Un nuevo modo de aprender: la revolución necesaria

Por Luiz Alberto Ferla

El mundo corporativo pide un nuevo perfil de trabajador, más productivo y digitalmente listo, capaz de prever y fomentar innovaciones disruptivas. Esto ya no es más noticia. Lo que pocas personas saben es que, para crear esta fuerza de trabajo del futuro, tenemos que cambiar la forma cómo enseñamos y, también, cómo aprendemos. La cuestión primordial en este nuevo abordaje es tener en cuenta la individualidad de cada persona y sus preferencias en la hora de aprender.

La tecnología está en el centro de esta discusión porque ella permite crear las experiencias masivas de aprendizajes personalizados. El nuevo modo de aprender exige herramientas que tengan contenidos disponibles en varios formatos y lenguajes para adaptarse a los diferentes tipos de usuarios. En este escenario el profesor es un facilitador. El líder de este colaborador también empieza a tener el rol de provocador de nuevos aprendizajes, pero el trabajador es el protagonista de su carrera laboral y decide cuáles habilidades serán añadidas a ella.

Para preparar el trabajador del futuro, la educación también debe ser cada vez más móvil. Se estima que en 2020 habrá solo en Asia más de mil millones de trabajadores móviles, que no quedan restrictos a un lugar de trabajo determinado. Son profesionales que dependen de aparatos móviles para trabajar y aprender. La tendencia demanda estrategias de micro aprendizaje, modelo que apuesta en contenidos breves. La brevedad incentiva a los colaboradores a consumir capacitación con más frecuencia y flexibilidad.

Esta nueva forma de aprender es una revolución más que necesaria para que podamos avanzar en la transformación digital. Un intercambio que requiere personas preparadas ––mucho más que máquinas, esté seguro. Para esto, los sectores público y privado deben tener en común la misión de ofrecer herramientas para calificar a los trabajadores. Porque no es más posible que tengamos en Brasil 12 millones de personas en paro al mismo tiempo que se proyecta un déficit de 420 mil profesionales calificados hasta 2024. ¡Deja que venga la revolución!

 

 

Luiz Alberto Ferla es CEO y fundador de DOT digital group

 

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Opinião | Como a tecnologia vai impulsionar a (r)evolução do marketing

Por Luiz Alberto Ferla

Quem não começar a olhar agora, com seriedade, para o uso de ferramentas tecnológicas dentro das estratégias de marketing tende a perder espaço a curto e médio prazos

Ouso intensivo da tecnologia tem provocado importantes transformações em alguns setores da economia e exigido mudanças nos modelos de negócio. Temos, como exemplo, os fenômenos Netflix, Uber e, mais recentemente, as Fintechs – startups de tecnologia do setor financeiro, que começam a surgir no mercado e prometem desbancar bancos tradicionais.

Esta nova e intensa forma de usar a tecnologia promete também mudar o trabalho e a atuação dos departamentos de marketing das organizações ao redor do mundo. Isso porque, a tendência de uso de MarTech (Marketing Technology) já se consolida como uma realidade em países desenvolvidos e, aos poucos, começa a ganhar espaço nas empresas brasileiras. E, é possível que as companhias e profissionais brasileiros que não começarem a olhar agora, com seriedade, para o uso de ferramentas tecnológicas dentro das estratégias de marketing tendem a perder espaço a curto e médio prazos.

Relatório divulgado pelo Gartner (Gartner CMO Spend Survey 2015-2016) aponta que, atualmente, 33% dos orçamentos dos departamentos de marketing de empresas nos Estados Unidos e Inglaterra já são dedicados a investimentos em tecnologia. E, segundo um estudo do Annuitas Group, as empresas que usam ferramentas de MarTech para buscar novos clientes têm um aumento de, em média, 451% nos leads qualificados.

A aceleração desse setor deve-se, principalmente, ao fato de que o uso intensivo de tecnologias associadas ao marketing permite que as empresas realizem campanhas com alto índice de assertividade e menor custo, ao combinar inteligência de dados para entender o comportamento dos usuários e, automaticamente, prever, metrificar e adaptar ações em tempo real.

Na prática, o conceito de MarTech vai muito além de uma simples leitura de dados ou uso de ferramentas de marketing digital. Esse conceito contempla a associação de soluções para inteligência na análise de grandes volumes de dados, com o uso de plataformas para campanhas virtuais e profissionais capacitados a orquestrar esses dois diferentes mundos, com o intuito de customizar campanhas, analisar resultados online e adaptá-las em tempo real, para atingir os públicos-alvo da forma mais rápida e assertiva possível.

No Brasil, o que se vê ainda são ofertas pontuais e que apenas se aproximam do conceito de MarTech, em alguns aspectos. Do lado dos fornecedores, há uma tendência de as agências tradicionais de publicidade migrarem para o mundo digital, enquanto fornecedores de soluções de big data vendem tecnologias para busca de dados ou “leads” para as áreas de marketing. O segredo, no entanto, está na capacidade de unir esses dois mundos, o que ainda é oferecido por um número bastante pequeno de players especializados.

Assim, os profissionais de marketing devem não só entender a fundo o conceito de MarTech e suas tecnologias, como precisam ficar atentos para utilizar essas ferramentas em sua totalidade, potencializando resultados, com menor custo e mais rapidez na conquista de clientes e consumidores. O que, em última instância, é o objetivo final de qualquer campanha bem-sucedida.

Como a tecnologia vai impulsionar a (r)evolução do marketing

Luiz Alberto Ferla

CEO do DOT digital group

Este artigo foi publicado pelo portal Meio & Mensagem.

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