[Opinião] Mercado global de e-learning cresce

E-learning – “O tempo corre, o tempo é curto: preciso me apressar, mas ao mesmo tempo viver como se esta minha vida fosse eterna”. A escritora Clarice Lispector expressou como poucos a angústia humana de correr contra o tempo e aproveitar cada minuto do dia para dar conta de nossas tarefas infindáveis. A tecnologia é vista por muitos como mais um vilão na correria contra o tempo (perdemos horas na internet), mas acredito que se for bem usada pode nos ajudar muito a não perder tempo. Experimente usá-la para aprender.

 

É um caminho sem volta. Estudo Global Market Insights indica que o mercado global de e-learning (aprendizagem on-line) deve crescer em média 10% ao ano entre 2018 e 2023. Essa evolução se dará tanto por demandas do setor acadêmico, para agregar valor à educação formal, quanto corporativo, com ferramentas de treinamento profissional. A expectativa é de que o volume total desse mercado alcance US$ 286, 6 bilhões em cinco anos. Para termos um parâmetro, em 2010, esse valor era de US$ 32 bilhões.

 

Esse otimismo todo tem uma explicação: a relação custo-eficácia do e-learning é muito positiva. Isso se deve principalmente à flexibilidade que a tecnologia proporciona. Se a lição está num aplicativo de celular, ao alcance das mãos, é possível aprender em casa, no congestionamento, enquanto espera no consultório ou a caminho do trabalho. Os avanços da tecnologia de e-learning também permitem que as pessoas (e mais pessoas, independente de classe social) escolham quando e o que aprender, definindo seus próprios objetivos, com autonomia. A escolha é sua. Aproveite seu tempo.

Luiz Alberto Ferla, CEO e fundador do DOT digital group

 

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Educação que move o mundo

Por Luiz Alberto Ferla

A educação traz significado e expande os limites físicos das nossas experiências. É o que transforma em realidade os sonhos das crianças e os anseios dos adultos. Mais do que uma visão poética, a transferência de conhecimento diminui a pobreza e as desigualdades. Somente a educação pode trazer as mudanças que queremos para a nossa vida e para o mundo.

Aliar a tecnologia aos processos educacionais já não é uma aplicação do futuro. A diferença que um dispositivo eletrônico e o acesso à internet podem proporcionar às pessoas é maior do que indicadores de produtividade. Pessoas com níveis maiores de educação têm mais empregabilidade, mais oportunidades na carreira e têm menos influências negativas ao seu redor. Ao contrário, influenciam positivamente os que as cercam.

Romper com o padrão de que apenas poucos detêm o conhecimento é uma das maiores vantagens de aliar a tecnologia à educação. A figura do professor mudou e agora ele é um facilitador da jornada de aprendizagem, ao tempo em que adquire novos conceitos com seus alunos, presencial ou remotamente. A revolução educacional já começou.

Nossa especialidade é a educação digital

Há 22 anos unimos a tecnologia às estratégias de ensino. Sim, estamos na vanguarda e temos muito orgulho de cada etapa que vivemos. O DOT digital group mudou, se reinventou e cresce buscando aqueles que acreditam na educação. E a mudança que acontece na sociedade quando todos se envolvem nesse processo é o combustível que nos move a procurar sempre as melhores soluções para nossos clientes e parceiros.

 

Luiz Alberto Ferla é CEO e Fundador do DOT digital group

 

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Um LMS inteligente pode expandir a educação corporativa

[LMS] A educação, utilizando tecnologias digitais, ganha importância nas organizações e é vista como essencial para a competitividade. Reconhecer que se deve estimular a capacitação continuada dos colaboradores é apenas uma das fases da mudança de cultura das organizações, que vêm cada vez mais participando deste movimento, com a criação de áreas específicas para educação, desenvolvimento e treinamento.

Os benefícios da educação corporativa são muitos e as estratégias são diversas, mas chamo a atenção especificamente para a escolha da plataforma tecnológica de educação: o Learning Management System (LMS).

Ao utilizar um LMS, você opta por uma plataforma que pode unificar várias soluções educacionais em um único sistema e de forma escalada. Ao utilizar um LMS inteligente, é possível estabelecer regras, indicar conteúdos e progressão de desempenho, promover engajamento e mensurar resultados, considerando cada colaborador, tanto em relação às suas necessidades individuais quanto às metas estabelecidas.

Não tem segredo, o LMS é uma ferramenta essencial no projeto educacional. Ele vai guiar os colaboradores para mudanças de procedimentos, novas competências e mergulhar na cultura organizacional, tudo de forma segura e confidencial.”

A conectividade reduz custos

Uma das tendências que deve fazer parte dos projetos corporativos é a criação de cursos de curta duração totalmente online, deixando para trás programas e treinamentos que antes duravam  vários dias.

Outra tendência em corporações de sucesso é que a capacitação profissional tenha impacto direto na avaliação de desempenho, definindo até mesmo bonificação e alocação de projetos [1], informações estas que somente uma plataforma inteligente pode proporcionar.

A educação corporativa coloca os colaboradores e, consequentemente, o negócio em posição privilegiada diante dos concorrentes, pois já treinaram diversas possibilidades de cenários em um ambiente seguro para experimentação. Especialmente em corporações que possuem sedes espalhadas pelo país ou ao redor do mundo, o treinamento a distância se torna a principal estratégia em gestão de pessoas, equalizando gaps tanto de aprendizagem quanto de cultura.

Proporcionar educação continuada é um processo de muitas etapas, que pode ser simplificado com o investimento em um LMS inteligente. O DOT digital group desenvolveu o StudiOn, um moderno e avançado LMS, armazenado em nuvem, com estrutura de alta capacidade e suporte a arquivos em qualquer formato, ampliando a experiência dos usuários. Oferecer um ambiente de aprendizagem customizado de acordo com a sua estratégia traz valor à sua empresa.

As corporações mais lembradas são as que oferecem soluções práticas e mensuráveis. Preparar sua equipe para atuar nesse cenário transforma sua empresa em referência de negócios e faz com que ela seja, agora, uma empresa do futuro.

O StudiOn pode ter a cara da sua empresa. Pense nisso e fale com nossos especialistas!

 

Luiz Alberto Ferla é CEO e fundador do DOT digital group.

 

 

1 – Disponível em:  <https://www.valor.com.br/carreira/4852736/capacitacao-impacta-ate-avaliacao-final>. Acesso em: 17 jul. 2018.

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A sua empresa está preparada para o dia 25 de maio de 2018?

Por Luiz Alberto Ferla

Alguns de vocês já devem ter percebido que os serviços que utilizamos na internet estão atualizando os termos de uso. Google, Facebook e Twitter são apenas alguns deles, mas as mudanças atingem praticamente todas as plataformas de comunicação e têm a ver com a maneira como os dados coletados são trabalhados.

A nova legislação europeia, chamada Regulação Geral de Proteção de Dados (General Data Protection Regulation – GDPR) [1], prevê a maneira como as empresas de tecnologia devem tratar os dados obtidos por meio da utilização dos seus produtos e serviços e busca contribuir para um bom funcionamento do direito à privacidade das pessoas numa sociedade cada vez mais globalizada e alimentada pela internet.

Com 87 milhões de dados vazados dos usuários e um depoimento altamente debatido de Mark Zuckerberg, CEO do Facebook, no Senado Americano [2], colocou-se em evidência as atuais leis de proteção de dados na internet e qual o verdadeiro papel das grandes empresas na proteção dos dados de seus usuários.

Efeito global

A regulação terá um efeito global, uma vez que ela se aplica a entidades que processam dados pessoais, mesmo quando o tratamento se dá fora da limitação geográfica da União Europeia.

Não é novidade que os países tentem regulamentar essa utilização. A grande diferença que deixou muitas empresas em polvorosa é a clareza com que as regras foram expostas, bem como as penalidades.

Uma das maiores mudanças é referente à abrangência da lei. Se a empresa coletar dados de cidadãos da União Europeia, não importa onde esteja o cidadão ou a sede da empresa, deve respeitar essa regulamentação. As violações geram multas de 4% do faturamento ou US$ 20 milhões, o que for mais alto.

Contexto Brasil

Fica clara a importância de existir uma política forte de proteção das informações para todas as empresas, não importa o tamanho. O Brasil ainda não tem leis que regulamentam e impedem o tratamento abusivo das informações dos usuários e isso pode ser um impeditivo no crescimento do mercado tecnológico de banco de dados.

As empresas brasileiras que tratam e transferem dados relativos a usuários sob jurisdição da União Europeia devem se adequar a essa legislação. Apesar da existência dessas regras na legislação atual, é inquestionável que a lei geral tenha efeitos relevantes no Brasil. Por isso, a criação de uma lei especializada e de agentes fiscalizadores é primordial.

Se o Brasil ou os Estados Unidos vão seguir influenciados pelo modelo de regulação de dados europeu, ainda temos que aguardar os próximos passos, o que podemos afirmar é que este debate vai ter reflexos no mundo inteiro.

A nova lei já entra em vigor a partir de 25 de maio de 2018, mas muitas empresas já se adiantaram e atualizaram seus termos de uso.

*Luiz Alberto Ferla é CEO e fundador do DOT digital group.

Este artigo foi publicado pelo portal TI Inside

 

Refs

1 – https://ec.europa.eu/info/law/law-topic/data-protection_en

2  https://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/tecnologia/2018/03/19/interna_tecnologia,667192/facebook-abalado-por-escandalo-de-vazamento-de-dados-pessoais.shtml

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Opinião | O futuro da educação e os aplicativos móveis

Ligar para pedir delivery de comida, controlar os dispositivos domésticos ou ir à agência bancária para resolver questões relacionadas à conta são apenas alguns dos muitos exemplos de atividades do cotidiano que estão ficando no passado. Com o desenvolvimento e o constante avanço do uso de aplicativos, hoje é possível resolver tudo isso e muito mais pelo smartphone ou tablet.

De olho nesse movimento, empresas têm desenvolvido e aprimorado seus apps buscando a melhor experiência de uso possível para seus consumidores. E este não é um mercado pequeno: somente no Brasil, no segundo trimestre de 2015, o número de brasileiros que usavam smartphone para acessar a Internet já havia ultrapassado 72 milhões de pessoas. Neste cenário, a indústria da educação não fica para trás, já que os aplicativos desenvolvidos para mobile são parte fundamental da estratégia para que os estudantes absorvam os conteúdos de forma simples e rápida, a qualquer momento e de qualquer local.

A EdTech (Education Technology) – unificação das últimas tendências tecnológicas para criar um processo de educação online mais atrativo – tem se mostrado uma aliada essencial para quem quer acompanhar essa revolução que veio com o uso crescente dos aplicativos. Dentro de EdTech, por exemplo, podemos trabalhar com tecnologias de realidade virtual, realidade aumentada, gamification, entre outras. Isso torna o conteúdo de aprendizado mais dinâmico e interessante para os alunos.

Para exemplificar como a EdTech tem estimulado o uso de aplicativos, podemos citar casos em que o setor educacional aplica a gamification com o objetivo de garantir o engajamento e o foco dos estudantes durante o aprendizado. Isso faz com que as pessoas se sintam mais motivadas e confiantes em relação ao entendimento do conteúdo aplicado.

Em um trabalho de sucesso que fizemos recentemente no DOT digital group, conseguimos engajar mais de 5 mil líderes de uma empresa do ramo de energia em um programa de capacitação online com o uso de gamification. O objetivo da estratégia era engajar as pessoas no consumo dos objetos educacionais e na colaboração para a disseminação do conhecimento. O conteúdo tratava de cinco temas distintos e foi apresentado em pequenos módulos de consumo rápido e prático, chamados de microlearning. Nossos analistas de gamification classificaram cada um dos módulos de acordo com o perfil motivacional da audiência e com os temas abordados. Em seguida, foi planejada a jornada do usuário por meio do conteúdo, no qual ele acumulava pontos, medalhas e níveis, à medida em que consumia os objetos educacionais ou interagia com os colegas.

Nessa estratégia, foram criadas seis categorias de pontos e medalhas, uma para cada tema do programa de capacitação e uma para as ações de colaboração. Dessa forma, o usuário tinha autonomia para compor seu próprio currículo e acompanhar seu desempenho dentro do programa, da forma mais adequada ao seu perfil profissional.

O celular não é mais inimigo das salas de aula, podendo ser um importante aliado. As instituições educacionais estão cada vez mais interessadas no desenvolvimento de seus próprios aplicativos móveis personalizados. Afinal, os aplicativos já estão totalmente incorporados em nosso dia a dia, e isso não pode restringir o ambiente de estudo. Quem lançar mão de novas tecnologias e diferenciais para essas aplicações estará engajando uma audiência cada vez mais conectada.

 

Luiz Alberto Ferla é CEO do DOT digital group, grupo brasileiro especializado na oferta de soluções para EdTech

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Opinião | EdTech: todos têm uma maneira de aprender; nós temos um jeito de fazer

Por Luiz Alberto Ferla*

É um caminho sem volta! Investir em tecnologias para educação e treinamento, em sintonia com as necessidades do negócio, atingiu status estratégico dentro das organizações e criou uma convergência da qual as empresas não querem e não podem abrir mão. O risco é claro: ficar defasada em relação à concorrência e perder competitividade.

A palavra “resultado” invadiu muitas empresas e tem se tornado prioridade na agenda de profissionais de RH e CEOs, que já perceberam que não dá para ser eficiente operando da mesma forma em um mundo cada vez mais competitivo e conectado. Entre uma constatação e outra, posso afirmar que observo dois cenários: empresas que planejam e querem ser competitivas no futuro e empresas que não veem motivos para investir numa prática que é conhecida de todos – educar.

Educar, capacitar, treinar e engajar não são novidades de mercado, mas atividades essenciais para a competitividade. Entender as gerações, saber quais são as estratégias ideais, reter e capacitar o seu time devem ser práticas comuns. Tais ações devem fazer parte do dia a dia, estar previstas no planejamento e motivar conversas de corredor entre os colaboradores. Sim, investir no colaborador é mais do que trazer para a empresa uma nova perspectiva comercial; é acreditar em quem trabalha e traz resultados concretos para o crescimento empresarial.

Filosofia

É a educação que cumpre, de maneira mais eficaz, a função de passar adiante a filosofia da instituição e atinge não apenas os colaboradores, mas todos os envolvidos em algum momento das atividades.

No DOT digital group, nós atendemos clientes que atuam na educação formal, na educação corporativa e em cursos livres. Todos nos procuraram com uma crença: a educação pode ser transformadora. Sim, ela é. Essa é a resposta que nossos resultados demonstram.

Quem somos?

Somos o DOT digital group, um grupo empresarial que há mais de 20 anos acredita que não existem limites de tempo ou de espaço para a educação e a formação das pessoas.

Uma das grandes razões para revelarmos “O jeito DOT de fazer EdTech para todos é a certeza de que disseminar uma cultura é mais do que embarcar numa tendência; é estar atento a ela, mas nunca abandonar a sua real essência.

Conheça o jeito DOT de fazer EdTech e fale com a gente sobre o seu projeto de capacitação e treinamento! Com certeza poderemos ajudar a gerar mais resultados.

 

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Luiz Alberto Ferla é CEO do DOT digital group, grupo brasileiro especializado na oferta de soluções para EdTech e MarTech.

 

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Opinião | Gamification: a estratégia que se consolida no meio corporativo

Sim, você já deve ter lido ou ouvido falar nesta estratégia. “Gamification” tornou-se uma palavra repetida no meio corporativo há cerca de 5 anos. Foi quando as organizações, massivamente, aderiram ao uso de técnicas de engajamento comuns em games para encantar e reter seus consumidores. Mas a palavra “gamification” já havia sido utilizada em 2002, por Nick Pelling, um jornalista britânico que cobria Marketing Digital. Portanto, Gamification já tem 15 anos de história.

E agora, em 2017, qual o estágio dessa tendência? Dá sinais de maturidade? Ou decadência?

Uma rápida busca no Google Trends mostra que, desde 2012, as buscas pelo termo “gamification” continuam aumentando:

 

Previsões de que a Gamification se tornaria parte do senso comum em projetos digitais se concretizaram. Gamification é vista, hoje, como indispensável na caixa de ferramentas de boa parte das grandes empresas. Agências de publicidade já falam em usar pontos e prêmios em portais, dentre outras táticas de gamification, sem tratar isso como um processo especial.

No entanto, com o tempo houve um filtro seletivo. Em 2017, já não é mais qualquer estratégia de Gamification que desperta interesse, mas sim aquelas que apresentam melhores resultados. As organizações aprenderam com cases que protagonizaram ou observaram.

Muitos mitos sobre Gamification foram desbancados e emergiram melhores práticas, dentre elas:

1. O entendimento de que gamificar não é apenas colocar pontuações, medalhas e rankings ou usar uma estratégia de Gamification pré-pronta. Sabemos que uma estratégia efetiva de Gamification demanda entender a fundo as motivações dos usuários antes de conceber uma mecânica de incentivos.

2. A utilização de plataformas tecnológicas para redução de custos na implementação e na fase operação.

3. A integração inevitável da Gamification com novas tecnologias, como a Realidade Aumentada e a Realidade Virtual. Tema ainda muito novo no Brasil, mas que já chama a atenção dos mercados educacionais, de treinamento e de marketing.

E é nesse contexto que o DOT digital group apresenta seu e-book Gamification, Como engajar o seu público interno e externo e otimizar os resultados. No material procuramos apresentar como o DOT digital group aborda a Gamification, baseado tanto em seus cases de sucesso quanto na fundamentação teórico-metodológica que contribuiu para a delimitação de nosso processo de trabalho.

Boa leitura!

 

Luiz Alberto Ferla é CEO do DOT digital group, grupo brasileiro especializado na oferta de soluções para EdTech e MarTech.

 

 

7 benefícios da capacitação online

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Opinião | Gamification: a estratégia que se consolida no meio corporativo

Por Luiz Alberto Ferla*

Sim, você já deve ter lido ou ouvido falar nesta estratégia. “Gamification” tornou-se uma palavra repetida no meio corporativo há cerca de 5 anos. Foi quando as organizações, massivamente, aderiram ao uso de técnicas de engajamento comuns em games para encantar e reter seus consumidores. Mas a palavra “gamification” já havia sido utilizada em 2002, por Nick Pelling, um jornalista britânico que cobria Marketing Digital. Portanto, Gamification já tem 15 anos de história.

E agora, em 2017, qual o estágio dessa tendência? Dá sinais de maturidade? Ou decadência?

Uma rápida busca no Google Trends mostra que, desde 2012, as buscas pelo termo “gamification” continuam aumentando:

Previsões de que a Gamification se tornaria parte do senso comum em projetos digitais se concretizaram. Gamification é vista, hoje, como indispensável na caixa de ferramentas de boa parte das grandes empresas. Agências de publicidade já falam em usar pontos e prêmios em portais, dentre outras táticas de gamification, sem tratar isso como um processo especial.

No entanto, com o tempo houve um filtro seletivo. Em 2017, já não é mais qualquer estratégia de Gamification que desperta interesse, mas sim aquelas que apresentam melhores resultados. As organizações aprenderam com cases que protagonizaram ou observaram. Muitos mitos sobre Gamification foram desbancados e emergiram melhores práticas, dentre elas:

1. O entendimento de que gamificar não é apenas colocar pontuações, medalhas e rankings ou usar uma estratégia de Gamification pré-pronta. Sabemos que uma estratégia efetiva de Gamification demanda entender a fundo as motivações dos usuários antes de conceber uma mecânica de incentivos.

2. A utilização de plataformas tecnológicas para redução de custos na implementação e na fase operação.

3. A integração inevitável da Gamification com novas tecnologias, como a Realidade Aumentada e a Realidade Virtual. Tema ainda muito novo no Brasil, mas que já chama a atenção dos mercados educacionais, de treinamento e de marketing.

E é nesse contexto que o DOT digital group apresenta seu ebook Gamification, Como engajar o seu público interno e externo e otimizar os resultados. No material procuramos apresentar como o DOT digital group aborda a Gamification, baseado tanto em seus cases de sucesso quanto na fundamentação teórico-metodológica que contribuiu para a delimitação de nosso processo de trabalho.

Boa leitura!

 

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Luiz Alberto Ferla é CEO do DOT digital group, grupo brasileiro especializado na oferta de soluções para EdTech e MarTech.

 

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