Employee Experience: o novo RH como designer de experiências

Novo conceito coloca as pessoas no centro das empresas e proporciona uma vivência significativa de trabalho aos colaboradores. Educação corporativa e tecnologia são fundamentais para garantir resultados positivos.

Pesquisa feita pela consultoria Gartner nos Estados Unidos mostra que apenas 29% dos colaboradores acreditam que a área de recursos humanos sabe o que eles precisam e querem. O índice acende um sinal de alerta para as organizações. Um novo conceito, a employee experience, em português, experiência do colaborador, chega para alinhar as expectativas. Atualmente, o posicionamento de uma empresa está atrelado à satisfação do cliente ao usar seu produto ou serviço – o cliente em primeiro lugar. A employee experience foca na jornada do colaborador para aumentar a eficiência e a competitividade.

“A Employee Experience provoca os RHs a repensarem suas ações. É uma excelente estratégia que exige que as empresas conheçam verdadeiramente seus colaboradores e que entendam o que seriam experiências memoráveis para eles. Por trás da realização de grandes experiências há princípios que devem ser observados para que se tenha coerência com os resultados que se pretende alcançar”, afirma Ana Paula Baseggio Lehmkuhl, gerente de Desenvolvimento Humano e Organizacional no DOT digital group, referência no mercado de EdTech.

O termo Employee Experience surgiu nos Estados Unidos em 2017 a partir de observações em torno do customer experience, conceito que foca na experiência do cliente. Especialistas em gestão de pessoas chegaram à conclusão de que não é possível satisfazer o cliente sem antes proporcionar experiências positivas ao colaborador. É bom deixar claro que o novo conceito não tem nada a ver com pufes e mesas de pingue-pongue. A abordagem traz à área de gestão de pessoas a missão de conectar os colaboradores com o negócio de forma personalizada, respeitando a individualidade de cada integrante da equipe.

EdTech têm papel-chave – “A employee experience traz para as organizações um convite a centralizar suas ações no ser humano e em suas múltiplas dimensões. É um grande desafio e transforma o RH em um designer de serviços para a organização e seus colaboradores”, afirma Lívia Felizardo, especialista de negócios em EdTech no DOT digital group. Para ela, as ferramentas digitais de educação corporativa têm papéis-chave para viabilizar esse novo RH. “É o instrumento que tangibiliza a inserção da cultura e prática da employee experience dentro das organizações”.

Learning Experience Platform

Inspirada nas necessidades de protagonização e personalização da jornada profissional, mencionada pela employee experience, a especialista do DOT digital group está envolvida no desenvolvimento de uma plataforma baseada no conceito de Learning Experience Platform. A nova ferramenta vai além da função de um LMS comum. “A proposta é de personalização. Será possível, por exemplo, recomendar cursos para o colaborador com base em suas preferências, não se limitando ao portfólio de conteúdos da empresa, mas fazendo conexões com o que o mercado está oferecendo na internet”, explica Lívia.

Mas o que muda quando o foco passa a ser a personalização da educação corporativa? A principal mudança é o empoderamento do colaborador, que faz escolhas a partir de sua projeção de carreira e não simplesmente de um “plano de carreira” traçado pela organização. Além disso, fortalece-se o estímulo à aprendizagem e à atualização contínua, uma necessidade urgente das organizações para aumentar a competitividade. Para Lívia, ao proporcionar protagonismo ao colaborador na gestão de sua carreira, a employee experience consegue viabilizar uma trajetória mais consistente. “Em outras palavras, não há um engessamento da aprendizagem, mas a liberdade do colaborador traçar seu próprio caminho em sintonia com a empresa”.

 

Nós podemos ajudar no seu desafio, fale com nossos especialistas.

Este artigo foi publicado no Mundo RH.

 

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[Opinião] Dia do profissional de RH e a experiência do colaborador

Por Luiz Alberto Ferla

A mesa de snooker já virou um ícone dos negócios que buscam a satisfação dos seus colaboradores, especialmente nas empresas de TI. Ela não é ruim, mas não é suficiente e, quando afirmo isso, estou falando do conceito de ambiente descontraído que ela representa. Pesquisa feita no ano passado pela Gartner nos Estados Unidos com profissionais da Geração Z (nascidos em meados dos anos 90), mostra que é preciso muito mais do que mimos para mantê-los engajados e satisfeitos: 40% disse estar arrependido de ter aceitado o emprego atual.

Afinal, o que deseja essa geração que já é a maioria da população mundial (32%)? E o que as organizações podem fazer para retê-los, contornando a falta de engajamento e a baixa produtividade? A resposta pode estar na Employee Experience, um novo conceito que veio para transformar o RH em um provedor de serviços desenhados sob medida para cada um dos colaboradores. Impossível? Seria se não fosse a tecnologia, que permite personalizar ações de forma que o colaborador sinta-se protagonista de sua jornada na empresa.

A Employee Experience surgiu nos Estados Unidos por volta de 2017. Especialistas perceberam que as empresas precisavam proporcionar experiências positivas ao colaborador para garantir a satisfação do cliente final, o customer success. A pesquisa da Gartner com a Geração Z indica que as oportunidades de desenvolvimento na carreira e de atualização constante são uma das principais razões para a permanência na empresa. Por isso, as plataformas de educação corporativa são fundamentais para inserir a Employee Experience nos negócios.

As novas plataformas de EdTech, feitas com base nas diretrizes da experiência do colaborador, dão liberdade para que cada integrante da equipe construa a sua carreira na empresa. Desta forma, o novo modelo foge das padronizações e preza pela individualidade das pessoas, buscando mais sintonia entre os objetivos da empresa e do colaborador. As ferramentas de educação corporativa permitem, por exemplo, recomendar cursos para o colaborador com base em suas necessidades ou preferências e fazer conexões com conteúdos disponíveis na internet. Os colegas também podem fazer sugestões.

O colaborador passa a ter experiências mais positivas e a empresa ganha um profissional com mais motivação para aprender e se atualizar constantemente. Um relatório recente da Brasscom mostra que o setor de TI vai precisar de 420 mil novos profissionais no Brasil até 2024. Hoje, já sobram vagas. Atender aos desejos do colaborador será cada vez mais importante para reter talentos e manter uma equipe engajada e produtiva, feliz com sua jornada na empresa.

 

 

Luiz Alberto Ferla é CEO e fundador do DOT digital group.

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Força de Vendas: saiba por que a Natura investiu em Gamification

Em 2018 o DOT digital group desenvolveu uma estratégia de gamification para a maior companhia de cosméticos da América Latina, a orgulhosamente brasileira Natura, cujo propósito é incrementar as vendas de centenas de milhares de consultoras de vendas pelo Brasil. Leia mais aqui.

Por que a Natura apostou em gamification para aumentar a performance em vendas?

Há diversas razões. Mas o modelo das Seis Caixas nos ajuda com boa parte delas:


 

Observou-se que as consultoras de vendas já possuíam ferramentas e recursos necessários para vender (Caixa 2), bem como incentivos da Natura (Caixa 3) e suas motivações pessoais para as vendas (Caixa 6).  Quanto à capacidade pessoal da consultora em cumprir tarefas (Caixa 5), apesar de sabermos que tal capacidade variava de consultora para consultora, apostamos que esta capacidade poderia ser aumentada em todas as consultoras, com a estimulação correta.

Mas as consultoras de vendas tinham problemas  na área contextual: precisavam tanto de feedbacks imediatos sobre sua performance (Caixa 1) quanto de mais instruções passo a passo (Caixa 4). E nisso a gamification tem muito a contribuir:

  • APRENDIZAGEM – Foram criadas regras para incentivar o aprendizado a distância das consultoras de vendas por meio de vídeos instrucionais, bem como que pedissem mais orientações às suas líderes;
  • FEEDBACK – O App gamificado fornecia rico e imediato feedback sobre cada tarefa feita no dia a dia: “Você cumpriu tal missão. Com isso, ganhou 20 pontos”, “Você falhou em tal missão. Na próxima vez faça isso e aquilo…”.

Os resultados permitiram à Natura não apenas engajar suas consultoras de vendas e aumentar a receita destas, mas também entender melhor seus hábitos, perfis e lacunas de performance.

Com os dados coletados, foi possível quantificar os achados, criando índices e métricas para um conhecimento fidedigno da companhia para com suas vendedoras de campo.

Como deu para perceber, gamification vai muito além de entusiasmar.

Gamification é sobre otimização, incremento de performance e o consequente ROI avaliado de forma quantitativa.

Quer aplicar gamification no seu time de vendas? Fale com nossos especialistas.

 

Mais sobre gamification, baixe nosso ebook!

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Canvas para o seu projeto de gamification

Há muita Ciência e Design por trás da Gamification. Neste artigo a metodologia DOT de gamificar sistemas/produtos/serviços é explicada de forma visual, intuitiva, por meio de um Canvas.

Todos que precisam realizar projetos complexos adoram Canvas, afinal de contas, não? Esse tipo de instrumento facilita, e muito, a compreensão de cada etapa, elemento necessário no projeto e nas relações entre elas.

Confira o Canvas de concepção de Gamification da metodologia DOT:

 

Representa toda a fase de pesquisa da metodologia de Gamification

  1. Tudo começa com um estudo aprofundado do sistema/produto/serviço que deve ser gamificado. Como funciona? Quais suas possibilidades? E suas restrições? Aqui se trata de analisar pra valer o objeto antes de incrementá-lo, aperfeiçoá-lo com Gamification!
  2. O passo a seguinte é um mergulho triplo:
  • no público-alvo (quem deve ser influenciado pela Gamification? Como são essas pessoas? O que gostam? O -que querem? O que rejeitam?);
  • nos comportamentos que precisam ser transformados no público-alvo para que a gamification funciona;
  • e nos objetivos de negócio, que por sua vez consistem nas metas de geração de valor para o cliente e os KPIs que devem ser usados para avaliar o ROI do projeto.

 

 

Onde se concentra a parte Game Design, consiste na concepção detalhada das regras de incentivo mais eficientes para atingir o público-alvo e instaurar nele os comportamentos de valor de modo a realizar os objetivos de negócio. Para saber mais sobre essa fase vital da metodologia, confira nosso eBook sobre Gamification.

 

 

 Congrega os elementos de suporte que tornam a Gamification viável do ponto de vista técnicoSão eles: tecnologias que serão empregadas, estratégia de comunicação e o capricho no design de interação, na UX. O DOT digital group disponibiliza serviços nessas 3 áreas também. Somos multidisciplinares pra valer e isso faz toda a diferença ao projetar Gamification.

 

 

Consiste na necessária análise de custos operacionais da estratégia de Gamification. Obviamente o valor resultante deste campo precisa ser superado pelo valor gerado como ROI. Esse é o critério de viabilidade financeira e comercial da estratégia.

 

Como em todo Canvas, a verdadeira análise e compreensão só começa quando todos os campos estão preenchidos. É quando a busca por relações entre os campos, e as consequentes complexidades de todo projeto, saltam aos olhos. E isso facilita muito a obtenção de soluções.

Quer saber mais sobre o jeito DOT de fazer Gamification e muito mais?

Conheça aqui o framework que a Gamification faz parte: o Game Thinking.

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[Vídeo learning] saiba mais sobre esta estratégia!

Video learning é sim uma grande tendência! A produção, o compartilhamento e a pesquisa de vídeos estão mais fáceis do que nunca. Grande ferramenta de suporte à educação, o vídeo possibilita que os colaboradores tenham acesso aos especialistas com os quais normalmente não contariam. Da mesma forma, especialistas podem compartilhar seus conhecimentos com um contingente maior de pessoas sem ficar reféns da tal “disponibilidade”.

Treinamentos baseados em vídeos learning oferecem ainda maior engajamento, visto que, ao assistir, o colaborador retém 95% da mensagem, contra 10% ao ler a mesma mensagem, e 72% das pessoas preferem vídeo a texto, quando ambos estão disponíveis na mesma página.

A utilização de vídeos:

  • Favorece o aprendizado com especialistas.
  • A transmissão de conteúdo é mais ágil se comparada ao texto.
  • A linguagem visual facilita a compreensão

Por que os vídeos são tendência?

  • Por dia, mais de 500 milhões de horas de vídeos são vistas no YouTube.
  • A quantidade de vídeos enviados à rede em 30 dias é superior à quantidade de vídeos produzidos pelos
    estúdios de TV dos EUA em 30 anos.
  • Em 2019, os vídeos responderão por 80% de todo o tráfego consumido na internet.
  • Mais da metade dos vídeos já é vista pelo smartphone.
  • 92% das pessoas que veem vídeos mobile costumam compartilhá-los com outras pessoas.

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[Opinião] Indústria 4.0: Edtech como ferramenta primordial

Não é novidade para ninguém, a transformação digital e as tecnologias disruptivas estão transformando os negócios e as empresas precisam se preparar para a indústria 4.0, a quarta revolução industrial. A característica que marca essa nova era é a automatização total das máquinas e dispositivos, ou seja, a chegada decisiva dos robôs e as tecnologias envolvidas, com destaque para inteligência artificial, internet das coisas e data analytics.

As ferramentas de educação digital são determinantes nesse processo de adaptação para o futuro. Recentemente, estive na Conference on Industry 4.0 and Services 4.0 em Singapura, na Ásia, organizada com o propósito de discutir este futuro e de questionar: as empresas e as pessoas estão prontas para o mercado digital global?

O DOT digital group foi convidado pela Human Capital Singapore para uma rodada de negócios entre empresas de edtech e gestores interessados em promover a transformação digital de suas organizações a partir do uso de plataformas de educação. Foi um momento de troca de conhecimento sobre demandas de mercado e soluções de edtech, um debate imprescindível para o momento que vivemos.

A educação digital é um instrumento facilitador da aprendizagem num cenário de transição para a indústria 4.0. A edtech se insere como facilitadora de acesso a conteúdos, tecnologias e trocas que contribuem para a mudança de um modelo mental, acompanhando as características do mundo digital: ágil, dinâmico, ubíquo, acessível, intuitivo e em constante transformação.

 

A Indústria 4.0 vai levantar muitas perguntas e oferecer respostas.

 

 

Luiz Alberto Ferla, é CEO e fundador do DOT digital group

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Direto de Portugal: DOT transmite via internet seminário sobre tendências de EdTech

Na próxima terça-feira, 26, o DOT realiza em Lisboa, Portugal, um seminário sobre as principais tendências de educação tecnológica para formação corporativa. O evento será transmitido via streaming das 7 às 9 horas da manhã (horário de Brasília). Para assistir, é preciso se inscrever, sem custos, neste link .

Durante o seminário, o DOT vai lançar a joint venture luso-brasileira DOT | Vantagem+. O evento é uma oportunidade para profissionais de desenvolvimento organizacional conhecerem as principais ferramentas utilizadas pela edtech para criar engajamento e efetividade nos treinamentos: Game Thinking e Gamification, Microlearning, Mobile Learning, Video e Social Learning, Big Data, Inteligência Artificial, Realidade Virtual e Realidade Aumentada e B-Learning.

Grandes clientes – O DOT digital group é uma das maiores empresas de educação digital do Brasil. A empresa, criada em 1996, conquistou grandes clientes como Santander, TIVIT, Sicoob, C&A, ENGIE, Natura, Algar Tech, Honda e Tokio Marine. Seus produtos são plataformas, ferramentas, projetos e conteúdos de qualificação profissional e ensino a distância integrando tecnologias inovadoras. Um dos diferenciais é oferecer soluções de ponta a ponta, incluindo desde o diagnóstico até o desenvolvimento da solução, além da captação e retenção dos alunos. Além da educação digital, o DOT também atua em MarTech – Marketing Technology. Com sede na capital catarinense e escritórios em Brasília, São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Lisboa/Portugal, o DOT tem mais de 300 colaboradores.

 

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Com foco em internacionalização, DOT digital group faz missão pela América Latina

Empresa é referência em EdTech no Brasil e quer conquistar mais mercado na América Latina em 2019

Depois de abrir uma joint-venture em Portugal, o DOT digital group segue buscando o mercado internacional para expandir seus negócios tanto em tecnologia da educação (EdTech) quanto em marketing (MarTech). Nesta semana, o diretor comercial, Sergio Baldivieso, e o diretor de internacionalização, Mário Hirose, iniciam pela Bolívia uma missão empresarial pela América Latina. “Nosso objetivo é abrir mercado para as soluções DOT. O potencial é enorme. Estimamos que existam cerca de 2.500 empresas de grande porte com alto poder de compra dos produtos do DOT”, afirma Baldivieso.

A missão vai percorrer nove países da América Latina: Bolívia, Paraguai, Argentina, Peru, Uruguai, Chile, Colômbia, Panamá e México.

Na Bolívia, os executivos do grupo já têm agendadas reuniões com 10 empresas, incluindo Bayer, Toyosa e Tigo, e representantes do governo nacional e estadual de Santa Cruz de la Sierra. Na sequência, a missão seguirá para o Paraguai e a Argentina. “A meta é concluí-la no primeiro semestre”, informa o diretor comercial. Com sede na capital catarinense e escritórios em Brasília, São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte, o DOT tem mais de 300 colaboradores.

O processo de internacionalização do grupo começou no ano passado. Em missão à Ásia, o DOT abriu negociações com empresas de China e Singapura e também em Dubai, nos Emirados Árabes. No Brasil, o grupo atende empresas como Santander, TIVIT, Sicoob, C&A, ENGIE, Natura, Algar Tech, Honda e Tokio Marine, e já capacitou mais de 5 milhões de pessoas com ferramentas de treinamento corporativo e educação formal. Os produtos do DOT integram tecnologias inovadoras como gamification, realidade virtual, realidade aumentada, games e simuladores.

Um dos diferenciais da empresa é oferecer soluções de ponta a ponta, incluindo desde o diagnóstico até o desenvolvimento da solução, além da captação e retenção dos alunos, já que atua nos mercados de EdTech e também de MarTech. A empresa foi criada em 1996, em Florianópolis, pelo engenheiro e administrador Luiz Alberto Ferla, atual CEO, com o objetivo de conectar novas tecnologias aos processos de educação.

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[Opinião] Mercado global de e-learning cresce

E-learning – “O tempo corre, o tempo é curto: preciso me apressar, mas ao mesmo tempo viver como se esta minha vida fosse eterna”. A escritora Clarice Lispector expressou como poucos a angústia humana de correr contra o tempo e aproveitar cada minuto do dia para dar conta de nossas tarefas infindáveis. A tecnologia é vista por muitos como mais um vilão na correria contra o tempo (perdemos horas na internet), mas acredito que se for bem usada pode nos ajudar muito a não perder tempo. Experimente usá-la para aprender.

 

É um caminho sem volta. Estudo Global Market Insights indica que o mercado global de e-learning (aprendizagem on-line) deve crescer em média 10% ao ano entre 2018 e 2023. Essa evolução se dará tanto por demandas do setor acadêmico, para agregar valor à educação formal, quanto corporativo, com ferramentas de treinamento profissional. A expectativa é de que o volume total desse mercado alcance US$ 286, 6 bilhões em cinco anos. Para termos um parâmetro, em 2010, esse valor era de US$ 32 bilhões.

 

Esse otimismo todo tem uma explicação: a relação custo-eficácia do e-learning é muito positiva. Isso se deve principalmente à flexibilidade que a tecnologia proporciona. Se a lição está num aplicativo de celular, ao alcance das mãos, é possível aprender em casa, no congestionamento, enquanto espera no consultório ou a caminho do trabalho. Os avanços da tecnologia de e-learning também permitem que as pessoas (e mais pessoas, independente de classe social) escolham quando e o que aprender, definindo seus próprios objetivos, com autonomia. A escolha é sua. Aproveite seu tempo.

 

 

Luiz Alberto Ferla, CEO e fundador do DOT digital group

 

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[Na mídia] Perspectivas 2019: Cresce confiança do setor de TI em SC no crescimento econômico do país

A postura liberal acenada pelo novo governo gera otimismo entre empresários do setor de tecnologia em Santa Catarina, que espera para 2019 a redução da burocracia em questões chave, como exportação, tributação e abertura de novos negócios. Além do apoio ao empreendedorismo, representantes do setor esperam que o setor público invista mais em soluções de tecnologia, como forma de qualificar serviços.

Diretor de mercado da Dígitro Tecnologia, Octávio Carradore (foto), acredita que as recentes alterações no contexto político podem ser um indicativo de melhorias em âmbito econômico. “Enxergo o mercado muito mais otimista com a possibilidade de concretização dos investimentos que, até então, estavam represados. O governo é responsável por uma expressiva parcela da economia do país. Ainda que muitos ajustes sejam feitos, acredito que iremos ver adaptações sendo realizadas, também, nas empresas”, afirma.

O uso da inteligência artificial, na opinião do executivo, também pode gerar novas oportunidades de mercado. “Falamos muito sobre inteligência artificial e internet das coisas, por exemplo, e isso ocorre pela maturidade do mercado e pelo aumento de demandas. As tecnologias precisam atender às nossas necessidades, mas sem esquecer de garantir o sucesso no relacionamento com o cliente”, opina Carradore.

ANO DE RETOMADA?

Na visão de Luiz Alberto Ferla, CEO e fundador do DOT digital group, 2019 sinaliza ser o ano da retomada:

“Mesmo que gradual, a volta do crescimento econômico, favorecerá a geração de empregos e o fortalecimento das empresas. Acreditamos firmemente que novos tempos se aproximam, propiciando investimentos em tecnologia, inovação e educação”, afirma Ferla.

 

Empresa do setor de tecnologia para educação (EdTech), o DOT digital group capacitou mais de cinco 5 milhões de pessoas em cursos desenvolvidos tanto para instituições de ensino quanto para empresas como Honda, Natura, Tivit, Engie e Santander. Para 2019, aposta na internacionalização dos serviços.

“Nesse novo cenário político e econômico, será ainda mais decisivo o investimento em educação corporativa com o uso de novas tecnologias”, destaca.

EQUILÍBRIO FISCAL PARA IMPULSIONAR EMPREGOS

O empresário Gérson Schmitt (foto), fundador da Paradigma Business Solutions, confia na adoção de medidas mais rigorosas para garantir maior equilíbrio fiscal das contas públicas. Com a mudança desse cenário, Gérson acredita que será possível gerar um ambiente de atração de investimentos capaz de impulsionar a geração de empregos e a arrecadação de impostos.

“O crescimento da segurança jurídica e da ordem e segurança dos cidadãos, juntamente com a redução da pressão e da burocracia sobre as empresas, deve estimular novos empreendedores”, afirma Schmitt. O reflexo disso, segundo o executivo, será a atração dos investimentos necessários em inovação para que o país e as empresas brasileiras possam ganhar produtividade e competitividade.

 

AGRONEGÓCIO: IMPULSO PARA A TECNOLOGIA

A Confederação da Agricultura e Pecuária no Brasil (CNA) fez uma projeção de crescimento de 2% no PIB do agronegócio em 2019, frente a previsão de queda de 1,6% para 2018. Essa perspectiva deve influenciar processos de adesão das empresas a novas tecnologias. Segundo Bernardo de Castro (foto), presidente da divisão de agricultura da Hexagon, os gestores e empreendedores agrícolas estão em busca de soluções que conectam, sincronizam e otimizam todos os processos do campo.

“Há muitas tecnologias que não se conversam e processos que não interagem da melhor maneira, comprometendo os resultados. Como toda indústria, o campo precisa de processos integrados e eficientes para produzir mais com menos”, explica Bernardo. A Hexagon desenvolve em Florianópolis soluções digitais que vão desde o planejamento para o cultivo até a colheita e o transporte de matéria prima.

 

Matéria publicada originalmente pelo portal SC Inova

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