[Webinar] Diagnóstico Educacional e Estudo de Personas

Nossa consultora educacional, Simone Carminatti, explicou através de um webinar como o Diagnóstico Educacional e o Estudo de Personas podem contribuir com o sucesso da estratégia educacional da sua empresa.

Se você não conseguiu acompanhar ao vivo, basta clicar e dar play.

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Por que franquias precisam de estratégias de EdTech para ter sucesso

A identidade do modelo de negócio de franquia depende da capacidade que o franqueador tem em reproduzir o know-how de um negócio e manter a padronização em todos os processos. Por isso, os treinamentos são parte estratégica no franchising e as ferramentas de educação digital (EdTech) são grandes aliadas, contribuindo diretamente para o sucesso do negócio e da marca.

Veja quatro razões para sua franquia investir em EdTech:

1. É preciso reproduzir o know-how e manter a padronização

A unidade da marca está na essência dos negócios de franchising. Para reproduzir o know-how e garantir a padronização de um modelo, franqueados precisam investir em ferramentas ágeis para disseminar conceitos em grande escala. A educação digital é uma boa solução porque permite escalar cursos e trilhas de conhecimento para um grande número de pessoas. Utilizar um aplicativo para microlearning, baseado em conteúdos objetivos e de fácil acesso, é uma opção para que os franqueados e colaboradores aprendam e reforcem conceitos e regras em pequenas porções diárias.

2. Os colaboradores pertencem às gerações Y e Z

Imediatistas, multitarefas, superconectados e ávidos por inovações. Essas são apenas algumas descrições das gerações Y (nascidos nas décadas de 80 e 90) e Z (a partir de 1997). Eles formam a grande massa de trabalhadores no mercado de franquias. “Para engajar e treinar essas pessoas, é preciso apostar em ferramentas tecnológicas com abordagens envolventes e imersivas, como games, realidade virtual e realidade aumentada. A esse conjunto damos o nome de immersive learning”, explica Luiz Alberto Ferla, CEO e fundador de uma das mais tradicionais EdTechs brasileiras, o DOT digital group.

3. Quanto mais ágil o suporte ao franqueado, melhor

O sucesso de uma franquia é diretamente proporcional ao engajamento do franqueador. O desafio aumenta na medida do crescimento do número de unidades franqueadas. Cabe ao franqueador garantir suporte aos franqueados. Promover a troca de ideias e o compartilhamento de experiências entre os franqueados por meio de ferramentas de social learning ajuda muito a reproduzir o know-how do negócio entre todos os envolvidos – franqueados, franqueadores e colaboradores. Assim, o problema de um franqueado pode ter sido vivenciado por outro, ajudando na busca por uma solução padrão.

4. Rotas devem ser ajustadas com rapidez e em larga escala

O trabalho de um franqueador não termina com a estruturação do modelo de negócio e a transferência de know-how para a rede de franqueados. Altamente competitivo, o mercado de franquias exige olhos abertos de todos para perceber os movimentos dos concorrentes, explorar as possibilidades de crescimento, além de contornar possíveis dificuldades o mais rápido possível. “Ferramentas de EdTech, como plataformas de aprendizagem, ambientes de cursos online, são imprescindíveis para a ajustar a rota, implantar inovações e replicar modelos de forma ágil e simultânea em larga escala”, afirma Ferla.

Clique aqui para conhecer o Insights DOT – Educação digital para franquias.

Esta matéria foi publicada no portal Revista Varejo Brasil.

 

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Microlearning: entregando educação corporativa na medida certa

Ainda é bastante comum nos depararmos com empresas que adotam estratégias de ensino pouco inspiradoras para o seu público, não acrescentando conhecimentos às atividades rotineiras do trabalho ou, ainda, repetindo conteúdos de anos anteriores, atualizando apenas alguns tópicos. 

Diante desse cenário, é possível compreender por que tantas ações de educação corporativa não estão sendo bem-sucedidas nas empresas. Mas, esse é um desafio que uma boa estratégia de microlearning pode ajudar a resolver. 

É possível focar, por exemplo, em conteúdos diretamente relacionados com funções específicas de trabalho dos colaboradores, preenchendo as lacunas de conhecimento por meio de soluções direcionadas ao que eles precisam para se tornarem destaques em suas áreas de atuação.

Além disso, pode-se explorar a motivação intrínseca dos alunos ao aplicar pequenas pílulas de conhecimento diárias, que podem ser exploradas pelo celular, quando e onde o colaborador quiser, tornando o momento de aprendizagem livre e atrativo. 

Com uma boa plataforma para entregar soluções de microlearning, ainda é possível acompanhar o desempenho de cada aluno e seu progresso em direção ao domínio de conhecimentos nas mais diversas as áreas. Os dados coletados ajudam a identificar assuntos que ainda precisam ser abordados para uma aprendizagem mais efetiva. Atualizações e criações de conteúdos são rápidas e fáceis de realizar e novos conhecimentos podem ser entregues aos alunos no tempo e na medida certa.

Conheça o Pronto Learning, aplicativo de microlearning DOT, para as suas estratégias de educação corporativa

O Pronto é um aplicativo que está totalmente conectado com a estratégia de microlearning. 

Prioritariamente pensada para dispositivos móveis, a plataforma é leve e fácil de usar, suporta vários formatos de conteúdo (vídeos, podcasts, infográficos, ebooks, páginas html), possibilita o consumo de conteúdos também em modo offline e é baseada em trilhas de conhecimento.

Além disso, o aplicativo é gamificado, deixando o processo de aprendizagem ainda mais atrativo para os usuários. 

Buscando atender às crescentes exigências de novas abordagens para a educação a distância, o Pronto pode receber conteúdos dinâmicos sem se limitar às estruturas curriculares rígidas, privilegiando autonomia, adaptabilidade e flexibilidade.

Saiba mais sobre o Pronto Learning aqui!

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[Entrevista] Employee Experience: o novo RH como designer de experiências

Employee Experience é o conceito coloca as pessoas no centro das empresas e proporciona uma vivência significativa de trabalho aos colaboradores. A educação corporativa e tecnologia são fundamentais para garantir resultados positivos.  Neste contexto, o nosso CEO, Luiz Alberto Ferla, conversou com Kelly Rickes, General Manager of Design and Culture for Latam , da TIVIT, sobre Employee Experience e como a TIVIT tornou o seu colaborador o protagonista no desenvolvimento da sua carreira.

 

O que a TIVIT tem feito em Employee Experience?

Canais de informação e a Geração Y

Estudo de Personas

Employee Experience e o Estudo de Personas

Colaborador protagonista no desenvolvimento da sua carreira

 

Confira a entrevista completa aqui.

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“O uso intensivo de tecnologia na educação formal é só uma questão de tempo”, diz especialista

Lars Janér será um dos painelistas no Congresso Brasileiro de Tendências e Inovação, que ocorre neste sábado, em Paulínia (SP)

 

Realidade virtual, realidade aumentada, inteligência artificial, games, vídeos e microlearning são tecnologias e metodologias já difundidas na educação corporativa. No ensino formal há alguns cases de escolas brasileiras que utilizam ferramentas digitais em seus projetos pedagógicos, mas ainda são exceções. “Vemos uma mudança de mentalidade em curso. O uso intensivo de tecnologia na educação formal é só uma questão de tempo”, acredita Lars Janér, CCO do DOT digital group, referência em tecnologias para educação no Brasil. O especialista será um dos painelistas do 3º Congresso Brasileiro de Tendências e Inovação, que ocorre neste sábado, 14 de setembro, em Paulínia (SP). 

O evento, realizado pelo Instituto Brasileiro de Formação de Educadores – IBFE, é voltado a educadores, gestores educacionais, docentes e estudantes universitários de cursos de graduação e pós-graduação em educação. Janér é um dos convidados do painel de abertura, Futuro e Tendências na Educação, junto com Eliane El Badouy, especialista em futuro e tendências e Maria Helena Castro, conselheira do Conselho Nacional de Educação e presidente da Comissão de Formação de Professores. “Vamos mostrar como a tecnologia pode ser usada por diferentes perfis de alunos e em diferentes cenários para acelerar o processo de aprendizagem”, adianta Janér. 

O especialista cita o case do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (SENAR) de Goiás que, em agosto passado, começou a usar um simulador na disciplina de Mecanização Agrícola. A solução, desenvolvida pelo DOT, funciona com um computador e um óculos de realidade virtual e simula uma oficina mecânica para tratores agrícolas. No ambiente, são feitos exercícios de manutenção dos sistemas de lubrificação, arrefecimento e filtro de combustível. A ferramenta gera economia de insumos para o Senar, proporciona maior segurança aos alunos ao eliminar riscos de operação e, principalmente, acelera a aprendizagem por meio de uma plataforma imersiva. 

“Aprendemos melhor quando vivenciamos experiências. Por isso, os simuladores e sistemas interativos são grandes tendências”, destaca Janér. De acordo com a IDC, a venda de equipamentos para Realidade Virtual e Realidade Aumentada deve alcançar 65,9 milhões de unidades em 2022. Em 2018 foram 8,9 milhões. A RV faz com que o participante vivencie situações no treinamento e experimente o conteúdo técnico. Na RA, elementos digitais podem ser vistos sobre um ambiente real por meio de dispositivos como a câmera do celular.

A inteligência artificial é outra tendência tecnológica que ainda tem muito espaço para avançar na educação formal. “Por meio dela, é possível esclarecer dúvidas pontuais de forma ágil, dar feedback imediato e acompanhar em tempo real a evolução e o desempenho do aluno”, explica Janér. De acordo com a Gartner, a inteligência artificial será uma das tecnologias mais disruptivas na próxima década, com crescimento de 62% em 2019. 

 

Serviço

III Congresso Brasileiro de Tendências e Inovação na Educação

Data: 14 de setembro de 2019 (sábado)

Horário: 8h às 18h

Local: Theatro Municipal de Paulínia

Av. Pref. José Lozano Araújo, 1551 – Parque Brasil 500, Paulínia

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Case TIVIT – Estudo de Personas para a Educação Corporativa

Presente no mercado há mais de 20 anos, a TIVIT é uma empresa multinacional brasileira de soluções digitais com operações em 10 países da América Latina. Apoia seus clientes na evolução de seus negócios por meio de soluções digitais divididas em 3 linhas de negócios: Digital Business, Cloud Solutions e Tech Platforms (Digital Payments). A TIVIT é a oitava entre as dez maiores empresas da América Latina. Além disso, cem das quinhentas maiores empresas do Brasil contam com a TIVIT como parceira tecnológica para trazer eficiência e inovação para seus negócios.

DESAFIO

Analisar os comportamentos e identificar os perfis dos colaboradores das 10 Academys da TIVIT com o objetivo de melhorar a comunicação e a adesão em Educação Corporativa.

SOLUÇÃO 

A TIVIT contou com o MarTech do DOT para a realização de um Estudo de Personas

A metodologia contou com Ciência de Dados, pesquisa qualitativa para coletar informações comportamentais e a análise especializada dos estrategistas do DOT.

Além de definir as Personas, o estudo também apontou insights para a Educação Corporativa da TIVIT.

RESULTADO

O estudo realizado trouxe dados concretos e alinhados com a jornada de aprendizado de cada colaborador, resultando na criação de 16 personas. Com isso, surgiram várias oportunidades, como:

 

  •  Conhecer o perfil de cada grupo de colaboradores da TIVIT Brasil e TIVIT Latam;
  •  Ajustar conteúdos dos cursos aplicados nas Academys;
  •  Aplicar diferentes estratégias de capacitação, de acordo com o perfil de cada persona;
  •  Analisar oportunidades de ampliação e inovação dos canais de comunicação internos;
  •  Analisar questões motivacionais que contribuem no momento de decisão de matrícula e conclusão dos cursos oferecidos;
  •  Compreender o comportamento de consumo dos cursos, como: melhores horários para estudo, o tempo dedicado por dia, quais os devices mais utilizados etc. 

Depoimento

Veja no vídeo abaixo o depoimento de Kelly Rickes, General Manager of Design and Culture for Latam da TIVIT, contando como foi a experiência de realizar um Estudo de Personas com os colaboradores e os resultados que essa ação tem trazido para a empresa.  Aproveita e confere a entrevista completa sobre Employee Experience: o novo RH como designer de experiências.

 

Fale com um especialista em EdTech, clique aqui.

 

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Por que é preciso fazer um diagnóstico antes de comprar soluções de educação corporativa?

Especialista explica em webinar que a escolha da estratégia mais adequada para engajar colaboradores em treinamentos requer conhecimento do público.

“A adesão é baixa, muitos colaboradores nem iniciam o curso, outros começam e abandonam. No fim, se gasta duas vezes, primeiro pela ferramenta e depois pelo tempo que o colaborador perdeu de trabalho fazendo um treinamento sem conclusão.” Se você se identificou com essa reclamação, saiba que não está sozinho. Ela já foi ouvida muitas vezes por Simone Carminatti, consultora educacional do DOT digital group, referência em EdTech. Para a especialista, a ineficiência de projetos de educação corporativa é resultado de falta de planejamento e, principalmente, da aplicação de um diagnóstico educacional. 

“Diagnosticar é conhecer o cenário da empresa em profundidade a partir de pesquisas com o público-alvo, que podem ser enriquecidas com a análise de documentos já existentes e com o entendimento das percepções de gestores, influenciadores e outras pessoas que não o público-alvo”, afirma Simone. No próximo dia 5, às 11 horas, ela vai explicar em um webinar na página do DOT no Youtube como o Diagnóstico Educacional e o Estudo de Personas podem contribuir com o sucesso da estratégia educacional das empresas.

Segundo Simone, ambas entregam inteligência de dados para a empresa, resultando em investimentos mais eficientes. “Tanto o Diagnóstico Educacional quanto o Estudo de Personas empoderam a empresa ao dar subsídios para que ela tome decisões assertivas, vendo claramente em que e por que investir”, avalia a especialista. “Mas o maior mérito é fazer com que a empresa não perca tempo e dinheiro investindo em estratégias de capacitação ineficientes”, acrescenta. 

Reviralvolta  – Simone conta o caso de um cliente que procurou o DOT decidido a comprar uma determinada solução de educação à distância. Após  a aplicação do Diagnóstico Educacional, se concluiu que o mais adequado era a empresa contratar outra solução que, inclusive, era consideravelmente mais barata do que a empresa estava determinada a desenvolver quando chegou. “Quando o cliente começa pelo diagnóstico, nós dizemos que está no ‘caminho feliz’. Esse cliente que veio decidido a comprar uma solução baseado apenas em percepções superficiais poderia ter feito uma contratação ineficiente para a sua real necessidade. E isso é muito comum, porque dificilmente uma empresa chega nos pedindo um diagnóstico. Nesse caso, nós conseguimos acertar o rumo”, afirma Simone.Um Diagnóstico Educacional precisa responder a uma série de perguntas que precisam ser feitas sobre o público-alvo: qual é a sua forma de aprender, quais são suas preferências por formatos (vídeo, livros, jogos), qual o tempo que você tem disponível para aprender? Essas são apenas algumas questões que estão na pauta de um diagnóstico. As pesquisas vão mostrar muitas vezes que é preciso contratar diferentes soluções de acordo com o público para o qual elas se destinam. O diagnóstico também pode ser complementado com um estudo mais aprofundado de personas, utilizando, inclusive, Data Science.  “Diagnóstico Educacional é investimento: a empresa ganha uma fotografia em tempo real para fazer seu projeto de educação corporativa entregar os melhores resultados possíveis”.

 

Este artigo foi publicado também no portal Infor Channel.

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[Case SENAR] Realidade virtual na educação: um mundo de possibilidades sem sair da sala de aula

Muito comum em videogames, a realidade virtual vem ganhando espaço nas plataformas de tecnologias educacionais, tanto para o ensino formal quanto para capacitação profissional.

Aprendemos melhor quando vivenciamos experiências. Por isso, os simuladores se mantém como grande tendência no mercado de tecnologias para educação. De acordo com International Data Corporation (IDC), a expectativa é de que US$ 22,5 bilhões serão investidos em 2025 na realidade virtual voltada para a educação. “A imersão proporcionada por plataformas de realidade virtual abre um mundo de possibilidades sem a necessidade de sair da sala de aula, seja na escola ou no trabalho”, destaca Luiz Alberto Ferla, CEO e fundador do DOT digital group. 

Em agosto, o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (SENAR) de Goiás vai começar a usar um simulador na disciplina de Mecanização Agrícola. A solução, desenvolvida pelo DOT, funciona com um computador e um óculos de realidade virtual e simula uma oficina mecânica para tratores agrícolas. No ambiente, serão feitos exercícios de manutenção dos sistemas de lubrificação, arrefecimento e filtro de combustível. De acordo com Samantha Leandro de Sousa Andrade, responsável pelo projeto no SENAR, a ferramenta deve gerar economia de insumos como óleos, filtros e peças em geral. 

A redução de custos é só um dos benefícios da aplicação de realidade virtual em plataformas de educação. Do ponto de vista educacional, os simuladores de ambientes e atividades do mundo real também proporcionam maior segurança aos alunos ao eliminar riscos de operação. “A realidade virtual evita riscos, além de promover a execução prática de 100% dos alunos de forma rápida e muito didática”, destaca Samantha. Um piloto da solução foi apresentado em uma feira em Rio Verde (SP) e chamou a atenção de quem testou, comprovando o alto índice de engajamento da realidade virtual. 

Segundo Samantha, historicamente, o treinamento de tratores agrícolas sempre foi o produto mais executado pelo SENAR em Goiás, pela versatilidade e funcionalidade da máquina em quaisquer atividades do campo. Em 2018 foram realizados mais de 347 treinamentos, envolvendo 4.000 pessoas, em dois níveis de capacitação: aperfeiçoamento (24 horas) e qualificação (200 horas). Neste ano, a instituição já realizou 188 treinamentos com 2.222 pessoas treinadas nos mesmos formatos. 

Pesquisas indicam que o SENAR está na direção certa. A edtech Sponge UK comparou três formatos de conteúdo: PDF, jogos e realidade aumentada. O resultado mostrou que a capacidade de absorção do conteúdo é maior com a realidade aumentada. Os alunos também elegeram a RV como a mais divertida, satisfatória e com maior poder de concentração. “As novas gerações demandam métodos de educação que favoreçam os sentidos de audição, tato e visão ao mesmo tempo. Estratégias de realidade virtual caem como uma luva para esse público, que exige cada vez mais motivação para se engajar ao aprendizado”, observa Ferla. 

No DOT, tecnologias de immersive learning (aprendizado de imersão) vem sendo cada vez mais aplicadas nas soluções contratadas por clientes. São duas as razões principais, segundo Ferla, e ambas estão interligadas. A primeira é criar uma “sala de aula” que, ao mesmo tempo, transforma e une a realidade (RA) e o mundo virtual (RV), um ambiente capaz de tornar a experiência de aprendizagem mais envolvente. A outra razão é fazer com que o conteúdo repassado seja fixado por mais tempo, tornando o treinamento mais dinâmico e eficaz. “Todos os caminhos apontam o immersive learning como a educação do futuro”, afirma o empresário.

 

Este artigo foi publicado também no portal Infor Channel.

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A aplicação de Inteligência Artificial nas empresas

Estamos vivendo na era da revolução digital, onde todos os dias surgem novos conceitos e tecnologias para movimentar pessoas e negócios. A Inteligência Artificial é uma delas e vem sendo aplicada com frequência! 

Entende-se como Inteligência Artificial o fato de as máquinas conseguirem pensar como seres humanos, aprendendo a raciocinar, analisar e tomar decisões. Situação que ainda preocupa muita gente, por imaginarem que os robôs substituirão pessoas, mas o cenário não é bem esse. 

Pesquisa realizada pela Gartner prevê a criação de empregos relacionados à Inteligência Artificial (AI), chegando a 2 milhões de novos postos de trabalho em 2025.

Svetlana Sicular, Vice-Presidente de Pesquisas do Gartner, afirma que a Inteligência Artificial vai melhorar a produtividade de muitos empregos, eliminando milhões de posições de nível médio e baixo, mas também criará milhões de novas posições de habilidades altamente qualificadas, gerenciamento e até mesmo a variedade de nível de entrada e baixa qualificação.

Embora o mercado de inteligência artificial seja dominado por grandes empresas, os pequenos negócios também podem encontrar oportunidades na criação de novas soluções com a tecnologia, principalmente por meio de startups.

Aplicações de Inteligência Artificial

  • Recomendação de produtos

Sistemas que identificam o perfil do consumidor e indicam produtos que o cliente quer

comprar, mesmo que ele ainda não tenha procurado por isso. Em uma loja de roupas, por

exemplo, a solução pode escanear o corpo do comprador e analisar as melhores opções

de roupas para ele.

  • Divulgação de produtos

Solução que identifica o interesse do consumidor em determinado produto e gera ações

de marketing que fazem com que o produto pesquisado continue aparecendo em outros

sites que esse consumidor navega.

  • Bots que atuam como secretárias

O bot pode agendar reuniões identificando as pessoas envolvidas e os horários disponíveis

na agenda de cada um deles. Esse é um exemplo real da Amy Ingram, bot da empresa

x.ai.

  • Recrutamento e seleção

A inteligência artificial permite que seja feita uma análise aprofundada dos candidatos a

determinada vaga, a fim de identificar aquele que é mais adequado.

  • Bots para atendimento ao cliente

Softwares automatizados que conseguem se comunicar com o cliente, via texto ou via

telefone. Seu aprendizado permite que eles compreendam o contato, interpretem a melhor

maneira de conversar com ele e adaptem a comunicação, por exemplo.

Confira algumas vantagens da utilização de IA nas organizações:

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Estudo de Personas e a experiência do colaborador na Educação Corporativa

O Estudo de Personas é aliado nos projetos de Educação Corporativa, pois ele identifica e compreende a rotina dos colaboradores, as atividades que executa no trabalho, de que maneira consome informações, os tipos de conteúdos que prefere, quais canais de comunicação utiliza, seus planos profissionais e mais uma série de questões que fazem toda diferença para o sucesso do seu projeto de educação corporativa.

O estudo de Personas tem base em ciência de dados e entrevistas com amostra de colaboradores da empresa. Contribui para definição de perfis de colaboradores. O resultado traz insights para as melhores práticas em educação corporativa e comunicação organizacional de acordo com os perfis estudados.

Mas afinal, o que são personas? 

Definimos como persona a representação fictícia do cliente ideal de um negócio. Essa persona é construída com base em dados reais, coletados através de ciência de dados, entrevistas e/ou pesquisas, para compreender o comportamento e características dessas pessoas, assim como suas motivações, objetivos, desafios e preocupações. 

A persona tem um papel muito importante dentro de uma organização, pois é ela quem guia a criação de estratégias de comunicação certeira, e entre tantas frente de comunicação, se encontra os projetos de educação corporativa.

Conheça os benefícios do estudo de personas:

  • Conhecimento mais aprofundado em relação aos colaboradores;
  • Segmentação de personas. Afinal, grandes organizações trabalham com mais de uma persona. 
  • Oferta de conteúdos específicos para cada tipo de público, conquistando maior engajamento no projeto de educação corporativa. 

Mas e qual a relação entre o Estudo de Personas e a Experiência do colaborador?

Pesquisa realizada pela consultoria Gartner nos Estados Unidos mostra que apenas 29% dos colaboradores acreditam que a área de recursos humanos sabe o que eles precisam e querem. O índice acende um sinal de alerta para as organizações. Um novo conceito, a Employee Experience, em português, experiência do colaborador, chega para alinhar as expectativas. Atualmente, o posicionamento de uma empresa está atrelado à satisfação do cliente ao usar seu produto ou serviço – o cliente em primeiro lugar. A employee experience foca na jornada do colaborador para aumentar a eficiência e a competitividade.

E obtendo maior conhecimento em relação aos seus colaboradores é possível desenvolver estratégias e oferecer grandes experiências que possam agregar valor tanto na vida profissional quanto pessoal. 

Leia mais sobre Employee Experience

O jeito DOT de estudar personas

  • Estudamos todos os perfis de pessoas
  • Montamos uma estratégia  adequada para coletar insights importantes
  • Definimos o melhor tipo de abordagem para a coleta de informações
  • Nossas soluções são desenvolvidas através de dados concretos
  • Alinhamos personas com a jornada de aprendizado de cada uma delas
  • Desenvolvemos as melhores práticas em educação corporativa de acordo com os perfis estudados

Case TIVIT, veja mais aqui.

Faça como a TIVIT e conheça os seus colaboradores com o Estudo de Personas.

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