incrementado os índices de satisfação e de qualidade das iniciativas.

Para os próximos anos, podemos aguardar uma verdadeira revolução no setor, uma vez que muitas instituições já se preocupam com o processo de ponta a ponta, aplicando ao sistema o que há de mais moderno em tecnologia. No centro dessa revolução, é certo que teremos EdTech.

 

Luiz Alberto Ferla é CEO do DOT digital group, grupo brasileiro especializado na oferta de soluções para EdTech e MarTech.

 

 

Este artigo foi publicado também no portal Administradores, OverBr e Minuto Tech.

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