Características de um LMS que contribui para o sucesso do e-learning

Quando você busca fornecedores de plataformas de aprendizagem (LMS), existem alguns recursos que são fundamentais e que contribuem para a facilidade de implantação (setup, hospedagem de software em nuvem, utilização de APIs para integração), geração de relatórios analíticos e flexibilidade.

Neste post destacamos 5 características que uma plataforma de aprendizagem (LMS) precisa ter!

1. Ferramentas de avaliação

  • Permite que os alunos determinem o nível de dificuldade apropriado para começarem a treinar/estudar;
  • Orienta os alunos para que permaneçam na zona de desafio durante todo o aprendizado;
  • Garante uma combinação equilibrada de desafio e dificuldade;
  • Garante que novas habilidades sejam absorvidas ;
  • Determina se o programa deve ser mais bem ajustado para atender às necessidades e objetivos de treinamento.

2. Ferramentas colaborativas

  • Melhora as emoções do aluno e encoraja-o a interagir diretamente com o conteúdo
  • Aumenta o envolvimento entre instrutores e alunos
  • Incentiva a comunicação visual, verbal e escrita entre instrutores e alunos

3. Recursos de engajamento

  • Interface dando diretivas das tarefas que precisam ser executadas
  • Feedback abundante sobre sucesso das ações do aluno
  • Recompensas para sinalizar o bom andamento do curso
  • Regras para tratar erros orientando o aluno para uma melhor trajetória

4. Monitoramento e relatório de funções

  • Gera relatórios para apoiar decisões de gestores de aprendizado
  • Apresenta informações significativas sobre o progresso e desempenho, pontos de excelência e áreas de dificuldade
  • Oferece uma visão do painel da atividade de aprendizado geral e uma visão mais próxima do desempenho individual do aluno

5. Opções de personalização

  • Sua plataforma de educação, com cores e e logo da sua empresa
  • Para o aluno, isso quer dizer, uma experiência coesa através do uso das cores, logos e mensagens oficiais

Conheça o StudiOn, uma plataforma para experiência de aprendizagem que vai muito além de um LMS tradicional.

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(Português) O que é Game Thinking

Você com certeza já ouviu falar em gamification, certo? E Game Thinking, você conhece esse termo?

Quando a gamification foi oficialmente inventada, pouco mais de 20 anos atrás, seu propósito era engajar consumidores em um contexto de marketing digital. Muita coisa mudou desde então. A abordagem cresceu. Surgiram aplicações em educação escolar, saúde, esportes, segurança de dados, transporte, entre outras. Também foi evidenciado que não dá para dissociar gamification de outras abordagens com as quais ela parece muito: games, simuladores, playful design; e não dá para conceber soluções em gamification sem pensar em tecnologias como Realidade Virtual e a Realidade Aumentada.

Pois bem, todas essas aprendizagens de décadas se integram em um conceito: Game Thinking.

A definição de Game Thinking por especialistas

Amy Jo Kim, consultora empresarial, diz em seu canal no YouTube que Game Thinking é “aquilo que Gamification quer ser quando crescer”. Kim apresenta uma forma de integrar gamification com a disciplina produtiva do desenvolvimento ágil e a capacidade de inovação estratégica do Design Thinking. Para Kim, o que a gamification quer ser quando crescer é esse método de criar inovações de sucesso de uma maneira lúdica.game thinking

Já Andrzej Marczewski, importante especialista em Gamification, apresenta Game Thinking como a integração de todas as abordagens relacionadas a Game Design: game thinking

Marczewski explica que fazer Game Thinking é dispor de uma caixa cheia de ferramentas no início de cada projeto e tomar aquelas de que realmente precisa em seguida. Ao iniciar um projeto, pode não estar muito clara ainda qual abordagem é a melhor, isto é, se é um jogo, um simulador, ou gamification, mas o profissional de Game Thinking, versátil, está preparado para se adaptar às necessidades que surgirem.

game thinking

Game Thinking – opção mais robusta e completa

Como já sabemos, Gamification veio, firmou seu lugar, cresceu e sua importância virou senso comum no mundo corporativo. Cresceu tanto que se integrou com outros gigantes do mundo dos negócios: agile, Lean UX, simuladores, realidade virtual etc. Não dá mais para pensar em soluções em Gamification apartadas dessas outras realidades.

Por isso, quando falamos em Game Thinking, tratamos de um universo ainda maior de estratégias baseadas em jogos e comportamentos. Uma estratégia que trabalha com um framework mais completo de soluções que podem ser usadas conjunta ou separadamente. E para que tudo isso funcione a equipe que desenvolve soluções game-liked deve antes de tudo ser interdisciplinar, e com isso conseguir fazer uso da grande variedade de abordagens, métodos e técnicas disponíveis quando o assunto é gerar transformações comportamentais.

Agora que você já sabe o conceito de Game Thinking, conheça o que o DOT digital group vem realizando nessa área.

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Game Thinking: além da gamification

*Por Luiz Alberto Ferla

Para inovar é necessário que estejamos sempre atentos à atualidade sem perder de vista o que está por vir. Com a gamification não é diferente. O termo, que teve seu ápice no Brasil em meados de 2013, mas teve sua criação há mais de 20 anos, designa o uso de mecânicas de games para incrementar e otimizar processos de marketing, educação, saúde e tantas outras áreas. E, desde a sua invenção, de forma alguma parou de crescer e evoluir.

Por isso, hoje se fala de Game Thinking para fazer referência à área da qual a gamification faz parte – com algum destaque, verdade, mas apenas como parte. Game Thinking consiste em um conceito valioso porque é abrangente e aponta para a integração da gamification com outros saberes do meio corporativo em gestão e design.

Constatamos, no DOT digital group, que “Game Thinking” fazia muito sentido a partir de nossas experiências com gamification, nas quais aprendemos que essa abordagem nunca se encontra separada de outras da mesma natureza. Quase sempre um projeto para gamificar um portal, por exemplo, envolve um jogo como objeto de aprendizagem. Ou um simulador. Isso sem falar da associação inevitável de sistemas gamificados e tecnologias de visualização como realidade virtual e realidade aumentada.

Na prática, por vezes, é difícil separar games, gamification, simuladores, e outros. Difícil e talvez desnecessário, porque esses métodos se encontram unidos no framework do Game Thinking, o qual é, antes de mais nada, um termo que abrange todos os recursos relacionados com o lúdico.

Porém Game Thinking é mais que um nome para uma caixa de ferramentas. Também é uma forma bem pensada de usar essas ferramentas. A metodologia nasceu no contexto de desenvolvimento ágil de projetos, com especial ênfase em Lean UX. Em outras palavras, não basta ser ágil na hora de fazer: a experiência do usuário ainda faz toda a diferença em Game Thinking.

Por fim, como o nome da metodologia sugere, o Game Thinking deve muito ao Design Thinking como processo de inovação estratégica centrada nos usuários. O Design Thinking é um daqueles frameworks que, de tão bem aceitos nas organizações, tornou-se pano de fundo e senso comum em todo tipo de projetos. Diz respeito a, partindo de uma sólida pesquisa sobre o público-alvo, conceber produtos inovadores, prototipá-los e testá-los rapidamente para ciclos dinâmicos de validação. Principalmente do Design Thinking extraiu-se o insight que para inovar e gerar resultados é preciso adaptar-se em iterações.

Até aqui podemos concluir que o Game Thinking nos diz que gamification por si só não basta. Que esse método precisa do complemento interdisciplinar de uma boa gestão e um bom design. Como não poderia deixar de ser, o foco é a inovação voltada para resultados. E, quando se trata de Game Thinking, o resultado sempre passa por mudanças nos comportamentos dos usuários.

Em última instância, Game Thinking é sobre transformações com valor social e econômico. Nesses tempos em que a economia comportamental rende prêmio Nobel, demonstrando sua importância para o mundo, focar na integração das ciências comportamentais com a tecnologia digital se mostra um negócio cada vez mais promissor.

A transformação comportamental desejada pode ser formar alunos em determinado currículo visando à aquisição de competências. Pode ser treinar uma força de vendas. Ou uma campanha publicitária. Ou, ainda, promover saúde pública. Nessas e em outras áreas de aplicação, o Game Thinking consiste em engajar, em motivar pessoas tendo em vista uma transformação para melhor. O Game Thinking é um meio poderoso para obter a mudança comportamental desejada como fim.

Convido você a tomar parte nessa história de evolução da gamification rumo a Game Thinking. E boa parte de testemunhar e mesmo participar dessa evolução é conhecer o que o DOT digital group vem realizando na área.

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