Case Flex Contact: educação digital como estratégia de Onboarding

Educação digital como estratégia de onboarding, conheça mais sobre o case que construímos com a Flex Contact

Desafio

Acolher os novos colaboradores da Flex Contact e prepará-los para os seus primeiros dias de trabalho dando a eles uma visão sobre quem é a Flex, sua cultura, e a carreira que podem construir lá.

Mas esse parece o desafio de qualquer onboarding… E de certa forma é! Mas existia mais por detrás disso:

A Flex tem uma grande rotatividade de profissionais e, por conta disso, o onboarding presencial tinha que acontecer semanalmente. Em outras palavras:

  •  A duração do treinamento era de 6 a 8h concentradas em um mesmo dia.
  •  Pelo menos 1x na semana, um profissional passava o dia repetindo as mesmas informações da semana passada.
  • Como é natural, a interação presencial e o fator humano não dava garantia de que as informações eram passadas da mesma forma, até porque, nas diferentes unidades da Flex do Brasil, pessoas diferentes faziam isso.

Diante disso, o desafio para Flex também era:

  • Otimizar o tempo de seus colaboradores – alguém do RH ganharia um dia a mais em sua semana para se dedicar a outras funções.
  • Otimizar a aprendizagem dos novos colaboradores e seus primeiros dias de trabalho.
  • Uniformizar as informações trabalhadas no onboarding entre todas as unidades da empresa.
  •  Atingir todos esses resultados sem que o novo colaborador se sentisse calorosamente recebido!

Solução

Trilhas de aprendizagem compostas por pílulas, ou seja, soluções curtas, focadas, objetivas, completas e independentes.

As trilhas contavam com aproximadamente 13 pílulas de 1 a 2 minutos. O novo colaborador tem liberdade para consumir as pílulas dentro dos 5 primeiros dias de trabalho com uma recomendação de 2 a 3 pílulas por dia. Assim, já no primeiro dia ele poderia ter contato com sua equipe, trabalho, ferramentas de sistema e estaria produtivo mais rápido ao mesmo tempo que poderia aproveitar os conteúdos de maneira mais distribuída, facilitando a absorção de tanta informação nova!

Somado a isso, incluímos algumas atividades de aprendizagem, as quais além de reforçar o conteúdo, geram um indicador de aproveitamento dos alunos.

➔ Inteligência verbal: compreensão de texto.

➔ Inteligência espacial: atuação no cenário virtual proposto.

➔ Inteligência cinestésica: destreza no manuseio do mouse.

Contudo, sabendo que se trata da chegada em uma nova empresa e que a contratação já representa que o novo colaborador teve sucesso em uma série de testes, essas atividades foram desenvolvidas de maneira lúdica, em tom de desafio ou meta, fortalecendo a cultura de trabalho da empresa ao mesmo tempo que não desanimassem os novos colaboradores.

Por fim, os profissionais do setor de desenvolvimento humano estariam livres para realizar outras ações de acolhimento, garantindo a integração pessoal tão importante para a Flex Contact.

Conheça as tecnologias que apoiam o Onboarding.

 

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[Webinar] Employee Experience: o novo RH como designer de experiências

A nossa especialista em EdTech, Livia Felizardo, participou do RH Summit com o painel Employee Experience: o novo RH como designer de experiências.

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20 ideias transformadoras em Gamification para 2020

O que 2020 trará de novidades e desafios em gamification? 

Para responder a essa pergunta separamos 20 das ideias que julgamos ter mais chances de transformar o cenário corporativo e influenciar a forma como se gamifica projetos, produtos e sistemas. Confira agora mesmo!

10 ações práticas: como fazer!

1 – Realidade Virtual e Aumentada

A RV e RA são meios que incrementam experiências gamificadas tornando-as mais envolventes. Os dispositivos como óculos de imersão serão ainda mais acessíveis em 2020. Além disso, experiências feitas originalmente para RA e RV também podem ser gamificadas. Sobre isso, confira o projeto Elevator Pitch desenvolvido para o SEBRAE-RS.

2 –  Inteligência Artificial

Tutores virtuais e assistentes robóticos estão em alta. E como não poderia deixar de ser a Inteligência Artificial encontra na gamification rico território para prosperar. Saiba mais como o DOT digital group utiliza IA em projetos.

3 – Gamification Adaptativa

Diretamente relacionada com a anterior, mas esta tendência consiste em regras de incentivo que se adaptam ao desempenho do usuário e/ou a seu perfil. A mecânica da gamification se ajusta para ganhar eficiência, chegando até mesmo à personalização. Pesquisas em gamification adaptativa já aparecem no Brasil. A estratégia desenvolvida pelo DOT para a Natura envolveu gamification adaptativa: as regras variavam conforme o perfil da consultora em vendas.

4 – Data Analytics

Gamification gera dados, muitos dados sobre os participantes. O potencial de profiling e outras descobertas com o uso de Data Analytics é imenso para, por exemplo, descobrir  hábitos e tendências de consumo. Sobre isso, saiba mais sobre MarTech, (Marketing Technology), clicando aqui.

5 – Mobile 

A tendência do mobile first, que começou por volta de 2010, chega vitoriosa em 2020. Para contar com maior participação uma estratégia de gamification deve levar em conta que os envolvidos podem estar em qualquer lugar com um smartphone na mão. Descubra aqui como toda experiência digital deve ser pensada fundamentalmente como mobile.

6 – Missões e Desafios

A abordagem reativa em gamification é mais conhecida. Nela os participantes recebem recompensas depois que realizam ações desejadas. A abordagem ativa, por sua vez, consiste em lançar desafios elegíveis para os participantes, aumentando tanto seu poder de escolha quanto o desafio para eles. Confira aqui mais sobre metodologias ativas de ensino.

7 – Storytelling

Pontos e recompensas engajam. Mas nada prende mais a atenção do que envolvimento emocional em uma boa história! Com o avanço da tecnologia as estratégias de gamification passarão a oferecer mais narrativas interativas (e a Realidade Virtual e a Aumentada também terão um papel nisso). Descubra aqui mais sobre como gamification pode fazer uso de storytelling.

8 – Interações Sociais

Cada vez mais a gamification faz parte das redes sociais e pede por táticas de incentivo que fazem seus participantes interagirem. Em 2020 pense como dinamizar equipes e fazer da gamification um fator integrador para seus clientes ou colaboradores.

9 – Plataformas de Engajamento

Soluções como “acompanhamento” ainda terão sua vez. Mas há uma tendência forte na adesão a plataformas com infraestrutura tecnológica e estratégias padronizadas. Descubra como expressões dessa tendência o Pronto Learning, plataforma de microlearning, e o StudiOn, plataforma de educação digital.

10 – Co-criação

Colaboradores e clientes não querem apenas receber pontos e recompensas, mas expressar opiniões, criar conteúdos e fazer diferença nos rumos das coisas. Co-criar é a palavra-chave, com gamification em que os participantes geram conteúdos 

10 aplicações reais: o que gamificar!

11 – Segurança de Dados

A Lei Geral de Proteção de Dados trará mudanças significativas na forma como todas as empresas usam recursos digitais. De olho na Cybersegurança as iniciativas envolvendo gamification e games vêm crescendo, inclusive tornando a segurança de dados em uma espécie de eSport.

12 – Performance no Trabalho

Gamificar para ajudar seus colaboradores a manter o foco, bater metas e serem mais produtivos. Foi nisso que a rede de restaurantes AppleBee’s apostou.

13 – Saúde

Saúde e bem-estar é uma das aplicações da gamification que mais crescem no mundo, envolvendo: auto-monitoramento, atividades físicas, treinamento de profissionais da Saúde, como é o caso do treinamento gamificado que o DOT desenvolveu para o HCor.

14 – Desenvolvimento Pessoal

Aplicativos que te ajudam a parar de procrastinar e atingir logo seus objetivos. E fazem disso um jogo empolgante. É o caso do Habitica, por exemplo.

15 – Vendas

Missões, metas, competição, conquista de prêmios, aquisição de conhecimentos e habilidades. Gamificar tendo tudo a ver com o processo de vendas. Tanto é que o DOT digital group gamificou a experiência das consultoras Natura.

16 – Educação 

A gamification é uma tendência forte em EdTech há anos e em 2020 continuará sendo. A gamificação da Educação formal escolar talvez seja a principal aplicação no Brasil, especialmente quando falamos de Educação a Distância. Confira aqui. 

17 – Internet das Coisas

Essa tendência ainda é incipiente no Brasil. Mas a tecnologia 5G e a disseminação de interatividade eletrônica terão, nos próximos anos, um profundo impacto principalmente na indústria e na agricultura. E a gamification já faz parte dessa nova fase da Internet.

18 – Mobilidade 

Em 2019 foi lançado o programa Uber Rewards, pela qual essa empresa pretende aumentar sua vantagem sobre os concorrentes. Seguindo o exemplo do Uber o mercado de mobilidade e logística tenderá a apostar na gamification como fator de diferenciação e competitividade. 

19 – Treinamento Corporativo

Continua sendo um campo fértil para a gamification. O QuestiOn, por exemplo, apresenta-se como uma solução game based para engajar colaboradores em desafios de conhecimento..

20 – Marketing Digital

O mundo das pesquisas de mercado e da propaganda ainda tem muito o que ganhar com a gamification (especialmente unindo-a com storytelling e realidade aumentada e virtual). As aplicações vão desde desde publicidade para turismo até a realização de pesquisas em marketing. Leia mais aqui.

Quer saber mais sobre estratégia de gamification na educação corporativa?

Fale com nossos especialistas, clique aqui!

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Case TIVIT: onboarding para empresas multinacionais

Presente no mercado há mais de 20 anos, a TIVIT é uma multinacional brasileira de soluções digitais com operações em 10 países da América Latina.

Desafio

Garantir que o processo de Onboarding em todas as unidades, incluindo diferentes países, seja realizado do mesmo jeito.

Solução

Os processos de onboarding da empresa eram todos presenciais e, para contemplar todas as unidades e manter os padrões, essa modalidade se tornava cada vez mais onerosa e inviável. Outro ponto importante é que a TIVIT tem uma característica muito específica: uma parte dos seus colaboradores não trabalha in company, ficando alocada dentro do cliente, o que dificulta um processo de onboarding presencial.

Como a TIVIT já disponibilizava uma série de cursos online, que atendiam  várias necessidades de capacitação dos seus novos colaboradores, o DOT digital group propôs construir um Programa de Onboarding online.

Além de reunir alguns conteúdos já prontos, abordando questões institucionais, sistemas, posicionamento de mercado, o programa contou com novos conteúdos, desenvolvidos sob demanda para a nova solução educacional. Quando foi para operação, o programa contou com estratégias de mediação proativas, estimulando a adesão dos alunos, seu engajamento e seu caminho rumo à conclusão do programa.

Este Plano de Mediação contém ações distribuídas em um período de 30 dias. As ações foram planejadas conforme as funcionalidades da plataforma de aprendizagem Studion.

Resultados

Entregamos um programa de e-learning customizado, trazendo ao novo colaborador da TIVIT informações institucionais, além de tratar de sistemas utilizados e das áreas afins.

E com um Plano de Mediação foi possível motivar e engajar os novos colaboradores a iniciarem o Programa de Onboarding online e a concluírem os cursos de maneira satisfatória.

Confira alguns números que evidenciam o sucesso da solução.

No início da implementação o índice de colaboradores que nem chegavam a iniciar o programa era maior que 50% e o número de concluintes não chegava a 10%.

Depois do Plano de Mediação, o número de concluintes passou dos 80% e os não iniciantes somam menos de 9%.

Leia também: Educação digital como estratégia de onboarding

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Tecnologias que apoiam o Onboarding

Capacitar os novos integrantes é um ótimo caminho para reduzir o turnover e aumentar a produtividade.

O processo de onboarding, como o próprio nome indica, ajuda a embarcar o novo colaborador, de modo que ele entenda rapidamente a organização e o objetivo do seu trabalho junto ao restante da equipe, além de diminuir o tempo que alguém leva para se adaptar e atingir o máximo de seu potencial profissional.

Se o objetivo é proporcionar uma experiência sem limitação de tempo e lugar, uma estratégia de educação digital pode ser uma boa alternativa. Ela permite que os colaboradores sejam recepcionados da mesma forma independentemente do local onde estão, que tenham autonomia para consultar o material sempre que necessário, além de facilitar a constante atualização. Afinal, empresas estratégicas estão sempre em busca de inovação.

Com a estratégia definida, o próximo passo é escolher qual tecnologia se encaixa mais com a experiência desejada. Para isso, é preciso considerar o tempo disponibilizado para a ação, quantidade de conteúdo que deverá ser passado e qual o impacto que se planeja alcançar. Veja algumas possibilidades:    

Microlearning e mobile first

Ter acesso ao onboarding no próprio celular facilita o processo de aprendizagem. Mas antes de aderir é preciso se questionar sobre o público-alvo: eles têm o celular como o principal meio para acesso de informações. Assim, o curso estaria literalmente ao acesso da mão em qualquer tempo e lugar – desde a recepção até o horário de almoço.

Usar um aplicativo para Microlearning pode dar ao cliente a liberdade de liberar o curso antes mesmo do primeiro dia de trabalho do novo colaborador, aproveitando dessa forma o momento psicológico de empolgação e ansiedade após a notícia sobre a contratação e promovendo uma experiência  com a empresa antes mesmo que o novo colaborador iniciasse suas atividades.

E-learning customizado

É possível estruturar um onboarding que dure mais tempo para que o colaborador possa aos poucos se conectar com a empresa. Para isso, pode ser disponibilizado um e-learning com etapas definidas, permitindo que ele receba as informações aos poucos e possa assimilar com mais facilidade.

Nesse caso, é definido o tempo que a empresa deseja destinar para essa ação e quais as soluções se encaixam melhor para aquele público (vídeo, e-book, podcast).     

Realidade Virtual

Utilizar a Realidade Virtual (RV) para criar uma experiência de integração mais real e prática não é coisa do futuro. Sem complicações, o novo colaborador consegue fazer um tour pela empresa virtualmente — incluindo sedes em outras cidades.

Conhecer processos, práticas, visualizar um procedimento, aprender “como se faz”! A RV aproxima com as particularidades da organização, projeta cenários que são importantes de serem vivenciados.

Simulando situações da rotina de trabalho, a RV auxilia a identificar pontos fortes e pontos fracos dos colaboradores, funcionando como uma forma de levantamento de necessidades de treinamento. Além disso, tudo é feito em ambiente seguro e que permite errar e aprender!

Cabe lembrar que essas são algumas possibilidades. Para definir a melhor opção é preciso considerar a realidade da empresa e o seu objetivo. Assim, é possível construir uma solução que faça sentido para o colaborador e para organização.  Com a estratégia certa e a tecnologia adequada a experiência do embarque pode durar a viagem profissional inteira.

Leia também: Continue reading “Tecnologias que apoiam o Onboarding”

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Educação digital como estratégia de Onboarding

O início de um colaborador em uma nova empresa geralmente é marcado por expectativas e motivação. É o momento de dar os primeiros passos e construir uma nova história profissional, mas é também uma etapa repleta de incertezas e desafios. Como facilitar a adaptação desse novo colaborador e trabalhar sua motivação de forma estratégica?        

Uma boa prática é conectar o propósito do colaborador ao da empresa logo nos primeiros contatos. Esse vínculo inicial aumenta as chances de permanência e desperta o espírito de colaboração na busca por resultados.

Capacitar os novos integrantes é um ótimo caminho para reduzir o turnover e aumentar a produtividade.

O processo de onboarding, como o próprio nome indica, ajuda a embarcar o novo colaborador, de modo que ele entenda rapidamente a organização e o objetivo do seu trabalho junto ao restante da equipe, além de diminuir o tempo que alguém leva para se adaptar e atingir o máximo de seu potencial profissional.

Se o objetivo é proporcionar uma experiência sem limitação de tempo e lugar, uma estratégia de educação digital pode ser uma boa alternativa. Ela permite que os colaboradores sejam recepcionados da mesma forma independentemente do local onde estão, que tenham autonomia para consultar o material sempre que necessário, além de facilitar a constante atualização. Afinal, empresas estratégicas estão sempre em busca de inovação.   

Se você quer lançar mão de uma estratégia de educação digital, mas não sabe por onde começar a estruturar seu programa de onboarding pense em como este novo colaborador vai preferir aprender, com que device ele.

Onboarding é para minha empresa?

O próprio significado do termo já diz muito: embarcar. Se considerar que todos os colaboradores da sua empresa estão no “mesmo barco”, nada mais justo do que receber os novos de maneira estratégica, os fazendo sentir como parte dessa embarcação. Nesse momento é possível: 

  • Mostrar o trajeto da empresa. 
  • Quem são as pessoas que conduzem “o barco”. 
  • Qual o papel de cada um nessa embarcação.  

Não deve haver uma empresa sequer que questione a importância de planejar esses primeiros dias de trabalho dos novos colaboradores. Mas ao mesmo tempo, não há departamento de pessoas que não precise lidar com o equilíbrio entre a importância de um momento de aproximação e a necessidade de que o novo colaborador seja produtivo e gere resultados o mais rápido possível. Afinal, estamos falando de negócios!

Do outro lado dessa história está o colaborador! Eu e você já estivemos nesse lugar e podemos nos lembrar de como é: uma série de expectativas, uma avalanche de novidades, normalmente um misto entre curiosidade e vontade de fazer acontecer logo.

Olha só:

  •  A empresa tem o desafio de contar sua história e cultura e o novo colaborador está curioso para saber!
  • O colaborador quer colocar logo em prática seus conhecimentos e a empresa quer ver resultados o quanto antes!

Parece a química perfeita, não é mesmo? Mas existem alguns desafios que precisam ser considerados para que esse momento seja, de fato, efetivo.

É aí que uma boa estratégia de educação digital pode fazer a diferença.

Conecte o colaborador à cultura da empresa

Uma organização tem vida e personalidade próprios, o que podemos chamar de cultura organizacional. Normalmente (ou pelo menos se espera isso!), os textos de missão, visão e valores estampados nas páginas institucionais das empresas nos contam em resumo qual a cultura da organização. Contudo, essa cultura, no dia a dia, é criada e mantida pela forma de agir, se relacionar, pelas crenças e experiências dos colaboradores. Então, mesmo que um colaborador aprenda a visão, missão e valores de uma empresa não existe a garantia de que ele agora conhece também a sua cultura.

Além disso, a cultura é viva! Possivelmente, em uma mesma empresa, times orientados pelos mesmos processos, trabalham e se relacionam de forma diferente. E isso se torna cada vez mais notável considerando os desafios de negócios que as empresas enfrentam em um mercado cada vez mais veloz e inovador.

Não bastasse isso, é preciso lembrar que cada novo colaborador tem uma história de vida e mesmo que seja difícil customizar uma recepção individual, é possível demonstrar planejar ações que considerem suas experiências. Então, com uma mesma estratégia a empresa precisa:

  •  Contextualizar e dar suporte ao colaborador que chega em seu primeiro emprego ao mesmo tempo que deve sensibilizar o talento que possui anos de profissão e demonstrar que suas experiências são importantes para o negócio.
  • Comunicar-se com profissionais de staff e área meio, que não estão necessariamente ligados com o negócio da empresa, mas são essenciais para ela, com a mesma mensagem que transmitem aos especialistas e técnicos.
  • Reforçar os valores e a cultura da organização para pessoas com as mais variadas experiências de vida.

É nesse contexto de aproximação que os cursos de onboarding EaD ganham cada vez mais espaço nas organizações e podem ser uma estratégia única ou parte de uma ação maior que envolve outras comunicações e encontros presenciais.

Conheça algumas vantagens de incluir o digital na experiência de aprendizagem:

  •  Flexibilidade

Por ser online, essas soluções chegam a qualquer pessoa ou lugar em qualquer tempo. Empresas que estão em diferentes localidades, por exemplo, podem garantir que a mesma mensagem seja transmitida, independentemente de distância física. Além de dar autonomia para o colaborador acessar conteúdos sempre que tiver dúvidas ou quiser retomar algum assunto.  

  • Identidade

A partir de um design instrucional bem pensado de acordo com os objetivos da empresa, as experiências de onboarding podem ganhar o nível de customização maior que os métodos tradicionais, atingindo de maneira mais pontual os diversos perfis.

  • Acompanhamento

 As mídias que servem como instrumento para as experiências EAD entregam também relatórios e indicadores que ajudam análises e revisões de percurso mais rápidas e assertivas.

Para que você entenda isso melhor, acompanhe o case do curso de onboarding que o DOT digital group produziu para a empresa Flex Contact, clique aqui

 

Conheça as tecnologias que apoiam o Onboarding.

 

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DOT leva inovação, tecnologia e muito conteúdo ao CBTD 2019

Um evento dentro do evento, com muita inovação, tecnologia e conteúdo. Essa é a experiência que o DOT digital group – empresa especializada em educação digital com 23 anos de atuação – quer proporcionar aos participantes do Congresso Brasileiro de Treinamento e Desenvolvimento (CBTD 2019), que ocorre de 20 a 22 de novembro, em São Paulo. 

Além de lançar uma plataforma online revolucionária de educação corporativa, o Courselog, o DOT vai protagonizar cinco das palestras oficiais da grade de programação e promover micro palestras, os Insights DOT, diariamente em seu estande. “O mundo corporativo está pedindo um novo perfil de trabalhador, mais produtivo e digitalmente preparado. Nesse contexto, a tecnologia é peça central porque permite criar experiências massivas de aprendizagens personalizadas ”, destaca Luiz Alberto Ferla, fundador e CEO do DOT digital group.

O Courselog  vem ao encontro dessa demanda. A plataforma é baseada no conceito de LXP, sigla para Learning Experience Platform, uma tendência entre grandes corporações que apostam no protagonismo do colaborador como forma de aumentar o engajamento e os resultados dos investimentos em educação corporativa. Ele já está em operação na TIVIT,  líder em serviços integrados de tecnologia na América Latina, e será lançado para o mercado durante o CBTD. “Com ele, o mundo do e-learning passa a ser mais dinâmico, colaborativo e, principalmente, mais efetivo”, diz Ferla. 

No Courselog, os cursos são organizados em playlists, que o próprio colaborador pode montar. Ou ainda com recomendações de colegas e da empresa. Sua dinâmica permite que o colaborador protagonize a própria aprendizagem, aproveitando o mundo de conhecimento compartilhado na web. Os conteúdos reunidos na plataforma podem ser do cardápio oferecido pela própria organização ou podem vir de fora, do mercado.

Esse protagonismo e a liberdade de poder desenhar a própria carreira, em sintonia com a estratégia da empresa, estimulam à aprendizagem e à atualização contínua – duas condições fundamentais para as empresas aumentarem a competitividade no mercado. 

“O DOT vai muito além da produção de tecnologia e está no mesmo nível dos players globais. Seu grande diferencial é a oferta de soluções de ponta a ponta: da identificação do público-alvo, passando pelas maneiras de entregar e qual conteúdo entregar, até a montagem de toda a estratégia de capacitação”, ressalta Lars Janér, diretor comercial (CCO) do DOT.

Criado em 1996 no bem-sucedido ecossistema de inovação de Florianópolis, o DOT é uma das maiores empresas de educação digital do Brasil. Já capacitou mais de 8 milhões de pessoas com soluções desenvolvidas para o mercado corporativo e acadêmico. Com sede na capital catarinense e escritórios em São Paulo, Brasília e Lisboa, o DOT tem mais de 300 colaboradores.

“Preparamos uma programação especial com mini palestras e demonstração de produtos para que os participantes saiam de lá com a solução para o seus desafios em educação corporativa, tendo o DOT como parceiro”, afirma Ferla.

A empresa também estará presente na mostra de vídeos do evento, com  videoaulas produzidas para três de seus clientes.

Insights DOT

As micro palestras terão 15 minutos de duração e vão abordar tendências de educação corporativa. São temas que vão da influência da experiência do usuário na eficácia dos treinamentos; passando pela transformação de tarefas do dia a dia em atividades lúdicas para aumentar o engajamento – a chamada gamification -; até o uso da plataforma de educação online LXP, sigla de Learning Experience Platform, que personaliza a aprendizagem e permite organizar e gerenciar conteúdos de estudo num mesmo lugar. Haverá transmissão ao vivo de cada uma delas, por meio da plataforma de webconferência Zoom. 

Palestras

O DOT vai protagonizar cinco palestras da programação oficial do CBTD 2019, distribuídas pelos três dias de evento. 

Dia 20, às 14h, a consultora educacional do DOT, Gabriella Miranda, vai falar sobre a importância do investimento em diagnóstico e planejamento para aumentar o engajamento e potencializar os resultados de projetos de educação corporativa. 

Logo em seguida, às 14h30, o diretor comercial do DOT, Lars Janér, apresenta o case Natura, juntamente com o coordenador de inovação da empresa de perfumaria e cosméticos, Guilherme Morais.  A Natura precisava engajar e motivar suas consultoras a participar do programa de incentivos da marca. O DOT desenvolveu uma estratégia de gamification para criar sistemas de incentivo para diferentes perfis de colaboradoras. Hoje, esta solução está sendo aplicada com milhares de consultoras Natura de todo o Brasil.

Dia 21, às 9h, Ana Althoff, Lead Product Designer do DOT, palestra sobre personalização na educação corporativa por meio de Learning Experience Platform, a LXP. A plataforma agrega novas funcionalidades ao já consolidado Learning Management System (LMS). É um espaço de educação online que permite organizar e gerenciar portfólios de estudo num mesmo lugar, aproveitando as experiências dos indivíduos e  estimulando a criação de uma espécie de curadoria, onde cada integrante pode recomendar e receber sugestões de conteúdos.  

No período da tarde, às 16h45, a especialista em EdTech do DOT, Lívia Felizardo, e Kelly Rickes, 

General Manager of Design and Culture for Latam|TIVIT, palestram sobre  Employee Experience. O novo conceito de RH convida as organizações a centralizarem ações no ser humano e nas suas múltiplas dimensões, transformando o departamento num designer de serviços para o colaborador e empresa. 

Dia 22, a consultora educacional do DOT, Gabriella Miranda, apresenta o Case TIVIT.  Presente no mercado há mais de 20 anos, a TIVIT é uma multinacional de soluções digitais. Gabriella vai contar como o diagnóstico educacional e o estudo de personas feitos pelo DOT para essa empresa contribuíram para melhorar a adesão dos colaboradores aos seus projetos de educação corporativa. 

Soluções

Além do Courselog, a empresa vai levar à feira demonstrações de outras três soluções: o Studion, plataforma de aprendizagem modular, ideal para empresas que queiram implantar um projeto de formação continuada; o Pronto Learning, um aplicativo que dissemina conteúdos curtos e pode ser acessado a qualquer hora, em qualquer lugar e de forma intuitiva; e o Question, um quiz com perguntas e respostas sobre os temas mais pertinentes a cada grupo de trabalhadores.

O CBTD – O Congresso Brasileiro de Treinamento e Desenvolvimento é o maior e mais conceituado evento do mercado de Educação Corporativa da América Latina. Esta é a 34ª edição e será realizada de 20 a 22 de novembro, no PRO MAGNO Centro de Eventos, em São Paulo.  O congresso ocorre anualmente e reúne os principais especialistas em desenvolvimento humano e organizacional e também as mais importantes empresas do segmento em sua feira de exposições (EXPO CBTD). É organizado pela Associação Brasileira de Treinamento e Desenvolvimento (ABTD). 

Assessoria CBTD

Conexus | Content, PR & Social Media 

Karin Dalle – karin.dalle@conexus.com.br – (11) 9.9304-9753

Ana Pace – ana.pace@conexus.com.br – (11) 9.8594-2396

Laura Brichesi – laura.brichesi@conexus.com.br – (11) 9.5779-4070

Assessoria DOT

Dialetto | Consultoria em Comunicação, Comunicação Corporativa e Inbound Marketing

Daiane Costa – daiane@dialetto.com.br – (21) 9.6714-8565 

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[Webinar] Diagnóstico Educacional e Estudo de Personas

Nossa consultora educacional, Simone Carminatti, explicou através de um webinar como o Diagnóstico Educacional e o Estudo de Personas podem contribuir com o sucesso da estratégia educacional da sua empresa.

Se você não conseguiu acompanhar ao vivo, basta clicar e dar play.

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Por que franquias precisam de estratégias de EdTech para ter sucesso

A identidade do modelo de negócio de franquia depende da capacidade que o franqueador tem em reproduzir o know-how de um negócio e manter a padronização em todos os processos. Por isso, os treinamentos são parte estratégica no franchising e as ferramentas de educação digital (EdTech) são grandes aliadas, contribuindo diretamente para o sucesso do negócio e da marca.

Veja quatro razões para sua franquia investir em EdTech:

1. É preciso reproduzir o know-how e manter a padronização

A unidade da marca está na essência dos negócios de franchising. Para reproduzir o know-how e garantir a padronização de um modelo, franqueados precisam investir em ferramentas ágeis para disseminar conceitos em grande escala. A educação digital é uma boa solução porque permite escalar cursos e trilhas de conhecimento para um grande número de pessoas. Utilizar um aplicativo para microlearning, baseado em conteúdos objetivos e de fácil acesso, é uma opção para que os franqueados e colaboradores aprendam e reforcem conceitos e regras em pequenas porções diárias.

2. Os colaboradores pertencem às gerações Y e Z

Imediatistas, multitarefas, superconectados e ávidos por inovações. Essas são apenas algumas descrições das gerações Y (nascidos nas décadas de 80 e 90) e Z (a partir de 1997). Eles formam a grande massa de trabalhadores no mercado de franquias. “Para engajar e treinar essas pessoas, é preciso apostar em ferramentas tecnológicas com abordagens envolventes e imersivas, como games, realidade virtual e realidade aumentada. A esse conjunto damos o nome de immersive learning”, explica Luiz Alberto Ferla, CEO e fundador de uma das mais tradicionais EdTechs brasileiras, o DOT digital group.

3. Quanto mais ágil o suporte ao franqueado, melhor

O sucesso de uma franquia é diretamente proporcional ao engajamento do franqueador. O desafio aumenta na medida do crescimento do número de unidades franqueadas. Cabe ao franqueador garantir suporte aos franqueados. Promover a troca de ideias e o compartilhamento de experiências entre os franqueados por meio de ferramentas de social learning ajuda muito a reproduzir o know-how do negócio entre todos os envolvidos – franqueados, franqueadores e colaboradores. Assim, o problema de um franqueado pode ter sido vivenciado por outro, ajudando na busca por uma solução padrão.

4. Rotas devem ser ajustadas com rapidez e em larga escala

O trabalho de um franqueador não termina com a estruturação do modelo de negócio e a transferência de know-how para a rede de franqueados. Altamente competitivo, o mercado de franquias exige olhos abertos de todos para perceber os movimentos dos concorrentes, explorar as possibilidades de crescimento, além de contornar possíveis dificuldades o mais rápido possível. “Ferramentas de EdTech, como plataformas de aprendizagem, ambientes de cursos online, são imprescindíveis para a ajustar a rota, implantar inovações e replicar modelos de forma ágil e simultânea em larga escala”, afirma Ferla.

Clique aqui para conhecer o Insights DOT – Educação digital para franquias.

Esta matéria foi publicada no portal Revista Varejo Brasil.

 

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