[eBook] Educação Corporativa 2020 – Hacks e Tendências

Podemos dizer que as tendências são, entre muitas outras definições, apostas para o futuro. São apostas no desenvolvimento daquilo que já é real hoje e não com base em especulações e opiniões aleatórias. Focam-se no que tem movido as pessoas e, por mais clichê que soe, no que tem criado novas soluções para problemas antigos. Tendências são, sobretudo, apostas para aquilo que pode redefinir o futuro e mudar a forma como as pessoas encaram sua relação com o trabalho, com o mundo e com a tecnologia.

Este eBook tem como objetivo apresentar algumas tecnologias que têm impactado a forma como o colaborador aprende, a que chamamos de hacks, por permitirem novas formas impressionantes de transformar a educação corporativa digital. E, apesar de algumas delas já terem aparecido em listas de anos anteriores, a novidade aparece na relação das tecnologias apresentadas com quem as utiliza. O colaborador já não procura apenas por formação, hoje as pessoas querem trilhar o seu próprio caminho de aprendizagem.

As tendências para o ano apontam para três grandes perspectivas do futuro da educação corporativa:

Autoaprendizagem: o colaborador tem autonomia para criar o seu próprio percurso de aprendizagem, e escolher o caminho que deseja traçar de acordo com os seus objetivos.

Aprendizagem adaptativa: diversas ferramentas possibilitam que o percurso de aprendizagem seja adaptado de acordo com as características e o histórico do colaborador. A aprendizagem torna-se mais personalizada.

Automação: a tecnologia já possibilita que ferramentas educacionais conheçam o perfil do aluno para que, através de inteligência artificial e machine learning, as mesmas consigam auxiliar o aluno na criação do seu caminho de aprendizagem (autoaprendizagem) e de forma personalizada (aprendizagem adaptativa).

Estes três pilares entram em consonância com o perfil de colaboradores que estão agora a entrar no mercado de trabalho e que deverá representar a maioria nos próximos anos.

Mais do que oferecer soluções, as tecnologias apresentadas procuram promover possibilidades.

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(Português do Brasil) DOT digital group lança plataforma de cursos de educação corporativa para serem consumidos no modelo Netflix

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[Opinião] Aprendizagem adaptativa, automação e autoaprendizagem: os três pilares da educação corporativa em 2020

Tendências na educação corporativa 2020 | O colaborador já não busca apenas por capacitação. Ele quer trilhar o seu próprio caminho de aprendizagem. Tem pressa e deseja que essa atualização seja contínua. Nesse cenário, a tecnologia tem sido sua maior aliada, pois vem revolucionando a forma de se fazer educação corporativa, que é cada vez mais digital. Em 2020, não será diferente. As tendências são, sobretudo, apostas para aquilo que pode redefinir o futuro e mudar a forma como as pessoas encaram sua relação com o trabalho, com o mundo e com a tecnologia. Nesse horizonte, há três grandes perspectivas em relação à educação corporativa.

1. Autoaprendizagem

Uma delas é a autoaprendizagem. Nela, o colaborador tem autonomia para criar a própria jornada educacional, escolhendo o caminho que deseja traçar de acordo com os seus objetivos. Ele tem a possibilidade de escolher quais conteúdos consumir para se desenvolver, obviamente a partir de uma gama de opções cuja curadoria foi realizada por profissionais; e também a hora e o local de estudo, o que pressupõe que ele possa acessar os conteúdos de dispositivos móveis.

2. Aprendizagem adaptativa ou personalizada

A segunda é a aprendizagem adaptativa ou personalizada. Trata-se de uma metodologia de ensino que busca entender as necessidades de cada aluno e se molda para atender a cada um. Há uma gama variada de ferramentas que possibilitam adaptar essa jornada às características e ao histórico do colaborador. Com a aprendizagem adaptativa, o aluno deixa de ser um mero expectador passivo. Ele pode assistir às aulas quando quiser, onde quiser e o seu ritmo de entendimento é que dita o decorrer da trilha de aprendizagem.

3. Automação

A última, e que se conecta às demais, é a automação. Hoje, ferramentas tecnológicas educacionais dotadas de inteligência artificial mapeiam o perfil do aluno, a partir do seu comportamento de uso e acesso aos conteúdos, para depois auxiliá-lo na criação de seu caminho de autoaprendizagem e de forma personalizada.

Esses três pilares, que simbolizam o cerne das tendências em educação corporativa para 2020, entram em consonância com o perfil profissional predominante no mercado de trabalho: os Millennials. Nascidos entre 1981 e 1995, eles têm, hoje, entre 24 e 39 anos e representam 37% da força de trabalho brasileira. Cresceram com recursos tecnológicos à disposição – foram iniciados no desktop e migraram para o mobile – e estão sempre conectados. Logo, ferramentas tecnológicas são para eles um importante canal de aprendizagem. Além de conferirem praticidade e agilidade ao processo, são soluções que oferecem dados e ajudam as empresas a definirem metas para engajar esses trabalhadores.

Confira quais são as principais ferramentas tecnológicas abaixo! 

Plataforma de Experiência de Aprendizagem

Primeiro grande hack que deve surpreender em 2020, a Plataforma de Experiência de Aprendizagem, ou LXP – sigla em inglês – é uma ferramenta que permite à empresa personalizar a educação de seus colaboradores. A solução tem ganhado cada vez mais espaço dentro do ambiente corporativo. De acordo com o especialista em Recursos Humanos e Aprendizagem, cujos livros são reconhecidos globalmente, Josh Bersin, o mercado de LXPs já movimenta US$ 350 milhões e a tendência é que mais do que dobre a cada ano. Seu maior atrativo é permitir que o próprio usuário decida quais cursos realizar e de que forma. No melhor estilo Netflix, a plataforma faz recomendações orientadas por inteligência artificial e machine learning – levando em conta históricos de treinamento, perfil e interesses de cada colaborador.

Leia mais aqui.

Microlearning

Outra tendência para este ano é a oferta de conteúdos mais curtos e que possam ser consumidos em diversos momentos, a caminho do trabalho ou na hora do intervalo da jornada, por exemplo. São soluções mais ágeis e flexíveis para atender a um profissional que quer aprender no momento em que ele desejar. São as chamadas soluções de microlearning – que é quando o conteúdo é dividido em pequenas doses, para ser assimilado rapidamente e com frequência – por meio de mobile learning – ou seja, disponível em dispositivos móveis, como o celular.

Big Data

Esse ano também será do Big Data. As empresas nunca tiveram tantos dados à disposição como agora e a tendência é esse volume aumentar mais. A quantidade de informações produzidas globalmente irá quintuplicar para 175 zettabytes em 2025, segundo projeção da empresa de tecnologia americana Seagate. Na educação corporativa, esses dados gerados diariamente por diferentes negócios, podem ser usados para treinar os funcionários de acordo com as necessidades dos clientes e, assim, melhorar o atendimento. E também para aprimorar o próprio treinamento, a partir da revelação de padrões de comportamento dos funcionários.

Gamification

As empresas também têm aumentado seus investimentos em gamification. O mercado global dessa ferramenta encerrou 2018 valendo US$ 6,8 bilhões e as estimativas são de que alcance US$ 40 bilhões até 2024. O uso do design e da mecânica de jogos para enriquecer conteúdos educativos vem ganhando relevância porque ele aumenta o engajamento, a produtividade e a sensação de pertencimento e propósito no trabalho, indicam pesquisas.

Realidade virtual e realidade aumentada

A incorporação de realidade virtual (RV) e realidade aumentada (RA) a treinamentos também deve crescer, já que seus custos vêm se tornando mais acessíveis e ambas são importantes meios de se aumentar a concentração e a retenção do conteúdo. Sistemas de treinamento que fazem uso de inteligência artificial (AI) também estarão em ascensão, pois a AI é capaz de traçar rotas de treinamento individuais mais eficientes observando os padrões de uso de cada usuário de uma mesma plataforma de cursos.

As inovações são distintas, mas convergem em um só objetivo: usar todo o potencial da tecnologia de forma que o profissional aproveite o melhor dessas ferramentas em prol do seu próprio método de aprender.

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https://conteudo.dotgroup.com.br/tendencias_educacao_corporativa

*Este artigo foi publicado pelo portal HSM Management, IT FORUM 365IT4CIOSC Inova

 

Luiz Alberto Ferla

Founder and CEO at DOT digital group

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[Opinião] Educação Corporativa 2020: por onde começar?

Por Lívia Felizardo, Especialista em EdTech

No estudo de tendências globais de gestão de pessoas da Deloitte e McKinsey, 86% dos entrevistados citaram que ter novas formas de aprendizagem é uma questão importante ou muito importante. Ainda nesta pesquisa, os líderes vinculam efetividade a novas abordagens de capacitação – metodologias e tecnologias educacionais – das competências que lhes são demandadas.

Ouço diariamente profissionais que precisam disseminar conhecimentos estratégicos em suas empresas, desenvolver competências de seus times, compartilhar boas práticas para a sustentabilidade do negócio, e sempre sinto, pelas falas, que parece faltar muito pra começar, ou até mesmo nem sabem por onde começar.

No fundo, a maioria de nós achamos que precisamos estar mais preparados: sentimos necessidade de estudar mais, experimentar metodologias diferentes, conhecer mais a fundo os desafios da organização e o próprio colaborador, ter mais recursos tecnológicos.

Entendo que pra iniciar é importante conhecer o cenário e planejar. Mas, na mesma medida é fundamental criar uma atmosfera de aprendizagem que promova o encorajamento e permita errar e corrigir rápido – experimentar!

Por isso, não tenha dúvidas: Comece! Separei três ações que vão te ajudar neste início:

  1. Revise o planejamento e os objetivos estratégicos da sua empresa.
  2. Reveja as necessidades e metas da sua área e entenda como a capacitação dos colaboradores poderá contribuir para alcança-las.
  3. Monte um pequeno grupo de trabalho e determine uma dinâmica de escuta para que as pessoas contribuam com o desenho das soluções. Isso será essencial pra estabelecer eficácia e adesão – segundo pesquisa da DRIG, 61% dos colaboradores entrevistados confessou que teria feito outro curso se pudesse tomar a decisão por conta própria.

Com as necessidades mapeadas, você vai avançar:

  • Quem será o público-alvo?
  • Quais capacitações serão lançadas?
  • Como coletar / elaborar o conteúdo?
  • Quais as melhores soluções educacionais para dissemina-los?
  • Que tipo de tecnologia é necessário para viabilizar o projeto?
  • Qual será o investimento necessário?
  • Como medir os resultados de aprendizagem e de investimento?

Desta forma haverá clareza e confiança para enxergar, ainda que parcialmente, o horizonte de educação corporativa da organização, medir o impacto dos resultados iniciais e projetar o crescimento sustentável das ações de capacitação.

Então, vamos começar?

Clique aqui para falar com o time de especialistas DOT.

 

Lívia Felizardo, Especialista em EdTech no DOT digital group

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[Entrevista] Employee Experience: o novo RH como designer de experiências

Employee Experience é o conceito coloca as pessoas no centro das empresas e proporciona uma vivência significativa de trabalho aos colaboradores. A educação corporativa e tecnologia são fundamentais para garantir resultados positivos.  Neste contexto, o nosso CEO, Luiz Alberto Ferla, conversou com Kelly Rickes, General Manager of Design and Culture for Latam , da TIVIT, sobre Employee Experience e como a TIVIT tornou o seu colaborador o protagonista no desenvolvimento da sua carreira.

 

O que a TIVIT tem feito em Employee Experience?

Canais de informação e a Geração Y

Estudo de Personas

Employee Experience e o Estudo de Personas

Colaborador protagonista no desenvolvimento da sua carreira

 

Confira a entrevista completa aqui.

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Case TIVIT – Estudo de Personas para a Educação Corporativa

Presente no mercado há mais de 20 anos, a TIVIT é uma empresa multinacional de soluções digitais com operações em 10 países da América Latina. Apoia os seus clientes na evolução dos seus negócios através de soluções digitais divididas em 3 linhas de negócios: Digital Business, Cloud Solutions e Tech Platforms (Digital Payments). A TIVIT é a oitava entre as dez maiores empresas da América Latina. Além disso, cem das quinhentas maiores empresas do Brasil contam com a TIVIT como parceira tecnológica para trazer eficiência e inovação aos seus negócios.

DESAFIO

Analisar os comportamentos e identificar os perfis dos colaboradores das 10 Academys da TIVIT com o objetivo de melhorar a comunicação e a adesão à Educação Corporativa.

SOLUÇÃO 

A TIVIT contou com o MarTech do DOT para a realização de um Estudo de Personas.

A metodologia contou com Ciência de Dados, pesquisa qualitativa para recolher informações comportamentais e a análise especializada dos estrategistas do DOT.

Além de definir as Personas, o estudo também apontou insights para a Educação Corporativa da TIVIT.

RESULTADO

O estudo realizado trouxe dados concretos e alinhados com a jornada de aprendizagem de cada colaborador, resultando na criação de 16 personas. Com isto, surgiram várias oportunidades, como:

 

  •  Conhecer o perfil de cada grupo de colaboradores da TIVIT Brasil e TIVIT Latam;
  •  Ajustar conteúdos dos cursos aplicados nas Academys;
  •  Aplicar diferentes estratégias de formação, de acordo com o perfil de cada persona;
  •  Analisar oportunidades de ampliação e inovação dos canais de comunicação internos;
  •  Analisar questões motivacionais que contribuem no momento de decisão de matrícula e conclusão dos cursos oferecidos;
  •  Compreender o comportamento de consumo dos cursos, como: os melhores horários para estudo, o tempo dedicado por dia, quais os dispositivos mais utilizados, etc.

Saiba mais sobre Estudo de Personas

Depoimento

Veja no vídeo abaixo o depoimento de Kelly Rickes, General Manager of Design and Culture for Latam da TIVIT, em que nos conta como foi a experiência de realizar um Estudo de Personas com os colaboradores e os resultados que essa acção trouxe para a empresa.  Aproveita e veja a entrevista completa sobre Employee Experience: o novo RH como designer de experiências

 

 

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Por que é preciso fazer um diagnóstico antes de comprar soluções de educação corporativa?

Especialista explica em webinar que a escolha da estratégia mais adequada para engajar colaboradores em treinamentos requer conhecimento do público.

“A adesão é baixa, muitos colaboradores nem iniciam o curso, outros começam e abandonam. No fim, se gasta duas vezes, primeiro pela ferramenta e depois pelo tempo que o colaborador perdeu de trabalho fazendo um treinamento sem conclusão.” Se você se identificou com essa reclamação, saiba que não está sozinho. Ela já foi ouvida muitas vezes por Simone Carminatti, consultora educacional do DOT digital group, referência em EdTech. Para a especialista, a ineficiência de projetos de educação corporativa é resultado de falta de planejamento e, principalmente, da aplicação de um diagnóstico educacional. 

“Diagnosticar é conhecer o cenário da empresa em profundidade a partir de pesquisas com o público-alvo, que podem ser enriquecidas com a análise de documentos já existentes e com o entendimento das percepções de gestores, influenciadores e outras pessoas que não o público-alvo”, afirma Simone. No próximo dia 5, às 11 horas, ela vai explicar em um webinar na página do DOT no Youtube como o Diagnóstico Educacional e o Estudo de Personas podem contribuir com o sucesso da estratégia educacional das empresas.

Segundo Simone, ambas entregam inteligência de dados para a empresa, resultando em investimentos mais eficientes. “Tanto o Diagnóstico Educacional quanto o Estudo de Personas empoderam a empresa ao dar subsídios para que ela tome decisões assertivas, vendo claramente em que e por que investir”, avalia a especialista. “Mas o maior mérito é fazer com que a empresa não perca tempo e dinheiro investindo em estratégias de capacitação ineficientes”, acrescenta. 

Reviralvolta  – Simone conta o caso de um cliente que procurou o DOT decidido a comprar uma determinada solução de educação à distância. Após  a aplicação do Diagnóstico Educacional, se concluiu que o mais adequado era a empresa contratar outra solução que, inclusive, era consideravelmente mais barata do que a empresa estava determinada a desenvolver quando chegou. “Quando o cliente começa pelo diagnóstico, nós dizemos que está no ‘caminho feliz’. Esse cliente que veio decidido a comprar uma solução baseado apenas em percepções superficiais poderia ter feito uma contratação ineficiente para a sua real necessidade. E isso é muito comum, porque dificilmente uma empresa chega nos pedindo um diagnóstico. Nesse caso, nós conseguimos acertar o rumo”, afirma Simone.Um Diagnóstico Educacional precisa responder a uma série de perguntas que precisam ser feitas sobre o público-alvo: qual é a sua forma de aprender, quais são suas preferências por formatos (vídeo, livros, jogos), qual o tempo que você tem disponível para aprender? Essas são apenas algumas questões que estão na pauta de um diagnóstico. As pesquisas vão mostrar muitas vezes que é preciso contratar diferentes soluções de acordo com o público para o qual elas se destinam. O diagnóstico também pode ser complementado com um estudo mais aprofundado de personas, utilizando, inclusive, Data Science.  “Diagnóstico Educacional é investimento: a empresa ganha uma fotografia em tempo real para fazer seu projeto de educação corporativa entregar os melhores resultados possíveis”.

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Estudo de Personas e a experiência do colaborador na Educação Corporativa

O Estudo de Personas é aliado nos projetos de Educação Corporativa, pois ele identifica e analisa a rotina dos colaboradores, as atividades que executa no trabalho, de que maneira consome informações, os tipos de conteúdos que prefere, quais canais de comunicação utiliza, seus planos profissionais e mais uma série de questões que fazem toda diferença para o sucesso do seu projeto de educação corporativa.

O estudo de Personas tem base em ciência de dados e entrevistas com amostra de colaboradores da empresa. Contribui para definição de perfis de colaboradores. O resultado traz insights para as melhores práticas em educação corporativa e comunicação organizacional de acordo com os perfis estudados.

Mas afinal, o que são personas? 

Definimos como persona a representação fictícia do cliente ideal de um negócio. Essa persona é construída com base em dados reais, coletados através de ciência de dados, entrevistas e/ou pesquisas, para compreender o comportamento e características dessas pessoas, assim como suas motivações, objetivos, desafios e preocupações. 

A persona tem um papel muito importante dentro de uma organização, pois é ela quem guia a criação de estratégias de comunicação certeiras, inclusive para os projetos de educação corporativa.

Conheça os benefícios do estudo de personas:

  • Conhecimento mais aprofundado dos colaboradores;
  • Segmentação de personas. Afinal, grandes organizações trabalham com mais de uma persona. 
  • Oferta de conteúdos específicos para cada tipo de público, conquistando maior engajamento.

Mas e qual a relação entre o Estudo de Personas e a Experiência do colaborador?

Pesquisa realizada pela consultoria Gartner nos Estados Unidos mostra que apenas 29% dos colaboradores acreditam que a área de recursos humanos sabe o que eles precisam e querem. O índice acende um sinal de alerta para as organizações. Um novo conceito, a Employee Experience, em português, experiência do colaborador, chega para alinhar as expectativas. Atualmente, o posicionamento de uma empresa está atrelado à satisfação do cliente ao usar seu produto ou serviço – o cliente em primeiro lugar. A employee experience foca na jornada do colaborador para aumentar a eficiência e a competitividade.

E obtendo maior conhecimento em relação aos seus colaboradores é possível desenvolver estratégias e oferecer grandes experiências que possam agregar valor tanto na vida profissional quanto pessoal. 

Leia mais sobre Employee Experience

O jeito DOT de estudar personas

  • Estudamos todos os perfis de pessoas
  • Montamos uma estratégia  adequada para coletar insights importantes
  • Definimos o melhor tipo de abordagem para a coleta de informações
  • Nossas soluções são desenvolvidas através de dados concretos
  • Alinhamos personas com a jornada de aprendizado de cada uma delas
  • Desenvolvemos as melhores práticas em educação corporativa de acordo com os perfis estudados

Case TIVIT, veja mais aqui.
Faça como a TIVIT e conheça os seus colaboradores com o Estudo de Personas.

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[Webinar] Gamification na Educação Corporativa

Nosso especialista em Gamification, Alessandro Vieira dos Reis, respondeu as dúvidas mais frequentes sobre Gamification na Educação Corporativa.

Se você não conseguiu acompanhar ao vivo, basta clicar e dar o play.

 

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