[Na mídia] Empresário defende criação de “marca e identidade fortes” para o Brasil se “vender” ao mundo

Brasília – O Brasil precisa mudar a projeção de sua imagem externa deixando de ser apenas o país do café, do futebol e do Carnaval e construir uma marca “forte” e uma “identidade” que reflita a essência de um país grandioso, capaz de produzir uma vasta pluralidade de produtos e que permita ao país explorar aquilo que tem de melhor. Esta é a opinião de Luiz  Alberto Ferla, fundador e CEO do DOT digital group, uma das principais empresas brasileiras nas áreas de EdTech (Education Technology) e MarTech (Marketing Technology) e que participou no início do mês em Xangai da Exposição Internacional de Importações (CIIE em inglês).

Na visão de Luiz Alberto Ferla, “hoje mais que nunca é preciso reforçar a marca Brasil. Podemos continuar sendo vistos externamente como um país dotado de uma natureza exuberante, que tem uma ampla diversidade de produtos naturais para oferecer ao mundo e que é também um país da alegria, com seu futebol, sua música, sua arte. Mas é preciso mostrar que somos muito mais”.

Ao participar da CIIE, o empresário constatou que um grande número de países procurou se apresentar na feira internacional de forma mais abrangente, ainda que sejam fortes individualmente em alguns produtos ou serviços: “em minha opinião, o Brasil teve uma excelente participação nessa Exposição, graças ao apoio prestado às empresas participantes pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) mas ficou faltando o país se apresentar com uma identidade e uma marca próprias. Deixamos de mostrar a essência do Brasil, aquilo que  temos de melhor e a partir dessa identidade, dessa marca nacional, apresentar os nossos produtos”.

Luiz Alberto Ferla (fundador e CEO do DOT digital group)

Luiz Alberto Ferla amplia seu raciocínio lembrando que “todo mundo vê o Brasil como um país líder na produção e exportação de café. Nós deveríamos ter muito mais projeção nesse setor e não apenas através do café. A venda do café pode ser aliada às exportações de produtos complementares, como máquinas de café, açúcar, leite, mel, produtos que acompanham o café”.

Na opinião do empresário que tem ampla visão e conhecimento do mundo globalizado e que realiza notável esforço para internacionalizar o DOT digital group, “está faltando reforçar a marca Brasil. Nosso país tem que ser visto como um país com uma natureza exuberante, que tem uma ampla diversidade de produtos naturais a oferecer ao mundo, mas que é também um país da alegria, com seu futebol, sua música, sua arte. Acho que essa identidade  é que está faltando e em Xangai tive a oportunidade de ver muitos países se apresentando na CIIE através de uma marca e identidade próprias. Então, o que falta é mostrar a essência do Brasil, o que nós temos de melhor e atrás disso apresentar os nossos produtos. Por exemplo: café do Brasil. Todo mundo vê o Brasil como um país que tem café. Então nós deveríamos ter muito mais projeção., mas não só pelo café. Depois que colocar o café vem os produtos complementares como máquinas de café, açúcar, leite, mel, produtos que acompanham o café. Com isso agrega-se uma série de produtos que a indústria brasileira produz e pode exportar”.

O que vale para o café também se aplica, na visão do CEO do DOT digital group, ao futebol: “o mundo ama o futebol do Brasil. Então deveríamos falar do futebol através de uma abordagem que envolva o futebol não apenas como esporte, mas sobretudo como um grande negócio. Nesse contexto, é preciso falar sobre escolinhas de futebol, produtos complementares como bolas, chuteiras, luvas, uniformes, agasalhos, jogos eletrônicos, cervejas e outras bebidas, como a internacionalmente apreciada caipirinha e o churrasco, que combinam com o futebol. Ou seja, o futebol seria a porta de entrada para a exportação de uma ampla gama de produtos complementares e que o mundo inteiro consome em grande escala”.

O raciocínio também se aplicaria à música e à indústria áudiovisual, segundo Luiz Alberto Ferla: “temos grandes nomes da música internacional, intérpretes e compositores como Vinícius de Moraes, Tom Jobim, Toquinho, Caetano Veloso, Chico Buarque. Deveríamos explorar os canais abertos por talentos dessa magnitude para buscar mercados externos para produtos que acompanham a música, tais como roupas, bebidas, instrumentos musicais. Situação semelhante é vista em relação à questão ambiental. Não devemos nos limitar a expor ao mundo o que temos de melhor em nossa fauna e flora da Amazônia. Precisamos expandir as vendas dos produtos naturais que o mundo tanto aprecia e dos quais o Brasil possui uma diversidade única e incomparável”.

Ao finalizar, o empresário reforçou a tese de que “precisamos deixar de falar apenas do Brasil futebol, do Brasil do café, da música ou da Amazônia, do Brasil do mono-produto e construir uma marca e identidade que mostrem ao mundo a essência do nosso país, passando a apresentá-lo através da cadeia produtiva nacional em tecnologia, educação, filmes, jogos e muito mais”.

*Matéria publicada originalmente em Comex do Brasil 

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[Na mídia] Delegação empresarial da FIESP e do CIESP faz balanço de missão à China

*Por Mayara Baggio, Agência Indusnet Fiesp

Após dez intensos dias de atividades e prospecção de negócios em uma das cidades mais influentes da China, Shanghai, a maior delegação de empresários da história da Fiesp e do Ciesp à China fez um balanço da missão à primeira feira com foco em importação de produtos do país, a China Internacional Import Expo (CIIE).

Segundo estimativas do governo chinês, a feira somou US$ 57,8 bilhões em negócios, 3.617 empresas expositoras de 172 países ou regiões, 570 produtos, tecnologia e serviços apresentados, além de 800 mil visitantes, entre compradores e público externo.

O 2º vice-presidente da Fiesp e chefe da comitiva, José Ricardo Roriz, considerou a CIIE um marco para as relações comerciais entre Brasil e China, além de uma importante oportunidade para que o país se apresente aos chineses e ao mundo como um fornecedor de produtos de maior valor agregado. “A China já é o maior parceiro comercial dos brasileiros, temos agora que diminuir a distância cultural entre os dois países. Dificilmente encontraremos um mercado tão complementar ao Brasil quanto a China”, defendeu. Roriz contou ainda que muitos empresários fecharam acordos de intenção e prospectaram novos clientes durante a missão.

Além do direcionamento à prospecção de mercado, a agenda proporcionou aos empresários diferentes momentos de networking com representantes chineses. No total, 20 empresas brasileiras participaram de 60 reuniões durante a rodada de negócios organizada pelo Bank of China na feira. Já o encontro de negócios com a província de Jilin contou com a participação de 40 empresas, 80 representantes chineses e a assinatura de um memorando de entendimento entre a Fiesp e a província. Por fim, 29 empresas brasileiras participaram da rodada de negócios da província de Hunan, em 58 reuniões.

De São Paulo, o diretor executivo do grupo MasterInt, Victor Mellão, foi uma das histórias de sucesso citadas por Roriz. Representante de 11 fornecedores brasileiros, o empresário assinou um memorando de entendimento com a província de Yunnan, localizada na região Sul da China, para exportar US$ 3 milhões até 2020. “Saímos da CIIE com diversas negociações e termos de compromisso. No caso de Yunnan, nossos produtos caíram no gosto do consumidor local, que é conhecido pela valorização da qualidade de vida e consumo de alimentos saudáveis”, explicou.

Na SMartins Projetos Internacionais, representante de cinco marcas brasileiras em Shanghai, a diretora Sara Martins também fechou um contrato US$ 1 milhão por ano em vendas de mel para a companhia Vida Natural. “Nosso acordo nos deixou muito satisfeitos, foi a melhor negociação da história da empresa até o momento, um supersucesso”, comemorou.

Também paulista, a empresa Sabor das Índias fechou um acordo de fornecimento de mais de 600 toneladas de pimenta, de acordo com o diretor comercial Gustavo Aquino. Já a marca santista Café Floresta firmou um contrato com uma cadeia de lojas para venda de café torrado em grão.

A ACS Global, por sua vez, empresa gaúcha especializada em transporte nacional e internacional de cargas, encontrou na China um importante parceiro para o auxílio de clientes brasileiros que queiram ganhar mercado no país. “Já conhecíamos a empresa, mas só nos encontramos pessoalmente em Shanghai. Selamos uma parceria de complementação de serviços envolvendo China, Estados Unidos e Canadá”, explicou o diretor Fabrício Marques da Silva. Esse novo parceiro deve oferecer suporte para serviços de entrega, armazenagem e distribuição, também para e-commerce, segundo Silva. A diretora de Relações com o Mercado da ACS, Ana Klein, contou que muitos negócios brasileiros têm início, mas não são concretizados na China por falta de um parceiro que dê suporte frente às barreiras burocráticas do mercado chinês, principalmente envolvendo registro de marcas.

O presidente do catarinense DOT Digital Group, Luiz Alberto Ferla, também comemorou um acordo para o desenvolvimento de uma plataforma digital de educação à distância para uma instituição chinesa de capacitação em negócios. “Os jovens chineses serão um dos maiores mercados consumidores do mundo nos próximos anos. Como uma empresa de educação e tecnologia quisemos ver de perto esse mercado para traçar a melhor estratégia para a nossa empresa”, disse.

O presidente do Sindicato da Indústria de Panificação e Confeitaria de São Paulo (Sampapão), Antero José Pereira, ficou impressionado com o forte interesse dos chineses por novos produtos. “Não esperava ver o desenvolvimento de um mercado consumidor como vi em Shanghai, sedento por novidades estrangeiras”, afirmou.

Do Sindicato da Indústria de Esquadrias e Construções Metálicas do Estado de São Paulo (Siescomet), o presidente Domingos Moreira Cordeiro frisou o intenso uso da tecnologia entre os chineses, jovens e mais idosos, e a forte organização das províncias chinesas com parceiros internacionais. “As províncias locais trabalham com metas claras de negócios e geração de empregos, cada uma sabe quais seus setores prioritários e países de cobertura”, assinalou.

Para Roberto Imai, diretor titular adjunto do Departamento do Agronegócio (Deagro) da Fiesp e empresário da área de pescados, o Brasil tem muito o que aprender com a organização chinesa. “A feira foi um importante aceno do governo chinês sobre como será a abertura comercial do país ao mundo, pudemos perceber a grandiosidade do mercado consumidor que se apresenta para a indústria brasileira”, completou.

Foco em competitividade

Parceira da Fiesp na missão prospectiva à CIIE, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) defendeu que os empresários brasileiros busquem neste momento pós-feira uma análise madura de seus portfólios, com foco em competitividade. Na avaliação da analista de Política e Indústria da gerência de Serviços de Internacionalização da CNI, Ludmila Carvalho, durante a feira de importação promovida pelo governo da China, os participantes brasileiros tiveram oportunidade de conhecer as principais exigências do mercado chinês. “Não é um mercado fácil, mas agora os empresários podem afinar suas estratégias de internacionalização e se preparar melhor para atender as exigências dos chineses”, afirmou.

Nesta “lição de casa” que deve ser feita, segundo a analista, os empresários deverão checar informações como certificações exigidas pelos chineses, questões tributárias, tipo de embalagem, traduções de documentos e produtos, além do desenvolvimento de ideias, serviços e produtos inovadores que caiam no gosto do mercado chinês. “Existem várias entidades brasileiras ofertando serviços de internacionalização, o importante é estarmos alinhados e trabalharmos de forma conjunta para colocar o empresário no centro desse atendimento, fortalecendo cada vez mais seus processos de internacionalização”, completou.

A Fiesp atuou como federação articuladora das ações brasileiras nesta missão prospectiva, que foi um projeto realizado no âmbito da Rede Brasileira de Centros Internacionais de Negócios (Rede CIN) por meio do convênio da Confederação Nacional da Indústria (CNI) com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), em caráter nacional.

Antes do embarque da delegação, a Fiesp promoveu seminários sobre o ambiente de negócios chinês, os hábitos e tendências de consumo locais, exigências regulatórias e técnicas, alternativas de logística e armazenamento de produtos, moedas utilizadas nas negociações etc.

FONTE: https://bit.ly/2S1TfNv

Acesso em 20/11 às 14h04.

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[Na mídia] DOT digital group, de Florianópolis a Xangai para conquistar o mundo com tecnologia de ponta

Brasília –  Sediado em Florianópolis e com filiais em São Paulo, Brasilia, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Lisboa, eleito pelo Learning Technologies Awards como uma das melhores empresas do mundo em EdTech (Education Technology), o DOT digital group figura entre as empresas que integram a missão organizada pela Apex-Brasil e pela Fiesp  para participar da Exposição Internacional de Importaçõe (CIEE), em Xangai, em mais um importante passo em busca da internacionalização.

 

Criado em 1966, no bem sucedido ecossistema de inovação de Florianópolis, com estratégias para educação corporativa e a educação formal, o DOT digital group tornou-se referência em tecnologia para educação no país e já capacitou mais de 5 milhões de pessoas e conta atualmente com 300 colaboradores.

Essa equipe tem o comando de Luiz Alberto Ferla, 53 anos, mais de 20 dos quais atuando como empresário do setor de tecnologia, CEO e fundador do DOT digital group, graduado em Administração de Empresas pela Escola Superior de Adminitração e Gerência (ESAAG) e em Engenharia de Produção Mecânica pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), com especialização em Planejamento Estratégico (UFSC).

Segundo Luiz Alberto Ferla, o foco principal da empresa se concentra nas áreas de EdTech (Education Tehnology) e MarTech (Marketing Technology). Em sua visão, a EdTech, mercado de soluções digitais para educação, é um dos mais promissores na área tecnológica, com perspectivas de crescimento global de 17% ao ano até 2020, de acordo com relatório da EdTechXGlobal. No Brasil, o DOT digital group é protagonista e referência no setor. O campo a ser explorado é vastíssimo pois, conforme atesta o CEO da empresa, “a educação está cada vez mais portátil, personalizada e onipresente. A aprendizagem estará nas mãos dos alunos, que terão o controle sobre o que, quando, onde e como aprender”.

Ele explica o grande sucesso alcançado pela empresa com a justifiativa de que “ um dos principais diferenciais do DOT digital group é oferecer soluções completas, de ponta a ponta. Além de desenvolver plataformas tecnológicas e customizadas de acordo com o objetivo do cliente, a empresa disponibiliza serviços de capacitação e retenção de alunos, diagnóstico e definição de estratégia de ensino mais adequada; produção de conteúdo em diferentes formatos como vídeo, e-books, game quiz e infográficos; consultoria na escolha das tecnologias necessárias para apoiar o conteúdo; e acompanhamento online do usuário com central de tutoria e monitoria. Por isso, a empresa dispõe de uma equipe de profissionais de diferentes áreas, do cientista de dados a jornalistas”.

Graças a essa reconhecida expertise, o DOT digital group tem um portfólio de clientes que reúne companhias de grande porte como Honda, Natura, Tivit, Engie, Copel, C&A, Santander, Algar Tech, Sebrae SC, Senar Nacional e Senar Goiás. Uma lista de clientes e parceiros de peso e que certamente será ampliada com os contatos mantidos pelo seu CEO durante a Exposição Internacional de Importações em Xangai.

De olhos voltados para o futuro, e com planos ambiciosos de internacionalização, a empresa lançou em outubro duas novas plataformas educacionais: “o StudiOn, uma plataforma de aprendizagem modular, ideal para empresas que queiram implantar um projeto de formação continuada. Cada colaborador aprende em seu ritmo e o conteúdo pode ser adaptado em formatos variados como vídeos e games. O outro, o Pronto Mobile, segue a tendência do microlearning, com conteúdos curtos acessados via celular ou tablet. O modelo traz mais flexibilidade, reforçando o engajamento e  o alcance dos resultados”.

O DOT digital group atua também na área do marketing tecnológico. Com uso de ciência de dados e Big Data, o grupo desenvolve ações de inteligência para produtos de comunicação digital, marketing direto, monitoramento de marcas e redes sociais, aquisição de clientes, portais e inteligência de mercado; análise de concorrência, estudos de público-alvo, etc. Há ferramentas utilizadas em parceria com a área de EdTech, por exemplo, análises estratégicas para empresas e instituições de ensino que têm metas desafiadoras na aquisição de clientes e alunos, conforme informa Luiz Alberto Ferla.

“Antenados com o mundo”,  “com foco no cliente do cliente”, o DOT digital group se considera “mais que uma equipe, somos um time”. Time de primeira sob o comando de um profissional altamente qualificado, Luiz Alberto Ferla, casado com Geisi Ana, pai de Luiz Felipe (Lipi, de 13 anos) e João Guilherme (Gui, de 9 anos), apaixonado pela família com quem compartilha os momentos de lazer mas que não se descuida e como empresário de tecnologia gosta de ler muito para manter-se informado sobre inovação, gestão, questão empresarial, neste mundo que é muito mutável e inovador.

Também procura sempre reservar tempo para fazer academia e caminhadas em companhia de sua mulher, Geise Ana, na paradisíaca Jurerê, praia-cartão postal de Florianópolis, onde mora. Profissional da alta tecnologia, cidadão do mundo, ele se diz fã ardoroso do esporte, e em especial de um ícone do esporte  e do tênis brasileiro, Gustavo Kurten, o Guga, e do futebol, com sua paixão incondicional pelo Flamengo.

 

Publicado originalmente em: https://bit.ly/2RQqkMu

Acesso em: 12/11 às 11h27.

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DOT surpreende chineses durante o CIIE 2018

O DOT digital group está na China para participar da primeira edição da China International Import Expo (CIIE 2018), a fim de mostrar  sua expertise em tecnologia para a educação, com produtos e serviços destinados ao mercado corporativo e educacional.

Luiz Alberto Ferla, CEO do grupo, comanda o estande no pavilhão da feira para demonstrar nossa expertise em EdTech. Confira no podcast abaixo o que ele tem a dizer sobre a primeira impressão dos chineses e visitantes que passaram por lá.

O grande potencial da China

De acordo com um estudo da consultoria McKinsey & Company, 76% da população urbana da China será considerada de classe média até 2022 e a educação será uma das principais chaves para essa mudança social.

“O país conta com 1 bilhão e 400 milhões de habitantes, sendo que uma grande parcela está ascendendo para a classe média e precisarão, sem dúvida, de cada vez mais informação e educação”, afirma Ferla.

O país é uma potência mundial em tecnologia e inovação, sede de grandes grupos como Tencent (portal de serviços), Alibaba (e-commerce), Baidu (motor de busca) e Didi (aplicativo de transporte). Levantamento da Brandz coloca Tencent e Alibaba entre as mais valiosas do mundo. Com mais de 90 empresas unicórnios, o gigante asiático só perde para os Estados Unidos em número startups com valuation acima de US$ 1 bilhão. A China aplica atualmente mais de U$ 300 bilhões em pesquisa e desenvolvimento, dez vezes mais do que o Brasil.

 

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