Como criar uma cultura de liderança com o apoio da educação digital

Se tem um assunto bastante comum entre empresas de diversos segmentos é o desenvolvimento de uma cultura de liderança organizacional eficiente e inovadora. 

As tradicionais estratégias embasadas no famoso livro The Leadership Pipeline, de Ram Charan, mostram a etapa de desenvolvimento de líderes como um longo passo a passo arquitetado para desenvolver habilidades relacionadas a negócios, estratégias, operações e finanças. 

Tudo isso é fruto da ideia original que se tem sobre “carreiras profissionais” e “carreiras gerenciais”, que são duas vertentes diferentes. Nesse modelo, “gerentes” sentavam-se atrás da mesa e “gerenciavam”, enquanto os demais profissionais “faziam o trabalho”.

E foi assim que construímos modelos de carreiras distintos, com papéis gerenciais subindo com maior potencial de ganhos. Mas hoje o mundo tem pensado diferente! 

Segundo artigo publicado pelo Josh Bersin Academy, embora muitas empresas ainda tenham hierarquias, não são mais elas que definem a maneira como o trabalho é realizado. As empresas passaram a trabalhar o potencial das equipes multifuncionais e projetos onde sua influência pode ser vasta, independentemente do seu nível – especialmente se forem especialistas técnicos ou de clientes. 

A ideia de que líderes são mais valiosos que indivíduos acabou. Todo mundo vira líder em algum momento da sua carreira, afinal, somente alguns de nós possuem responsabilidades de “gerenciamento profissional” como parte da jornada de trabalho. 

Muitas empresas compreenderam a importância de promover os colaboradores como líderes antes mesmo de eles estarem realmente prontos. Dar-lhes essa oportunidade e logo em seguida apoiá-los com treinamentos e ferramentas necessárias para o seu desenvolvimento só contribui para que se sintam engajados para inovar e crescer com a empresa.

De acordo com a pesquisa realizada pela Josh Bersin Academy, organizações que realizam uma orientação formal têm rotatividade 20% menor, a qualidade de liderança cresce em 46% e o desempenho das funções aumenta em 23%.

Educação digital como apoio ao desenvolvimento de líderes

Se a maneira de promover novos líderes nas organizações mudou, imagine como estão as estratégias de educação corporativa para capacitá-los ainda mais para a rotina de trabalho. 

As estratégias de ensino baseadas na tecnologia de e-learning (100% a distância) têm sido uma das opções de aprendizado mais eficazes dentro das empresas. Por meio de uma plataforma de e-learning, é possível simular uma verdadeira sala de aula, na qual o aluno escolhe onde e quando estudar, no seu ritmo de aprendizado e de acordo com as suas necessidades.

Além do famoso Learning Management System (LMS), sistema utilizado pelo mundo inteiro como um espaço de educação online, existe uma nova tecnologia que chamamos de LXP ou Learning Experience Platform, que traz uma proposta mais interativa, colaborativa e personalizada para o e-learning. 

Para compreender melhor do que trata uma LXP, vamos citar um dos mais novos produtos do DOT digital group, o Courselog. Uma plataforma de aprendizagem diferente de tudo que você já viu em educação corporativa!

O Courselog é uma plataforma de capacitação contínua, na qual os colaboradores têm acesso a uma playlist dinâmica com diversos cursos direcionados de acordo com a sua área de atuação. 

Além disso, o aluno não fica restrito apenas ao portfólio de conteúdos da empresa, nem precisa esperar pelo gestor para buscar formações que interessam na sua profissão; o colaborador assume o protagonismo da sua carreira ao escolher cursos da empresa e do mercado; e ainda pode recomendar e receber recomendações de novos conteúdos! 

Com o Courselog a aprendizagem digital é eficiente e com experiências personalizadas. Clique aqui e saiba mais! 

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[Opinião] Educação Corporativa 2020: por onde começar?

Por Lívia Felizardo, Especialista em EdTech

No estudo de tendências globais de gestão de pessoas da Deloitte e McKinsey, 86% dos entrevistados citaram que ter novas formas de aprendizagem é uma questão importante ou muito importante. Ainda nesta pesquisa, os líderes vinculam efetividade a novas abordagens de capacitação – metodologias e tecnologias educacionais – das competências que lhes são demandadas.

Ouço diariamente profissionais que precisam disseminar conhecimentos estratégicos em suas empresas, desenvolver competências de seus times, compartilhar boas práticas para a sustentabilidade do negócio, e sempre sinto, pelas falas, que parece faltar muito pra começar, ou até mesmo nem sabem por onde começar.

No fundo, a maioria de nós achamos que precisamos estar mais preparados: sentimos necessidade de estudar mais, experimentar metodologias diferentes, conhecer mais a fundo os desafios da organização e o próprio colaborador, ter mais recursos tecnológicos.

Entendo que pra iniciar é importante conhecer o cenário e planejar. Mas, na mesma medida é fundamental criar uma atmosfera de aprendizagem que promova o encorajamento e permita errar e corrigir rápido – experimentar!

Por isso, não tenha dúvidas: Comece! Separei três ações que vão te ajudar neste início:

  1. Revise o planejamento e os objetivos estratégicos da sua empresa.
  2. Reveja as necessidades e metas da sua área e entenda como a capacitação dos colaboradores poderá contribuir para alcança-las.
  3. Monte um pequeno grupo de trabalho e determine uma dinâmica de escuta para que as pessoas contribuam com o desenho das soluções. Isso será essencial pra estabelecer eficácia e adesão – segundo pesquisa da DRIG, 61% dos colaboradores entrevistados confessou que teria feito outro curso se pudesse tomar a decisão por conta própria.

Com as necessidades mapeadas, você vai avançar:

  • Quem será o público-alvo?
  • Quais capacitações serão lançadas?
  • Como coletar / elaborar o conteúdo?
  • Quais as melhores soluções educacionais para dissemina-los?
  • Que tipo de tecnologia é necessário para viabilizar o projeto?
  • Qual será o investimento necessário?
  • Como medir os resultados de aprendizagem e de investimento?

Desta forma haverá clareza e confiança para enxergar, ainda que parcialmente, o horizonte de educação corporativa da organização, medir o impacto dos resultados iniciais e projetar o crescimento sustentável das ações de capacitação.

Então, vamos começar?

Clique aqui para falar com o time de especialistas DOT.

 

Lívia Felizardo, Especialista em EdTech no DOT digital group

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[Webinar] Employee Experience: o novo RH como designer de experiências

A nossa especialista em EdTech, Livia Felizardo, participou do RH Summit com o painel Employee Experience: o novo RH como designer de experiências.

Confira o vídeo que foi um dos Top 5 do evento 😊

 

 

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20 ideias transformadoras de Gamification para 2020

O que 2020 trará de novidades e desafios de gamification?

Para responder a esta pergunta deixamos 20 ideias que provavelmente irão contribuir para a transformação do cenário corporativo e influenciar a forma como se gamifica projetos, produtos e sistemas. Veja agora mesmo!

10 ações práticas: como fazer!

1 – Realidade Virtual e Aumentada

A RV e RA são meios que incrementam experiências gamificadas tornando-as mais envolventes. Os dispositivos como óculos de imersão serão ainda mais acessíveis em 2020. Além disso, experiências feitas originalmente para RA e RV também podem ser gamificadas. Para saber mais, veja o projeto Elevator Pitch desenvolvido para o SEBRAE-RS.

2 –  Inteligência Artificial

Tutores virtuais e assistentes robóticos estão em alta. E como não poderia deixar de ser a Inteligência Artificial encontra na gamification um rico território para prosperar. Saiba como o DOT digital group utiliza IA em projetos.

3 – Gamification Adaptativa

Diretamente relacionada com a anterior, mas esta tendência consiste em regras de incentivo que se adaptam ao desempenho do utilizador e/ou ao seu perfil. A mecânica da gamification ajusta-se para ganhar eficiência, chegando até mesmo à personalização. A estratégia desenvolvida pelo DOT para a Natura envolveu gamification adaptativa: as regras variavam conforme o perfil da consultora de vendas.

– Data Analytics

Gamification gera dados, muitos dados sobre os participantes. O potencial de profiling e outras descobertas com o uso de Data Analytics é imenso para, por exemplo, descobrir  hábitos e tendências de consumo. Saiba mais sobre MarTech, (Marketing Technology), clicando aqui.

5 – Mobile 

A tendência do mobile first, que começou por volta de 2010, chega vitoriosa em 2020. Para contar com maior participação de uma estratégia de gamification deve ter em conta que os envolvidos podem estar em qualquer lugar com um smartphone na mão. Descubra aqui como toda experiência digital deve ser pensada fundamentalmente como mobile.

6 – Missões e Desafios

A abordagem reativa em gamification é mais conhecida. Nela os participantes recebem recompensas depois de realizarem as ações desejadas. A abordagem ativa, por sua vez, consiste em lançar desafios elegíveis para os participantes, aumentando tanto o seu poder de escolha quanto o desafio para eles. Veja aqui mais sobre metodologias ativas de ensino.

7 – Storytelling

Pontos e recompensas envolvem. Mas nada prende mais a atenção do que o envolvimento emocional numa boa história! Com o avanço da tecnologia as estratégias de gamification passarão a oferecer mais narrativas interativas (e a Realidade Virtual e a Aumentada também terão um papel nisso). Descubra aqui mais sobre como gamification pode fazer uso do storytelling.

8 – Interações Sociais

Cada vez mais a gamification faz parte das redes sociais e pode por táticas de incentivo que fazem os participantes interagirem. Em 2020 pense como dinamizar equipas e fazer da gamification um fator integrador para seus os clientes ou colaboradores.

9 – Plataformas de Engagement

Soluções de acompanhamento presencial são importantes para humanizar  experiência de aprendizagem, mas há uma clara . Mas há uma tendência para a utilização a plataformas com infraestrutura tecnológica e estratégias padronizadas. Venha descobrir um exemplo desta  tendência o Pronto Learning, plataforma de microlearning, e o StudiOn, plataforma de educação digital.

10 – Co-criação

Colaboradores e clientes não querem apenas receber pontos e recompensas, mas sim poder expressar opiniões, criar conteúdos e fazer a diferença no rumo das coisas. Co-criar é a palavra-chave, com uma gamification em que os participantes geram conteúdos. 

10 aplicações reais: o que gamificar!

11 – Segurança de Dados

Lei Geral de Proteção de Dados trará mudanças significativas na forma como todas as empresas usam os recursos digitais. Olhando para a  Cybersegurança em que a gamification e os games são uma tendência em crescimento, têm vindo inclusive a tornar a segurança de dados numa espécie de eSport.

12 – Performance no Trabalho

Gamificar para ajudar os seus colaboradores a manter o foco, alcançar metas e serem mais produtivos. Foi nisso que a rede de restaurantes AppleBee’s apostou.

13 – Saúde

Saúde e bem-estar é uma das aplicações da gamification que mais crescem no mundo, envolvendo: auto-monitoramento, atividades físicas, formação de profissionais de Saúde, como é o caso da formação gamificada que o DOT desenvolveu para o HCor.

14 – Desenvolvimento Pessoal

Aplicações que nos ajudam a parar de procrastinar e a atingir logo os nossos objetivos. E fazem disso um jogo empolgante. É o caso do Habitica, por exemplo.

15 – Vendas

Missões, metas, competição, conquista de prémios, aquisição de conhecimentos e competências. Gamificar tem tudo a ver com o processo de vendas. Tanto é que o DOT digital group gamificou a experiência das consultoras Natura.

16 – Educação 

A gamification é uma tendência forte em EdTech há anos e em 2020 continuará a sê-lo. A gamificação da Educação formal escolar talvez seja a principal aplicação da mesma, especialmente quando falamos de Educação à Distância. Saiba mais aqui.

17 – Internet das Coisas

Esta tendência ainda é incipiente em Portugal. Mas a tecnologia 5G e a disseminação de interatividade eletrónica terão, nos próximos anos, um profundo impacto principalmente na indústria e na agricultura. E a gamification já faz parte desta nova fase da Internet.

18 – Mobilidade 

Em 2019 foi lançado o programa Uber Rewards, pela qual esta empresa pretende aumentar a sua vantagem sobre os concorrentes. Seguindo o exemplo da Uber o mercado de mobilidade e logística tenderá a apostar na gamification como fator de diferenciação e competitividade.

19 – Formação Corporativa

Continua a ser um campo fértil para a gamification. O QuestiOn, por exemplo, apresenta-se como uma solução game based para envolvercolaboradores em desafios de conhecimento..

20 – Marketing Digital

O mundo das pesquisas de mercado e da publicidade ainda tem muito a ganhar com a gamification (especialmente unindo-a ao storytelling e à realidade aumentada e virtual). As aplicações vão desde publicidade para turismo até à realização de pesquisas em marketing. Leia mais aqui.

Quer saber mais sobre estratégia de gamification na educação corporativa?

Fale com nossos especialistas, clique aqui!

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Case TIVIT: onboarding para empresas multinacionais

Presente no mercado há mais de 20 anos, a TIVIT é uma multinacional brasileira de soluções digitais com operações em 10 países da América Latina.

Desafio

Garantir que o processo de Onboarding em todas as unidades, incluindo diferentes países, seja realizado do mesmo jeito.

Solução

Os processos de onboarding da empresa eram todos presenciais e, para contemplar todas as unidades e manter os padrões, essa modalidade se tornava cada vez mais onerosa e inviável. Outro ponto importante é que a TIVIT tem uma característica muito específica: uma parte dos seus colaboradores não trabalha in company, ficando alocada dentro do cliente, o que dificulta um processo de onboarding presencial.

Como a TIVIT já disponibilizava uma série de cursos online, que atendiam  várias necessidades de capacitação dos seus novos colaboradores, o DOT digital group propôs construir um Programa de Onboarding online.

Além de reunir alguns conteúdos já prontos, abordando questões institucionais, sistemas, posicionamento de mercado, o programa contou com novos conteúdos, desenvolvidos sob demanda para a nova solução educacional. Quando foi para operação, o programa contou com estratégias de mediação proativas, estimulando a adesão dos alunos, seu engajamento e seu caminho rumo à conclusão do programa.

Este Plano de Mediação contém ações distribuídas em um período de 30 dias. As ações foram planejadas conforme as funcionalidades da plataforma de aprendizagem Studion.

Resultados

Entregamos um programa de e-learning customizado, trazendo ao novo colaborador da TIVIT informações institucionais, além de tratar de sistemas utilizados e das áreas afins.

E com um Plano de Mediação foi possível motivar e engajar os novos colaboradores a iniciarem o Programa de Onboarding online e a concluírem os cursos de maneira satisfatória.

Confira alguns números que evidenciam o sucesso da solução.

Em 2019 quase 1200  novos colaboradores foram inseridos na cultura TIVIT por meio deste programa de Onboarding online.

Após a implementação da estratégia de mediação, o índice de adesão chegou a 95% após a adoção do Plano de Mediação.

 

 

Fale com nossos especialistas, nós podemos ajudar!

 

Leia também: Educação digital como estratégia de onboarding

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