DOT digital group participa de Programa de Crescimento 10x

O 10x é um programa de crescimento criado pela IXL Center, líder global no desenvolvimento de capacidades e competências de empresas e instituições. O programa o potencializa a trajetória de crescimento das empresas participantes em 10 vezes, fomentando à criação de um ecossistema de negócios mais energizado e com alto potencial de desenvolvimento, além de acelerar o crescimento do faturamento das organizações.

A IXL possui uma metologia testada, globalmente, em diversas empresas, com depoimentos de sucesso espalhados pelo mundo inteiro. O programa avança com uma série de workshops, webinars e sessões de coaching para que o desenvolvimento de uma ideia chegue na sua comercialização em, apenas, 5 meses.

Santa Catarina está sendo palco do primeiro 10x realizado no Brasil e como resultado desses, quase 5 meses de trabalho e dedicação, empresas de todo o Sul estarão apresentando seus projetos, produtos e serviços numa Feira de Inovação que marca o encerramento do programa. O DOT digital group participa deste momento com dois times, que levarão propostas de negócios inovadoras.

O DOT promove a cultura da inovação continuamente. No nosso mercado, cada vez mais competitivo, a inovação muitas vezes está em mudança de processos e facilidades de uso em plataformas e apps. Trabalhamos diariamente para que todos os nossos colaboradores façam parte desta cultura, afirmou Luiz Alberto Ferla, CEO e fundador do DOT digital group.

O evento acontecerá no LinkLab da ACATE no dia 6 de dezembro das 18 às 20 horas.

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[Na mídia] Referência em tecnologia para educação, DOT digital group aposta na internacionalização

dot digital group

DOT digital group, com sede em Florianópolis, já capacitou mais de 5 milhões de pessoas e quer levar sua expertise em EdTech para outros países

A EdTech (Education Technology), mercado de soluções digitais para educação, é um dos mais promissores na área tecnológica, com perspectiva de crescimento global de 17% ao ano até 2020, de acordo com relatório da EdTechXGlobal. No Brasil, o DOT digital group é protagonista e referência no setor. A empresa teve origem em 1996 no bem-sucedido ecossistema de inovação de Florianópolis e já capacitou mais de 5 milhões de pessoas com estratégias para a educação corporativa e a educação formal. Com sede na capital catarinense e escritórios em Brasília, São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte, o DOT conta atualmente com 300 colaboradores e aposta na internacionalização da marca com abertura de operações em Portugal e na China.

O processo de internacionalização começou com a abertura de um escritório em Portugal. A filial é a porta de entrada para o mercado europeu e foi viabilizada em parceria com o grupo português Vantagem+, que tem mais de 20 anos de atuação no mercado de capacitação corporativa presencial. No momento, o DOT se prepara para entrar no mercado chinês. O presidente e fundador do grupo, Luiz Alberto Ferla, esteve no país no início de novembro para participar da China International Import Expo (CIIE 2018), em Xangai. “Percebemos o quanto nossos produtos são competitivos mundialmente e voltamos ao Brasil já com alguns projetos para o mercado chinês. A China tem 1,4 bilhão de pessoas, entre elas, muitos jovens que buscam capacitação para se aprimorar”, conta o executivo.

Engenheiro e administrador, Ferla começou a apostar em educação digital em 1996 com a criação, em Florianópolis, do Instituto de Estudos Avançados (IEA), origem do DOT. Para ele, romper com o padrão de uma realidade onde poucos detêm o conhecimento é uma das maiores vantagens de aliar a tecnologia à educação. “A tecnologia possibilita capacitar em larga escala e acompanhar o engajamento e desempenho em tempo real”, destaca. O executivo acredita que a educação será cada vez mais portátil, personalizada e onipresente. “A aprendizagem estará nas mãos dos alunos, que terão o controle sobre o quê, quando, onde e como aprender”, afirma.

Um dos principais diferenciais do DOT digital group é oferecer soluções completas, de ponta a ponta. Além de desenvolver plataformas tecnológicas customizadas de acordo com o objetivo do cliente, a empresa disponibiliza serviços de captação e retenção de alunos, diagnóstico e definição da estratégia de ensino mais adequada; produção de conteúdo em diferentes formatos como vídeo, e-books, game, quiz e infográficos; consultoria na escolha das tecnologias necessárias para apoiar o conteúdo; e acompanhamento online do usuário com central de tutoria e monitoria. Para isso, a empresa dispõe de uma equipe de profissionais de diferentes áreas, do cientista de dados a jornalistas. Entre os clientes do DOT estão empresas como Honda, Natura, Tivit, Engie, Copel, C&A, Santander, Algar Tech, Sebrae SC, Senar Nacional e Senar Goiás.

Tecnologia e produtos

Para tornar a experiência de aprendizagem estimulante e eficiente, o DOT investe constantemente em novas tecnologias, estratégias Learning Experience Design e metodologias de ensino. “Nós acreditamos que a estratégia mais adequada, aliada à tecnologia, garante o maior o aprendizado”, afirma Ferla. As soluções utilizam recursos inovadores como simuladores, realidade virtual e realidade aumentada, as grandes tendências para a educação – todas com o objetivo de trazer para o ensino à distância algumas características importantes da educação presencial. “O resultado é um aprendizado ainda mais estimulante do que o presencial”, observa o empresário. O DOT também utiliza gamificação – estratégias de games fora do ambiente de jogos que aumentam os índices de atração, engajamento, retenção e aprendizagem dos colaboradores, reduzindo custos e aumentando a produtividade e os resultados. Games, quiz, chats, fóruns e tira-dúvidas online também são estratégias educacionais utilizados pelo DOT.

Em outubro, a empresa lançou duas novas plataformas educacionais. O StudiOn é uma plataforma de aprendizagem modular, ideal para empresas que queiram implantar um projeto de formação continuada. Cada colaborador aprende em seu ritmo e o conteúdo pode ser adaptado em formatos variados, como vídeos e games. O Pronto Mobile segue a tendência do microlearning, com conteúdos curtos acessados via celular ou tablet. O modelo traz mais flexibilidade, reforçando o engajamento e o alcance dos resultados.

MarTech: inteligência e precisão em ações de marketing

O DOT digital group também atua na área de marketing tecnológico. Com uso de ciência de dados e Big Data, o grupo desenvolve ações de inteligência para projetos de comunicação digital, marketing direto, monitoramento de marcas e redes sociais, aquisição de clientes, portais de inteligência de mercado; análise de concorrência, estudos de público-alvo, etc. Há ferramentas utilizadas em parceria com a área de Edtech, por exemplo, análises estratégicas para empresas e instituições de ensino que têm metas desafiadoras na aquisição de clientes e alunos.

 

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[Na mídia] Delegação empresarial da FIESP e do CIESP faz balanço de missão à China

*Por Mayara Baggio, Agência Indusnet Fiesp

Após dez intensos dias de atividades e prospecção de negócios em uma das cidades mais influentes da China, Shanghai, a maior delegação de empresários da história da Fiesp e do Ciesp à China fez um balanço da missão à primeira feira com foco em importação de produtos do país, a China Internacional Import Expo (CIIE).

Segundo estimativas do governo chinês, a feira somou US$ 57,8 bilhões em negócios, 3.617 empresas expositoras de 172 países ou regiões, 570 produtos, tecnologia e serviços apresentados, além de 800 mil visitantes, entre compradores e público externo.

O 2º vice-presidente da Fiesp e chefe da comitiva, José Ricardo Roriz, considerou a CIIE um marco para as relações comerciais entre Brasil e China, além de uma importante oportunidade para que o país se apresente aos chineses e ao mundo como um fornecedor de produtos de maior valor agregado. “A China já é o maior parceiro comercial dos brasileiros, temos agora que diminuir a distância cultural entre os dois países. Dificilmente encontraremos um mercado tão complementar ao Brasil quanto a China”, defendeu. Roriz contou ainda que muitos empresários fecharam acordos de intenção e prospectaram novos clientes durante a missão.

Além do direcionamento à prospecção de mercado, a agenda proporcionou aos empresários diferentes momentos de networking com representantes chineses. No total, 20 empresas brasileiras participaram de 60 reuniões durante a rodada de negócios organizada pelo Bank of China na feira. Já o encontro de negócios com a província de Jilin contou com a participação de 40 empresas, 80 representantes chineses e a assinatura de um memorando de entendimento entre a Fiesp e a província. Por fim, 29 empresas brasileiras participaram da rodada de negócios da província de Hunan, em 58 reuniões.

De São Paulo, o diretor executivo do grupo MasterInt, Victor Mellão, foi uma das histórias de sucesso citadas por Roriz. Representante de 11 fornecedores brasileiros, o empresário assinou um memorando de entendimento com a província de Yunnan, localizada na região Sul da China, para exportar US$ 3 milhões até 2020. “Saímos da CIIE com diversas negociações e termos de compromisso. No caso de Yunnan, nossos produtos caíram no gosto do consumidor local, que é conhecido pela valorização da qualidade de vida e consumo de alimentos saudáveis”, explicou.

Na SMartins Projetos Internacionais, representante de cinco marcas brasileiras em Shanghai, a diretora Sara Martins também fechou um contrato US$ 1 milhão por ano em vendas de mel para a companhia Vida Natural. “Nosso acordo nos deixou muito satisfeitos, foi a melhor negociação da história da empresa até o momento, um supersucesso”, comemorou.

Também paulista, a empresa Sabor das Índias fechou um acordo de fornecimento de mais de 600 toneladas de pimenta, de acordo com o diretor comercial Gustavo Aquino. Já a marca santista Café Floresta firmou um contrato com uma cadeia de lojas para venda de café torrado em grão.

A ACS Global, por sua vez, empresa gaúcha especializada em transporte nacional e internacional de cargas, encontrou na China um importante parceiro para o auxílio de clientes brasileiros que queiram ganhar mercado no país. “Já conhecíamos a empresa, mas só nos encontramos pessoalmente em Shanghai. Selamos uma parceria de complementação de serviços envolvendo China, Estados Unidos e Canadá”, explicou o diretor Fabrício Marques da Silva. Esse novo parceiro deve oferecer suporte para serviços de entrega, armazenagem e distribuição, também para e-commerce, segundo Silva. A diretora de Relações com o Mercado da ACS, Ana Klein, contou que muitos negócios brasileiros têm início, mas não são concretizados na China por falta de um parceiro que dê suporte frente às barreiras burocráticas do mercado chinês, principalmente envolvendo registro de marcas.

O presidente do catarinense DOT Digital Group, Luiz Alberto Ferla, também comemorou um acordo para o desenvolvimento de uma plataforma digital de educação à distância para uma instituição chinesa de capacitação em negócios. “Os jovens chineses serão um dos maiores mercados consumidores do mundo nos próximos anos. Como uma empresa de educação e tecnologia quisemos ver de perto esse mercado para traçar a melhor estratégia para a nossa empresa”, disse.

O presidente do Sindicato da Indústria de Panificação e Confeitaria de São Paulo (Sampapão), Antero José Pereira, ficou impressionado com o forte interesse dos chineses por novos produtos. “Não esperava ver o desenvolvimento de um mercado consumidor como vi em Shanghai, sedento por novidades estrangeiras”, afirmou.

Do Sindicato da Indústria de Esquadrias e Construções Metálicas do Estado de São Paulo (Siescomet), o presidente Domingos Moreira Cordeiro frisou o intenso uso da tecnologia entre os chineses, jovens e mais idosos, e a forte organização das províncias chinesas com parceiros internacionais. “As províncias locais trabalham com metas claras de negócios e geração de empregos, cada uma sabe quais seus setores prioritários e países de cobertura”, assinalou.

Para Roberto Imai, diretor titular adjunto do Departamento do Agronegócio (Deagro) da Fiesp e empresário da área de pescados, o Brasil tem muito o que aprender com a organização chinesa. “A feira foi um importante aceno do governo chinês sobre como será a abertura comercial do país ao mundo, pudemos perceber a grandiosidade do mercado consumidor que se apresenta para a indústria brasileira”, completou.

Foco em competitividade

Parceira da Fiesp na missão prospectiva à CIIE, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) defendeu que os empresários brasileiros busquem neste momento pós-feira uma análise madura de seus portfólios, com foco em competitividade. Na avaliação da analista de Política e Indústria da gerência de Serviços de Internacionalização da CNI, Ludmila Carvalho, durante a feira de importação promovida pelo governo da China, os participantes brasileiros tiveram oportunidade de conhecer as principais exigências do mercado chinês. “Não é um mercado fácil, mas agora os empresários podem afinar suas estratégias de internacionalização e se preparar melhor para atender as exigências dos chineses”, afirmou.

Nesta “lição de casa” que deve ser feita, segundo a analista, os empresários deverão checar informações como certificações exigidas pelos chineses, questões tributárias, tipo de embalagem, traduções de documentos e produtos, além do desenvolvimento de ideias, serviços e produtos inovadores que caiam no gosto do mercado chinês. “Existem várias entidades brasileiras ofertando serviços de internacionalização, o importante é estarmos alinhados e trabalharmos de forma conjunta para colocar o empresário no centro desse atendimento, fortalecendo cada vez mais seus processos de internacionalização”, completou.

A Fiesp atuou como federação articuladora das ações brasileiras nesta missão prospectiva, que foi um projeto realizado no âmbito da Rede Brasileira de Centros Internacionais de Negócios (Rede CIN) por meio do convênio da Confederação Nacional da Indústria (CNI) com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), em caráter nacional.

Antes do embarque da delegação, a Fiesp promoveu seminários sobre o ambiente de negócios chinês, os hábitos e tendências de consumo locais, exigências regulatórias e técnicas, alternativas de logística e armazenamento de produtos, moedas utilizadas nas negociações etc.

FONTE: https://bit.ly/2S1TfNv

Acesso em 20/11 às 14h04.

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[Na mídia] DOT digital group, de Florianópolis a Xangai para conquistar o mundo com tecnologia de ponta

Brasília –  Sediado em Florianópolis e com filiais em São Paulo, Brasilia, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Lisboa, eleito pelo Learning Technologies Awards como uma das melhores empresas do mundo em EdTech (Education Technology), o DOT digital group figura entre as empresas que integram a missão organizada pela Apex-Brasil e pela Fiesp  para participar da Exposição Internacional de Importaçõe (CIEE), em Xangai, em mais um importante passo em busca da internacionalização.

 

Criado em 1966, no bem sucedido ecossistema de inovação de Florianópolis, com estratégias para educação corporativa e a educação formal, o DOT digital group tornou-se referência em tecnologia para educação no país e já capacitou mais de 5 milhões de pessoas e conta atualmente com 300 colaboradores.

Essa equipe tem o comando de Luiz Alberto Ferla, 53 anos, mais de 20 dos quais atuando como empresário do setor de tecnologia, CEO e fundador do DOT digital group, graduado em Administração de Empresas pela Escola Superior de Adminitração e Gerência (ESAAG) e em Engenharia de Produção Mecânica pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), com especialização em Planejamento Estratégico (UFSC).

Segundo Luiz Alberto Ferla, o foco principal da empresa se concentra nas áreas de EdTech (Education Tehnology) e MarTech (Marketing Technology). Em sua visão, a EdTech, mercado de soluções digitais para educação, é um dos mais promissores na área tecnológica, com perspectivas de crescimento global de 17% ao ano até 2020, de acordo com relatório da EdTechXGlobal. No Brasil, o DOT digital group é protagonista e referência no setor. O campo a ser explorado é vastíssimo pois, conforme atesta o CEO da empresa, “a educação está cada vez mais portátil, personalizada e onipresente. A aprendizagem estará nas mãos dos alunos, que terão o controle sobre o que, quando, onde e como aprender”.

Ele explica o grande sucesso alcançado pela empresa com a justifiativa de que “ um dos principais diferenciais do DOT digital group é oferecer soluções completas, de ponta a ponta. Além de desenvolver plataformas tecnológicas e customizadas de acordo com o objetivo do cliente, a empresa disponibiliza serviços de capacitação e retenção de alunos, diagnóstico e definição de estratégia de ensino mais adequada; produção de conteúdo em diferentes formatos como vídeo, e-books, game quiz e infográficos; consultoria na escolha das tecnologias necessárias para apoiar o conteúdo; e acompanhamento online do usuário com central de tutoria e monitoria. Por isso, a empresa dispõe de uma equipe de profissionais de diferentes áreas, do cientista de dados a jornalistas”.

Graças a essa reconhecida expertise, o DOT digital group tem um portfólio de clientes que reúne companhias de grande porte como Honda, Natura, Tivit, Engie, Copel, C&A, Santander, Algar Tech, Sebrae SC, Senar Nacional e Senar Goiás. Uma lista de clientes e parceiros de peso e que certamente será ampliada com os contatos mantidos pelo seu CEO durante a Exposição Internacional de Importações em Xangai.

De olhos voltados para o futuro, e com planos ambiciosos de internacionalização, a empresa lançou em outubro duas novas plataformas educacionais: “o StudiOn, uma plataforma de aprendizagem modular, ideal para empresas que queiram implantar um projeto de formação continuada. Cada colaborador aprende em seu ritmo e o conteúdo pode ser adaptado em formatos variados como vídeos e games. O outro, o Pronto Mobile, segue a tendência do microlearning, com conteúdos curtos acessados via celular ou tablet. O modelo traz mais flexibilidade, reforçando o engajamento e  o alcance dos resultados”.

O DOT digital group atua também na área do marketing tecnológico. Com uso de ciência de dados e Big Data, o grupo desenvolve ações de inteligência para produtos de comunicação digital, marketing direto, monitoramento de marcas e redes sociais, aquisição de clientes, portais e inteligência de mercado; análise de concorrência, estudos de público-alvo, etc. Há ferramentas utilizadas em parceria com a área de EdTech, por exemplo, análises estratégicas para empresas e instituições de ensino que têm metas desafiadoras na aquisição de clientes e alunos, conforme informa Luiz Alberto Ferla.

“Antenados com o mundo”,  “com foco no cliente do cliente”, o DOT digital group se considera “mais que uma equipe, somos um time”. Time de primeira sob o comando de um profissional altamente qualificado, Luiz Alberto Ferla, casado com Geisi Ana, pai de Luiz Felipe (Lipi, de 13 anos) e João Guilherme (Gui, de 9 anos), apaixonado pela família com quem compartilha os momentos de lazer mas que não se descuida e como empresário de tecnologia gosta de ler muito para manter-se informado sobre inovação, gestão, questão empresarial, neste mundo que é muito mutável e inovador.

Também procura sempre reservar tempo para fazer academia e caminhadas em companhia de sua mulher, Geise Ana, na paradisíaca Jurerê, praia-cartão postal de Florianópolis, onde mora. Profissional da alta tecnologia, cidadão do mundo, ele se diz fã ardoroso do esporte, e em especial de um ícone do esporte  e do tênis brasileiro, Gustavo Kurten, o Guga, e do futebol, com sua paixão incondicional pelo Flamengo.

 

Publicado originalmente em: https://bit.ly/2RQqkMu

Acesso em: 12/11 às 11h27.

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MarTech: por que os profissionais de marketing precisam estar preparados para essa tendência

Por Luiz Alberto Ferla*

A tecnologia tem provocado o que muitos chamam de revolução digital. Na prática, ela tem transformado os modelos tradicionais de negócios e a forma das empresas e pessoas se relacionarem. Para a área de marketing, há um consenso que essa transformação de cenário passa, necessariamente, pelo uso de tecnologias que tornem as campanhas cada vez mais assertivas e eficientes para conquistar e fidelizar clientes.

No Brasil, mais de 90% dos profissionais de marketing concordam (total ou parcialmente) que o uso da tecnologia representa uma estratégia fundamental para criar campanhas voltadas a conquistar os consumidores do século 21, de acordo com uma recente pesquisa sobre MarTech (Marketing Technology), publicada pelo DOT digital group.

O mesmo estudo mostra, no entanto, que apenas 25% dos profissionais de marketing conhecem o conceito de MarTech – o qual prevê o uso de tecnologia associada à análise de grandes volumes de dados para criar campanhas mais adequadas e customizadas ao público-alvo. Estes dados mostram que 75% dos marqueteiros brasileiros precisam preparar-se para essa tendência, se quiserem permanecer no mercado em médio e longo prazos.

O grande diferencial de MarTech, em relação às ferramentas tradicionais de marketing está na possibilidade de criar campanhas baseadas em dados fiéis, micro segmentados e dirigidos, gerando assim resultados mais assertivos e com investimento menor. A análise de grandes volumes de dados permite ainda medir, mensurar e realizar ajustes constantes, mesmo quando a campanha já está no ar. Ou seja, a medição da assertividade ocorre em tempo real, por meio de ferramentas de performance que possibilitam antecipar ou até mesmo mudar a estratégia em curso, dependendo dos efeitos alcançados.

Em países como Europa e Estados Unidos, o conceito de MarTech já está bastante difundido e as expectativas são de que, ao longo de 2017, um número crescente de empresas no Brasil deve aderir ao modelo. O que passa pela necessidade de profissionais cada vez mais capacitados.

Na prática, os profissionais de Marketing que conhecerem a fundo as ferramentas de MarTech tendem a ganhar uma vantagem competitiva de mercado e serem cada vez mais valorizados pelas organizações. E você, está preparado para incorporar MarTech ao seu cotidiano?

 

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Luiz Alberto Ferla é CEO do DOT digital group

 

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