[Na mídia] CEO do DOT é fonte em matéria sobre Maturidade Digital

Índice de maturidade digital 2019

O Brasil tem a quarta maior população on-line do mundo: sete entre dez brasileiros estão conectados e passam, em média, nove horas por dia na web. No entanto, o País é ainda digitalmente imaturo. As habilidades digitais dos talentos são limitadas e pouco impactam na produtividade, empregabilidade e geração de renda. A população acessa ferramentas digitais, mas praticamente não as utiliza para criar porque não temos as competências necessárias. A conclusão é do Índice de Maturidade Digital, elaborado pelo Google e pela consultoria McKinsey.

Veja matéria completa publicada pelo CIO aqui.

Este tema foi notícia também no TI Nordeste

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[Vídeo learning] saiba mais sobre esta estratégia!

Video learning é sim uma grande tendência! A produção, o compartilhamento e a pesquisa de vídeos estão mais fáceis do que nunca. Grande ferramenta de suporte à educação, o vídeo possibilita que os colaboradores tenham acesso aos especialistas com os quais normalmente não contariam. Da mesma forma, especialistas podem compartilhar seus conhecimentos com um contingente maior de pessoas sem ficar reféns da tal “disponibilidade”.

Treinamentos baseados em vídeos learning oferecem ainda maior engajamento, visto que, ao assistir, o colaborador retém 95% da mensagem, contra 10% ao ler a mesma mensagem, e 72% das pessoas preferem vídeo a texto, quando ambos estão disponíveis na mesma página.

A utilização de vídeos:

  • Favorece o aprendizado com especialistas.
  • A transmissão de conteúdo é mais ágil se comparada ao texto.
  • A linguagem visual facilita a compreensão

Por que os vídeos são tendência?

  • Por dia, mais de 500 milhões de horas de vídeos são vistas no YouTube.
  • A quantidade de vídeos enviados à rede em 30 dias é superior à quantidade de vídeos produzidos pelos
    estúdios de TV dos EUA em 30 anos.
  • Em 2019, os vídeos responderão por 80% de todo o tráfego consumido na internet.
  • Mais da metade dos vídeos já é vista pelo smartphone.
  • 92% das pessoas que veem vídeos mobile costumam compartilhá-los com outras pessoas.

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[Opinião] A transformação do turismo também é digital

Capítulo do livro “Brasil – Potência Mundial do Turismo”, editado e organizado por Vinicius Lummertz.

O que há em comum entre uma família do Wisconsin, um jovem casal de Bruxelas e mãe e filha de Taiwan? Provavelmente, a única coisa que os une é o fato de estarem conectados em aplicativos e plataformas de redes sociais.

Essas tecnologias transformaram a forma como as pessoas de qualquer lugar do mundo tomam suas decisões de consumo. E no setor de turismo e viagens não poderia ser diferente. As mudanças são muitas, tanto no perfil e comportamento do consumidor quanto no ecossistema da indústria. Surgiram novas modalidades de operadores, de meios de hospedagem e de locomoção. Novos tipos de serviços e facilidades, novos trâmites e novas demandas de regulamentação.

A começar pelo turista em si. Ele está diferente. É mais influente, mais autônomo e, principalmente, mais exigente.

Segundo a Expedia, uma das maiores operadoras digitais do setor, um turista chega a consultar até 38 sites antes de finalizar sua compra online. Além disso, a opinião de pessoas da rede de relacionamento pessoal passou a ser mais importante que a opinião especializada e mais persuasiva que as peças publicitárias.

Os guias de turismo perderam espaço para centenas de milhões de turistas que usam suas redes sociais para mostrar os atrativos, qualificar hotéis e restaurantes e emitir suas opiniões sobre toda a experiência vivida durante suas viagens e publicando suas hashtags, é claro. Seu público fiel tem laços afetivos, pois, em sua maior parte, são parentes e amigos.

Apesar de a grande maioria das pessoas fazer seu planejamento de viagens online ainda há um percentual considerável que conclui suas compras por meios tradicionais. Na Europa, onde há a maior proporção de reservas online, elas equivalem a 52% do total de agendamentos, segundo dados de 2017 da Organização Mundial de Turismo. Entretanto, a cada ano, há um número crescente de pessoas que se adaptam aos meios digitais e um volume ainda maior de jovens que já nasceram conectados e que ingressam no mercado consumidor e produtivo.

São esses os viajantes que sabem o quanto têm poder. Cada vez menos recorrem a intermediários para encontrar viagens e preços adequados a sua necessidade. Tendência que cresce rapidamente. De acordo com projeções da eMarketer, em 2020, as vendas digitais serão responsáveis por mais de US$ 225 trilhões em viagens na América do Norte, enquanto na América Latina ultrapassará US$ 46,45 trilhões. A curva de crescimento em vendas online a indústria do turismo será de mais de 10% ao ano na América Latina.

Outro fator importante para o crescimento do consumo via ambientes digitais é o aumento da confiança do consumidor em fazer pagamentos online. Mais uma vez, a mudança é reflexo de um novo comportamento, amplificado no setor turístico, em que as barreiras de distância, idioma ou câmbio são mais facilmente transponíveis.

A convergência entre as experiências de viagens online e offline é uma realidade e está estabelecendo uma nova tendência em viajantes, e esta é a direção que a indústria do turismo mundial está tomando.

O fato de mais de 4 bilhões de pessoas terem acesso à internet no mundo torna imperativo que aqueles que procuram impulsionar o turismo, destinos ou empresas estejam presentes no ecossistema digital.

Mercado

Tomando a perspectiva da indústria, o epicentro das transformações ocorreu nas agências de turismo, com o declínio de sua principal fonte de receita: o atendimento aos clientes.

Por mais que o apertar de mãos e os olhos nos olhos ainda sejam indispensáveis para muitos, uma vez que as relações pessoais são tão intrínsecas do ser humano, a tendência é de mudança de comportamento.

Não há outra saída senão a adaptação. As mesmas transformações que minaram as receitas apresentam novas oportunidades com custos mais baixos e potencial de alcance muito superior às lojas de bairros.

O ambiente digital aproxima os clientes de mercados distantes, extrapolando as distâncias geográficas. A adaptação passa por reconhecer interesses pontuais e nuances culturais para explorar nichos ou mercados específicos.

O cenário também se torna favorável para os agentes de viagens que se apresentam como especialistas confiáveis. Os momentos de inspiração são os ideais para apresentar conteúdo e promoções certos. Já é comum encontrar agentes que se mostram como conselheiros de viagens que atendem às necessidades do turista. Basta ir além das passagens aéreas e quartos de hotéis.

Atuar como concierge é também bastante relevante para lidar com clientes corporativos. Uma viagem tranquila, provida por um agente que antecipe necessidades, facilite o transferem um aeroporto movimentado e ainda faça recomendações sobre entretenimento adequado ou jantar para pessoas de negócios, certamente será lembrada pelo serviço diferenciado e valioso.

Por fim, a utilização de tecnologias digitais não é uma novidade para a indústria de turismo e viagens e importantes segmentos estão bastante avançados nesta mentalidade. São os casos das companhias aéreas e de boa parte da cadeia de transporte, bem como de diversos meios de hospedagens, que dispõem de parcerias com operadores 100% digitais.

Perspectivas

Se o turismo é certamente a saída econômica mais viável para qualquer país, esse caminho somente poderá ser trilhado com fundação nos recursos digitais. O custo com o digital é proporcionalmente muito mais baixo que a promoção feita em meios tradicionais.

Além disso, o meio digital possibilita uma análise mais precisa do comportamento dos turistas, pois todas as suas ações são mensuráveis. A análise desses dados é possível a partir do uso de Big Data, que processa e faz cruzamentos e comparações sobre o comportamento e características do público. A resposta dessa análise é mais confiável que as pesquisas de opinião tradicionais, pois são baseadas em ações concretas e no comportamento de consumo dos turistas e não em suas impressões ou tentativas de dar a resposta certa ao entrevistador.

Quanto mais sistemas e processos puderem ser automatizados, mais os negócios poderão se beneficiar das eficiências operacionais e se concentrar na satisfação do cliente. A automação básica agora se estende para vendas e marketing e para o mundo dos consumidores. Valor real será adicionado quando as máquinas puderem aprender com comportamentos e antecipar as necessidades do usuário. Por exemplo, um turista pode perguntar a um dispositivo como estará o tempo antes de partir em uma viagem e um assistente habilitado para o aprendizado fornecerá as informações corretas e, posteriormente, trará a resposta antes que a pergunta seja feita. À medida que as máquinas se tornam mais inteligentes, elas poderão fazer sugestões melhores para as solicitações dos clientes com base nas interações anteriores. É a inteligência artificial a serviço do turismo e do turista!

Os dados coletados de dispositivos equipados com sensores que podem medir, quantificar e interagir entre si ajudarão a entender como seus produtos e serviços são realmente usados, o que irá gerar inovação. O setor de viagens poderá ter benefícios em relação ao planejamento de transportes, pacotes de seguro individualizados e muito mais.

Os recursos de Big Data permitem, graças a sua grande capacidade de processamento, cruzar os dados analisados com fontes externas, como redes sociais e a geolocalização do turista, enviada por um sinal de seu smartphone, ou ainda com os dados de consumo gerados pelas operadoras de cartão de crédito. Com isso, é relativamente simples dividir o público em um grande número de grupos com características comuns, a ponto de gerar uma promoção personalizada e escalável ao mesmo tempo.

O uso de estratégias de gamificação pode potencializar ainda mais essas ações. A técnica utiliza estímulos diversos para que as pessoas tomem atitudes previstas na estratégia e reforcem suas interações com uma aplicação digital. Alguns dos grandes players de turismo no mundo digital usam desse recurso para conseguir depoimentos, avaliações e até fidelidade na compra de serviços por parte de sua audiência.

Outras tecnologias inovadoras devem causar impacto no setor, seja como serviço diferenciado, seja ainda como complemento da experiência do viajante. Wearables são dispositivos conectados usados no corpo. Eles incluem óculos de realidade virtual, rastreadores e relógios inteligentes. Todos já são explorados na indústria de viagens. Por exemplo, o MagicBand da Disney permite que os hóspedes abram as portas do quarto do hotel e façam pagamentos no resort. Pulseiras inteligentes, por sua vez, podem medir a exposição do usuário ao sol e enviar alertas por meio de um aplicativo quando é hora de procurar uma sombra.

A cadeia fica completa quando inserido o pilar da promoção B2B. Enquanto as feiras têm um papel muito importante na geração de negócios e aproximação de buyers e suppliers, o ambiente digital possibilita a criação de uma plataforma que assume o papel de uma feira extemporânea e onipresente.

Se as possibilidades na promoção são vultosas, o estado da arte é atingido quando esses dados são usados para a inteligência de mercado. Uma operadora, um destino, ou um atrativo específico podem valer-se da reunião de todas as amostras deixadas pelos turistas a seu respeito. Terão uma visão rica e completa desde o momento de inspiração e decisão de compra por parte do turista, passando por toda a jornada da viagem em si e chegando ao momento de retorno, quando ele vai, via estímulos, deixar suas impressões e avaliações dos muitos serviços da cadeia produtiva do setor.

Coletivamente, o setor estará servido de inúmeros relatórios de desempenho dos seus diversos nichos, além de estudos econômicos consolidados sobre investimentos e resultados da indústria como um todo, todos fundamentados em dados comprovados, sem a necessidade de recorrer a sondagens e achismos. É um poderoso instrumento à disposição de empresários para a tomada de decisão em suas companhias e de gestores públicos para a formulação de políticas públicas a fim de garantir o desenvolvimento regional e nacional.

O mercado, munido de tantas informações, tem às mãos outro instrumento baseado em tecnologia digital: a capacitação em escala e descentralizada. Independentemente de onde esteja, o trade doméstico e internacional pode ser educado a vender o Brasil e seus aparelhos turísticos a partir do mesmo conteúdo de capacitação e ainda trocar experiências e impressões com colegas das diversas regiões do país.

Tudo isso gera uma base sólida às empresas de turismo e viagens brasileiras para explorarem mercados e nichos de forma segura e capacitada. Para se ter ideia desse potencial, cerca de 57 mil chineses visitaram o Brasil em 2017, enquanto a China enviou mais de 130 milhões viajantes internacionais ao redor do mundo. O país já alcançou o posto de maior mercado emissor do mundo e ainda é inexplorado pelo mercado brasileiro. O uso das tecnologias digitais pode ajudar a quebrar as barreiras de mercados inexplorados e é possível vislumbrar, dessa forma, uma mudança de patamar no contingente atual de turistas estrangeiros que atuam em um único exemplo. Se tomarmos outro exemplo, como os nichos de luxo ou o ecoturismo nos mercados europeus, o impacto ainda pode ser mais positivo na geração de divisas a partir do setor de turismo.

A revolução digital modificou a forma de viver, de viajar e de fazer negócios no mundo. Existe um grande potencial a atingir e uma única certeza: uma família do Wisconsin, um jovem casal de Bruxelas e mãe e filha de Taiwan muito em breve irão decidir e contratar suas viagens via aplicativos e plataformas digitais. E que escolham o Brasil.

Luiz Alberto FerlaCEO DOT digital group

Artigo originalmente publico no Pulses, LinkedIn.

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[Opinião] Mercado global de e-learning cresce

E-learning – “O tempo corre, o tempo é curto: preciso me apressar, mas ao mesmo tempo viver como se esta minha vida fosse eterna”. A escritora Clarice Lispector expressou como poucos a angústia humana de correr contra o tempo e aproveitar cada minuto do dia para dar conta de nossas tarefas infindáveis. A tecnologia é vista por muitos como mais um vilão na correria contra o tempo (perdemos horas na internet), mas acredito que se for bem usada pode nos ajudar muito a não perder tempo. Experimente usá-la para aprender.

 

É um caminho sem volta. Estudo Global Market Insights indica que o mercado global de e-learning (aprendizagem on-line) deve crescer em média 10% ao ano entre 2018 e 2023. Essa evolução se dará tanto por demandas do setor acadêmico, para agregar valor à educação formal, quanto corporativo, com ferramentas de treinamento profissional. A expectativa é de que o volume total desse mercado alcance US$ 286, 6 bilhões em cinco anos. Para termos um parâmetro, em 2010, esse valor era de US$ 32 bilhões.

 

Esse otimismo todo tem uma explicação: a relação custo-eficácia do e-learning é muito positiva. Isso se deve principalmente à flexibilidade que a tecnologia proporciona. Se a lição está num aplicativo de celular, ao alcance das mãos, é possível aprender em casa, no congestionamento, enquanto espera no consultório ou a caminho do trabalho. Os avanços da tecnologia de e-learning também permitem que as pessoas (e mais pessoas, independente de classe social) escolham quando e o que aprender, definindo seus próprios objetivos, com autonomia. A escolha é sua. Aproveite seu tempo.

Luiz Alberto Ferla, CEO e fundador do DOT digital group

 

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DOT digital group cria joint-venture com grupo de Portugal para conquistar mercado europeu de EdTech

Portugal – Parceria dá início ao processo de internacionalização do grupo, que negocia entrada nos mercados asiáticos e da América Latina

Especialista em EdTech no Brasil, o DOT digital group está pronto para levar sua expertise para o mercado europeu e iniciar seu processo de internacionalização. A empresa criou uma joint-venture com Vantagem+, líder em formação e capacitação profissional em Portugal, com um portfólio de mais de 2 mil cursos presenciais. O DOT | Vantagem+ será oficializado no dia 26 de fevereiro, em um evento na Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa, em Lisboa. Os parceiros serão representados por Rubens Oliveira, diretor de operações do DOT, e  Paulo Gandrita, fundador e diretor geral da Vantagem+.

“Nós estávamos buscando um parceiro para levar nossa tecnologia à Europa e a Vantagem+ queria digitalizar seus cursos. Ambos temos mais de 20 anos de história. Unimos nossos objetivos e experiências e estamos bastante otimistas com a expansão do EdTech brasileiro na Europa”, afirma Luiz Alberto Ferla, CEO e fundador do DOT.

O grupo, que tem sede em Florianópolis, projeta crescimento de 44% e faturamento de R$ 60 milhões em 2019. Neste ano, a empresa também quer chegar à Ásia. Há negociações avançadas para entrar nos mercados da China, Singapura e região.

As soluções de EdTech do DOT chamaram a atenção da Vantagem+. “A formação e a capacitação no mercado corporativo precisa evoluir porque as novas tecnologias mudaram o comportamento das pessoas. As soluções do DOT têm o que buscamos: forte potencial de engajamento do aluno e efetividade na aprendizagem”, comenta o diretor-geral Gandrita.

Além de Portugal, a Vantagem+ está presente em outros países de língua portuguesa como Angola, Moçambique, Cabo Verde, São Tomé e Príncipe e Brasil. O mercado internacional representa acima de 60% do volume de negócios da empresa.

DOT | Vantagem+

Em Lisboa, o DOT | Vantagem+ terá uma equipe responsável pela comercialização das soluções de Edtech no mercado europeu. A joint venture vai focar na venda de soluções de edtech para o portfólio de clientes da Vantagem+ e digitalizar cursos já oferecidos pela empresa portuguesa. Ao mesmo tempo, vai buscar novas oportunidades e desenvolver conteúdos inéditos em plataformas tecnológicas. O desenvolvimento tecnológico dos produtos da joint-venture será feito pela equipe do DOT no Brasil, sediada em Florianópolis. “Temos uma equipe de especialistas em tecnologias para edtech que já conquistou o mercado brasileiro e tem muito know-how para atender novos mercados”, destaca Ferla.

Grandes clientes – O DOT digital group é uma das maiores empresas de educação digital do Brasil. A empresa, criada em 1996, conquistou grandes clientes como Santander, TIVIT, Sicoob, C&A, ENGIE, Natura, Algar Tech, Honda e Tokio Marine. Seus produtos são plataformas, ferramentas, projetos e conteúdos de qualificação profissional e ensino a distância integrando tecnologias inovadoras como gamification, realidade virtual, realidade aumentada, games e simuladores. Um dos diferenciais é oferecer soluções de ponta a ponta, incluindo desde o diagnóstico até o desenvolvimento da solução, além da captação e retenção dos alunos, já que atua nos mercados de EdTech e também de MarTech. Com sede na capital catarinense e escritórios em Brasília, São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Lisboa/Portugal, o DOT tem mais de 300 colaboradores.

 

Evento – a nova empresa DOT | Vantagem+ será anunciada durante um Business Breakfast realizado na Câmara de Comércio de Portugal. Durante o evento, aberto a empresários e executivos convidados da área de educação corporativa, serão apresentadas as oito macrotendências para a formação corporativa: Game Thinking e Gamification, Microlearning, Mobile Learning, Video e Social Learning, Big Data, Inteligência Artificial, Realidade Virtual e Realidade Aumentada, B-Learning.

Business Breakfast

Data: 26/02/2019, das 9h30 às 12h00 – hora Portugal / das 6h30 às 9h00 – hora Brasil

Local: Câmara de Comércio (Rua das Portas de Santo Antão, 89 – 1169-022 Lisboa

Inscrições e mais informações

 

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[Na Mídia] DOT digital group tem operação em Portugal

O DOT Digital Group, fornecedor de tecnologia para os segmentos de educação e marketing, aposta na internacionalização como um dos pilares para crescimento em 2019.

A empresa tem uma operação em Portugal, iniciada a partir de uma parceria em 2018, e negocia a entrada no mercado chinês pelo mesmo modelo.

Em Lisboa, a companhia conta com um escritório com equipe comercial. Na China, o objetivo é iniciar a operação com um parceiro em março deste ano.

Para trabalhar o novo mercado, Luiz Alberto Ferla, CEO e fundador do DOT Digital Group, participou, em Xangai, da Exposição Internacional de Importações no mês de novembro.

“Já temos clientes na América Latina, na Inglaterra e em Portugal, onde estruturamos uma filial para atender a Europa”, relata Ferla.

O principal foco da empresa são soluções de tecnologia para o setor de educação.

Hoje, o carro-chefe da empresa é o StudiOn, um LMS (sistema de gestão de aprendizado, da sigla em inglês) oferecido no modelo de software como serviço.

“O sistema é o mais moderno do mercado por ser modular, funcionar totalmente no modelo mobile e ser gamificado. O sistema é multi-idiomas e conta com um e-commerce integrado”, destaca Ferla.

Além de desenvolver plataformas customizadas, a empresa oferece serviços de captação e retenção de alunos; diagnóstico e definição da estratégia de ensino; produção de conteúdo em diferentes formatos, como vídeos, e-books, games, quizzes e infográficos; consultoria na escolha de tecnologia e acompanhamento online do usuário com central de tutoria e monitoria.

“A educação será cada vez mais portátil, personalizada e onipresente. A aprendizagem estará nas mãos dos alunos, que terão o controle sobre o quê, quando, onde e como aprender. A tecnologia possibilita capacitar em larga escala e acompanhar o engajamento e desempenho em tempo real”, destaca o empresário.

O DOT também atua na área de marketing, com foco especialmente em soluções para monitoramento de redes sociais e construção de estratégia de comunicação digital.

Com sede em Florianópolis, o DOT Digital Group atende cerca de 30 clientes, entre eles Honda, Natura, TIVIT, Copel, C&A, Santander, Algar Tech e Sebrae/SC.

A companhia tem unidades em Brasília, São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte, somando cerca de 200 colaboradores diretos.

*Conteúdo publicado originalmente em Baguete. Acesso 22/01 às 19h.

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5 insights sobre educação corporativa para inovar em 2019

2019 está batendo à porta: como você receberá o ano novo? Esteja preparado para aplicar a melhor estratégia de educação corporativa para o seu negócio e potencializar os resultados! Como? Confira 5 insights que poderão contribuir para o desenvolvimento do seu planejamento. Quem sabe aqui você não encontra a peça que faltava para completar esse quebra-cabeças.

1- Gamification

Gamification é a tendência número 1 para educação corporativa em 2019. Estudos indicam que essa é a tecnologia que os profissionais de RH e educação vão investir com mais força até 2020.

Quais as vantagens de usá-las em sua estratégia?

  • Aumenta o engajamento, a determinação e a produtividade;
  • Facilita o atingimento de metas e objetivos;
  • Torna a capacitação mais atrativa.

2- Microlearning

Com a atribulação diária de afazeres, temos cada vez menos tempo. Por isso, apostar em microlearning pode ser a saída para otimizar o tempo de seus colaboradores.

O microlearning busca transmitir conteúdos em um curto período de tempo, por meio de pílulas de aprendizagem. Assim, a absorção do conhecimento torna-se mais efetiva e flexível, possibilitando capacitar-se no decorrer do dia de trabalho.

Tire suas principais dúvidas com a nossa Consultora Educacional em vídeos de apenas 40 segundos! Clique aqui.

3- Mobile Learning

Um smartphone: esse é o equipamento necessário para que o profissional estude onde e quando quiser todos os conteúdos. Complemento ideal para o ensino híbrido, que hoje é a base da educação corporativa, fica difícil falar em estratégias de capacitação sem incluir também o mobile.

Força de vendas em campo

Para treinar a força de vendas do seu negócio, muitas vezes pode ser complicado optar por treinamentos presenciais, uma vez que os integrantes da equipe estão sempre em trânsito ou distante da sede da empresa. A educação mobile pode ser a solução.

4- Video Learning

Treinamentos em vídeo oferecem ainda maior engajamento, visto que, ao assistir,  o colaborador retém 95% da mensagem, contra 10% ao ler a mesma mensagem, e 72% das pessoas preferem vídeo a texto, quando ambos estão disponíveis na mesma página.

Tem mais benefícios:

  • Favorece o aprendizado com especialistas;
  • A transmissão de conteúdo é mais ágil se comparada ao texto;
  • A linguagem visual facilita a compreensão.

5- Experiências imersivas

Uma das grandes dificuldades das empresas é contar com toda a infraestrutura segura necessária para capacitação. Além de dispendiosos, muitos materiais são difíceis de transportar, impossibilitando que o mesmo conteúdo ganhe escala territorial. Alguns temas demandam, ainda, materiais específicos de difícil acesso, mas a tecnologia pode ajudar. Realidade virtual e realidade aumentada podem ser a solução.

Como benefícios, podemos citar:

  • Foco na execução de tarefas  e tomada de decisões;
  • Observação detalhada de elementos projetados digitalmente;
  • Educação com baixo custo  de execução;
  • O mesmo treinamento pode ser aplicado em diferentes lugares.

Saiba mais sobre como a RV e a RA podem transformar a educação corporativa. Baixe o ebook.

Pronto para inovar e aperfeiçoar sua estratégia para o próximo ano? Confira detalhadamente cada tendência citada acima  – e muito mais – em nosso ebook As 7 megatendências para educação corporativa em 2019.

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(Português) O que é Game Thinking

Você com certeza já ouviu falar em gamification, certo? E Game Thinking, você conhece esse termo?

Quando a gamification foi oficialmente inventada, pouco mais de 20 anos atrás, seu propósito era engajar consumidores em um contexto de marketing digital. Muita coisa mudou desde então. A abordagem cresceu. Surgiram aplicações em educação escolar, saúde, esportes, segurança de dados, transporte, entre outras. Também foi evidenciado que não dá para dissociar gamification de outras abordagens com as quais ela parece muito: games, simuladores, playful design; e não dá para conceber soluções em gamification sem pensar em tecnologias como Realidade Virtual e a Realidade Aumentada.

Pois bem, todas essas aprendizagens de décadas se integram em um conceito: Game Thinking.

A definição de Game Thinking por especialistas

Amy Jo Kim, consultora empresarial, diz em seu canal no YouTube que Game Thinking é “aquilo que Gamification quer ser quando crescer”. Kim apresenta uma forma de integrar gamification com a disciplina produtiva do desenvolvimento ágil e a capacidade de inovação estratégica do Design Thinking. Para Kim, o que a gamification quer ser quando crescer é esse método de criar inovações de sucesso de uma maneira lúdica.game thinking

Já Andrzej Marczewski, importante especialista em Gamification, apresenta Game Thinking como a integração de todas as abordagens relacionadas a Game Design: game thinking

Marczewski explica que fazer Game Thinking é dispor de uma caixa cheia de ferramentas no início de cada projeto e tomar aquelas de que realmente precisa em seguida. Ao iniciar um projeto, pode não estar muito clara ainda qual abordagem é a melhor, isto é, se é um jogo, um simulador, ou gamification, mas o profissional de Game Thinking, versátil, está preparado para se adaptar às necessidades que surgirem.

game thinking

Game Thinking – opção mais robusta e completa

Como já sabemos, Gamification veio, firmou seu lugar, cresceu e sua importância virou senso comum no mundo corporativo. Cresceu tanto que se integrou com outros gigantes do mundo dos negócios: agile, Lean UX, simuladores, realidade virtual etc. Não dá mais para pensar em soluções em Gamification apartadas dessas outras realidades.

Por isso, quando falamos em Game Thinking, tratamos de um universo ainda maior de estratégias baseadas em jogos e comportamentos. Uma estratégia que trabalha com um framework mais completo de soluções que podem ser usadas conjunta ou separadamente. E para que tudo isso funcione a equipe que desenvolve soluções game-liked deve antes de tudo ser interdisciplinar, e com isso conseguir fazer uso da grande variedade de abordagens, métodos e técnicas disponíveis quando o assunto é gerar transformações comportamentais.

Agora que você já sabe o conceito de Game Thinking, conheça o que o DOT digital group vem realizando nessa área.

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[Videocase] TIVIT investe em Realidade Aumentada para capacitar força de vendas

A necessidade de oferecer um conteúdo mais atrativo e que engaje os profissionais do time de vendas levou a TIVIT, líder em serviços integrados de tecnologia na América Latina, a investir em tecnologias como a realidade aumentada para capacitar a força de vendas.

“Nosso programa de desenvolvimento vem apoiar o negócio nos desafios da empresa para quem a gente possa  continuar gerando negócio, trazendo valor para a companhia”.

Veja o depoimento da Talita Aguiar, Supervisora de desenvolvimento organizacional TIVIT, sobre este case DOT digital group.

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DOT digital group participa de Programa de Crescimento 10x

O 10x é um programa de crescimento criado pela IXL Center, líder global no desenvolvimento de capacidades e competências de empresas e instituições. O programa o potencializa a trajetória de crescimento das empresas participantes em 10 vezes, fomentando à criação de um ecossistema de negócios mais energizado e com alto potencial de desenvolvimento, além de acelerar o crescimento do faturamento das organizações.

A IXL possui uma metologia testada, globalmente, em diversas empresas, com depoimentos de sucesso espalhados pelo mundo inteiro. O programa avança com uma série de workshops, webinars e sessões de coaching para que o desenvolvimento de uma ideia chegue na sua comercialização em, apenas, 5 meses.

Santa Catarina está sendo palco do primeiro 10x realizado no Brasil e como resultado desses, quase 5 meses de trabalho e dedicação, empresas de todo o Sul estarão apresentando seus projetos, produtos e serviços numa Feira de Inovação que marca o encerramento do programa. O DOT digital group participa deste momento com dois times, que levarão propostas de negócios inovadoras.

O DOT promove a cultura da inovação continuamente. No nosso mercado, cada vez mais competitivo, a inovação muitas vezes está em mudança de processos e facilidades de uso em plataformas e apps. Trabalhamos diariamente para que todos os nossos colaboradores façam parte desta cultura, afirmou Luiz Alberto Ferla, CEO e fundador do DOT digital group.

O evento acontecerá no LinkLab da ACATE no dia 6 de dezembro das 18 às 20 horas.

Confira mais sobre este programa!

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