Por que franquias precisam de estratégias de EdTech para ter sucesso

A identidade do modelo de negócio de franquia depende da capacidade que o franqueador tem em reproduzir o know-how de um negócio e manter a padronização em todos os processos. Por isso, os treinamentos são parte estratégica no franchising e as ferramentas de educação digital (EdTech) são grandes aliadas, contribuindo diretamente para o sucesso do negócio e da marca.

Veja quatro razões para sua franquia investir em EdTech:

1. É preciso reproduzir o know-how e manter a padronização

A unidade da marca está na essência dos negócios de franchising. Para reproduzir o know-how e garantir a padronização de um modelo, franqueados precisam investir em ferramentas ágeis para disseminar conceitos em grande escala. A educação digital é uma boa solução porque permite escalar cursos e trilhas de conhecimento para um grande número de pessoas. Utilizar um aplicativo para microlearning, baseado em conteúdos objetivos e de fácil acesso, é uma opção para que os franqueados e colaboradores aprendam e reforcem conceitos e regras em pequenas porções diárias.

2. Os colaboradores pertencem às gerações Y e Z

Imediatistas, multitarefas, superconectados e ávidos por inovações. Essas são apenas algumas descrições das gerações Y (nascidos nas décadas de 80 e 90) e Z (a partir de 1997). Eles formam a grande massa de trabalhadores no mercado de franquias. “Para engajar e treinar essas pessoas, é preciso apostar em ferramentas tecnológicas com abordagens envolventes e imersivas, como games, realidade virtual e realidade aumentada. A esse conjunto damos o nome de immersive learning”, explica Luiz Alberto Ferla, CEO e fundador de uma das mais tradicionais EdTechs brasileiras, o DOT digital group.

3. Quanto mais ágil o suporte ao franqueado, melhor

O sucesso de uma franquia é diretamente proporcional ao engajamento do franqueador. O desafio aumenta na medida do crescimento do número de unidades franqueadas. Cabe ao franqueador garantir suporte aos franqueados. Promover a troca de ideias e o compartilhamento de experiências entre os franqueados por meio de ferramentas de social learning ajuda muito a reproduzir o know-how do negócio entre todos os envolvidos – franqueados, franqueadores e colaboradores. Assim, o problema de um franqueado pode ter sido vivenciado por outro, ajudando na busca por uma solução padrão.

4. Rotas devem ser ajustadas com rapidez e em larga escala

O trabalho de um franqueador não termina com a estruturação do modelo de negócio e a transferência de know-how para a rede de franqueados. Altamente competitivo, o mercado de franquias exige olhos abertos de todos para perceber os movimentos dos concorrentes, explorar as possibilidades de crescimento, além de contornar possíveis dificuldades o mais rápido possível. “Ferramentas de EdTech, como plataformas de aprendizagem, ambientes de cursos online, são imprescindíveis para a ajustar a rota, implantar inovações e replicar modelos de forma ágil e simultânea em larga escala”, afirma Ferla.

Clique aqui para conhecer o Insights DOT – Educação digital para franquias.

Esta matéria foi publicada no portal Revista Varejo Brasil.

 

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“O uso intensivo de tecnologia na educação formal é só uma questão de tempo”, diz especialista

Lars Janér será um dos painelistas no Congresso Brasileiro de Tendências e Inovação, que ocorre neste sábado, em Paulínia (SP)

 

Realidade virtual, realidade aumentada, inteligência artificial, games, vídeos e microlearning são tecnologias e metodologias já difundidas na educação corporativa. No ensino formal há alguns cases de escolas brasileiras que utilizam ferramentas digitais em seus projetos pedagógicos, mas ainda são exceções. “Vemos uma mudança de mentalidade em curso. O uso intensivo de tecnologia na educação formal é só uma questão de tempo”, acredita Lars Janér, CCO do DOT digital group, referência em tecnologias para educação no Brasil. O especialista será um dos painelistas do 3º Congresso Brasileiro de Tendências e Inovação, que ocorre neste sábado, 14 de setembro, em Paulínia (SP). 

O evento, realizado pelo Instituto Brasileiro de Formação de Educadores – IBFE, é voltado a educadores, gestores educacionais, docentes e estudantes universitários de cursos de graduação e pós-graduação em educação. Janér é um dos convidados do painel de abertura, Futuro e Tendências na Educação, junto com Eliane El Badouy, especialista em futuro e tendências e Maria Helena Castro, conselheira do Conselho Nacional de Educação e presidente da Comissão de Formação de Professores. “Vamos mostrar como a tecnologia pode ser usada por diferentes perfis de alunos e em diferentes cenários para acelerar o processo de aprendizagem”, adianta Janér. 

O especialista cita o case do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (SENAR) de Goiás que, em agosto passado, começou a usar um simulador na disciplina de Mecanização Agrícola. A solução, desenvolvida pelo DOT, funciona com um computador e um óculos de realidade virtual e simula uma oficina mecânica para tratores agrícolas. No ambiente, são feitos exercícios de manutenção dos sistemas de lubrificação, arrefecimento e filtro de combustível. A ferramenta gera economia de insumos para o Senar, proporciona maior segurança aos alunos ao eliminar riscos de operação e, principalmente, acelera a aprendizagem por meio de uma plataforma imersiva. 

“Aprendemos melhor quando vivenciamos experiências. Por isso, os simuladores e sistemas interativos são grandes tendências”, destaca Janér. De acordo com a IDC, a venda de equipamentos para Realidade Virtual e Realidade Aumentada deve alcançar 65,9 milhões de unidades em 2022. Em 2018 foram 8,9 milhões. A RV faz com que o participante vivencie situações no treinamento e experimente o conteúdo técnico. Na RA, elementos digitais podem ser vistos sobre um ambiente real por meio de dispositivos como a câmera do celular.

A inteligência artificial é outra tendência tecnológica que ainda tem muito espaço para avançar na educação formal. “Por meio dela, é possível esclarecer dúvidas pontuais de forma ágil, dar feedback imediato e acompanhar em tempo real a evolução e o desempenho do aluno”, explica Janér. De acordo com a Gartner, a inteligência artificial será uma das tecnologias mais disruptivas na próxima década, com crescimento de 62% em 2019. 

 

Serviço

III Congresso Brasileiro de Tendências e Inovação na Educação

Data: 14 de setembro de 2019 (sábado)

Horário: 8h às 18h

Local: Theatro Municipal de Paulínia

Av. Pref. José Lozano Araújo, 1551 – Parque Brasil 500, Paulínia

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A aplicação de Inteligência Artificial nas empresas

Estamos vivendo na era da revolução digital, onde todos os dias surgem novos conceitos e tecnologias para movimentar pessoas e negócios. A Inteligência Artificial é uma delas e vem sendo aplicada com frequência! 

Entende-se como Inteligência Artificial o fato de as máquinas conseguirem pensar como seres humanos, aprendendo a raciocinar, analisar e tomar decisões. Situação que ainda preocupa muita gente, por imaginarem que os robôs substituirão pessoas, mas o cenário não é bem esse. 

Pesquisa realizada pela Gartner prevê a criação de empregos relacionados à Inteligência Artificial (AI), chegando a 2 milhões de novos postos de trabalho em 2025.

Svetlana Sicular, Vice-Presidente de Pesquisas do Gartner, afirma que a Inteligência Artificial vai melhorar a produtividade de muitos empregos, eliminando milhões de posições de nível médio e baixo, mas também criará milhões de novas posições de habilidades altamente qualificadas, gerenciamento e até mesmo a variedade de nível de entrada e baixa qualificação.

Embora o mercado de inteligência artificial seja dominado por grandes empresas, os pequenos negócios também podem encontrar oportunidades na criação de novas soluções com a tecnologia, principalmente por meio de startups.

Aplicações de Inteligência Artificial

  • Recomendação de produtos

Sistemas que identificam o perfil do consumidor e indicam produtos que o cliente quer

comprar, mesmo que ele ainda não tenha procurado por isso. Em uma loja de roupas, por

exemplo, a solução pode escanear o corpo do comprador e analisar as melhores opções

de roupas para ele.

  • Divulgação de produtos

Solução que identifica o interesse do consumidor em determinado produto e gera ações

de marketing que fazem com que o produto pesquisado continue aparecendo em outros

sites que esse consumidor navega.

  • Bots que atuam como secretárias

O bot pode agendar reuniões identificando as pessoas envolvidas e os horários disponíveis

na agenda de cada um deles. Esse é um exemplo real da Amy Ingram, bot da empresa

x.ai.

  • Recrutamento e seleção

A inteligência artificial permite que seja feita uma análise aprofundada dos candidatos a

determinada vaga, a fim de identificar aquele que é mais adequado.

  • Bots para atendimento ao cliente

Softwares automatizados que conseguem se comunicar com o cliente, via texto ou via

telefone. Seu aprendizado permite que eles compreendam o contato, interpretem a melhor

maneira de conversar com ele e adaptem a comunicação, por exemplo.

Confira algumas vantagens da utilização de IA nas organizações:

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As EdTechs são a bola da vez

“Até 2030 as maiores empresas na internet serão de educação.” A declaração do futurista Thomas Frey, feita há dois anos, parece ter reverberado no Brasil. As empresas de EdTech (Education Technology) são destaque em mapeamento realizado pela Associação Brasileira de Startups, encabeçando a lista de segmentos com maior número de negócios. São 364 startups (7,8% do total), mas o número está longe de expressar todo o potencial deste mercado. A China que o diga. Só a capital Pequim tem 3.000 EdTechs, segundo levantamento da Native Ventures. “O caminho do Brasil como nação é investir em educação e a tecnologia é uma aliada imprescindível para ganharmos escala”, afirma Luiz Alberto Ferla, fundador e CEO do DOT digital group, referência em EdTech. Na entrevista a seguir, o empresário fala por que acredita que as EdTechs são a bola da vez.

Como você vê o crescimento do mercado de educação e tecnologia?

Luiz Alberto Ferla – Todo o universo digital cresceu muito nos últimos anos. As maiores empresas do mundo, Amazon, Apple, Google, são focadas em tecnologia. Na área de educação também tivemos grande impacto do meio digital. Hoje, todas as grandes instituições de ensino têm EaD. A expectativa é de que no máximo em dois anos o número de alunos fazendo graduação via internet seja maior do que presencialmente. Essa transformação ocorre não apenas no ensino formal, mas também na educação corporativa, com o uso de plataformas tecnológicas para treinamento.

Pesquisa da ABRStartup mostra que existem 364 startups em EdTech no Brasil. É o maior número entre todos os segmentos. As EdTechs são a bola da vez?

Ferla – Eu acredito muito neste mercado. Não poderia ser diferente, pois estou há 23 anos nele. Meu primeiro cliente foi o Instituto Friedrich Naumann, da Alemanha. Em seguida, fiz para o Sebrae Nacional um curso virtual sobre empreendedorismo no final da década de 90, época em que o acesso à internet ainda era discado e para poucos. Mesmo assim, algumas horas depois da divulgação, as 2.500 vagas estavam esgotadas. O potencial do mercado brasileiro é muito grande. Primeiro, porque sempre teremos pessoas ingressando na educação formal, e, segundo, porque cada vez mais as corporações exigem profissionais mais atualizados. 

Como a tecnologia entra nesse processo?

Ferla – Um País como o Brasil, com muitas deficiências na educação, só conseguirá fazer os investimentos necessários e ganhar escala com tecnologia. É a tecnologia que vai ajudar o Brasil a melhorar seu nível educacional e, consequentemente, a produtividade e a competitividade. As grandes potências mundiais são os países que investiram muito em educação. Coreia do Sul e Singapura, que estão se destacando muito hoje, eram mais pobres que o Brasil há 50 anos. Elas se transformaram porque investiram em educação. Esse é o nosso caminho como nação. 

Como você vê esse avanço no meio corporativo?

Ferla – As pessoas que quiserem se posicionar melhor profissionalmente terão que se atualizar constantemente. Da mesma forma, as empresas que buscarem maior competitividade terão que investir na capacitação de seus times. Hoje, temos inúmeras tecnologias que permitem fazer esses treinamentos em grande escala e com alto potencial de engajamento dos colaboradores e com resultados até melhores que os presenciais. 

Os profissionais e os dirigentes do país e das empresas estão conscientes dessa necessidade?

Ferla – Acredito que cada vez mais. É um investimento para sempre e com retorno garantido. A educação não é um produto perecível que deixará de existir. O meio de ensinar pode mudar conforme a tecnologia avança, mas a educação sempre será essencial para o indivíduo, para as empresas e para as nações.

 

 

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A Apple do futuro será uma EdTech

O empresário Luiz Alberto Ferla quer acelerar os negócios e transformar o DOT digital group numa empresa global.

“Vamos colocar um computador em cada mesa de trabalho e em cada lar”. Era meados dos anos 90 quando a célebre frase dita por Bill Gates ao fundar a Microsoft, em 1975, ecoou na mente do então estudante de engenharia e administração Luiz Alberto Ferla. Os computadores pessoais começavam a se popularizar no Brasil e a ideia de todos terem um em casa já não parecia mais um sonho. O Google ainda não existia e a interação na internet se limitava basicamente à troca de emails e mensagens em canais de bate-papo. Mas, os avanços eram exponenciais e muito promissores.

“Em toda minha vida ouvi que o Brasil só seria uma grande nação se investisse em educação. Tive uma visão e pensei: se Bill Gates fizer o que planeja, o futuro da educação e do ensino será pela internet”, recorda Ferla.

Nascia nesse momento a ideia do que um dia seria o DOT digital group, hoje referência em EdTech no Brasil. Com sede em Florianópolis e escritórios em São Paulo, Brasília e Lisboa (Portugal), a empresa tem 300 colaboradores. Em 2018 faturou R$ 50 milhões e planeja crescer 40% em 2019.

Em 22 anos de história, o DOT acumulou um portfólio de clientes com empresas relevantes como Natura, TIVIT, Honda, Banco Santander, World Bank, CNI e CNA. Agora, Ferla quer levar o know-how do DOT em educação digital para o mundo. Em fevereiro, inaugurou uma joint-venture em Lisboa, Portugal, com o objetivo de alcançar a Europa e os demais países de língua portuguesa. O empresário também negocia parcerias para entrar na América Latina, África e Ásia.

“Nossa prioridade é o Brasil, mas o mercado do DOT não é local. Nosso cliente está em qualquer lugar do mundo”, afirma o fundador e CEO do grupo.

História

O primeiro cliente do que viria a se tornar o DOT digital group foi o Sebrae Nacional. Ferla tinha 30 anos e já era graduado em Engenharia de Produção Mecânica pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e Administração de Empresas pela Universidade do Estado de Santa Catarina (ESAG/UDESC), faculdades que fez simultaneamente estudando. Em 1996, o empresário fazia mestrado em Planejamento Estratégico na Engenharia de Produção da UFSC e participava ativamente do laboratório de Ensino à Distância, o primeiro do Brasil.

Junto com seu orientador, Cristiano Cunha, criou o Instituto de Ensino Avançado (IEA) e um núcleo para a elaboração de projetos de ensino à distância (NVA). Apaixonado por empreendedorismo, desenvolveu um curso via internet e ofereceu ao Sebrae Nacional.

“A diretoria achou fantástico e pouco antes do início do curso, às 10 horas da manhã, todas as 2.500 vagas estavam esgotadas. Para aquela época, era um grande feito. Por muito tempo foi uma das maiores experiências de educação empreendedora no mundo, alcançando mais de 2 milhões de pessoas”, orgulha-se o empresário.

Era só o começo de uma série de negócios. Em 2001, Ferla criou a Knowtec, empresa especializada em Inteligência Competitiva. Em 2008, com o avanço das redes sociais, fundou a Talk, agência de marketing digital. Atualmente, são dez empresas. Para abarcá-las, em 2013 foi criada a holding DOT digital group. Nessa altura, Ferla já contava com a experiência de Rubens de Oliveira, COO, e Guilherme Domingos Ferla Junior, CFO do grupo. A atuação do DOT está dividida em 70% dos negócios em EdTech (Education Technology), tanto para ensino formal quanto educação corporativa, e os outros 30% em MarTech (Marketing Technology).

Um dos principais diferenciais do grupo é oferecer soluções completas, de ponta a ponta. A empresa desenvolve plataformas tecnológicas customizadas de acordo com o objetivo do cliente e oferece uma série de serviços como captação e retenção de alunos, diagnóstico e definição da estratégia de ensino; produção de conteúdo em diferentes formatos; consultoria na escolha das tecnologias; tutoria e monitoria. Em 2017, foi finalista no Learning Technologies Awards – Londres, na categoria Melhor Programa de Ensino a Distância do mundo, com o case SENAR e-Tec.

Ferla se autodenomina um otimista pragmático. Desde adolescente faz listas de objetivos para a vida e planeja como alcançá-los. Um deles era ser empresário. Para alcançar, sempre estudou muito e nunca deixou de se aperfeiçoar.

“Vivemos num mundo que pede aprendizagem constante. É um dos motivos de eu acreditar tanto na educação digital. Além da demanda pelo ensino formal, o mercado requer profissionais sempre atualizados e a tecnologia é a única maneira de melhorar o nível educacional brasileiro em grande escala, impactando na competitividade do país.”

Se Bill Gates cumpriu a meta de popularizar o computador, Ferla sabe que ainda tem muito trabalho pela frente para transformar a educação por meio de tecnologias inovadoras e da internet. É esse futuro cheio de oportunidades que motiva o empresário. Ele cita a “profecia” do futurista Thomas Frey, consultor do Institute Da Vinci, para referendar seu otimismo.

“Frey afirma que até 2030, a maior empresa da internet será baseada em educação digital. Se a Apple do futuro será uma EdTech, o DOT estará lá”, afirma Ferla.

 

Entrevista publicada pelo portal NSC total, em 17/07/2019.

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[Na mídia] CEO do DOT é fonte em matéria sobre Maturidade Digital

Índice de maturidade digital 2019

O Brasil tem a quarta maior população on-line do mundo: sete entre dez brasileiros estão conectados e passam, em média, nove horas por dia na web. No entanto, o País é ainda digitalmente imaturo. As habilidades digitais dos talentos são limitadas e pouco impactam na produtividade, empregabilidade e geração de renda. A população acessa ferramentas digitais, mas praticamente não as utiliza para criar porque não temos as competências necessárias. A conclusão é do Índice de Maturidade Digital, elaborado pelo Google e pela consultoria McKinsey.

Veja matéria completa publicada pelo CIO aqui.

Este tema foi notícia também no TI Nordeste

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[Vídeo learning] saiba mais sobre esta estratégia!

Video learning é sim uma grande tendência! A produção, o compartilhamento e a pesquisa de vídeos estão mais fáceis do que nunca. Grande ferramenta de suporte à educação, o vídeo possibilita que os colaboradores tenham acesso aos especialistas com os quais normalmente não contariam. Da mesma forma, especialistas podem compartilhar seus conhecimentos com um contingente maior de pessoas sem ficar reféns da tal “disponibilidade”.

Treinamentos baseados em vídeos learning oferecem ainda maior engajamento, visto que, ao assistir, o colaborador retém 95% da mensagem, contra 10% ao ler a mesma mensagem, e 72% das pessoas preferem vídeo a texto, quando ambos estão disponíveis na mesma página.

A utilização de vídeos:

  • Favorece o aprendizado com especialistas.
  • A transmissão de conteúdo é mais ágil se comparada ao texto.
  • A linguagem visual facilita a compreensão

Por que os vídeos são tendência?

  • Por dia, mais de 500 milhões de horas de vídeos são vistas no YouTube.
  • A quantidade de vídeos enviados à rede em 30 dias é superior à quantidade de vídeos produzidos pelos
    estúdios de TV dos EUA em 30 anos.
  • Em 2019, os vídeos responderão por 80% de todo o tráfego consumido na internet.
  • Mais da metade dos vídeos já é vista pelo smartphone.
  • 92% das pessoas que veem vídeos mobile costumam compartilhá-los com outras pessoas.

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[Opinião] A transformação do turismo também é digital

Capítulo do livro “Brasil – Potência Mundial do Turismo”, editado e organizado por Vinicius Lummertz.

O que há em comum entre uma família do Wisconsin, um jovem casal de Bruxelas e mãe e filha de Taiwan? Provavelmente, a única coisa que os une é o fato de estarem conectados em aplicativos e plataformas de redes sociais.

Essas tecnologias transformaram a forma como as pessoas de qualquer lugar do mundo tomam suas decisões de consumo. E no setor de turismo e viagens não poderia ser diferente. As mudanças são muitas, tanto no perfil e comportamento do consumidor quanto no ecossistema da indústria. Surgiram novas modalidades de operadores, de meios de hospedagem e de locomoção. Novos tipos de serviços e facilidades, novos trâmites e novas demandas de regulamentação.

A começar pelo turista em si. Ele está diferente. É mais influente, mais autônomo e, principalmente, mais exigente.

Segundo a Expedia, uma das maiores operadoras digitais do setor, um turista chega a consultar até 38 sites antes de finalizar sua compra online. Além disso, a opinião de pessoas da rede de relacionamento pessoal passou a ser mais importante que a opinião especializada e mais persuasiva que as peças publicitárias.

Os guias de turismo perderam espaço para centenas de milhões de turistas que usam suas redes sociais para mostrar os atrativos, qualificar hotéis e restaurantes e emitir suas opiniões sobre toda a experiência vivida durante suas viagens e publicando suas hashtags, é claro. Seu público fiel tem laços afetivos, pois, em sua maior parte, são parentes e amigos.

Apesar de a grande maioria das pessoas fazer seu planejamento de viagens online ainda há um percentual considerável que conclui suas compras por meios tradicionais. Na Europa, onde há a maior proporção de reservas online, elas equivalem a 52% do total de agendamentos, segundo dados de 2017 da Organização Mundial de Turismo. Entretanto, a cada ano, há um número crescente de pessoas que se adaptam aos meios digitais e um volume ainda maior de jovens que já nasceram conectados e que ingressam no mercado consumidor e produtivo.

São esses os viajantes que sabem o quanto têm poder. Cada vez menos recorrem a intermediários para encontrar viagens e preços adequados a sua necessidade. Tendência que cresce rapidamente. De acordo com projeções da eMarketer, em 2020, as vendas digitais serão responsáveis por mais de US$ 225 trilhões em viagens na América do Norte, enquanto na América Latina ultrapassará US$ 46,45 trilhões. A curva de crescimento em vendas online a indústria do turismo será de mais de 10% ao ano na América Latina.

Outro fator importante para o crescimento do consumo via ambientes digitais é o aumento da confiança do consumidor em fazer pagamentos online. Mais uma vez, a mudança é reflexo de um novo comportamento, amplificado no setor turístico, em que as barreiras de distância, idioma ou câmbio são mais facilmente transponíveis.

A convergência entre as experiências de viagens online e offline é uma realidade e está estabelecendo uma nova tendência em viajantes, e esta é a direção que a indústria do turismo mundial está tomando.

O fato de mais de 4 bilhões de pessoas terem acesso à internet no mundo torna imperativo que aqueles que procuram impulsionar o turismo, destinos ou empresas estejam presentes no ecossistema digital.

Mercado

Tomando a perspectiva da indústria, o epicentro das transformações ocorreu nas agências de turismo, com o declínio de sua principal fonte de receita: o atendimento aos clientes.

Por mais que o apertar de mãos e os olhos nos olhos ainda sejam indispensáveis para muitos, uma vez que as relações pessoais são tão intrínsecas do ser humano, a tendência é de mudança de comportamento.

Não há outra saída senão a adaptação. As mesmas transformações que minaram as receitas apresentam novas oportunidades com custos mais baixos e potencial de alcance muito superior às lojas de bairros.

O ambiente digital aproxima os clientes de mercados distantes, extrapolando as distâncias geográficas. A adaptação passa por reconhecer interesses pontuais e nuances culturais para explorar nichos ou mercados específicos.

O cenário também se torna favorável para os agentes de viagens que se apresentam como especialistas confiáveis. Os momentos de inspiração são os ideais para apresentar conteúdo e promoções certos. Já é comum encontrar agentes que se mostram como conselheiros de viagens que atendem às necessidades do turista. Basta ir além das passagens aéreas e quartos de hotéis.

Atuar como concierge é também bastante relevante para lidar com clientes corporativos. Uma viagem tranquila, provida por um agente que antecipe necessidades, facilite o transferem um aeroporto movimentado e ainda faça recomendações sobre entretenimento adequado ou jantar para pessoas de negócios, certamente será lembrada pelo serviço diferenciado e valioso.

Por fim, a utilização de tecnologias digitais não é uma novidade para a indústria de turismo e viagens e importantes segmentos estão bastante avançados nesta mentalidade. São os casos das companhias aéreas e de boa parte da cadeia de transporte, bem como de diversos meios de hospedagens, que dispõem de parcerias com operadores 100% digitais.

Perspectivas

Se o turismo é certamente a saída econômica mais viável para qualquer país, esse caminho somente poderá ser trilhado com fundação nos recursos digitais. O custo com o digital é proporcionalmente muito mais baixo que a promoção feita em meios tradicionais.

Além disso, o meio digital possibilita uma análise mais precisa do comportamento dos turistas, pois todas as suas ações são mensuráveis. A análise desses dados é possível a partir do uso de Big Data, que processa e faz cruzamentos e comparações sobre o comportamento e características do público. A resposta dessa análise é mais confiável que as pesquisas de opinião tradicionais, pois são baseadas em ações concretas e no comportamento de consumo dos turistas e não em suas impressões ou tentativas de dar a resposta certa ao entrevistador.

Quanto mais sistemas e processos puderem ser automatizados, mais os negócios poderão se beneficiar das eficiências operacionais e se concentrar na satisfação do cliente. A automação básica agora se estende para vendas e marketing e para o mundo dos consumidores. Valor real será adicionado quando as máquinas puderem aprender com comportamentos e antecipar as necessidades do usuário. Por exemplo, um turista pode perguntar a um dispositivo como estará o tempo antes de partir em uma viagem e um assistente habilitado para o aprendizado fornecerá as informações corretas e, posteriormente, trará a resposta antes que a pergunta seja feita. À medida que as máquinas se tornam mais inteligentes, elas poderão fazer sugestões melhores para as solicitações dos clientes com base nas interações anteriores. É a inteligência artificial a serviço do turismo e do turista!

Os dados coletados de dispositivos equipados com sensores que podem medir, quantificar e interagir entre si ajudarão a entender como seus produtos e serviços são realmente usados, o que irá gerar inovação. O setor de viagens poderá ter benefícios em relação ao planejamento de transportes, pacotes de seguro individualizados e muito mais.

Os recursos de Big Data permitem, graças a sua grande capacidade de processamento, cruzar os dados analisados com fontes externas, como redes sociais e a geolocalização do turista, enviada por um sinal de seu smartphone, ou ainda com os dados de consumo gerados pelas operadoras de cartão de crédito. Com isso, é relativamente simples dividir o público em um grande número de grupos com características comuns, a ponto de gerar uma promoção personalizada e escalável ao mesmo tempo.

O uso de estratégias de gamificação pode potencializar ainda mais essas ações. A técnica utiliza estímulos diversos para que as pessoas tomem atitudes previstas na estratégia e reforcem suas interações com uma aplicação digital. Alguns dos grandes players de turismo no mundo digital usam desse recurso para conseguir depoimentos, avaliações e até fidelidade na compra de serviços por parte de sua audiência.

Outras tecnologias inovadoras devem causar impacto no setor, seja como serviço diferenciado, seja ainda como complemento da experiência do viajante. Wearables são dispositivos conectados usados no corpo. Eles incluem óculos de realidade virtual, rastreadores e relógios inteligentes. Todos já são explorados na indústria de viagens. Por exemplo, o MagicBand da Disney permite que os hóspedes abram as portas do quarto do hotel e façam pagamentos no resort. Pulseiras inteligentes, por sua vez, podem medir a exposição do usuário ao sol e enviar alertas por meio de um aplicativo quando é hora de procurar uma sombra.

A cadeia fica completa quando inserido o pilar da promoção B2B. Enquanto as feiras têm um papel muito importante na geração de negócios e aproximação de buyers e suppliers, o ambiente digital possibilita a criação de uma plataforma que assume o papel de uma feira extemporânea e onipresente.

Se as possibilidades na promoção são vultosas, o estado da arte é atingido quando esses dados são usados para a inteligência de mercado. Uma operadora, um destino, ou um atrativo específico podem valer-se da reunião de todas as amostras deixadas pelos turistas a seu respeito. Terão uma visão rica e completa desde o momento de inspiração e decisão de compra por parte do turista, passando por toda a jornada da viagem em si e chegando ao momento de retorno, quando ele vai, via estímulos, deixar suas impressões e avaliações dos muitos serviços da cadeia produtiva do setor.

Coletivamente, o setor estará servido de inúmeros relatórios de desempenho dos seus diversos nichos, além de estudos econômicos consolidados sobre investimentos e resultados da indústria como um todo, todos fundamentados em dados comprovados, sem a necessidade de recorrer a sondagens e achismos. É um poderoso instrumento à disposição de empresários para a tomada de decisão em suas companhias e de gestores públicos para a formulação de políticas públicas a fim de garantir o desenvolvimento regional e nacional.

O mercado, munido de tantas informações, tem às mãos outro instrumento baseado em tecnologia digital: a capacitação em escala e descentralizada. Independentemente de onde esteja, o trade doméstico e internacional pode ser educado a vender o Brasil e seus aparelhos turísticos a partir do mesmo conteúdo de capacitação e ainda trocar experiências e impressões com colegas das diversas regiões do país.

Tudo isso gera uma base sólida às empresas de turismo e viagens brasileiras para explorarem mercados e nichos de forma segura e capacitada. Para se ter ideia desse potencial, cerca de 57 mil chineses visitaram o Brasil em 2017, enquanto a China enviou mais de 130 milhões viajantes internacionais ao redor do mundo. O país já alcançou o posto de maior mercado emissor do mundo e ainda é inexplorado pelo mercado brasileiro. O uso das tecnologias digitais pode ajudar a quebrar as barreiras de mercados inexplorados e é possível vislumbrar, dessa forma, uma mudança de patamar no contingente atual de turistas estrangeiros que atuam em um único exemplo. Se tomarmos outro exemplo, como os nichos de luxo ou o ecoturismo nos mercados europeus, o impacto ainda pode ser mais positivo na geração de divisas a partir do setor de turismo.

A revolução digital modificou a forma de viver, de viajar e de fazer negócios no mundo. Existe um grande potencial a atingir e uma única certeza: uma família do Wisconsin, um jovem casal de Bruxelas e mãe e filha de Taiwan muito em breve irão decidir e contratar suas viagens via aplicativos e plataformas digitais. E que escolham o Brasil.

Luiz Alberto FerlaCEO DOT digital group

Artigo originalmente publico no Pulses, LinkedIn.

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[Opinião] Mercado global de e-learning cresce

E-learning – “O tempo corre, o tempo é curto: preciso me apressar, mas ao mesmo tempo viver como se esta minha vida fosse eterna”. A escritora Clarice Lispector expressou como poucos a angústia humana de correr contra o tempo e aproveitar cada minuto do dia para dar conta de nossas tarefas infindáveis. A tecnologia é vista por muitos como mais um vilão na correria contra o tempo (perdemos horas na internet), mas acredito que se for bem usada pode nos ajudar muito a não perder tempo. Experimente usá-la para aprender.

 

É um caminho sem volta. Estudo Global Market Insights indica que o mercado global de e-learning (aprendizagem on-line) deve crescer em média 10% ao ano entre 2018 e 2023. Essa evolução se dará tanto por demandas do setor acadêmico, para agregar valor à educação formal, quanto corporativo, com ferramentas de treinamento profissional. A expectativa é de que o volume total desse mercado alcance US$ 286, 6 bilhões em cinco anos. Para termos um parâmetro, em 2010, esse valor era de US$ 32 bilhões.

 

Esse otimismo todo tem uma explicação: a relação custo-eficácia do e-learning é muito positiva. Isso se deve principalmente à flexibilidade que a tecnologia proporciona. Se a lição está num aplicativo de celular, ao alcance das mãos, é possível aprender em casa, no congestionamento, enquanto espera no consultório ou a caminho do trabalho. Os avanços da tecnologia de e-learning também permitem que as pessoas (e mais pessoas, independente de classe social) escolham quando e o que aprender, definindo seus próprios objetivos, com autonomia. A escolha é sua. Aproveite seu tempo.

 

 

Luiz Alberto Ferla, CEO e fundador do DOT digital group

 

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DOT digital group cria joint-venture com grupo de Portugal para conquistar mercado europeu de EdTech

Portugal – Parceria dá início ao processo de internacionalização do grupo, que negocia entrada nos mercados asiáticos e da América Latina

Especialista em EdTech no Brasil, o DOT digital group está pronto para levar sua expertise para o mercado europeu e iniciar seu processo de internacionalização. A empresa criou uma joint-venture com Vantagem+, líder em formação e capacitação profissional em Portugal, com um portfólio de mais de 2 mil cursos presenciais. O DOT | Vantagem+ será oficializado no dia 26 de fevereiro, em um evento na Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa, em Lisboa. Os parceiros serão representados por Rubens Oliveira, diretor de operações do DOT, e  Paulo Gandrita, fundador e diretor geral da Vantagem+.

“Nós estávamos buscando um parceiro para levar nossa tecnologia à Europa e a Vantagem+ queria digitalizar seus cursos. Ambos temos mais de 20 anos de história. Unimos nossos objetivos e experiências e estamos bastante otimistas com a expansão do EdTech brasileiro na Europa”, afirma Luiz Alberto Ferla, CEO e fundador do DOT.

O grupo, que tem sede em Florianópolis, projeta crescimento de 44% e faturamento de R$ 60 milhões em 2019. Neste ano, a empresa também quer chegar à Ásia. Há negociações avançadas para entrar nos mercados da China, Singapura e região.

As soluções de EdTech do DOT chamaram a atenção da Vantagem+. “A formação e a capacitação no mercado corporativo precisa evoluir porque as novas tecnologias mudaram o comportamento das pessoas. As soluções do DOT têm o que buscamos: forte potencial de engajamento do aluno e efetividade na aprendizagem”, comenta o diretor-geral Gandrita.

Além de Portugal, a Vantagem+ está presente em outros países de língua portuguesa como Angola, Moçambique, Cabo Verde, São Tomé e Príncipe e Brasil. O mercado internacional representa acima de 60% do volume de negócios da empresa.

DOT | Vantagem+

Em Lisboa, o DOT | Vantagem+ terá uma equipe responsável pela comercialização das soluções de Edtech no mercado europeu. A joint venture vai focar na venda de soluções de edtech para o portfólio de clientes da Vantagem+ e digitalizar cursos já oferecidos pela empresa portuguesa. Ao mesmo tempo, vai buscar novas oportunidades e desenvolver conteúdos inéditos em plataformas tecnológicas. O desenvolvimento tecnológico dos produtos da joint-venture será feito pela equipe do DOT no Brasil, sediada em Florianópolis. “Temos uma equipe de especialistas em tecnologias para edtech que já conquistou o mercado brasileiro e tem muito know-how para atender novos mercados”, destaca Ferla.

Grandes clientes – O DOT digital group é uma das maiores empresas de educação digital do Brasil. A empresa, criada em 1996, conquistou grandes clientes como Santander, TIVIT, Sicoob, C&A, ENGIE, Natura, Algar Tech, Honda e Tokio Marine. Seus produtos são plataformas, ferramentas, projetos e conteúdos de qualificação profissional e ensino a distância integrando tecnologias inovadoras como gamification, realidade virtual, realidade aumentada, games e simuladores. Um dos diferenciais é oferecer soluções de ponta a ponta, incluindo desde o diagnóstico até o desenvolvimento da solução, além da captação e retenção dos alunos, já que atua nos mercados de EdTech e também de MarTech. Com sede na capital catarinense e escritórios em Brasília, São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Lisboa/Portugal, o DOT tem mais de 300 colaboradores.

 

Evento – a nova empresa DOT | Vantagem+ será anunciada durante um Business Breakfast realizado na Câmara de Comércio de Portugal. Durante o evento, aberto a empresários e executivos convidados da área de educação corporativa, serão apresentadas as oito macrotendências para a formação corporativa: Game Thinking e Gamification, Microlearning, Mobile Learning, Video e Social Learning, Big Data, Inteligência Artificial, Realidade Virtual e Realidade Aumentada, B-Learning.

Business Breakfast

Data: 26/02/2019, das 9h30 às 12h00 – hora Portugal / das 6h30 às 9h00 – hora Brasil

Local: Câmara de Comércio (Rua das Portas de Santo Antão, 89 – 1169-022 Lisboa

Inscrições e mais informações

 

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