Como trazer a inovação dos games para a educação corporativa

Como as inovações dos games acabam beneficiando as empresas?

A inovação dos games costuma começar onde há mais dinheiro circulando: no topo da pirâmide, ou seja, os jogos AAA. Esses são para a indústria dos jogos o que os blockbusters são para a indústria cinematográfica: produções multimilionárias e com generoso orçamento para publicidade e distribuição. Nos jogos AAA o investimento na qualidade visual resulta em verdadeiras obras de arte digitais visto que esse fator é decisivo para a aceitação do produto pelo seu público.

São exemplos recentes desses jogos: Red Dead Redemption 2 e os da série God of War.

As tendências que os jogos AAA inauguram, quando bem sucedidas, acabam se disseminando para outros setores da indústria de entretenimento digital, e até para outras indústrias. Outras como a da Educação Corporativa, que também bebem dessa fonte.

Quais são as tendências para 2020 apontadas pelos jogos AAA? 

  • Utilização de Realidade Virtual mais acessível que nunca. É o caso do jogo de ação Half-Life Alyx, onde a realidade virtual é parte essencial da jogabilidade;
  • Modelos sustentáveis de monetização, que evitam vendas predatórias que foram muito criticadas no passado (como os esquemas pay-for-win). Um bom exemplo dessa inovação em modelo de negócio é o Game Pass da Microsoft (uma espécie de “Netflix dos videogames”);
  • A demanda crescente por infraestrutura tecnológica para uma melhor performance do jogo. Por exemplo, internet de qualidade para a realização de streaming ou para o armazenamento de dados;
  • Interatividade dos games com mídias sociais, a ponto de afetar a jogabilidade. O que inclui a criação de comunidades identitárias exclusivas para usuários onde a prática do streaming é muito comum. Isto é, a exposição e compartilhamento, muitas vezes em tempo real, da experiência no jogo.

Como essas tendências afetarão a Educação Corporativa no Brasil? 

  • Novos modelos de negócio focados na atração de clientes e também de jovens talentos. Com ênfase para formação de comunidades conectados às mídias sociais;
  • A Realidade Virtual e a Realidade Aumentada não apenas estão ficando mais baratas. Também estão se tornando mais conhecidas, em especial pelo segmento mais jovem dos consumidores. Isso implica em uma pressão para aquisição de novos dispositivos para treinamentos, capacitações;
  • Possibilidades ampliadas de obter informações sobre seus colaboradores, descobrir seus comportamentos e manter contato via comunidades. O que também significa formas inovadoras de branding e publicidade em geral da empresa.

As empresas brasileiras já estão sintonizadas com tudo isso? 

A julgar pela tímida presença de empresas nacionais em feiras e eventos de jogos educativos, a inovação vinda dos games mal começou a ser absorvida no país. Nesses eventos predominam pesquisas universitárias, poucas vezes já aplicadas. Ainda há muito o que inovar no Brasil quando o assunto é a aplicação de games e de suas inovações correlatas.

Outro ponto a considerar é a necessidade de investimento na qualidade artística dos jogos. O público habituado a associar jogos espetáculos visuais tende a fugir dos jogos corporativos porque muitas vezes eles são visualmente pobres. Em outras palavras, o público geral não leva a sério os jogos considerados feios. Por isso o DOT vem cada vez mai buscando aumentar o nível visual de seus jogos, aproximando-os de jogos AAAs ao máximo.

O que o empresário brasileiro deve fazer para se beneficiar dos games? 

Os empresários precisam acordar para o fato de que podem e devem inovar, experimentando as tendências validadas pelos games AAA e afins. Sobretudo o CEO brasileiro precisa entender que games corporativos não são para fazer os colaboradores desligarem do trabalho, mas para performarem melhor.

Conheça os cases de games do DOT

Games na educação corporativa | Case Honda para força de vendas

Case Edenred | game corporativo

Onboarding com Realidade Aumentada

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[eBook] Educação Corporativa 2020 – Hacks e Tendências

Podemos dizer que tendências são, entre diversas outras definições, apostas para o futuro. Mas não com base em especulações e opiniões aleatórias. São apostas no desenvolvimento daquilo que já é real, hoje. Daquilo que tem movido pessoas e, por mais clichê que soe, tem criado novas soluções para problemas antigos. Tendências são, sobretudo, apostas para aquilo que pode redefinir o futuro e mudar a forma como as pessoas encaram sua relação com o trabalho, com o mundo e com a tecnologia.

Este ebook tem como objetivo apresentar algumas tecnologias que têm impactado a maneira como o colaborador aprende, chamadas aqui de hacks, por permitirem novas maneiras impressionantes de fazer educação corporativa digital. E, apesar de algumas delas já terem aparecido em listas de anos anteriores, a novidade aparece na relação das tecnologias apresentadas com quem as utiliza. O colaborador já não busca apenas por capacitação, ele quer trilhar o seu próprio caminho de aprendizagem.

As tendências para o ano apontam para três grandes perspectivas do futuro da educação corporativa:

Autoaprendizagem: o colaborador tem autonomia para criar a sua própria jornada de aprendizagem, de escolher o caminho que deseja traçar de acordo com os seus objetivos.

Aprendizagem adaptativa: diversas ferramentas possibilitam que a jornada de aprendizagem seja adaptada de acordo com as características e o histórico do colaborador. Aprender torna-se mais personalizável.

Automação: a tecnologia já possibilita que ferramentas educacionais conheçam o perfil do aluno para que, por meio de inteligência artificial e aprendizagem de máquina, elas mesmas consigam auxiliar esse aluno na criação de seu caminho de aprendizagem (autoaprendizagem) e de forma personalizada (aprendizagem adaptativa).

Esses três pilares entram em consonância com o perfil do trabalhador que está ingressando no mercado de trabalho e deverá ser a maioria nos próximos anos.

Mais do que oferecer soluções, as tecnologias apresentadas buscam promover possibilidades.

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DOT digital group lança plataforma de cursos de educação corporativa para serem consumidos no modelo Netflix

Dinâmica de recomendações e playlists aumenta o engajamento e estimula a aprendizagem contínua.

Uma plataforma online que reúne uma série de conteúdos educacionais e onde a aprendizagem se dá na mesma dinâmica com que hoje consumimos música, filmes e séries: por meio de recomendações e playlists que o próprio usuário pode fazer e montar. Esse é o Courselog, uma ferramenta revolucionária de educação corporativa, que chegou ao mercado em novembro de 2019. Desenvolvida pelo DOT digital group – empresa especializada em educação digital com 23 anos de atuação -, ela foi lançada durante o Congresso Brasileiro de Treinamento e Desenvolvimento (CBTD 2019), que ocorreu de 20 a 22 de novembro, em São Paulo.

A plataforma é baseada no conceito de LXP, sigla para Learning Experience Platform, uma tendência entre grandes corporações que apostam no protagonismo do colaborador como forma de aumentar o engajamento e os resultados dos investimentos em educação corporativa. Esse protagonismo e a liberdade de poder desenhar a própria carreira, em sintonia com a estratégia da empresa, estimulam à aprendizagem e à atualização contínua – duas condições fundamentais para as empresas aumentarem a competitividade no mercado.

“A LXP agrega novas funcionalidades ao velho e bom LMS, um sistema de educação online consolidado no mundo inteiro. É um convite ao colaborador se adaptar à sua forma de aprender, aproveitando as suas experiências e o mundo de conhecimento compartilhado na web”, ressalta Luiz Alberto Ferla, CEO e fundador do DOT digital group.

Toda a interface e dinâmica do Courselog foram inspiradas em plataformas de streaming de lazer que já fazem parte do dia a dia do colaborador. “Isso torna o uso familiar e intuitivo, aumentando o engajamento”, explica Rodrigo Zerlotti, CTIO do DOT. Além de responsivo, pode ser acessado do celular e de outros dispositivos móveis.

No Courselog, os cursos são organizados em playlists que o próprio colaborador pode montar. Ou ainda com recomendações de colegas e da empresa. Também há toda uma inteligência de recomendações. A partir do comportamento de uso, das buscas do colaborador por determinados temas, ele passa a receber sugestões de cursos. Os conteúdos reunidos na plataforma podem ser do cardápio oferecido pela própria organização ou podem vir de fora, do mercado, desde que façam sentido para o desenvolvimento daquelas pessoas.

“A plataforma ajuda a empresa a melhorar o gerenciamento do seu capital intelectual, entender quais skills estão sendo adquiridos, como isto está acontecendo e quem são os funcionários mais proativos”, afirma Ferla.

Para quem contrata, há dois grandes diferenciais. O primeiro é a personalização. Desenvolvido dentro do modelo White Label, o Courselog permite ao contratante  atrelar o valor de uma tecnologia eficaz e consolidada no mercado ao seu nome, ou seja, como sendo um produto seu.

O segundo é a entrega da solução de ponta a ponta.  Ou seja, tudo, da identificação do público-alvo, passando pela seleção dos cursos que estarão disponíveis, até o desenvolvimento da ferramenta, fica concentrado em um só fornecedor, o DOT.

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[Opinião] Aprendizagem adaptativa, automação e autoaprendizagem: os três pilares da educação corporativa em 2020

Tendências na educação corporativa 2020 | O colaborador já não busca apenas por capacitação. Ele quer trilhar o seu próprio caminho de aprendizagem. Tem pressa e deseja que essa atualização seja contínua. Nesse cenário, a tecnologia tem sido sua maior aliada, pois vem revolucionando a forma de se fazer educação corporativa, que é cada vez mais digital. Em 2020, não será diferente. As tendências são, sobretudo, apostas para aquilo que pode redefinir o futuro e mudar a forma como as pessoas encaram sua relação com o trabalho, com o mundo e com a tecnologia. Nesse horizonte, há três grandes perspectivas em relação à educação corporativa.

1. Autoaprendizagem

Uma delas é a autoaprendizagem. Nela, o colaborador tem autonomia para criar a própria jornada educacional, escolhendo o caminho que deseja traçar de acordo com os seus objetivos. Ele tem a possibilidade de escolher quais conteúdos consumir para se desenvolver, obviamente a partir de uma gama de opções cuja curadoria foi realizada por profissionais; e também a hora e o local de estudo, o que pressupõe que ele possa acessar os conteúdos de dispositivos móveis.

2. Aprendizagem adaptativa ou personalizada

A segunda é a aprendizagem adaptativa ou personalizada. Trata-se de uma metodologia de ensino que busca entender as necessidades de cada aluno e se molda para atender a cada um. Há uma gama variada de ferramentas que possibilitam adaptar essa jornada às características e ao histórico do colaborador. Com a aprendizagem adaptativa, o aluno deixa de ser um mero expectador passivo. Ele pode assistir às aulas quando quiser, onde quiser e o seu ritmo de entendimento é que dita o decorrer da trilha de aprendizagem.

3. Automação

A última, e que se conecta às demais, é a automação. Hoje, ferramentas tecnológicas educacionais dotadas de inteligência artificial mapeiam o perfil do aluno, a partir do seu comportamento de uso e acesso aos conteúdos, para depois auxiliá-lo na criação de seu caminho de autoaprendizagem e de forma personalizada.

Esses três pilares, que simbolizam o cerne das tendências em educação corporativa para 2020, entram em consonância com o perfil profissional predominante no mercado de trabalho: os Millennials. Nascidos entre 1981 e 1995, eles têm, hoje, entre 24 e 39 anos e representam 37% da força de trabalho brasileira. Cresceram com recursos tecnológicos à disposição – foram iniciados no desktop e migraram para o mobile – e estão sempre conectados. Logo, ferramentas tecnológicas são para eles um importante canal de aprendizagem. Além de conferirem praticidade e agilidade ao processo, são soluções que oferecem dados e ajudam as empresas a definirem metas para engajar esses trabalhadores.

Confira quais são as principais ferramentas tecnológicas abaixo! 

Plataforma de Experiência de Aprendizagem

Primeiro grande hack que deve surpreender em 2020, a Plataforma de Experiência de Aprendizagem, ou LXP – sigla em inglês – é uma ferramenta que permite à empresa personalizar a educação de seus colaboradores. A solução tem ganhado cada vez mais espaço dentro do ambiente corporativo. De acordo com o especialista em Recursos Humanos e Aprendizagem, cujos livros são reconhecidos globalmente, Josh Bersin, o mercado de LXPs já movimenta US$ 350 milhões e a tendência é que mais do que dobre a cada ano. Seu maior atrativo é permitir que o próprio usuário decida quais cursos realizar e de que forma. No melhor estilo Netflix, a plataforma faz recomendações orientadas por inteligência artificial e machine learning – levando em conta históricos de treinamento, perfil e interesses de cada colaborador.

Leia mais aqui.

Microlearning

Outra tendência para este ano é a oferta de conteúdos mais curtos e que possam ser consumidos em diversos momentos, a caminho do trabalho ou na hora do intervalo da jornada, por exemplo. São soluções mais ágeis e flexíveis para atender a um profissional que quer aprender no momento em que ele desejar. São as chamadas soluções de microlearning – que é quando o conteúdo é dividido em pequenas doses, para ser assimilado rapidamente e com frequência – por meio de mobile learning – ou seja, disponível em dispositivos móveis, como o celular.

Big Data

Esse ano também será do Big Data. As empresas nunca tiveram tantos dados à disposição como agora e a tendência é esse volume aumentar mais. A quantidade de informações produzidas globalmente irá quintuplicar para 175 zettabytes em 2025, segundo projeção da empresa de tecnologia americana Seagate. Na educação corporativa, esses dados gerados diariamente por diferentes negócios, podem ser usados para treinar os funcionários de acordo com as necessidades dos clientes e, assim, melhorar o atendimento. E também para aprimorar o próprio treinamento, a partir da revelação de padrões de comportamento dos funcionários.

Gamification

As empresas também têm aumentado seus investimentos em gamification. O mercado global dessa ferramenta encerrou 2018 valendo US$ 6,8 bilhões e as estimativas são de que alcance US$ 40 bilhões até 2024. O uso do design e da mecânica de jogos para enriquecer conteúdos educativos vem ganhando relevância porque ele aumenta o engajamento, a produtividade e a sensação de pertencimento e propósito no trabalho, indicam pesquisas.

Realidade virtual e realidade aumentada

A incorporação de realidade virtual (RV) e realidade aumentada (RA) a treinamentos também deve crescer, já que seus custos vêm se tornando mais acessíveis e ambas são importantes meios de se aumentar a concentração e a retenção do conteúdo. Sistemas de treinamento que fazem uso de inteligência artificial (AI) também estarão em ascensão, pois a AI é capaz de traçar rotas de treinamento individuais mais eficientes observando os padrões de uso de cada usuário de uma mesma plataforma de cursos.

As inovações são distintas, mas convergem em um só objetivo: usar todo o potencial da tecnologia de forma que o profissional aproveite o melhor dessas ferramentas em prol do seu próprio método de aprender.

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https://conteudo.dotgroup.com.br/tendencias_educacao_corporativa

*Este artigo foi publicado pelo portal HSM Management, IT FORUM 365IT4CIOSC Inova

 

Luiz Alberto Ferla

Founder and CEO at DOT digital group

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[Opinião] Educação Corporativa 2020: por onde começar?

No estudo de tendências globais de gestão de pessoas da Deloitte e McKinsey, 86% dos entrevistados citaram que ter novas formas de aprendizagem é uma questão importante ou muito importante. Ainda nesta pesquisa, os líderes vinculam efetividade a novas abordagens de capacitação e educação corporativa – metodologias e tecnologias educacionais – das competências que lhes são demandadas.

Ouço diariamente profissionais que precisam disseminar conhecimentos estratégicos em suas empresas, desenvolver competências de seus times, compartilhar boas práticas para a sustentabilidade do negócio, e sempre sinto, pelas falas, que parece faltar muito pra começar, ou até mesmo nem sabem por onde começar.

No fundo, a maioria de nós achamos que precisamos estar mais preparados: sentimos necessidade de estudar mais, experimentar metodologias diferentes, conhecer mais a fundo os desafios da organização e o próprio colaborador, ter mais recursos tecnológicos.

Entendo que pra iniciar é importante conhecer o cenário e planejar. Mas, na mesma medida é fundamental criar uma atmosfera de aprendizagem que promova o encorajamento e permita errar e corrigir rápido – experimentar!

Por isso, não tenha dúvidas: Comece! Separei três ações que vão te ajudar neste início:

  1. Revise o planejamento e os objetivos estratégicos da sua empresa.
  2. Reveja as necessidades e metas da sua área e entenda como a capacitação dos colaboradores poderá contribuir para alcança-las.
  3. Monte um pequeno grupo de trabalho e determine uma dinâmica de escuta para que as pessoas contribuam com o desenho das soluções. Isso será essencial pra estabelecer eficácia e adesão – segundo pesquisa da DRIG, 61% dos colaboradores entrevistados confessou que teria feito outro curso se pudesse tomar a decisão por conta própria.

Com as necessidades mapeadas, você vai avançar:

  • Quem será o público-alvo?
  • Quais capacitações serão lançadas?
  • Como coletar / elaborar o conteúdo?
  • Quais as melhores soluções educacionais para dissemina-los?
  • Que tipo de tecnologia é necessário para viabilizar o projeto?
  • Qual será o investimento necessário?
  • Como medir os resultados de aprendizagem e de investimento?

Desta forma haverá clareza e confiança para enxergar, ainda que parcialmente, o horizonte de educação corporativa da organização, medir o impacto dos resultados iniciais e projetar o crescimento sustentável das ações de capacitação.

Então, vamos começar?

Clique aqui para falar com o time de especialistas DOT.

 

Lívia Felizardo, Especialista em EdTech no DOT digital group

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[Entrevista] Employee Experience: o novo RH como designer de experiências

Employee Experience é o conceito coloca as pessoas no centro das empresas e proporciona uma vivência significativa de trabalho aos colaboradores. A educação corporativa e tecnologia são fundamentais para garantir resultados positivos.  Neste contexto, o nosso CEO, Luiz Alberto Ferla, conversou com Kelly Rickes, General Manager of Design and Culture for Latam , da TIVIT, sobre Employee Experience e como a TIVIT tornou o seu colaborador o protagonista no desenvolvimento da sua carreira.

 

O que a TIVIT tem feito em Employee Experience?

Canais de informação e a Geração Y

Estudo de Personas

Employee Experience e o Estudo de Personas

Colaborador protagonista no desenvolvimento da sua carreira

 

Confira a entrevista completa aqui.

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Case TIVIT – Estudo de Personas para a Educação Corporativa

Presente no mercado há mais de 20 anos, a TIVIT é uma empresa multinacional brasileira de soluções digitais com operações em 10 países da América Latina. Apoia seus clientes na evolução de seus negócios por meio de soluções digitais divididas em 3 linhas de negócios: Digital Business, Cloud Solutions e Tech Platforms (Digital Payments). A TIVIT é a oitava entre as dez maiores empresas da América Latina. Além disso, cem das quinhentas maiores empresas do Brasil contam com a TIVIT como parceira tecnológica para trazer eficiência e inovação para seus negócios.

DESAFIO

Analisar os comportamentos e identificar os perfis dos colaboradores das 10 Academys da TIVIT com o objetivo de melhorar a comunicação e a adesão em Educação Corporativa.

SOLUÇÃO 

A TIVIT contou com time de Comunicação Educacional do DOT para a realização de um Estudo de Personas

A metodologia contou com Ciência de Dados, pesquisa qualitativa para coletar informações comportamentais e a análise especializada dos estrategistas do DOT.

Além de definir as Personas, o estudo também apontou insights para a Educação Corporativa da TIVIT.

RESULTADO

O estudo realizado trouxe dados concretos e alinhados com a jornada de aprendizado de cada colaborador, resultando na criação de 16 personas. Com isso, surgiram várias oportunidades, como:

 

  •  Conhecer o perfil de cada grupo de colaboradores da TIVIT Brasil e TIVIT Latam;
  •  Ajustar conteúdos dos cursos aplicados nas Academys;
  •  Aplicar diferentes estratégias de capacitação, de acordo com o perfil de cada persona;
  •  Analisar oportunidades de ampliação e inovação dos canais de comunicação internos;
  •  Analisar questões motivacionais que contribuem no momento de decisão de matrícula e conclusão dos cursos oferecidos;
  •  Compreender o comportamento de consumo dos cursos, como: melhores horários para estudo, o tempo dedicado por dia, quais os devices mais utilizados etc. 

Depoimento

Veja no vídeo abaixo o depoimento de Kelly Rickes, General Manager of Design and Culture for Latam da TIVIT, contando como foi a experiência de realizar um Estudo de Personas com os colaboradores e os resultados que essa ação tem trazido para a empresa.  Aproveita e confere a entrevista completa sobre Employee Experience: o novo RH como designer de experiências.

 

Fale com um especialista em EdTech, clique aqui.

 

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Por que é preciso fazer um diagnóstico antes de comprar soluções de educação corporativa?

Especialista explica em webinar que a escolha da estratégia mais adequada para engajar colaboradores em treinamentos requer conhecimento do público.

“A adesão é baixa, muitos colaboradores nem iniciam o curso, outros começam e abandonam. No fim, se gasta duas vezes, primeiro pela ferramenta e depois pelo tempo que o colaborador perdeu de trabalho fazendo um treinamento sem conclusão.” Se você se identificou com essa reclamação, saiba que não está sozinho. Ela já foi ouvida muitas vezes por Simone Carminatti, consultora educacional do DOT digital group, referência em EdTech. Para a especialista, a ineficiência de projetos de educação corporativa é resultado de falta de planejamento e, principalmente, da aplicação de um diagnóstico educacional. 

“Diagnosticar é conhecer o cenário da empresa em profundidade a partir de pesquisas com o público-alvo, que podem ser enriquecidas com a análise de documentos já existentes e com o entendimento das percepções de gestores, influenciadores e outras pessoas que não o público-alvo”, afirma Simone. No próximo dia 5, às 11 horas, ela vai explicar em um webinar na página do DOT no Youtube como o Diagnóstico Educacional e o Estudo de Personas podem contribuir com o sucesso da estratégia educacional das empresas.

Segundo Simone, ambas entregam inteligência de dados para a empresa, resultando em investimentos mais eficientes. “Tanto o Diagnóstico Educacional quanto o Estudo de Personas empoderam a empresa ao dar subsídios para que ela tome decisões assertivas, vendo claramente em que e por que investir”, avalia a especialista. “Mas o maior mérito é fazer com que a empresa não perca tempo e dinheiro investindo em estratégias de capacitação ineficientes”, acrescenta. 

Reviralvolta  – Simone conta o caso de um cliente que procurou o DOT decidido a comprar uma determinada solução de educação à distância. Após  a aplicação do Diagnóstico Educacional, se concluiu que o mais adequado era a empresa contratar outra solução que, inclusive, era consideravelmente mais barata do que a empresa estava determinada a desenvolver quando chegou. “Quando o cliente começa pelo diagnóstico, nós dizemos que está no ‘caminho feliz’. Esse cliente que veio decidido a comprar uma solução baseado apenas em percepções superficiais poderia ter feito uma contratação ineficiente para a sua real necessidade. E isso é muito comum, porque dificilmente uma empresa chega nos pedindo um diagnóstico. Nesse caso, nós conseguimos acertar o rumo”, afirma Simone.Um Diagnóstico Educacional precisa responder a uma série de perguntas que precisam ser feitas sobre o público-alvo: qual é a sua forma de aprender, quais são suas preferências por formatos (vídeo, livros, jogos), qual o tempo que você tem disponível para aprender? Essas são apenas algumas questões que estão na pauta de um diagnóstico. As pesquisas vão mostrar muitas vezes que é preciso contratar diferentes soluções de acordo com o público para o qual elas se destinam. O diagnóstico também pode ser complementado com um estudo mais aprofundado de personas, utilizando, inclusive, Data Science.  “Diagnóstico Educacional é investimento: a empresa ganha uma fotografia em tempo real para fazer seu projeto de educação corporativa entregar os melhores resultados possíveis”.

 

Este artigo foi publicado também no portal Infor Channel.

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Estudo de Personas e a experiência do colaborador na Educação Corporativa

O Estudo de Personas é aliado nos projetos de Educação Corporativa, pois ele identifica e compreende a rotina dos colaboradores, as atividades que executa no trabalho, de que maneira consome informações, os tipos de conteúdos que prefere, quais canais de comunicação utiliza, seus planos profissionais e mais uma série de questões que fazem toda diferença para o sucesso do seu projeto de educação corporativa.

O estudo de Personas tem base em ciência de dados e entrevistas com amostra de colaboradores da empresa. Contribui para definição de perfis de colaboradores. O resultado traz insights para as melhores práticas em educação corporativa e comunicação organizacional de acordo com os perfis estudados.

Mas afinal, o que são personas? 

Definimos como persona a representação fictícia do cliente ideal de um negócio. Essa persona é construída com base em dados reais, coletados através de ciência de dados, entrevistas e/ou pesquisas, para compreender o comportamento e características dessas pessoas, assim como suas motivações, objetivos, desafios e preocupações. 

A persona tem um papel muito importante dentro de uma organização, pois é ela quem guia a criação de estratégias de comunicação certeira, e entre tantas frente de comunicação, se encontra os projetos de educação corporativa.

Conheça os benefícios do estudo de personas:

  • Conhecimento mais aprofundado em relação aos colaboradores;
  • Segmentação de personas. Afinal, grandes organizações trabalham com mais de uma persona. 
  • Oferta de conteúdos específicos para cada tipo de público, conquistando maior engajamento no projeto de educação corporativa. 

Mas e qual a relação entre o Estudo de Personas e a Experiência do colaborador?

Pesquisa realizada pela consultoria Gartner nos Estados Unidos mostra que apenas 29% dos colaboradores acreditam que a área de recursos humanos sabe o que eles precisam e querem. O índice acende um sinal de alerta para as organizações. Um novo conceito, a Employee Experience, em português, experiência do colaborador, chega para alinhar as expectativas. Atualmente, o posicionamento de uma empresa está atrelado à satisfação do cliente ao usar seu produto ou serviço – o cliente em primeiro lugar. A employee experience foca na jornada do colaborador para aumentar a eficiência e a competitividade.

E obtendo maior conhecimento em relação aos seus colaboradores é possível desenvolver estratégias e oferecer grandes experiências que possam agregar valor tanto na vida profissional quanto pessoal. 

Leia mais sobre Employee Experience

O jeito DOT de estudar personas

  • Estudamos todos os perfis de pessoas
  • Montamos uma estratégia  adequada para coletar insights importantes
  • Definimos o melhor tipo de abordagem para a coleta de informações
  • Nossas soluções são desenvolvidas através de dados concretos
  • Alinhamos personas com a jornada de aprendizado de cada uma delas
  • Desenvolvemos as melhores práticas em educação corporativa de acordo com os perfis estudados

Case TIVIT, veja mais aqui.

Faça como a TIVIT e conheça os seus colaboradores com o Estudo de Personas.

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[Webinar] Gamification na Educação Corporativa

Nosso especialista em Gamification, Alessandro Vieira dos Reis, respondeu as dúvidas mais frequentes sobre Gamification na Educação Corporativa.

Se você não conseguiu acompanhar ao vivo, basta clicar e dar o play.

 

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