(Português do Brasil) [Na mídia] Universidade Corporativa: um instrumento para elevar a competitividade

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(Português do Brasil) [Ebook] As 7 megatendências em educação corporativa para 2019

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A potência chinesa: o que vi

Luiz Alberto Ferla, CEO e fundador do DOT digital group

Voltei da maior missão brasileira à China e o que vi é um mercado que temos que nos aproximar mais. O gigante asiático já é o maior parceiro comercial do Brasil e ainda há muito a ser conquistado.

A convite da APEX-Brasil, junto com 120 executivos de 70 empresas do Brasil, participei de uma das maiores feiras do mundo, a China International Import Expo (CIIE 2018). Em 10 dias, o evento recebeu 800 mil pessoas. Tudo na China é grandioso, começando pela população – 1,4 bilhão de pessoas, muitos dos quais jovens ávidos por tecnologia e capacitação. É a combinação perfeita para o DOT digital group, a única empresa brasileira de tecnologias para educação participante do evento.

Não por acaso, vimos enorme interesse por nossas soluções de EdTech. Voltamos com um acordo para o desenvolvimento de uma plataforma digital de educação a distância para uma instituição chinesa, além de outros negócios alinhavados. É só o começo de uma parceria importante para nossa estratégia de internacionalização. Os jovens chineses são a mola propulsora deste gigante mercado. E nós temos soluções que tornam o aprendizado atrativo e eficiente, imprescindível para as gerações que já nasceram na era digital. E o mais importante: são tecnologias com padrão internacional, competitivas no mercado mundial.

Aliás, esse é o ponto em que quero chegar. Na missão à China, percebi que o Brasil como nação exportadora precisa acreditar mais em si próprio e oferecer aos outros países o que eles realmente esperam de nós. Temos uma “marca Brasil” associada à alegria e a criatividade, muito em função de atributos como futebol, música, café e a diversidade da Amazônia. Mas quando vemos o conjunto de nossos produtos expostos numa feira, ele não traduz essa essência que o mundo espera encontrar na “marca Brasil”.

Precisamos mostrar quem somos e onde podemos chegar. O mundo quer conhecer o Brasil, as pessoas se encantam e querem copiar o estilo brasileiro. Cabe aos empreendedores que querem atuar neste mercado aliar seus produtos a estas bandeiras já conhecidas. O caminho não é fácil, mas é possível: o mercado chinês é muito competitivo e não é para despreparados.

DOT digital group está preparado para levar ao mundo, por meio da nossa tecnologia, a mensagem de um Brasil criativo e inovador.

*Artigo publicado originalmente no LinkedIn.

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[Na mídia] DOT digital group comemora participação na CIIE e avanços no projeto de internacionalização

Brasília – Ampliar a internacionalização da empresa e expandir a rede de negócios no exterior é uma das principais metas do DOT digital group e foi com esse objetivo que o fundador e CEO da empresa, Luiz Alberto Ferla, participou de 5 a 10 de novembro, em Xangai, da Exposição Internacional de Importações (CIIE em inglês), com um stopover em Dubai, onde manteve uma série de contatos visando apresentar a empresa e seus produtos aos empresários e representantes governamentais dos Emirados Árabes Unidos.

Em sua avaliação sobre a participação na maior exposição internacional de importações já realizada em todo o mundo, Luiz Alberto Ferla disse que a missão permitiu complementar e expandir a estratégia de internacionalização da empresa na Ásia e na China em especial: “mantivemos muitos contatos em nosso estande com dirigentes de empresas dos mais diversos países e eles manifestaram muito interesse em nossa plataforma para experiência de aprendizado StudiOn e Pronto, a nossa plataforma mobile baseada em microlearning, ambas lançadas recentemente no mercado. Além da presença no estande, participamos de várias reuniões agendadas pelo Bank of China com empresas chinesas e mantivemos dezenas de novos contatos om clientes potenciais. Em resumo, valeu muito a pena participar”.

Segundo o CEO do DOT digital group, “trouxemos para o Brasil muitos contatos importantes e parcerias que podem ser iniciadas em breve. Entendemos que temos muito a agregar ao mercado chinês. As soluções e tecnologias que oferecemos têm muita sinergia com as demandas desse país, que segue em crescimento acelerado. Considero nossa participação na CIIE engrandecedora. Desde a chegada no aeroporto através das novas tecnologias de reconhecimento facial e digital, a coleta de dados e o controle e organização de milhões de  pessoas, tudo impressiona. A magnitude da CIIE 2018 foi impressionante pela sua organização, disciplina no controle de segurança e logística, facilidade de acesso, apesar dos milhares de participantes diariamente. Uma das lições que aprendemos foi que o mundo está mudando numa velocidade muito grande e a China é hoje o maior mercado em um mundo em transformação. Tudo isso nos faz pensar sobre como podemos melhorar o Brasil e o mundo por meio da educação”.

Luiz Alberto Ferla descreve com entusiasmo os avanços alcançados pelo DOT digital group visando a internacionalização da empresa: “nós já temos clientes na Amércia Latina, na Inglaterra e em Portugal, onde estruturamos uma filial para atender a Europa. Com a participação na CIIE, tivemos a oportunidade de fazer um stopover em Dubai, na semana anterior à feira e com essa parada pudemos iniciar negociações nos Emirados Árabes Unidos (EAU), que será o nosso hub para vários países do Oriente Médio e da África”.

O empresario esteve também em Hong Kong, Shenzhen (China) e em Singapura e segundo ele “tivemos sucesso na realização de muitos bons contatos que certamente trarão bons resultados em curto e médio prazos, reforçando nossa estratégia de conquista de novos mercados e contribuindo para aumentar a internacionalização da empresa. Já temos uma equipe na China, que vai atuar em conjunto com nossos escritórios no Brasil, cuidando para que esses excelentes contatos evoluam em parcerias e permitam a realização de negócios”.

Os países da África também fazem parte dos planos de internacionalização do DOT digital group: “ na CIIE tivemos a oportunidade de participar de uma reunião com o Ministro do Comércio Exterior de Angola e mantivemos outros contatos com representantes da União dos Estados Africanos (UA), que faz parte da estratégia de internacionalização do DOT. O mesmo acontece em relação à Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), com sede em Lisboa. Hoje temos uma empresa do grupo estabelecida em Portugal e direcionamos nossa expansão para os países de línguas francesa e inglesa, porque nossa Plataforma de Educação é multi-idiomas. Também voltamos nossa expansão em espanhol para a América Latina e em breve teremos no idioma árabe”.

 

Matéria publicada originalmente em Comex do Brasil.

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[Na mídia] Empresário defende criação de “marca e identidade fortes” para o Brasil se “vender” ao mundo

Brasília – O Brasil precisa mudar a projeção de sua imagem externa deixando de ser apenas o país do café, do futebol e do Carnaval e construir uma marca “forte” e uma “identidade” que reflita a essência de um país grandioso, capaz de produzir uma vasta pluralidade de produtos e que permita ao país explorar aquilo que tem de melhor. Esta é a opinião de Luiz  Alberto Ferla, fundador e CEO do DOT digital group, uma das principais empresas brasileiras nas áreas de EdTech (Education Technology) e MarTech (Marketing Technology) e que participou no início do mês em Xangai da Exposição Internacional de Importações (CIIE em inglês).

Na visão de Luiz Alberto Ferla, “hoje mais que nunca é preciso reforçar a marca Brasil. Podemos continuar sendo vistos externamente como um país dotado de uma natureza exuberante, que tem uma ampla diversidade de produtos naturais para oferecer ao mundo e que é também um país da alegria, com seu futebol, sua música, sua arte. Mas é preciso mostrar que somos muito mais”.

Ao participar da CIIE, o empresário constatou que um grande número de países procurou se apresentar na feira internacional de forma mais abrangente, ainda que sejam fortes individualmente em alguns produtos ou serviços: “em minha opinião, o Brasil teve uma excelente participação nessa Exposição, graças ao apoio prestado às empresas participantes pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) mas ficou faltando o país se apresentar com uma identidade e uma marca próprias. Deixamos de mostrar a essência do Brasil, aquilo que  temos de melhor e a partir dessa identidade, dessa marca nacional, apresentar os nossos produtos”.

Luiz Alberto Ferla (fundador e CEO do DOT digital group)

Luiz Alberto Ferla amplia seu raciocínio lembrando que “todo mundo vê o Brasil como um país líder na produção e exportação de café. Nós deveríamos ter muito mais projeção nesse setor e não apenas através do café. A venda do café pode ser aliada às exportações de produtos complementares, como máquinas de café, açúcar, leite, mel, produtos que acompanham o café”.

Na opinião do empresário que tem ampla visão e conhecimento do mundo globalizado e que realiza notável esforço para internacionalizar o DOT digital group, “está faltando reforçar a marca Brasil. Nosso país tem que ser visto como um país com uma natureza exuberante, que tem uma ampla diversidade de produtos naturais a oferecer ao mundo, mas que é também um país da alegria, com seu futebol, sua música, sua arte. Acho que essa identidade  é que está faltando e em Xangai tive a oportunidade de ver muitos países se apresentando na CIIE através de uma marca e identidade próprias. Então, o que falta é mostrar a essência do Brasil, o que nós temos de melhor e atrás disso apresentar os nossos produtos. Por exemplo: café do Brasil. Todo mundo vê o Brasil como um país que tem café. Então nós deveríamos ter muito mais projeção., mas não só pelo café. Depois que colocar o café vem os produtos complementares como máquinas de café, açúcar, leite, mel, produtos que acompanham o café. Com isso agrega-se uma série de produtos que a indústria brasileira produz e pode exportar”.

O que vale para o café também se aplica, na visão do CEO do DOT digital group, ao futebol: “o mundo ama o futebol do Brasil. Então deveríamos falar do futebol através de uma abordagem que envolva o futebol não apenas como esporte, mas sobretudo como um grande negócio. Nesse contexto, é preciso falar sobre escolinhas de futebol, produtos complementares como bolas, chuteiras, luvas, uniformes, agasalhos, jogos eletrônicos, cervejas e outras bebidas, como a internacionalmente apreciada caipirinha e o churrasco, que combinam com o futebol. Ou seja, o futebol seria a porta de entrada para a exportação de uma ampla gama de produtos complementares e que o mundo inteiro consome em grande escala”.

O raciocínio também se aplicaria à música e à indústria áudiovisual, segundo Luiz Alberto Ferla: “temos grandes nomes da música internacional, intérpretes e compositores como Vinícius de Moraes, Tom Jobim, Toquinho, Caetano Veloso, Chico Buarque. Deveríamos explorar os canais abertos por talentos dessa magnitude para buscar mercados externos para produtos que acompanham a música, tais como roupas, bebidas, instrumentos musicais. Situação semelhante é vista em relação à questão ambiental. Não devemos nos limitar a expor ao mundo o que temos de melhor em nossa fauna e flora da Amazônia. Precisamos expandir as vendas dos produtos naturais que o mundo tanto aprecia e dos quais o Brasil possui uma diversidade única e incomparável”.

Ao finalizar, o empresário reforçou a tese de que “precisamos deixar de falar apenas do Brasil futebol, do Brasil do café, da música ou da Amazônia, do Brasil do mono-produto e construir uma marca e identidade que mostrem ao mundo a essência do nosso país, passando a apresentá-lo através da cadeia produtiva nacional em tecnologia, educação, filmes, jogos e muito mais”.

*Matéria publicada originalmente em Comex do Brasil 

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DOT leva cases de sucesso para congresso brasileiro de treinamento corporativo

Aprender em um ambiente digital antes de agir com clientes reais. Essa é a proposta das soluções desenvolvidas pelo DOT digital group para treinar colaboradores e vendedores de três grandes marcas brasileiras: Natura, Honda e TIVIT. Os três cases de treinamento corporativo digital serão apresentados durante o Congresso Brasileiro de Treinamento e Desenvolvimento (CBTD 2018), que ocorre entre 28 e 30 de novembro, no Mendes Convention Center, em Santos. “A transformação digital alterou a maneira como as pessoas se comunicam e trabalham. Nesse contexto, uma nova forma de aprender se faz necessária”, destaca Luiz Alberto Ferla, fundador e CEO do DOT digital group.

Criado em 1996 no bem-sucedido ecossistema de inovação de Florianópolis, o DOT é protagonista e referência no setor de tecnologia para educação (EdTech). A empresa já capacitou mais de 5 milhões de pessoas com soluções digitais tanto para treinamento corporativo quanto para ensino formal. Segundo Ferla, o objetivo é duplicar esse número em cinco anos, meta apoiada no crescimento mundial do mercado de EdTech. Com sede na capital catarinense e escritórios em Brasília, São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte, o DOT acaba de abrir uma filial em Portugal e se prepara para levar uma operação para o mercado chinês. Atualmente, o grupo tem 300 colaboradores.

TIVIT – líder em serviços integrados de tecnologia para a América Latina, a TIVIT queria expandir a academia Techno TIVIT com a implementação de cursos a distância. O DOT desenvolveu uma plataforma com recursos inovadores como simuladores, realidade virtual e realidade aumentada. Em pouco mais de um ano, a ferramenta tem mais de 550 cursos disponíveis para cerca de 9.500 colaboradores. A partir desses resultados, a TIVIT lançou seu Portal de Educação Corporativa. O case será apresentado por Sergio Baldivieso, diretor Comercial do DOT no dia 28, às 18h15 na palestra “Educação Corporativa Digital: do planejamento ao retorno do investimento”. O executivo também vai abordar os projetos feitos pelo DOT para Honda e Natura, que serão detalhados em mini-palestras.

Honda – para treinar a força de vendas das concessionárias Honda, o DOT desenvolveu um game. “Jogos motivam e ainda ajudam a entender o comportamento dos alunos. É um recurso muito valioso na educação corporativa”, afirma Thiago Rissi, EdTech Service Design do DOT, que apresentará o case em uma mini-palestra no CBTD 2018, no dia 30, às 11h15. A montadora tinha o desafio de simular situações cotidianas comuns aos gerentes de concessionárias e preparar a equipe para vender o financiamento do banco Honda. O game, feito para tablet e celular, simula histórias interativas com clientes virtuais, simulando atendimentos para que os vendedores aprimorem habilidades de entrevistas, coleta de dados e negociação.

Natura – a Natura precisava engajar e motivar suas consultoras a participar do programa de incentivos da marca. O DOT desenvolveu uma estratégia de gamification, uso de técnicas de games fora do ambiente de jogos que aumentam os índices de atração, engajamento e retenção. O projeto foi desenvolvido após um estudo com 30 mil consultoras. Assim, foi possível criar sistemas de incentivo para diferentes perfis. Hoje, a estratégia de gamification está sendo aplicada com milhares de consultoras Natura de todo o Brasil. O projeto será apresentada no CBTD 2018 por Rafael Silva, EdTech Service Design do DOT, no dia 29 de outubro, às 16h10.

Além de palestras, o DOT participa do CBTD com um estande. Em destaque, a demonstração de duas soluções: o StudiOn, plataforma de aprendizagem modular, ideal para empresas que queiram implantar um projeto de formação continuada; e o Pronto Mobile, ferramenta de microlearning, com conteúdos curtos acessados via celular ou tablet. “Preparamos uma programação especial com mini palestras e demonstração de produtos para que os participantes saiam do evento com a solução para os seus desafios em educação corporativa e, claro, com o DOT como parceiro”, afirma Ferla.

Sobre o CBTD 2018 

O CBTD ocorre anualmente na cidade de Santos (SP) e promove uma feira de exposições (EXPOCBTD), reunindo os principais especialistas em desenvolvimento humano e organizacional do país. O evento é organizado há 33 anos pela Associação Brasileira de Treinamento e Desenvolvimento (ABTD). http://portal.abtd.com.br/cbtd.html

 

 

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Gamification para empresas de TI: Algar Tech inicia projeto com DOT

Você sabe como funciona o processo do DOT para desenvolver uma estratégia assertiva de gamification para educação corporativa?

A Alga Tech, novo cliente DOT, está vivenciando essa etapa de planejamento e nosso analista de Gamification, Alessandro dos Reis, está em visita a empresa realizando observação de campo, dezenas de entrevistas e focus group com o pessoal da Algar. Isto é, com o público-alvo da gamification. O objetivo é coletar insumos para criar um sistema de  incentivo com regras baseadas em recompensas relevantes para comportamentos desejados.

Até agora foram cerca de 60 entrevistas; bem como 3 focus groups. Isso sem contar com horas de observação do trabalho deles, e estudo das políticas e demais documentações da Algar.

Qual sua importância no processo de desenvolvimento da gamification?

Será a base de dados com a qual, de forma baseada em evidências, criaremos uma mecânica de incentivos que de fato fale alto ao público-alvo.

A empresa

A Algar Tech, uma multinacional brasileira com 19 anos de atuação e que integra soluções de TI, com mais de 12 mil profissionais que atuam no Brasil, Colômbia, Argentina e México, é a mais nova cliente DOT.

Neste projeto vamos desenvolver uma estratégia de gamification, inicialmente, para os profissionais de infraestrutura e suporte técnico.

O DOT digital group

O DOT digital group é protagonista e referência em EdTech (Education Technology) no Brasil. Com sede na capital catarinense e escritórios em Brasília, São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte, o DOT já capacitou mais de 5 milhões de pessoas com estratégias para a educação corporativa e a educação formal. Conheça nossos cases de sucesso aqui.

Algumas fotos da visita:

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