[Vídeo learning] saiba mais sobre esta estratégia!

Video learning é sim uma grande tendência! A produção, o compartilhamento e a pesquisa de vídeos estão mais fáceis do que nunca. Grande ferramenta de suporte à educação, o vídeo possibilita que os colaboradores tenham acesso aos especialistas com os quais normalmente não contariam. Da mesma forma, especialistas podem compartilhar seus conhecimentos com um contingente maior de pessoas sem ficar reféns da tal “disponibilidade”.

Treinamentos baseados em vídeos learning oferecem ainda maior engajamento, visto que, ao assistir, o colaborador retém 95% da mensagem, contra 10% ao ler a mesma mensagem, e 72% das pessoas preferem vídeo a texto, quando ambos estão disponíveis na mesma página.

A utilização de vídeos:

  • Favorece o aprendizado com especialistas.
  • A transmissão de conteúdo é mais ágil se comparada ao texto.
  • A linguagem visual facilita a compreensão

Por que os vídeos são tendência?

  • Por dia, mais de 500 milhões de horas de vídeos são vistas no YouTube.
  • A quantidade de vídeos enviados à rede em 30 dias é superior à quantidade de vídeos produzidos pelos
    estúdios de TV dos EUA em 30 anos.
  • Em 2019, os vídeos responderão por 80% de todo o tráfego consumido na internet.
  • Mais da metade dos vídeos já é vista pelo smartphone.
  • 92% das pessoas que veem vídeos mobile costumam compartilhá-los com outras pessoas.

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[Opinião] Indústria 4.0: Edtech como ferramenta primordial

Não é novidade para ninguém, a transformação digital e as tecnologias disruptivas estão transformando os negócios e as empresas precisam se preparar para a indústria 4.0, a quarta revolução industrial. A característica que marca essa nova era é a automatização total das máquinas e dispositivos, ou seja, a chegada decisiva dos robôs e as tecnologias envolvidas, com destaque para inteligência artificial, internet das coisas e data analytics.

As ferramentas de educação digital são determinantes nesse processo de adaptação para o futuro. Recentemente, estive na Conference on Industry 4.0 and Services 4.0 em Singapura, na Ásia, organizada com o propósito de discutir este futuro e de questionar: as empresas e as pessoas estão prontas para o mercado digital global?

O DOT digital group foi convidado pela Human Capital Singapore para uma rodada de negócios entre empresas de edtech e gestores interessados em promover a transformação digital de suas organizações a partir do uso de plataformas de educação. Foi um momento de troca de conhecimento sobre demandas de mercado e soluções de edtech, um debate imprescindível para o momento que vivemos.

A educação digital é um instrumento facilitador da aprendizagem num cenário de transição para a indústria 4.0. A edtech se insere como facilitadora de acesso a conteúdos, tecnologias e trocas que contribuem para a mudança de um modelo mental, acompanhando as características do mundo digital: ágil, dinâmico, ubíquo, acessível, intuitivo e em constante transformação.

 

A Indústria 4.0 vai levantar muitas perguntas e oferecer respostas.

 

 

Luiz Alberto Ferla, é CEO e fundador do DOT digital group

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Direto de Portugal: DOT transmite via internet seminário sobre tendências de EdTech

Na próxima terça-feira, 26, o DOT realiza em Lisboa, Portugal, um seminário sobre as principais tendências de educação tecnológica para formação corporativa. O evento será transmitido via streaming das 7 às 9 horas da manhã (horário de Brasília). Para assistir, é preciso se inscrever, sem custos, neste link .

Seminário online

8 Megatendências para a Formação Corporativa

Durante o seminário, o DOT vai lançar a joint venture luso-brasileira DOT | Vantagem+. O evento é uma oportunidade para profissionais de desenvolvimento organizacional conhecerem as principais ferramentas utilizadas pela edtech para criar engajamento e efetividade nos treinamentos: Game Thinking e Gamification, Microlearning, Mobile Learning, Video e Social Learning, Big Data, Inteligência Artificial, Realidade Virtual e Realidade Aumentada e B-Learning.

Grandes clientes – O DOT digital group é uma das maiores empresas de educação digital do Brasil. A empresa, criada em 1996, conquistou grandes clientes como Santander, TIVIT, Sicoob, C&A, ENGIE, Natura, Algar Tech, Honda e Tokio Marine. Seus produtos são plataformas, ferramentas, projetos e conteúdos de qualificação profissional e ensino a distância integrando tecnologias inovadoras. Um dos diferenciais é oferecer soluções de ponta a ponta, incluindo desde o diagnóstico até o desenvolvimento da solução, além da captação e retenção dos alunos. Além da educação digital, o DOT também atua em MarTech – Marketing Technology. Com sede na capital catarinense e escritórios em Brasília, São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Lisboa/Portugal, o DOT tem mais de 300 colaboradores.

 

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Com foco em internacionalização, DOT digital group faz missão pela América Latina

Empresa é referência em EdTech no Brasil e quer conquistar mais mercado na América Latina em 2019

Depois de abrir uma joint-venture em Portugal, o DOT digital group segue buscando o mercado internacional para expandir seus negócios tanto em tecnologia da educação (EdTech) quanto em marketing (MarTech). Nesta semana, o diretor comercial, Sergio Baldivieso, e o diretor de internacionalização, Mário Hirose, iniciam pela Bolívia uma missão empresarial pela América Latina. “Nosso objetivo é abrir mercado para as soluções DOT. O potencial é enorme. Estimamos que existam cerca de 2.500 empresas de grande porte com alto poder de compra dos produtos do DOT”, afirma Baldivieso.

A missão vai percorrer nove países da América Latina: Bolívia, Paraguai, Argentina, Peru, Uruguai, Chile, Colômbia, Panamá e México.

Na Bolívia, os executivos do grupo já têm agendadas reuniões com 10 empresas, incluindo Bayer, Toyosa e Tigo, e representantes do governo nacional e estadual de Santa Cruz de la Sierra. Na sequência, a missão seguirá para o Paraguai e a Argentina. “A meta é concluí-la no primeiro semestre”, informa o diretor comercial. Com sede na capital catarinense e escritórios em Brasília, São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte, o DOT tem mais de 300 colaboradores.

O processo de internacionalização do grupo começou no ano passado. Em missão à Ásia, o DOT abriu negociações com empresas de China e Singapura e também em Dubai, nos Emirados Árabes. No Brasil, o grupo atende empresas como Santander, TIVIT, Sicoob, C&A, ENGIE, Natura, Algar Tech, Honda e Tokio Marine, e já capacitou mais de 5 milhões de pessoas com ferramentas de treinamento corporativo e educação formal. Os produtos do DOT integram tecnologias inovadoras como gamification, realidade virtual, realidade aumentada, games e simuladores.

Um dos diferenciais da empresa é oferecer soluções de ponta a ponta, incluindo desde o diagnóstico até o desenvolvimento da solução, além da captação e retenção dos alunos, já que atua nos mercados de EdTech e também de MarTech. A empresa foi criada em 1996, em Florianópolis, pelo engenheiro e administrador Luiz Alberto Ferla, atual CEO, com o objetivo de conectar novas tecnologias aos processos de educação.

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[Opinião] Mercado global de e-learning cresce

E-learning – “O tempo corre, o tempo é curto: preciso me apressar, mas ao mesmo tempo viver como se esta minha vida fosse eterna”. A escritora Clarice Lispector expressou como poucos a angústia humana de correr contra o tempo e aproveitar cada minuto do dia para dar conta de nossas tarefas infindáveis. A tecnologia é vista por muitos como mais um vilão na correria contra o tempo (perdemos horas na internet), mas acredito que se for bem usada pode nos ajudar muito a não perder tempo. Experimente usá-la para aprender.

 

É um caminho sem volta. Estudo Global Market Insights indica que o mercado global de e-learning (aprendizagem on-line) deve crescer em média 10% ao ano entre 2018 e 2023. Essa evolução se dará tanto por demandas do setor acadêmico, para agregar valor à educação formal, quanto corporativo, com ferramentas de treinamento profissional. A expectativa é de que o volume total desse mercado alcance US$ 286, 6 bilhões em cinco anos. Para termos um parâmetro, em 2010, esse valor era de US$ 32 bilhões.

 

Esse otimismo todo tem uma explicação: a relação custo-eficácia do e-learning é muito positiva. Isso se deve principalmente à flexibilidade que a tecnologia proporciona. Se a lição está num aplicativo de celular, ao alcance das mãos, é possível aprender em casa, no congestionamento, enquanto espera no consultório ou a caminho do trabalho. Os avanços da tecnologia de e-learning também permitem que as pessoas (e mais pessoas, independente de classe social) escolham quando e o que aprender, definindo seus próprios objetivos, com autonomia. A escolha é sua. Aproveite seu tempo.

Luiz Alberto Ferla, CEO e fundador do DOT digital group

 

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[Na mídia] Perspectivas 2019: Cresce confiança do setor de TI em SC no crescimento econômico do país

A postura liberal acenada pelo novo governo gera otimismo entre empresários do setor de tecnologia em Santa Catarina, que espera para 2019 a redução da burocracia em questões chave, como exportação, tributação e abertura de novos negócios. Além do apoio ao empreendedorismo, representantes do setor esperam que o setor público invista mais em soluções de tecnologia, como forma de qualificar serviços.

Diretor de mercado da Dígitro Tecnologia, Octávio Carradore (foto), acredita que as recentes alterações no contexto político podem ser um indicativo de melhorias em âmbito econômico. “Enxergo o mercado muito mais otimista com a possibilidade de concretização dos investimentos que, até então, estavam represados. O governo é responsável por uma expressiva parcela da economia do país. Ainda que muitos ajustes sejam feitos, acredito que iremos ver adaptações sendo realizadas, também, nas empresas”, afirma.

O uso da inteligência artificial, na opinião do executivo, também pode gerar novas oportunidades de mercado. “Falamos muito sobre inteligência artificial e internet das coisas, por exemplo, e isso ocorre pela maturidade do mercado e pelo aumento de demandas. As tecnologias precisam atender às nossas necessidades, mas sem esquecer de garantir o sucesso no relacionamento com o cliente”, opina Carradore.

ANO DE RETOMADA?

Na visão de Luiz Alberto Ferla, CEO e fundador do DOT digital group, 2019 sinaliza ser o ano da retomada:

“Mesmo que gradual, a volta do crescimento econômico, favorecerá a geração de empregos e o fortalecimento das empresas. Acreditamos firmemente que novos tempos se aproximam, propiciando investimentos em tecnologia, inovação e educação”, afirma Ferla.

 

Empresa do setor de tecnologia para educação (EdTech), o DOT digital group capacitou mais de cinco 5 milhões de pessoas em cursos desenvolvidos tanto para instituições de ensino quanto para empresas como Honda, Natura, Tivit, Engie e Santander. Para 2019, aposta na internacionalização dos serviços.

“Nesse novo cenário político e econômico, será ainda mais decisivo o investimento em educação corporativa com o uso de novas tecnologias”, destaca.

EQUILÍBRIO FISCAL PARA IMPULSIONAR EMPREGOS

O empresário Gérson Schmitt (foto), fundador da Paradigma Business Solutions, confia na adoção de medidas mais rigorosas para garantir maior equilíbrio fiscal das contas públicas. Com a mudança desse cenário, Gérson acredita que será possível gerar um ambiente de atração de investimentos capaz de impulsionar a geração de empregos e a arrecadação de impostos.

“O crescimento da segurança jurídica e da ordem e segurança dos cidadãos, juntamente com a redução da pressão e da burocracia sobre as empresas, deve estimular novos empreendedores”, afirma Schmitt. O reflexo disso, segundo o executivo, será a atração dos investimentos necessários em inovação para que o país e as empresas brasileiras possam ganhar produtividade e competitividade.

 

AGRONEGÓCIO: IMPULSO PARA A TECNOLOGIA

A Confederação da Agricultura e Pecuária no Brasil (CNA) fez uma projeção de crescimento de 2% no PIB do agronegócio em 2019, frente a previsão de queda de 1,6% para 2018. Essa perspectiva deve influenciar processos de adesão das empresas a novas tecnologias. Segundo Bernardo de Castro (foto), presidente da divisão de agricultura da Hexagon, os gestores e empreendedores agrícolas estão em busca de soluções que conectam, sincronizam e otimizam todos os processos do campo.

“Há muitas tecnologias que não se conversam e processos que não interagem da melhor maneira, comprometendo os resultados. Como toda indústria, o campo precisa de processos integrados e eficientes para produzir mais com menos”, explica Bernardo. A Hexagon desenvolve em Florianópolis soluções digitais que vão desde o planejamento para o cultivo até a colheita e o transporte de matéria prima.

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5 insights sobre educação corporativa para inovar em 2019

2019 está batendo à porta: como você receberá o ano novo? Esteja preparado para aplicar a melhor estratégia de educação corporativa para o seu negócio e potencializar os resultados! Como? Confira 5 insights que poderão contribuir para o desenvolvimento do seu planejamento. Quem sabe aqui você não encontra a peça que faltava para completar esse quebra-cabeças.

1- Gamification

Gamification é a tendência número 1 para educação corporativa em 2019. Estudos indicam que essa é a tecnologia que os profissionais de RH e educação vão investir com mais força até 2020.

Quais as vantagens de usá-las em sua estratégia?

  • Aumenta o engajamento, a determinação e a produtividade;
  • Facilita o atingimento de metas e objetivos;
  • Torna a capacitação mais atrativa.

2- Microlearning

Com a atribulação diária de afazeres, temos cada vez menos tempo. Por isso, apostar em microlearning pode ser a saída para otimizar o tempo de seus colaboradores.

O microlearning busca transmitir conteúdos em um curto período de tempo, por meio de pílulas de aprendizagem. Assim, a absorção do conhecimento torna-se mais efetiva e flexível, possibilitando capacitar-se no decorrer do dia de trabalho.

Tire suas principais dúvidas com a nossa Consultora Educacional em vídeos de apenas 40 segundos! Clique aqui.

3- Mobile Learning

Um smartphone: esse é o equipamento necessário para que o profissional estude onde e quando quiser todos os conteúdos. Complemento ideal para o ensino híbrido, que hoje é a base da educação corporativa, fica difícil falar em estratégias de capacitação sem incluir também o mobile.

Força de vendas em campo

Para treinar a força de vendas do seu negócio, muitas vezes pode ser complicado optar por treinamentos presenciais, uma vez que os integrantes da equipe estão sempre em trânsito ou distante da sede da empresa. A educação mobile pode ser a solução.

4- Video Learning

Treinamentos em vídeo oferecem ainda maior engajamento, visto que, ao assistir,  o colaborador retém 95% da mensagem, contra 10% ao ler a mesma mensagem, e 72% das pessoas preferem vídeo a texto, quando ambos estão disponíveis na mesma página.

Tem mais benefícios:

  • Favorece o aprendizado com especialistas;
  • A transmissão de conteúdo é mais ágil se comparada ao texto;
  • A linguagem visual facilita a compreensão.

5- Experiências imersivas

Uma das grandes dificuldades das empresas é contar com toda a infraestrutura segura necessária para capacitação. Além de dispendiosos, muitos materiais são difíceis de transportar, impossibilitando que o mesmo conteúdo ganhe escala territorial. Alguns temas demandam, ainda, materiais específicos de difícil acesso, mas a tecnologia pode ajudar. Realidade virtual e realidade aumentada podem ser a solução.

Como benefícios, podemos citar:

  • Foco na execução de tarefas  e tomada de decisões;
  • Observação detalhada de elementos projetados digitalmente;
  • Educação com baixo custo  de execução;
  • O mesmo treinamento pode ser aplicado em diferentes lugares.

Saiba mais sobre como a RV e a RA podem transformar a educação corporativa. Baixe o ebook.

Pronto para inovar e aperfeiçoar sua estratégia para o próximo ano? Confira detalhadamente cada tendência citada acima  – e muito mais – em nosso ebook As 7 megatendências para educação corporativa em 2019.

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O que é Game Thinking

Você com certeza já ouviu falar em gamification, certo? E Game Thinking, você conhece esse termo?

Quando a gamification foi oficialmente inventada, pouco mais de 20 anos atrás, seu propósito era engajar consumidores em um contexto de marketing digital. Muita coisa mudou desde então. A abordagem cresceu. Surgiram aplicações em educação escolar, saúde, esportes, segurança de dados, transporte, dentre outras. Também foi evidenciado que não dá para dissociar gamification de outras abordagens com as quais ela parece muito: games, simuladores, playful design; e nem dá para conceber soluções em gamification sem pensar em tecnologias como Realidade Virtual e a Realidade Aumentada.

Pois bem, todas essas aprendizagens de décadas se integram em um conceito: Game Thinking.

A definição de Game Thinking por especialistas

Amy Jo Kim, consultora empresarial, diz em seu canal no Youtube que Game Thinking é “aquilo que Gamification quer ser quando crescer”. Kim apresenta uma forma de integrar gamification com a disciplina produtiva do Desenvolvimento Ágil e a capacidade de inovação estratégica do Design Thinking. Para Kim, o que a gamification quer ser quando crescer é esse método de criar inovações de sucesso de uma maneira lúdica.

game thinking

Já Andrzej Marczewski, importante especialista em Gamification, apresenta Game Thinking como a integração de todas as abordagens relacionadas a Game Design:

game thinking


Marczewski explica que fazer Game Thinking é dispor de uma caixa cheia de ferramentas no início de cada projeto e tomar aquelas que realmente precisar em seguida. Ao iniciar um projeto pode não estar muito claro ainda qual abordagem é a melhor. Isto é, se um jogo, ou um simulador, ou gamification. Mas o profissional de Game Thinking, versátil, está preparado para se adaptar às necessidades que surgirem.

game thinkingComo é possível constatar, Gamification veio, firmou seu lugar, cresceu e sua importância virou senso comum no mundo corporativo. Cresceu tanto que se integrou com outros gigantes do mundo dos negócios: Agile, Lean UX, Simuladores, Realidade Virtual, etc. Não dá mais para pensar em soluções em gamification apartadas dessas outras realidades. E equipe que desenvolve soluções game-liked deve antes de tudo ser interdisciplinar, e com isso conseguir fazer uso da grande variedade de abordagens, métodos e técnicas disponíveis quando o assunto é gerar transformações comportamentais.

Agora que você já sabe o conceito de Game Thinking, conheça o que o DOT digital group vem realizando nessa área.

Gamification na educação corporativa | Case Natura

Games na educação corporativa | Case Honda

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(Português do Brasil) [Videocase] TIVIT investe em Realidade Aumentada para capacitar força de vendas

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