O que é Game Thinking

Você com certeza já ouviu falar em gamification, certo? E Game Thinking, você conhece esse termo?

Quando a gamification foi oficialmente inventada, pouco mais de 20 anos atrás, seu propósito era engajar consumidores em um contexto de marketing digital. Muita coisa mudou desde então. A abordagem cresceu. Surgiram aplicações em educação escolar, saúde, esportes, segurança de dados, transporte, dentre outras. Também foi evidenciado que não dá para dissociar gamification de outras abordagens com as quais ela parece muito: games, simuladores, playful design; e nem dá para conceber soluções em gamification sem pensar em tecnologias como Realidade Virtual e a Realidade Aumentada.

Pois bem, todas essas aprendizagens de décadas se integram em um conceito: Game Thinking.

A definição de Game Thinking por especialistas

Amy Jo Kim, consultora empresarial, diz em seu canal no Youtube que Game Thinking é “aquilo que Gamification quer ser quando crescer”. Kim apresenta uma forma de integrar gamification com a disciplina produtiva do Desenvolvimento Ágil e a capacidade de inovação estratégica do Design Thinking. Para Kim, o que a gamification quer ser quando crescer é esse método de criar inovações de sucesso de uma maneira lúdica.

game thinking

Já Andrzej Marczewski, importante especialista em Gamification, apresenta Game Thinking como a integração de todas as abordagens relacionadas a Game Design:

game thinking


Marczewski explica que fazer Game Thinking é dispor de uma caixa cheia de ferramentas no início de cada projeto e tomar aquelas que realmente precisar em seguida. Ao iniciar um projeto pode não estar muito claro ainda qual abordagem é a melhor. Isto é, se um jogo, ou um simulador, ou gamification. Mas o profissional de Game Thinking, versátil, está preparado para se adaptar às necessidades que surgirem.

game thinkingComo é possível constatar, Gamification veio, firmou seu lugar, cresceu e sua importância virou senso comum no mundo corporativo. Cresceu tanto que se integrou com outros gigantes do mundo dos negócios: Agile, Lean UX, Simuladores, Realidade Virtual, etc. Não dá mais para pensar em soluções em gamification apartadas dessas outras realidades. E equipe que desenvolve soluções game-liked deve antes de tudo ser interdisciplinar, e com isso conseguir fazer uso da grande variedade de abordagens, métodos e técnicas disponíveis quando o assunto é gerar transformações comportamentais.

Agora que você já sabe o conceito de Game Thinking, conheça o que o DOT digital group vem realizando nessa área.

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[Videocase] TIVIT investe em realidade aumentada para capacitar força de vendas

A necessidade de oferecer um conteúdo mais atrativo e que engaje os profissionais do time de vendas levou a TIVIT, líder em serviços integrados de tecnologia na América Latina, a investir em tecnologias como a realidade aumentada para capacitar a força de vendas.

“Nosso programa de desenvolvimento vem apoiar o negócio nos desafios da empresa para quem a gente possa  continuar gerando negócio, trazendo valor para a companhia”.

Veja o depoimento da Talita Aguiar, Supervisora de desenvolvimento organizacional TIVIT, sobre este case DOT digital group.

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Game Thinking: além da gamification

*Por Luiz Alberto Ferla

Para inovar é necessário que estejamos sempre atentos à atualidade sem perder de vista o que está por vir. Com a gamification não é diferente. O termo, que teve seu ápice no Brasil em meados de 2013, mas teve sua criação há mais de 20 anos, designa o uso de mecânicas de games para incrementar e otimizar processos de marketing, educação, saúde e tantas outras áreas. E, desde a sua invenção, de forma alguma parou de crescer e evoluir.

Por isso, hoje se fala de Game Thinking para fazer referência à área da qual a gamification faz parte – com algum destaque, verdade, mas apenas como parte. Game Thinking consiste em um conceito valioso porque é abrangente e aponta para a integração da gamification com outros saberes do meio corporativo em gestão e design.

Constatamos, no DOT digital group, que “Game Thinking” fazia muito sentido a partir de nossas experiências com gamification, nas quais aprendemos que essa abordagem nunca se encontra separada de outras da mesma natureza. Quase sempre um projeto para gamificar um portal, por exemplo, envolve um jogo como objeto de aprendizagem. Ou um simulador. Isso sem falar da associação inevitável de sistemas gamificados e tecnologias de visualização como realidade virtual e realidade aumentada.

Na prática, por vezes, é difícil separar games, gamification, simuladores, e outros. Difícil e talvez desnecessário, porque esses métodos se encontram unidos no framework do Game Thinking, o qual é, antes de mais nada, um termo que abrange todos os recursos relacionados com o lúdico.

Porém Game Thinking é mais que um nome para uma caixa de ferramentas. Também é uma forma bem pensada de usar essas ferramentas. A metodologia nasceu no contexto de desenvolvimento ágil de projetos, com especial ênfase em Lean UX. Em outras palavras, não basta ser ágil na hora de fazer: a experiência do usuário ainda faz toda a diferença em Game Thinking.

Por fim, como o nome da metodologia sugere, o Game Thinking deve muito ao Design Thinking como processo de inovação estratégica centrada nos usuários. O Design Thinking é um daqueles frameworks que, de tão bem aceitos nas organizações, tornou-se pano de fundo e senso comum em todo tipo de projetos. Diz respeito a, partindo de uma sólida pesquisa sobre o público-alvo, conceber produtos inovadores, prototipá-los e testá-los rapidamente para ciclos dinâmicos de validação. Principalmente do Design Thinking extraiu-se o insight que para inovar e gerar resultados é preciso adaptar-se em iterações.

Até aqui podemos concluir que o Game Thinking nos diz que gamification por si só não basta. Que esse método precisa do complemento interdisciplinar de uma boa gestão e um bom design. Como não poderia deixar de ser, o foco é a inovação voltada para resultados. E, quando se trata de Game Thinking, o resultado sempre passa por mudanças nos comportamentos dos usuários.

Em última instância, Game Thinking é sobre transformações com valor social e econômico. Nesses tempos em que a economia comportamental rende prêmio Nobel, demonstrando sua importância para o mundo, focar na integração das ciências comportamentais com a tecnologia digital se mostra um negócio cada vez mais promissor.

A transformação comportamental desejada pode ser formar alunos em determinado currículo visando à aquisição de competências. Pode ser treinar uma força de vendas. Ou uma campanha publicitária. Ou, ainda, promover saúde pública. Nessas e em outras áreas de aplicação, o Game Thinking consiste em engajar, em motivar pessoas tendo em vista uma transformação para melhor. O Game Thinking é um meio poderoso para obter a mudança comportamental desejada como fim.

Convido você a tomar parte nessa história de evolução da gamification rumo a Game Thinking. E boa parte de testemunhar e mesmo participar dessa evolução é conhecer o que o DOT digital group vem realizando na área.

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[Na mídia] Universidade Corporativa: um instrumento para elevar a competitividade

O desenvolvimento de diferentes tecnologias tem tornado a criação de universidades corporativas viável financeiramente

Cada vez mais empresas entram para o time de corporações que decidem criar universidades internas com o objetivo de qualificar não apenas sua própria equipe, mas também colaboradores e gestores de seus clientes. Até bem pouco tempo restrita a grandes companhias, o desenvolvimento e a popularização de diferentes tecnologias tem tornado a criação de universidades corporativas viável financeiramente para empresas menores, especialmente com a criação de ambientes virtuais de ensino.

“Manter um aprendizado dinâmico e constante, promovendo a cultura da educação dentro da sua empresa, é cada vez mais importante para aumentar a competitividade da empresa em relação ao mercado”, afirma Luiz Alberto Ferla, presidente do DOT digital group, umas das referências em tecnologias para a educação (EdTech).

 

A empresa tem em seu portfólio grandes marcas que investem em plataformas digitais para promover o desenvolvimento e treinamento de seus funcionários e parceiros, como Honda, Natura e TIVIT

A TIVIT, empresa em serviços integrados de tecnologia para a América Latina, queria expandir a Academia Techno TIVIT com a implementação de cursos a distância. O DOT desenvolveu uma plataforma com recursos inovadores como simuladores, realidade virtual e realidade aumentada. Em pouco mais de um ano, a ferramenta alcançou mais de 550 cursos disponíveis para cerca de 9.500 colaboradores. A partir desses resultados, a TIVIT lançou seu portal de educação corporativa, com foco no treinamento de seus colaboradores de TI.

Capacitando o próprio mercado – Capacitar o time do cliente é o objetivo da Universidade Cianet, lançada durante o ISP Next Summit 2018, promovido em novembro pela empresa. A Cianet é também uma das referências em soluções tecnológicas para pequenos provedores de internet, conhecidos como ISP. São mais de 7 mil prestadores de acesso à internet no Brasil, segundo dados da ANATEL. O segmento cresceu muito nos últimos anos e, junto, já é o terceiro maior mercado de acesso à banda larga fixa no Brasil, à frente da operadora Oi.

Para garantir a competitividade dos ISP e, assim, garantir o crescimento do próprio mercado, a Cianet está disponibilizando cursos online para seus clientes. Uma das trilhas, por exemplo, ensina equipes de ISP a instalar redes ópticas e redes FTTx. “Nosso papel é enxergar à frente estando ao lado do cliente”, afirma Sílvia Folster, CEO da empresa. “No segmento de mercado dos provedores regionais, questões que tangem a educação, como a escassez da mão de obra qualificada e o alto custo da formação de um profissional, são pontos que refletem diretamente nos serviços prestados pelos provedores”.

*Conteúdo publicado originalmente em Mundo RH. Acesse 04/12 às 14h48.

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[Ebook] As 7 megatendências em educação corporativa para 2019

Já começou o planejamento estratégico de educação corporativa para 2019? Independente da sua resposta, temos uma dica valiosa para você estar à frente: conheça as 7 megatendências em educação corporativa no mais novo ebook produzido pelo DOT, empresa referência em EdTech no Brasil.

 

tendências em educação corporativa

 

Um spoiler do que você vai encontrar no ebook: a megatendência em educação corporativa nº 1  é Gamification

A gamification é indicada como a tecnologia nº 1 que os profissionais de RH e educação querem adotar até 2020,  o que comprova como essa tendência tem tudo para conquistar também a sua empresa.

A proposta deste ebook é que você possa, de fato, imaginar e criar projetos de educação com maior eficácia, engajamento e de resultado para o negócio.

Quer conhecer cada detalhe e se aprofundar nas tendências em educação corporativa para 2019? Clique aqui e faça o download.

 

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A potência chinesa: o que vi

Luiz Alberto Ferla, CEO e fundador do DOT digital group

Voltei da maior missão brasileira à China e o que vi é um mercado que temos que nos aproximar mais. O gigante asiático já é o maior parceiro comercial do Brasil e ainda há muito a ser conquistado.

A convite da APEX-Brasil, junto com 120 executivos de 70 empresas do Brasil, participei de uma das maiores feiras do mundo, a China International Import Expo (CIIE 2018). Em 10 dias, o evento recebeu 800 mil pessoas. Tudo na China é grandioso, começando pela população – 1,4 bilhão de pessoas, muitos dos quais jovens ávidos por tecnologia e capacitação. É a combinação perfeita para o DOT digital group, a única empresa brasileira de tecnologias para educação participante do evento.

Não por acaso, vimos enorme interesse por nossas soluções de EdTech. Voltamos com um acordo para o desenvolvimento de uma plataforma digital de educação a distância para uma instituição chinesa, além de outros negócios alinhavados. É só o começo de uma parceria importante para nossa estratégia de internacionalização. Os jovens chineses são a mola propulsora deste gigante mercado. E nós temos soluções que tornam o aprendizado atrativo e eficiente, imprescindível para as gerações que já nasceram na era digital. E o mais importante: são tecnologias com padrão internacional, competitivas no mercado mundial.

Aliás, esse é o ponto em que quero chegar. Na missão à China, percebi que o Brasil como nação exportadora precisa acreditar mais em si próprio e oferecer aos outros países o que eles realmente esperam de nós. Temos uma “marca Brasil” associada à alegria e a criatividade, muito em função de atributos como futebol, música, café e a diversidade da Amazônia. Mas quando vemos o conjunto de nossos produtos expostos numa feira, ele não traduz essa essência que o mundo espera encontrar na “marca Brasil”.

Precisamos mostrar quem somos e onde podemos chegar. O mundo quer conhecer o Brasil, as pessoas se encantam e querem copiar o estilo brasileiro. Cabe aos empreendedores que querem atuar neste mercado aliar seus produtos a estas bandeiras já conhecidas. O caminho não é fácil, mas é possível: o mercado chinês é muito competitivo e não é para despreparados.

DOT digital group está preparado para levar ao mundo, por meio da nossa tecnologia, a mensagem de um Brasil criativo e inovador.

*Artigo publicado originalmente no LinkedIn.

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[Na mídia] Empresário defende criação de “marca e identidade fortes” para o Brasil se “vender” ao mundo

Brasília – O Brasil precisa mudar a projeção de sua imagem externa deixando de ser apenas o país do café, do futebol e do Carnaval e construir uma marca “forte” e uma “identidade” que reflita a essência de um país grandioso, capaz de produzir uma vasta pluralidade de produtos e que permita ao país explorar aquilo que tem de melhor. Esta é a opinião de Luiz  Alberto Ferla, fundador e CEO do DOT digital group, uma das principais empresas brasileiras nas áreas de EdTech (Education Technology) e MarTech (Marketing Technology) e que participou no início do mês em Xangai da Exposição Internacional de Importações (CIIE em inglês).

Na visão de Luiz Alberto Ferla, “hoje mais que nunca é preciso reforçar a marca Brasil. Podemos continuar sendo vistos externamente como um país dotado de uma natureza exuberante, que tem uma ampla diversidade de produtos naturais para oferecer ao mundo e que é também um país da alegria, com seu futebol, sua música, sua arte. Mas é preciso mostrar que somos muito mais”.

Ao participar da CIIE, o empresário constatou que um grande número de países procurou se apresentar na feira internacional de forma mais abrangente, ainda que sejam fortes individualmente em alguns produtos ou serviços: “em minha opinião, o Brasil teve uma excelente participação nessa Exposição, graças ao apoio prestado às empresas participantes pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) mas ficou faltando o país se apresentar com uma identidade e uma marca próprias. Deixamos de mostrar a essência do Brasil, aquilo que  temos de melhor e a partir dessa identidade, dessa marca nacional, apresentar os nossos produtos”.

Luiz Alberto Ferla (fundador e CEO do DOT digital group)

Luiz Alberto Ferla amplia seu raciocínio lembrando que “todo mundo vê o Brasil como um país líder na produção e exportação de café. Nós deveríamos ter muito mais projeção nesse setor e não apenas através do café. A venda do café pode ser aliada às exportações de produtos complementares, como máquinas de café, açúcar, leite, mel, produtos que acompanham o café”.

Na opinião do empresário que tem ampla visão e conhecimento do mundo globalizado e que realiza notável esforço para internacionalizar o DOT digital group, “está faltando reforçar a marca Brasil. Nosso país tem que ser visto como um país com uma natureza exuberante, que tem uma ampla diversidade de produtos naturais a oferecer ao mundo, mas que é também um país da alegria, com seu futebol, sua música, sua arte. Acho que essa identidade  é que está faltando e em Xangai tive a oportunidade de ver muitos países se apresentando na CIIE através de uma marca e identidade próprias. Então, o que falta é mostrar a essência do Brasil, o que nós temos de melhor e atrás disso apresentar os nossos produtos. Por exemplo: café do Brasil. Todo mundo vê o Brasil como um país que tem café. Então nós deveríamos ter muito mais projeção., mas não só pelo café. Depois que colocar o café vem os produtos complementares como máquinas de café, açúcar, leite, mel, produtos que acompanham o café. Com isso agrega-se uma série de produtos que a indústria brasileira produz e pode exportar”.

O que vale para o café também se aplica, na visão do CEO do DOT digital group, ao futebol: “o mundo ama o futebol do Brasil. Então deveríamos falar do futebol através de uma abordagem que envolva o futebol não apenas como esporte, mas sobretudo como um grande negócio. Nesse contexto, é preciso falar sobre escolinhas de futebol, produtos complementares como bolas, chuteiras, luvas, uniformes, agasalhos, jogos eletrônicos, cervejas e outras bebidas, como a internacionalmente apreciada caipirinha e o churrasco, que combinam com o futebol. Ou seja, o futebol seria a porta de entrada para a exportação de uma ampla gama de produtos complementares e que o mundo inteiro consome em grande escala”.

O raciocínio também se aplicaria à música e à indústria áudiovisual, segundo Luiz Alberto Ferla: “temos grandes nomes da música internacional, intérpretes e compositores como Vinícius de Moraes, Tom Jobim, Toquinho, Caetano Veloso, Chico Buarque. Deveríamos explorar os canais abertos por talentos dessa magnitude para buscar mercados externos para produtos que acompanham a música, tais como roupas, bebidas, instrumentos musicais. Situação semelhante é vista em relação à questão ambiental. Não devemos nos limitar a expor ao mundo o que temos de melhor em nossa fauna e flora da Amazônia. Precisamos expandir as vendas dos produtos naturais que o mundo tanto aprecia e dos quais o Brasil possui uma diversidade única e incomparável”.

Ao finalizar, o empresário reforçou a tese de que “precisamos deixar de falar apenas do Brasil futebol, do Brasil do café, da música ou da Amazônia, do Brasil do mono-produto e construir uma marca e identidade que mostrem ao mundo a essência do nosso país, passando a apresentá-lo através da cadeia produtiva nacional em tecnologia, educação, filmes, jogos e muito mais”.

*Matéria publicada originalmente em Comex do Brasil 

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DOT leva cases de sucesso para congresso brasileiro de treinamento corporativo

Aprender em um ambiente digital antes de agir com clientes reais. Essa é a proposta das soluções desenvolvidas pelo DOT digital group para treinar colaboradores e vendedores de três grandes marcas brasileiras: Natura, Honda e TIVIT. Os três cases de treinamento corporativo digital serão apresentados durante o Congresso Brasileiro de Treinamento e Desenvolvimento (CBTD 2018), que ocorre entre 28 e 30 de novembro, no Mendes Convention Center, em Santos. “A transformação digital alterou a maneira como as pessoas se comunicam e trabalham. Nesse contexto, uma nova forma de aprender se faz necessária”, destaca Luiz Alberto Ferla, fundador e CEO do DOT digital group.

Criado em 1996 no bem-sucedido ecossistema de inovação de Florianópolis, o DOT é protagonista e referência no setor de tecnologia para educação (EdTech). A empresa já capacitou mais de 5 milhões de pessoas com soluções digitais tanto para treinamento corporativo quanto para ensino formal. Segundo Ferla, o objetivo é duplicar esse número em cinco anos, meta apoiada no crescimento mundial do mercado de EdTech. Com sede na capital catarinense e escritórios em Brasília, São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte, o DOT acaba de abrir uma filial em Portugal e se prepara para levar uma operação para o mercado chinês. Atualmente, o grupo tem 300 colaboradores.

TIVIT – líder em serviços integrados de tecnologia para a América Latina, a TIVIT queria expandir a academia Techno TIVIT com a implementação de cursos a distância. O DOT desenvolveu uma plataforma com recursos inovadores como simuladores, realidade virtual e realidade aumentada. Em pouco mais de um ano, a ferramenta tem mais de 550 cursos disponíveis para cerca de 9.500 colaboradores. A partir desses resultados, a TIVIT lançou seu Portal de Educação Corporativa. O case será apresentado por Sergio Baldivieso, diretor Comercial do DOT no dia 28, às 18h15 na palestra “Educação Corporativa Digital: do planejamento ao retorno do investimento”. O executivo também vai abordar os projetos feitos pelo DOT para Honda e Natura, que serão detalhados em mini-palestras.

Honda – para treinar a força de vendas das concessionárias Honda, o DOT desenvolveu um game. “Jogos motivam e ainda ajudam a entender o comportamento dos alunos. É um recurso muito valioso na educação corporativa”, afirma Thiago Rissi, EdTech Service Design do DOT, que apresentará o case em uma mini-palestra no CBTD 2018, no dia 30, às 11h15. A montadora tinha o desafio de simular situações cotidianas comuns aos gerentes de concessionárias e preparar a equipe para vender o financiamento do banco Honda. O game, feito para tablet e celular, simula histórias interativas com clientes virtuais, simulando atendimentos para que os vendedores aprimorem habilidades de entrevistas, coleta de dados e negociação.

Natura – a Natura precisava engajar e motivar suas consultoras a participar do programa de incentivos da marca. O DOT desenvolveu uma estratégia de gamification, uso de técnicas de games fora do ambiente de jogos que aumentam os índices de atração, engajamento e retenção. O projeto foi desenvolvido após um estudo com 30 mil consultoras. Assim, foi possível criar sistemas de incentivo para diferentes perfis. Hoje, a estratégia de gamification está sendo aplicada com milhares de consultoras Natura de todo o Brasil. O projeto será apresentada no CBTD 2018 por Rafael Silva, EdTech Service Design do DOT, no dia 29 de outubro, às 16h10.

Além de palestras, o DOT participa do CBTD com um estande. Em destaque, a demonstração de duas soluções: o StudiOn, plataforma de aprendizagem modular, ideal para empresas que queiram implantar um projeto de formação continuada; e o Pronto Mobile, ferramenta de microlearning, com conteúdos curtos acessados via celular ou tablet. “Preparamos uma programação especial com mini palestras e demonstração de produtos para que os participantes saiam do evento com a solução para os seus desafios em educação corporativa e, claro, com o DOT como parceiro”, afirma Ferla.

Sobre o CBTD 2018 

O CBTD ocorre anualmente na cidade de Santos (SP) e promove uma feira de exposições (EXPOCBTD), reunindo os principais especialistas em desenvolvimento humano e organizacional do país. O evento é organizado há 33 anos pela Associação Brasileira de Treinamento e Desenvolvimento (ABTD). 

 

 

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[Na mídia] Referência em tecnologia para educação, DOT digital group aposta na internacionalização

dot digital group

DOT digital group, com sede em Florianópolis, já capacitou mais de 5 milhões de pessoas e quer levar sua expertise em EdTech para outros países

A EdTech (Education Technology), mercado de soluções digitais para educação, é um dos mais promissores na área tecnológica, com perspectiva de crescimento global de 17% ao ano até 2020, de acordo com relatório da EdTechXGlobal. No Brasil, o DOT digital group é protagonista e referência no setor. A empresa teve origem em 1996 no bem-sucedido ecossistema de inovação de Florianópolis e já capacitou mais de 5 milhões de pessoas com estratégias para a educação corporativa e a educação formal. Com sede na capital catarinense e escritórios em Brasília, São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte, o DOT conta atualmente com 300 colaboradores e aposta na internacionalização da marca com abertura de operações em Portugal e na China.

O processo de internacionalização começou com a abertura de um escritório em Portugal. A filial é a porta de entrada para o mercado europeu e foi viabilizada em parceria com o grupo português Vantagem+, que tem mais de 20 anos de atuação no mercado de capacitação corporativa presencial. No momento, o DOT se prepara para entrar no mercado chinês. O presidente e fundador do grupo, Luiz Alberto Ferla, esteve no país no início de novembro para participar da China International Import Expo (CIIE 2018), em Xangai. “Percebemos o quanto nossos produtos são competitivos mundialmente e voltamos ao Brasil já com alguns projetos para o mercado chinês. A China tem 1,4 bilhão de pessoas, entre elas, muitos jovens que buscam capacitação para se aprimorar”, conta o executivo.

Engenheiro e administrador, Ferla começou a apostar em educação digital em 1996 com a criação, em Florianópolis, do Instituto de Estudos Avançados (IEA), origem do DOT. Para ele, romper com o padrão de uma realidade onde poucos detêm o conhecimento é uma das maiores vantagens de aliar a tecnologia à educação. “A tecnologia possibilita capacitar em larga escala e acompanhar o engajamento e desempenho em tempo real”, destaca. O executivo acredita que a educação será cada vez mais portátil, personalizada e onipresente. “A aprendizagem estará nas mãos dos alunos, que terão o controle sobre o quê, quando, onde e como aprender”, afirma.

Um dos principais diferenciais do DOT digital group é oferecer soluções completas, de ponta a ponta. Além de desenvolver plataformas tecnológicas customizadas de acordo com o objetivo do cliente, a empresa disponibiliza serviços de captação e retenção de alunos, diagnóstico e definição da estratégia de ensino mais adequada; produção de conteúdo em diferentes formatos como vídeo, e-books, game, quiz e infográficos; consultoria na escolha das tecnologias necessárias para apoiar o conteúdo; e acompanhamento online do usuário com central de tutoria e monitoria. Para isso, a empresa dispõe de uma equipe de profissionais de diferentes áreas, do cientista de dados a jornalistas. Entre os clientes do DOT estão empresas como Honda, Natura, Tivit, Engie, Copel, C&A, Santander, Algar Tech, Sebrae SC, Senar Nacional e Senar Goiás.

Tecnologia e produtos

Para tornar a experiência de aprendizagem estimulante e eficiente, o DOT investe constantemente em novas tecnologias, estratégias Learning Experience Design e metodologias de ensino. “Nós acreditamos que a estratégia mais adequada, aliada à tecnologia, garante o maior o aprendizado”, afirma Ferla. As soluções utilizam recursos inovadores como simuladores, realidade virtual e realidade aumentada, as grandes tendências para a educação – todas com o objetivo de trazer para o ensino à distância algumas características importantes da educação presencial. “O resultado é um aprendizado ainda mais estimulante do que o presencial”, observa o empresário. O DOT também utiliza gamificação – estratégias de games fora do ambiente de jogos que aumentam os índices de atração, engajamento, retenção e aprendizagem dos colaboradores, reduzindo custos e aumentando a produtividade e os resultados. Games, quiz, chats, fóruns e tira-dúvidas online também são estratégias educacionais utilizados pelo DOT.

Em outubro, a empresa lançou duas novas plataformas educacionais. O StudiOn é uma plataforma de aprendizagem modular, ideal para empresas que queiram implantar um projeto de formação continuada. Cada colaborador aprende em seu ritmo e o conteúdo pode ser adaptado em formatos variados, como vídeos e games. O Pronto Mobile segue a tendência do microlearning, com conteúdos curtos acessados via celular ou tablet. O modelo traz mais flexibilidade, reforçando o engajamento e o alcance dos resultados.

MarTech: inteligência e precisão em ações de marketing

O DOT digital group também atua na área de marketing tecnológico. Com uso de ciência de dados e Big Data, o grupo desenvolve ações de inteligência para projetos de comunicação digital, marketing direto, monitoramento de marcas e redes sociais, aquisição de clientes, portais de inteligência de mercado; análise de concorrência, estudos de público-alvo, etc. Há ferramentas utilizadas em parceria com a área de Edtech, por exemplo, análises estratégicas para empresas e instituições de ensino que têm metas desafiadoras na aquisição de clientes e alunos.

 

Matéria publicada em:

Infor Channel

Revista Business

Acontecendo Aqui

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[Na mídia] Delegação empresarial da FIESP e do CIESP faz balanço de missão à China

*Por Mayara Baggio, Agência Indusnet Fiesp

Após dez intensos dias de atividades e prospecção de negócios em uma das cidades mais influentes da China, Shanghai, a maior delegação de empresários da história da Fiesp e do Ciesp à China fez um balanço da missão à primeira feira com foco em importação de produtos do país, a China Internacional Import Expo (CIIE).

Segundo estimativas do governo chinês, a feira somou US$ 57,8 bilhões em negócios, 3.617 empresas expositoras de 172 países ou regiões, 570 produtos, tecnologia e serviços apresentados, além de 800 mil visitantes, entre compradores e público externo.

O 2º vice-presidente da Fiesp e chefe da comitiva, José Ricardo Roriz, considerou a CIIE um marco para as relações comerciais entre Brasil e China, além de uma importante oportunidade para que o país se apresente aos chineses e ao mundo como um fornecedor de produtos de maior valor agregado. “A China já é o maior parceiro comercial dos brasileiros, temos agora que diminuir a distância cultural entre os dois países. Dificilmente encontraremos um mercado tão complementar ao Brasil quanto a China”, defendeu. Roriz contou ainda que muitos empresários fecharam acordos de intenção e prospectaram novos clientes durante a missão.

Além do direcionamento à prospecção de mercado, a agenda proporcionou aos empresários diferentes momentos de networking com representantes chineses. No total, 20 empresas brasileiras participaram de 60 reuniões durante a rodada de negócios organizada pelo Bank of China na feira. Já o encontro de negócios com a província de Jilin contou com a participação de 40 empresas, 80 representantes chineses e a assinatura de um memorando de entendimento entre a Fiesp e a província. Por fim, 29 empresas brasileiras participaram da rodada de negócios da província de Hunan, em 58 reuniões.

De São Paulo, o diretor executivo do grupo MasterInt, Victor Mellão, foi uma das histórias de sucesso citadas por Roriz. Representante de 11 fornecedores brasileiros, o empresário assinou um memorando de entendimento com a província de Yunnan, localizada na região Sul da China, para exportar US$ 3 milhões até 2020. “Saímos da CIIE com diversas negociações e termos de compromisso. No caso de Yunnan, nossos produtos caíram no gosto do consumidor local, que é conhecido pela valorização da qualidade de vida e consumo de alimentos saudáveis”, explicou.

Na SMartins Projetos Internacionais, representante de cinco marcas brasileiras em Shanghai, a diretora Sara Martins também fechou um contrato US$ 1 milhão por ano em vendas de mel para a companhia Vida Natural. “Nosso acordo nos deixou muito satisfeitos, foi a melhor negociação da história da empresa até o momento, um supersucesso”, comemorou.

Também paulista, a empresa Sabor das Índias fechou um acordo de fornecimento de mais de 600 toneladas de pimenta, de acordo com o diretor comercial Gustavo Aquino. Já a marca santista Café Floresta firmou um contrato com uma cadeia de lojas para venda de café torrado em grão.

A ACS Global, por sua vez, empresa gaúcha especializada em transporte nacional e internacional de cargas, encontrou na China um importante parceiro para o auxílio de clientes brasileiros que queiram ganhar mercado no país. “Já conhecíamos a empresa, mas só nos encontramos pessoalmente em Shanghai. Selamos uma parceria de complementação de serviços envolvendo China, Estados Unidos e Canadá”, explicou o diretor Fabrício Marques da Silva. Esse novo parceiro deve oferecer suporte para serviços de entrega, armazenagem e distribuição, também para e-commerce, segundo Silva. A diretora de Relações com o Mercado da ACS, Ana Klein, contou que muitos negócios brasileiros têm início, mas não são concretizados na China por falta de um parceiro que dê suporte frente às barreiras burocráticas do mercado chinês, principalmente envolvendo registro de marcas.

O presidente do catarinense DOT Digital Group, Luiz Alberto Ferla, também comemorou um acordo para o desenvolvimento de uma plataforma digital de educação à distância para uma instituição chinesa de capacitação em negócios. “Os jovens chineses serão um dos maiores mercados consumidores do mundo nos próximos anos. Como uma empresa de educação e tecnologia quisemos ver de perto esse mercado para traçar a melhor estratégia para a nossa empresa”, disse.

O presidente do Sindicato da Indústria de Panificação e Confeitaria de São Paulo (Sampapão), Antero José Pereira, ficou impressionado com o forte interesse dos chineses por novos produtos. “Não esperava ver o desenvolvimento de um mercado consumidor como vi em Shanghai, sedento por novidades estrangeiras”, afirmou.

Do Sindicato da Indústria de Esquadrias e Construções Metálicas do Estado de São Paulo (Siescomet), o presidente Domingos Moreira Cordeiro frisou o intenso uso da tecnologia entre os chineses, jovens e mais idosos, e a forte organização das províncias chinesas com parceiros internacionais. “As províncias locais trabalham com metas claras de negócios e geração de empregos, cada uma sabe quais seus setores prioritários e países de cobertura”, assinalou.

Para Roberto Imai, diretor titular adjunto do Departamento do Agronegócio (Deagro) da Fiesp e empresário da área de pescados, o Brasil tem muito o que aprender com a organização chinesa. “A feira foi um importante aceno do governo chinês sobre como será a abertura comercial do país ao mundo, pudemos perceber a grandiosidade do mercado consumidor que se apresenta para a indústria brasileira”, completou.

Foco em competitividade

Parceira da Fiesp na missão prospectiva à CIIE, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) defendeu que os empresários brasileiros busquem neste momento pós-feira uma análise madura de seus portfólios, com foco em competitividade. Na avaliação da analista de Política e Indústria da gerência de Serviços de Internacionalização da CNI, Ludmila Carvalho, durante a feira de importação promovida pelo governo da China, os participantes brasileiros tiveram oportunidade de conhecer as principais exigências do mercado chinês. “Não é um mercado fácil, mas agora os empresários podem afinar suas estratégias de internacionalização e se preparar melhor para atender as exigências dos chineses”, afirmou.

Nesta “lição de casa” que deve ser feita, segundo a analista, os empresários deverão checar informações como certificações exigidas pelos chineses, questões tributárias, tipo de embalagem, traduções de documentos e produtos, além do desenvolvimento de ideias, serviços e produtos inovadores que caiam no gosto do mercado chinês. “Existem várias entidades brasileiras ofertando serviços de internacionalização, o importante é estarmos alinhados e trabalharmos de forma conjunta para colocar o empresário no centro desse atendimento, fortalecendo cada vez mais seus processos de internacionalização”, completou.

A Fiesp atuou como federação articuladora das ações brasileiras nesta missão prospectiva, que foi um projeto realizado no âmbito da Rede Brasileira de Centros Internacionais de Negócios (Rede CIN) por meio do convênio da Confederação Nacional da Indústria (CNI) com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), em caráter nacional.

Antes do embarque da delegação, a Fiesp promoveu seminários sobre o ambiente de negócios chinês, os hábitos e tendências de consumo locais, exigências regulatórias e técnicas, alternativas de logística e armazenamento de produtos, moedas utilizadas nas negociações etc.

FONTE: https://bit.ly/2S1TfNv

Acesso em 20/11 às 14h04.

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