[Na mídia] DOT é fonte em matéria da Época Negócios sobre Universidade Corporativa

O DOT digital group é uma das fontes em matéria da Época Negócios sobre Universidades Corporativas.

Na notícia, a jornalista Érica Carnevalli, traz o case TIVIT, no qual o DOT atua como empresa fornecedora para vários projetos de EdTech, em espacial nos projetos das 6 academys – Portal  Techno TIVIT  e Portal de Educação Corporativa, que atende mais de 8 mil colaboradores em 9 países da América Latina.

Leia a matéria na íntegra aqui

Fonte: Época Negócios, publicada no dia 21/04/2019

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[Na Mídia] Realidade Virtual DOT é destaque em feira de tecnologia Agro

Realidade Virtual é utilizada na capacitação do setor agro

Pensando na formação dos profissionais da área do Agronegócio, o Senar Goiás desenvolveu um curso de manutenção de tratores para as pessoas que residem no estado de Goiás. Com o intuito de levar conhecimento a quem não possuía acesso as aulas práticas, presencialmente, a instituição apostou em realidade virtual para contribuir com o aprendizado dos alunos.

Leonardo Cruvinel, gerente do Senar, afirma que mais de 1200 pessoas já foram capacitadas com o auxílio da tecnologia. “Os participantes conseguem fazer todas as manutenções da máquina: troca de fio, manutenção do sistema de arrefecimento sem precisar estar no sol, na chuva, ou sujar. Ele fica aqui, manuseando isso, assistindo o que está fazendo e sendo avaliado. É o Senar Goiás levando capacitação para produtor e trabalhador rural.”

Confira matéria completa:


Fonte: G1

Saiba mais sobre Realidade Aumentada no nosso ebook “As 7 megatendências em educação corporativa para 2019“.

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Direto de Portugal: DOT transmite via internet seminário sobre tendências de EdTech

Na próxima terça-feira, 26, o DOT realiza em Lisboa, Portugal, um seminário sobre as principais tendências de educação tecnológica para formação corporativa. O evento será transmitido via streaming das 7 às 9 horas da manhã (horário de Brasília). Para assistir, é preciso se inscrever, sem custos, neste link .

Durante o seminário, o DOT vai lançar a joint venture luso-brasileira DOT | Vantagem+. O evento é uma oportunidade para profissionais de desenvolvimento organizacional conhecerem as principais ferramentas utilizadas pela edtech para criar engajamento e efetividade nos treinamentos: Game Thinking e Gamification, Microlearning, Mobile Learning, Video e Social Learning, Big Data, Inteligência Artificial, Realidade Virtual e Realidade Aumentada e B-Learning.

Grandes clientes – O DOT digital group é uma das maiores empresas de educação digital do Brasil. A empresa, criada em 1996, conquistou grandes clientes como Santander, TIVIT, Sicoob, C&A, ENGIE, Natura, Algar Tech, Honda e Tokio Marine. Seus produtos são plataformas, ferramentas, projetos e conteúdos de qualificação profissional e ensino a distância integrando tecnologias inovadoras. Um dos diferenciais é oferecer soluções de ponta a ponta, incluindo desde o diagnóstico até o desenvolvimento da solução, além da captação e retenção dos alunos. Além da educação digital, o DOT também atua em MarTech – Marketing Technology. Com sede na capital catarinense e escritórios em Brasília, São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Lisboa/Portugal, o DOT tem mais de 300 colaboradores.

 

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Com foco em internacionalização, DOT digital group faz missão pela América Latina

Empresa é referência em EdTech no Brasil e quer conquistar mais mercado na América Latina em 2019

Depois de abrir uma joint-venture em Portugal, o DOT digital group segue buscando o mercado internacional para expandir seus negócios tanto em tecnologia da educação (EdTech) quanto em marketing (MarTech). Nesta semana, o diretor comercial, Sergio Baldivieso, e o diretor de internacionalização, Mário Hirose, iniciam pela Bolívia uma missão empresarial pela América Latina. “Nosso objetivo é abrir mercado para as soluções DOT. O potencial é enorme. Estimamos que existam cerca de 2.500 empresas de grande porte com alto poder de compra dos produtos do DOT”, afirma Baldivieso.

A missão vai percorrer nove países da América Latina: Bolívia, Paraguai, Argentina, Peru, Uruguai, Chile, Colômbia, Panamá e México.

Na Bolívia, os executivos do grupo já têm agendadas reuniões com 10 empresas, incluindo Bayer, Toyosa e Tigo, e representantes do governo nacional e estadual de Santa Cruz de la Sierra. Na sequência, a missão seguirá para o Paraguai e a Argentina. “A meta é concluí-la no primeiro semestre”, informa o diretor comercial. Com sede na capital catarinense e escritórios em Brasília, São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte, o DOT tem mais de 300 colaboradores.

O processo de internacionalização do grupo começou no ano passado. Em missão à Ásia, o DOT abriu negociações com empresas de China e Singapura e também em Dubai, nos Emirados Árabes. No Brasil, o grupo atende empresas como Santander, TIVIT, Sicoob, C&A, ENGIE, Natura, Algar Tech, Honda e Tokio Marine, e já capacitou mais de 5 milhões de pessoas com ferramentas de treinamento corporativo e educação formal. Os produtos do DOT integram tecnologias inovadoras como gamification, realidade virtual, realidade aumentada, games e simuladores.

Um dos diferenciais da empresa é oferecer soluções de ponta a ponta, incluindo desde o diagnóstico até o desenvolvimento da solução, além da captação e retenção dos alunos, já que atua nos mercados de EdTech e também de MarTech. A empresa foi criada em 1996, em Florianópolis, pelo engenheiro e administrador Luiz Alberto Ferla, atual CEO, com o objetivo de conectar novas tecnologias aos processos de educação.

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[Na mídia] Perspectivas 2019: Cresce confiança do setor de TI em SC no crescimento econômico do país

A postura liberal acenada pelo novo governo gera otimismo entre empresários do setor de tecnologia em Santa Catarina, que espera para 2019 a redução da burocracia em questões chave, como exportação, tributação e abertura de novos negócios. Além do apoio ao empreendedorismo, representantes do setor esperam que o setor público invista mais em soluções de tecnologia, como forma de qualificar serviços.

Diretor de mercado da Dígitro Tecnologia, Octávio Carradore (foto), acredita que as recentes alterações no contexto político podem ser um indicativo de melhorias em âmbito econômico. “Enxergo o mercado muito mais otimista com a possibilidade de concretização dos investimentos que, até então, estavam represados. O governo é responsável por uma expressiva parcela da economia do país. Ainda que muitos ajustes sejam feitos, acredito que iremos ver adaptações sendo realizadas, também, nas empresas”, afirma.

O uso da inteligência artificial, na opinião do executivo, também pode gerar novas oportunidades de mercado. “Falamos muito sobre inteligência artificial e internet das coisas, por exemplo, e isso ocorre pela maturidade do mercado e pelo aumento de demandas. As tecnologias precisam atender às nossas necessidades, mas sem esquecer de garantir o sucesso no relacionamento com o cliente”, opina Carradore.

ANO DE RETOMADA?

Na visão de Luiz Alberto Ferla, CEO e fundador do DOT digital group, 2019 sinaliza ser o ano da retomada:

“Mesmo que gradual, a volta do crescimento econômico, favorecerá a geração de empregos e o fortalecimento das empresas. Acreditamos firmemente que novos tempos se aproximam, propiciando investimentos em tecnologia, inovação e educação”, afirma Ferla.

 

Empresa do setor de tecnologia para educação (EdTech), o DOT digital group capacitou mais de cinco 5 milhões de pessoas em cursos desenvolvidos tanto para instituições de ensino quanto para empresas como Honda, Natura, Tivit, Engie e Santander. Para 2019, aposta na internacionalização dos serviços.

“Nesse novo cenário político e econômico, será ainda mais decisivo o investimento em educação corporativa com o uso de novas tecnologias”, destaca.

EQUILÍBRIO FISCAL PARA IMPULSIONAR EMPREGOS

O empresário Gérson Schmitt (foto), fundador da Paradigma Business Solutions, confia na adoção de medidas mais rigorosas para garantir maior equilíbrio fiscal das contas públicas. Com a mudança desse cenário, Gérson acredita que será possível gerar um ambiente de atração de investimentos capaz de impulsionar a geração de empregos e a arrecadação de impostos.

“O crescimento da segurança jurídica e da ordem e segurança dos cidadãos, juntamente com a redução da pressão e da burocracia sobre as empresas, deve estimular novos empreendedores”, afirma Schmitt. O reflexo disso, segundo o executivo, será a atração dos investimentos necessários em inovação para que o país e as empresas brasileiras possam ganhar produtividade e competitividade.

 

AGRONEGÓCIO: IMPULSO PARA A TECNOLOGIA

A Confederação da Agricultura e Pecuária no Brasil (CNA) fez uma projeção de crescimento de 2% no PIB do agronegócio em 2019, frente a previsão de queda de 1,6% para 2018. Essa perspectiva deve influenciar processos de adesão das empresas a novas tecnologias. Segundo Bernardo de Castro (foto), presidente da divisão de agricultura da Hexagon, os gestores e empreendedores agrícolas estão em busca de soluções que conectam, sincronizam e otimizam todos os processos do campo.

“Há muitas tecnologias que não se conversam e processos que não interagem da melhor maneira, comprometendo os resultados. Como toda indústria, o campo precisa de processos integrados e eficientes para produzir mais com menos”, explica Bernardo. A Hexagon desenvolve em Florianópolis soluções digitais que vão desde o planejamento para o cultivo até a colheita e o transporte de matéria prima.

 

Matéria publicada originalmente pelo portal SC Inova

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[Na mídia] Celular se consolida como importante ferramenta de aprendizagem

O mobile learning, aprendizado via celular ou tablet, é uma das tendências da educação digital para 2019, especialmente entre os mais jovens. A vantagem é que é possível estudar quando e onde quiser, carregando toda a estrutura necessária no bolso. Estudos também mostram que a flexibilidade proporcionada pelo celular traz maior engajamento dos alunos aos conteúdos.

“Com o mobile, os educadores podem personalizar a experiência de aprendizagem para todos os perfis de alunos, tanto no âmbito corporativo quanto da educação formal”, explica Luiz Alberto Ferla, fundador e CEO do DOT digital group, de Florianópolis. Referência em educação digital no Brasil, a empresa já capacitou mais de 5 milhões de pessoas com soluções e estratégias de EdTech.

O mobile learning ganha força com o aumento do uso de celulares.

Segundo o IBGE, já temos mais smartphones do que habitantes. Pesquisa divulgada em 2018 pelo Comitê Gestor de Internet (CGI) mostrou que 85% das crianças e adolescentes brasileiros com idade entre 9 e 17 anos usam a internet. Detalhe: 93% dos acessos são via celular. Entre as atividades mais comuns estão as pesquisas escolares – 76% acessam com esse fim.

São esses jovens que vão entrar no mercado de trabalho, mas adultos também são um público potencial do mobile learning. Tanto que quase metade das organizações mundiais usam mobile learning para capacitar seus profissionais. Pesquisas também mostram que quando os cursos são oferecidos no celular, quase 100% dos usuários terminam os treinamentos e, geralmente, em menos tempo do que se for no desktop.

As empresas de edtech estão atentas a essa oportunidade. O DOT lançou no segundo semestre de 2018 o Pronto Mobile, ferramenta de capacitação corporativa desenhada para estudo via celular ou tablet. “Baseada em microlearning, os conteúdos são apresentados em pílulas de aprendizado para que o processo de absorção das informações seja mais dinâmico e efetivo”, explica Ferla.

Esta notícia foi publicada pelo portal Inforchannel.com.br em 27/01/2019.

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[Na Mídia] DOT digital group tem operação em Portugal

O DOT Digital Group, fornecedor de tecnologia para os segmentos de educação e marketing, aposta na internacionalização como um dos pilares para crescimento em 2019.

A empresa tem uma operação em Portugal, iniciada a partir de uma parceria em 2018, e negocia a entrada no mercado chinês pelo mesmo modelo.

Em Lisboa, a companhia conta com um escritório com equipe comercial. Na China, o objetivo é iniciar a operação com um parceiro em março deste ano.

Para trabalhar o novo mercado, Luiz Alberto Ferla, CEO e fundador do DOT Digital Group, participou, em Xangai, da Exposição Internacional de Importações no mês de novembro.

“Já temos clientes na América Latina, na Inglaterra e em Portugal, onde estruturamos uma filial para atender a Europa”, relata Ferla.

O principal foco da empresa são soluções de tecnologia para o setor de educação.

Hoje, o carro-chefe da empresa é o StudiOn, um LMS (sistema de gestão de aprendizado, da sigla em inglês) oferecido no modelo de software como serviço.

“O sistema é o mais moderno do mercado por ser modular, funcionar totalmente no modelo mobile e ser gamificado. O sistema é multi-idiomas e conta com um e-commerce integrado”, destaca Ferla.

Além de desenvolver plataformas customizadas, a empresa oferece serviços de captação e retenção de alunos; diagnóstico e definição da estratégia de ensino; produção de conteúdo em diferentes formatos, como vídeos, e-books, games, quizzes e infográficos; consultoria na escolha de tecnologia e acompanhamento online do usuário com central de tutoria e monitoria.

“A educação será cada vez mais portátil, personalizada e onipresente. A aprendizagem estará nas mãos dos alunos, que terão o controle sobre o quê, quando, onde e como aprender. A tecnologia possibilita capacitar em larga escala e acompanhar o engajamento e desempenho em tempo real”, destaca o empresário.

O DOT também atua na área de marketing, com foco especialmente em soluções para monitoramento de redes sociais e construção de estratégia de comunicação digital.

Com sede em Florianópolis, o DOT Digital Group atende cerca de 30 clientes, entre eles Honda, Natura, TIVIT, Copel, C&A, Santander, Algar Tech e Sebrae/SC.

A companhia tem unidades em Brasília, São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte, somando cerca de 200 colaboradores diretos.

*Conteúdo publicado originalmente em Baguete. Acesso 22/01 às 19h.

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[Na mídia] Universidade Corporativa: um instrumento para elevar a competitividade

O desenvolvimento de diferentes tecnologias tem tornado a criação de universidades corporativas viável financeiramente

Cada vez mais empresas entram para o time de corporações que decidem criar universidades internas com o objetivo de qualificar não apenas sua própria equipe, mas também colaboradores e gestores de seus clientes. Até bem pouco tempo restrita a grandes companhias, o desenvolvimento e a popularização de diferentes tecnologias tem tornado a criação de universidades corporativas viável financeiramente para empresas menores, especialmente com a criação de ambientes virtuais de ensino.

“Manter um aprendizado dinâmico e constante, promovendo a cultura da educação dentro da sua empresa, é cada vez mais importante para aumentar a competitividade da empresa em relação ao mercado”, afirma Luiz Alberto Ferla, presidente do DOT digital group, umas das referências em tecnologias para a educação (EdTech).

 

A empresa tem em seu portfólio grandes marcas que investem em plataformas digitais para promover o desenvolvimento e treinamento de seus funcionários e parceiros, como Honda, Natura e TIVIT

A TIVIT, empresa em serviços integrados de tecnologia para a América Latina, queria expandir a Academia Techno TIVIT com a implementação de cursos a distância. O DOT desenvolveu uma plataforma com recursos inovadores como simuladores, realidade virtual e realidade aumentada. Em pouco mais de um ano, a ferramenta alcançou mais de 550 cursos disponíveis para cerca de 9.500 colaboradores. A partir desses resultados, a TIVIT lançou seu portal de educação corporativa, com foco no treinamento de seus colaboradores de TI.

Capacitando o próprio mercado – Capacitar o time do cliente é o objetivo da Universidade Cianet, lançada durante o ISP Next Summit 2018, promovido em novembro pela empresa. A Cianet é também uma das referências em soluções tecnológicas para pequenos provedores de internet, conhecidos como ISP. São mais de 7 mil prestadores de acesso à internet no Brasil, segundo dados da ANATEL. O segmento cresceu muito nos últimos anos e, junto, já é o terceiro maior mercado de acesso à banda larga fixa no Brasil, à frente da operadora Oi.

Para garantir a competitividade dos ISP e, assim, garantir o crescimento do próprio mercado, a Cianet está disponibilizando cursos online para seus clientes. Uma das trilhas, por exemplo, ensina equipes de ISP a instalar redes ópticas e redes FTTx. “Nosso papel é enxergar à frente estando ao lado do cliente”, afirma Sílvia Folster, CEO da empresa. “No segmento de mercado dos provedores regionais, questões que tangem a educação, como a escassez da mão de obra qualificada e o alto custo da formação de um profissional, são pontos que refletem diretamente nos serviços prestados pelos provedores”.

*Conteúdo publicado originalmente em Mundo RH. Acesse 04/12 às 14h48.

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[Na mídia] DOT digital group comemora participação na CIIE e avanços no projeto de internacionalização

Brasília – Ampliar a internacionalização da empresa e expandir a rede de negócios no exterior é uma das principais metas do DOT digital group e foi com esse objetivo que o fundador e CEO da empresa, Luiz Alberto Ferla, participou de 5 a 10 de novembro, em Xangai, da Exposição Internacional de Importações (CIIE em inglês), com um stopover em Dubai, onde manteve uma série de contatos visando apresentar a empresa e seus produtos aos empresários e representantes governamentais dos Emirados Árabes Unidos.

Em sua avaliação sobre a participação na maior exposição internacional de importações já realizada em todo o mundo, Luiz Alberto Ferla disse que a missão permitiu complementar e expandir a estratégia de internacionalização da empresa na Ásia e na China em especial: “mantivemos muitos contatos em nosso estande com dirigentes de empresas dos mais diversos países e eles manifestaram muito interesse em nossa plataforma para experiência de aprendizado StudiOn e Pronto, a nossa plataforma mobile baseada em microlearning, ambas lançadas recentemente no mercado. Além da presença no estande, participamos de várias reuniões agendadas pelo Bank of China com empresas chinesas e mantivemos dezenas de novos contatos om clientes potenciais. Em resumo, valeu muito a pena participar”.

Segundo o CEO do DOT digital group, “trouxemos para o Brasil muitos contatos importantes e parcerias que podem ser iniciadas em breve. Entendemos que temos muito a agregar ao mercado chinês. As soluções e tecnologias que oferecemos têm muita sinergia com as demandas desse país, que segue em crescimento acelerado. Considero nossa participação na CIIE engrandecedora. Desde a chegada no aeroporto através das novas tecnologias de reconhecimento facial e digital, a coleta de dados e o controle e organização de milhões de  pessoas, tudo impressiona. A magnitude da CIIE 2018 foi impressionante pela sua organização, disciplina no controle de segurança e logística, facilidade de acesso, apesar dos milhares de participantes diariamente. Uma das lições que aprendemos foi que o mundo está mudando numa velocidade muito grande e a China é hoje o maior mercado em um mundo em transformação. Tudo isso nos faz pensar sobre como podemos melhorar o Brasil e o mundo por meio da educação”.

Luiz Alberto Ferla descreve com entusiasmo os avanços alcançados pelo DOT digital group visando a internacionalização da empresa: “nós já temos clientes na Amércia Latina, na Inglaterra e em Portugal, onde estruturamos uma filial para atender a Europa. Com a participação na CIIE, tivemos a oportunidade de fazer um stopover em Dubai, na semana anterior à feira e com essa parada pudemos iniciar negociações nos Emirados Árabes Unidos (EAU), que será o nosso hub para vários países do Oriente Médio e da África”.

O empresario esteve também em Hong Kong, Shenzhen (China) e em Singapura e segundo ele “tivemos sucesso na realização de muitos bons contatos que certamente trarão bons resultados em curto e médio prazos, reforçando nossa estratégia de conquista de novos mercados e contribuindo para aumentar a internacionalização da empresa. Já temos uma equipe na China, que vai atuar em conjunto com nossos escritórios no Brasil, cuidando para que esses excelentes contatos evoluam em parcerias e permitam a realização de negócios”.

Os países da África também fazem parte dos planos de internacionalização do DOT digital group: “ na CIIE tivemos a oportunidade de participar de uma reunião com o Ministro do Comércio Exterior de Angola e mantivemos outros contatos com representantes da União dos Estados Africanos (UA), que faz parte da estratégia de internacionalização do DOT. O mesmo acontece em relação à Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), com sede em Lisboa. Hoje temos uma empresa do grupo estabelecida em Portugal e direcionamos nossa expansão para os países de línguas francesa e inglesa, porque nossa Plataforma de Educação é multi-idiomas. Também voltamos nossa expansão em espanhol para a América Latina e em breve teremos no idioma árabe”.

 

Matéria publicada originalmente em Comex do Brasil.

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[Na mídia] Empresário defende criação de “marca e identidade fortes” para o Brasil se “vender” ao mundo

Brasília – O Brasil precisa mudar a projeção de sua imagem externa deixando de ser apenas o país do café, do futebol e do Carnaval e construir uma marca “forte” e uma “identidade” que reflita a essência de um país grandioso, capaz de produzir uma vasta pluralidade de produtos e que permita ao país explorar aquilo que tem de melhor. Esta é a opinião de Luiz  Alberto Ferla, fundador e CEO do DOT digital group, uma das principais empresas brasileiras nas áreas de EdTech (Education Technology) e MarTech (Marketing Technology) e que participou no início do mês em Xangai da Exposição Internacional de Importações (CIIE em inglês).

Na visão de Luiz Alberto Ferla, “hoje mais que nunca é preciso reforçar a marca Brasil. Podemos continuar sendo vistos externamente como um país dotado de uma natureza exuberante, que tem uma ampla diversidade de produtos naturais para oferecer ao mundo e que é também um país da alegria, com seu futebol, sua música, sua arte. Mas é preciso mostrar que somos muito mais”.

Ao participar da CIIE, o empresário constatou que um grande número de países procurou se apresentar na feira internacional de forma mais abrangente, ainda que sejam fortes individualmente em alguns produtos ou serviços: “em minha opinião, o Brasil teve uma excelente participação nessa Exposição, graças ao apoio prestado às empresas participantes pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) mas ficou faltando o país se apresentar com uma identidade e uma marca próprias. Deixamos de mostrar a essência do Brasil, aquilo que  temos de melhor e a partir dessa identidade, dessa marca nacional, apresentar os nossos produtos”.

Luiz Alberto Ferla (fundador e CEO do DOT digital group)

Luiz Alberto Ferla amplia seu raciocínio lembrando que “todo mundo vê o Brasil como um país líder na produção e exportação de café. Nós deveríamos ter muito mais projeção nesse setor e não apenas através do café. A venda do café pode ser aliada às exportações de produtos complementares, como máquinas de café, açúcar, leite, mel, produtos que acompanham o café”.

Na opinião do empresário que tem ampla visão e conhecimento do mundo globalizado e que realiza notável esforço para internacionalizar o DOT digital group, “está faltando reforçar a marca Brasil. Nosso país tem que ser visto como um país com uma natureza exuberante, que tem uma ampla diversidade de produtos naturais a oferecer ao mundo, mas que é também um país da alegria, com seu futebol, sua música, sua arte. Acho que essa identidade  é que está faltando e em Xangai tive a oportunidade de ver muitos países se apresentando na CIIE através de uma marca e identidade próprias. Então, o que falta é mostrar a essência do Brasil, o que nós temos de melhor e atrás disso apresentar os nossos produtos. Por exemplo: café do Brasil. Todo mundo vê o Brasil como um país que tem café. Então nós deveríamos ter muito mais projeção., mas não só pelo café. Depois que colocar o café vem os produtos complementares como máquinas de café, açúcar, leite, mel, produtos que acompanham o café. Com isso agrega-se uma série de produtos que a indústria brasileira produz e pode exportar”.

O que vale para o café também se aplica, na visão do CEO do DOT digital group, ao futebol: “o mundo ama o futebol do Brasil. Então deveríamos falar do futebol através de uma abordagem que envolva o futebol não apenas como esporte, mas sobretudo como um grande negócio. Nesse contexto, é preciso falar sobre escolinhas de futebol, produtos complementares como bolas, chuteiras, luvas, uniformes, agasalhos, jogos eletrônicos, cervejas e outras bebidas, como a internacionalmente apreciada caipirinha e o churrasco, que combinam com o futebol. Ou seja, o futebol seria a porta de entrada para a exportação de uma ampla gama de produtos complementares e que o mundo inteiro consome em grande escala”.

O raciocínio também se aplicaria à música e à indústria áudiovisual, segundo Luiz Alberto Ferla: “temos grandes nomes da música internacional, intérpretes e compositores como Vinícius de Moraes, Tom Jobim, Toquinho, Caetano Veloso, Chico Buarque. Deveríamos explorar os canais abertos por talentos dessa magnitude para buscar mercados externos para produtos que acompanham a música, tais como roupas, bebidas, instrumentos musicais. Situação semelhante é vista em relação à questão ambiental. Não devemos nos limitar a expor ao mundo o que temos de melhor em nossa fauna e flora da Amazônia. Precisamos expandir as vendas dos produtos naturais que o mundo tanto aprecia e dos quais o Brasil possui uma diversidade única e incomparável”.

Ao finalizar, o empresário reforçou a tese de que “precisamos deixar de falar apenas do Brasil futebol, do Brasil do café, da música ou da Amazônia, do Brasil do mono-produto e construir uma marca e identidade que mostrem ao mundo a essência do nosso país, passando a apresentá-lo através da cadeia produtiva nacional em tecnologia, educação, filmes, jogos e muito mais”.

*Matéria publicada originalmente em Comex do Brasil 

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