[Case SENAR] Realidade virtual na educação: um mundo de possibilidades sem sair da sala de aula

Muito comum em videogames, a realidade virtual vem ganhando espaço nas plataformas de tecnologias educacionais, tanto para o ensino formal quanto para capacitação profissional.

Aprendemos melhor quando vivenciamos experiências. Por isso, os simuladores se mantém como grande tendência no mercado de tecnologias para educação. De acordo com International Data Corporation (IDC), a expectativa é de que US$ 22,5 bilhões serão investidos em 2025 na realidade virtual voltada para a educação. “A imersão proporcionada por plataformas de realidade virtual abre um mundo de possibilidades sem a necessidade de sair da sala de aula, seja na escola ou no trabalho”, destaca Luiz Alberto Ferla, CEO e fundador do DOT digital group. 

Em agosto, o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (SENAR) de Goiás vai começar a usar um simulador na disciplina de Mecanização Agrícola. A solução, desenvolvida pelo DOT, funciona com um computador e um óculos de realidade virtual e simula uma oficina mecânica para tratores agrícolas. No ambiente, serão feitos exercícios de manutenção dos sistemas de lubrificação, arrefecimento e filtro de combustível. De acordo com Samantha Leandro de Sousa Andrade, responsável pelo projeto no SENAR, a ferramenta deve gerar economia de insumos como óleos, filtros e peças em geral. 

A redução de custos é só um dos benefícios da aplicação de realidade virtual em plataformas de educação. Do ponto de vista educacional, os simuladores de ambientes e atividades do mundo real também proporcionam maior segurança aos alunos ao eliminar riscos de operação. “A realidade virtual evita riscos, além de promover a execução prática de 100% dos alunos de forma rápida e muito didática”, destaca Samantha. Um piloto da solução foi apresentado em uma feira em Rio Verde (SP) e chamou a atenção de quem testou, comprovando o alto índice de engajamento da realidade virtual. 

Segundo Samantha, historicamente, o treinamento de tratores agrícolas sempre foi o produto mais executado pelo SENAR em Goiás, pela versatilidade e funcionalidade da máquina em quaisquer atividades do campo. Em 2018 foram realizados mais de 347 treinamentos, envolvendo 4.000 pessoas, em dois níveis de capacitação: aperfeiçoamento (24 horas) e qualificação (200 horas). Neste ano, a instituição já realizou 188 treinamentos com 2.222 pessoas treinadas nos mesmos formatos. 

Pesquisas indicam que o SENAR está na direção certa. A edtech Sponge UK comparou três formatos de conteúdo: PDF, jogos e realidade aumentada. O resultado mostrou que a capacidade de absorção do conteúdo é maior com a realidade aumentada. Os alunos também elegeram a RV como a mais divertida, satisfatória e com maior poder de concentração. “As novas gerações demandam métodos de educação que favoreçam os sentidos de audição, tato e visão ao mesmo tempo. Estratégias de realidade virtual caem como uma luva para esse público, que exige cada vez mais motivação para se engajar ao aprendizado”, observa Ferla. 

No DOT, tecnologias de immersive learning (aprendizado de imersão) vem sendo cada vez mais aplicadas nas soluções contratadas por clientes. São duas as razões principais, segundo Ferla, e ambas estão interligadas. A primeira é criar uma “sala de aula” que, ao mesmo tempo, transforma e une a realidade (RA) e o mundo virtual (RV), um ambiente capaz de tornar a experiência de aprendizagem mais envolvente. A outra razão é fazer com que o conteúdo repassado seja fixado por mais tempo, tornando o treinamento mais dinâmico e eficaz. “Todos os caminhos apontam o immersive learning como a educação do futuro”, afirma o empresário.

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A aplicação de Inteligência Artificial nas empresas

Estamos vivendo na era da revolução digital, onde todos os dias surgem novos conceitos e tecnologias para movimentar pessoas e negócios. A Inteligência Artificial é uma delas e vem sendo aplicada com frequência! 

Entende-se como Inteligência Artificial o fato de as máquinas conseguirem pensar como seres humanos, aprendendo a raciocinar, analisar e tomar decisões. Situação que ainda preocupa muita gente, por imaginarem que os robôs substituirão pessoas, mas o cenário não é bem esse. 

Pesquisa realizada pela Gartner prevê a criação de empregos relacionados à Inteligência Artificial (AI), chegando a 2 milhões de novos postos de trabalho em 2025.

Svetlana Sicular, Vice-Presidente de Pesquisas do Gartner, afirma que a Inteligência Artificial vai melhorar a produtividade de muitos empregos, eliminando milhões de posições de nível médio e baixo, mas também criará milhões de novas posições de habilidades altamente qualificadas, gerenciamento e até mesmo a variedade de nível de entrada e baixa qualificação.

Embora o mercado de inteligência artificial seja dominado por grandes empresas, os pequenos negócios também podem encontrar oportunidades na criação de novas soluções com a tecnologia, principalmente por meio de startups.

Aplicações de Inteligência Artificial

  • Recomendação de produtos

Sistemas que identificam o perfil do consumidor e indicam produtos que o cliente quer

comprar, mesmo que ele ainda não tenha procurado por isso. Em uma loja de roupas, por

exemplo, a solução pode escanear o corpo do comprador e analisar as melhores opções

de roupas para ele.

  • Divulgação de produtos

Solução que identifica o interesse do consumidor em determinado produto e gera ações

de marketing que fazem com que o produto pesquisado continue aparecendo em outros

sites que esse consumidor navega.

  • Bots que atuam como secretárias

O bot pode agendar reuniões identificando as pessoas envolvidas e os horários disponíveis

na agenda de cada um deles. Esse é um exemplo real da Amy Ingram, bot da empresa

x.ai.

  • Recrutamento e seleção

A inteligência artificial permite que seja feita uma análise aprofundada dos candidatos a

determinada vaga, a fim de identificar aquele que é mais adequado.

  • Bots para atendimento ao cliente

Softwares automatizados que conseguem se comunicar com o cliente, via texto ou via

telefone. Seu aprendizado permite que eles compreendam o contato, interpretem a melhor

maneira de conversar com ele e adaptem a comunicação, por exemplo.

Confira algumas vantagens da utilização de IA nas organizações:

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Estudo de Personas e a experiência do colaborador na Educação Corporativa

O Estudo de Personas é aliado nos projetos de Educação Corporativa, pois ele identifica e compreende a rotina dos colaboradores, as atividades que executa no trabalho, de que maneira consome informações, os tipos de conteúdos que prefere, quais canais de comunicação utiliza, seus planos profissionais e mais uma série de questões que fazem toda diferença para o sucesso do seu projeto de educação corporativa.

O estudo de Personas tem base em ciência de dados e entrevistas com amostra de colaboradores da empresa. Contribui para definição de perfis de colaboradores. O resultado traz insights para as melhores práticas em educação corporativa e comunicação organizacional de acordo com os perfis estudados.

Mas afinal, o que são personas? 

Definimos como persona a representação fictícia do cliente ideal de um negócio. Essa persona é construída com base em dados reais, coletados através de ciência de dados, entrevistas e/ou pesquisas, para compreender o comportamento e características dessas pessoas, assim como suas motivações, objetivos, desafios e preocupações. 

A persona tem um papel muito importante dentro de uma organização, pois é ela quem guia a criação de estratégias de comunicação certeira, e entre tantas frente de comunicação, se encontra os projetos de educação corporativa.

Conheça os benefícios do estudo de personas:

  • Conhecimento mais aprofundado em relação aos colaboradores;
  • Segmentação de personas. Afinal, grandes organizações trabalham com mais de uma persona. 
  • Oferta de conteúdos específicos para cada tipo de público, conquistando maior engajamento no projeto de educação corporativa. 

Mas e qual a relação entre o Estudo de Personas e a Experiência do colaborador?

Pesquisa realizada pela consultoria Gartner nos Estados Unidos mostra que apenas 29% dos colaboradores acreditam que a área de recursos humanos sabe o que eles precisam e querem. O índice acende um sinal de alerta para as organizações. Um novo conceito, a Employee Experience, em português, experiência do colaborador, chega para alinhar as expectativas. Atualmente, o posicionamento de uma empresa está atrelado à satisfação do cliente ao usar seu produto ou serviço – o cliente em primeiro lugar. A employee experience foca na jornada do colaborador para aumentar a eficiência e a competitividade.

E obtendo maior conhecimento em relação aos seus colaboradores é possível desenvolver estratégias e oferecer grandes experiências que possam agregar valor tanto na vida profissional quanto pessoal. 

Leia mais sobre Employee Experience

O jeito DOT de estudar personas

  • Estudamos todos os perfis de pessoas
  • Montamos uma estratégia  adequada para coletar insights importantes
  • Definimos o melhor tipo de abordagem para a coleta de informações
  • Nossas soluções são desenvolvidas através de dados concretos
  • Alinhamos personas com a jornada de aprendizado de cada uma delas
  • Desenvolvemos as melhores práticas em educação corporativa de acordo com os perfis estudados

Faça como a TIVIT e conheça os seus colaboradores com o Estudo de Personas.

Fale com um especialista em EdTech, clique aqui.

 

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As EdTechs são a bola da vez

“Até 2030 as maiores empresas na internet serão de educação.” A declaração do futurista Thomas Frey, feita há dois anos, parece ter reverberado no Brasil. As empresas de EdTech (Education Technology) são destaque em mapeamento realizado pela Associação Brasileira de Startups, encabeçando a lista de segmentos com maior número de negócios. São 364 startups (7,8% do total), mas o número está longe de expressar todo o potencial deste mercado. A China que o diga. Só a capital Pequim tem 3.000 EdTechs, segundo levantamento da Native Ventures. “O caminho do Brasil como nação é investir em educação e a tecnologia é uma aliada imprescindível para ganharmos escala”, afirma Luiz Alberto Ferla, fundador e CEO do DOT digital group, referência em EdTech. Na entrevista a seguir, o empresário fala por que acredita que as EdTechs são a bola da vez.

Como você vê o crescimento do mercado de educação e tecnologia?

Luiz Alberto Ferla – Todo o universo digital cresceu muito nos últimos anos. As maiores empresas do mundo, Amazon, Apple, Google, são focadas em tecnologia. Na área de educação também tivemos grande impacto do meio digital. Hoje, todas as grandes instituições de ensino têm EaD. A expectativa é de que no máximo em dois anos o número de alunos fazendo graduação via internet seja maior do que presencialmente. Essa transformação ocorre não apenas no ensino formal, mas também na educação corporativa, com o uso de plataformas tecnológicas para treinamento.

Pesquisa da ABRStartup mostra que existem 364 startups em EdTech no Brasil. É o maior número entre todos os segmentos. As EdTechs são a bola da vez?

Ferla – Eu acredito muito neste mercado. Não poderia ser diferente, pois estou há 23 anos nele. Meu primeiro cliente foi o Instituto Friedrich Naumann, da Alemanha. Em seguida, fiz para o Sebrae Nacional um curso virtual sobre empreendedorismo no final da década de 90, época em que o acesso à internet ainda era discado e para poucos. Mesmo assim, algumas horas depois da divulgação, as 2.500 vagas estavam esgotadas. O potencial do mercado brasileiro é muito grande. Primeiro, porque sempre teremos pessoas ingressando na educação formal, e, segundo, porque cada vez mais as corporações exigem profissionais mais atualizados. 

Como a tecnologia entra nesse processo?

Ferla – Um País como o Brasil, com muitas deficiências na educação, só conseguirá fazer os investimentos necessários e ganhar escala com tecnologia. É a tecnologia que vai ajudar o Brasil a melhorar seu nível educacional e, consequentemente, a produtividade e a competitividade. As grandes potências mundiais são os países que investiram muito em educação. Coreia do Sul e Singapura, que estão se destacando muito hoje, eram mais pobres que o Brasil há 50 anos. Elas se transformaram porque investiram em educação. Esse é o nosso caminho como nação. 

Como você vê esse avanço no meio corporativo?

Ferla – As pessoas que quiserem se posicionar melhor profissionalmente terão que se atualizar constantemente. Da mesma forma, as empresas que buscarem maior competitividade terão que investir na capacitação de seus times. Hoje, temos inúmeras tecnologias que permitem fazer esses treinamentos em grande escala e com alto potencial de engajamento dos colaboradores e com resultados até melhores que os presenciais. 

Os profissionais e os dirigentes do país e das empresas estão conscientes dessa necessidade?

Ferla – Acredito que cada vez mais. É um investimento para sempre e com retorno garantido. A educação não é um produto perecível que deixará de existir. O meio de ensinar pode mudar conforme a tecnologia avança, mas a educação sempre será essencial para o indivíduo, para as empresas e para as nações.

 

 

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[Webinar] Gamification na Educação Corporativa

Nosso especialista em Gamification, Alessandro Vieira dos Reis, respondeu as dúvidas mais frequentes sobre Gamification na Educação Corporativa.

Se você não conseguiu acompanhar ao vivo, basta clicar e dar o play.

 

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[Insights DOT] Eficácia da Gamification

Gamification funciona mesmo?

Ao realizar diversas reflexões, chegamos à seguinte conclusão: funciona sim, mas apenas sob determinadas circunstâncias, pois a gamification fornece efeitos positivos, no entanto, os efeitos são muito dependentes do contexto em que a gamificação está sendo implementada, bem como os usuários que a utilizam. Em outras palavras, para funcionar, uma estratégia de gamification não pode contar apenas com boas táticas de incentivo. Ela deve também ser bem pensada em termos de qual ambiente será aplicada e se está bem adaptada de em que contexto será aplicada, bem como
de adaptação às peculiaridades do público-alvo.

Quer saber mais? Clique aqui e confira mais um Insights DOT!

 

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A Apple do futuro será uma EdTech

O empresário Luiz Alberto Ferla quer acelerar os negócios e transformar o DOT digital group numa empresa global.

“Vamos colocar um computador em cada mesa de trabalho e em cada lar”. Era meados dos anos 90 quando a célebre frase dita por Bill Gates ao fundar a Microsoft, em 1975, ecoou na mente do então estudante de engenharia e administração Luiz Alberto Ferla. Os computadores pessoais começavam a se popularizar no Brasil e a ideia de todos terem um em casa já não parecia mais um sonho. O Google ainda não existia e a interação na internet se limitava basicamente à troca de emails e mensagens em canais de bate-papo. Mas, os avanços eram exponenciais e muito promissores.

“Em toda minha vida ouvi que o Brasil só seria uma grande nação se investisse em educação. Tive uma visão e pensei: se Bill Gates fizer o que planeja, o futuro da educação e do ensino será pela internet”, recorda Ferla.

Nascia nesse momento a ideia do que um dia seria o DOT digital group, hoje referência em EdTech no Brasil. Com sede em Florianópolis e escritórios em São Paulo, Brasília e Lisboa (Portugal), a empresa tem 300 colaboradores. Em 2018 faturou R$ 50 milhões e planeja crescer 40% em 2019.

Em 22 anos de história, o DOT acumulou um portfólio de clientes com empresas relevantes como Natura, TIVIT, Honda, Banco Santander, World Bank, CNI e CNA. Agora, Ferla quer levar o know-how do DOT em educação digital para o mundo. Em fevereiro, inaugurou uma joint-venture em Lisboa, Portugal, com o objetivo de alcançar a Europa e os demais países de língua portuguesa. O empresário também negocia parcerias para entrar na América Latina, África e Ásia.

“Nossa prioridade é o Brasil, mas o mercado do DOT não é local. Nosso cliente está em qualquer lugar do mundo”, afirma o fundador e CEO do grupo.

História

O primeiro cliente do que viria a se tornar o DOT digital group foi o Sebrae Nacional. Ferla tinha 30 anos e já era graduado em Engenharia de Produção Mecânica pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e Administração de Empresas pela Universidade do Estado de Santa Catarina (ESAG/UDESC), faculdades que fez simultaneamente estudando. Em 1996, o empresário fazia mestrado em Planejamento Estratégico na Engenharia de Produção da UFSC e participava ativamente do laboratório de Ensino à Distância, o primeiro do Brasil.

Junto com seu orientador, Cristiano Cunha, criou o Instituto de Ensino Avançado (IEA) e um núcleo para a elaboração de projetos de ensino à distância (NVA). Apaixonado por empreendedorismo, desenvolveu um curso via internet e ofereceu ao Sebrae Nacional.

“A diretoria achou fantástico e pouco antes do início do curso, às 10 horas da manhã, todas as 2.500 vagas estavam esgotadas. Para aquela época, era um grande feito. Por muito tempo foi uma das maiores experiências de educação empreendedora no mundo, alcançando mais de 2 milhões de pessoas”, orgulha-se o empresário.

Era só o começo de uma série de negócios. Em 2001, Ferla criou a Knowtec, empresa especializada em Inteligência Competitiva. Em 2008, com o avanço das redes sociais, fundou a Talk, agência de marketing digital. Atualmente, são dez empresas. Para abarcá-las, em 2013 foi criada a holding DOT digital group. Nessa altura, Ferla já contava com a experiência de Rubens de Oliveira, COO, e Guilherme Domingos Ferla Junior, CFO do grupo. A atuação do DOT está dividida em 70% dos negócios em EdTech (Education Technology), tanto para ensino formal quanto educação corporativa, e os outros 30% em MarTech (Marketing Technology).

Um dos principais diferenciais do grupo é oferecer soluções completas, de ponta a ponta. A empresa desenvolve plataformas tecnológicas customizadas de acordo com o objetivo do cliente e oferece uma série de serviços como captação e retenção de alunos, diagnóstico e definição da estratégia de ensino; produção de conteúdo em diferentes formatos; consultoria na escolha das tecnologias; tutoria e monitoria. Em 2017, foi finalista no Learning Technologies Awards – Londres, na categoria Melhor Programa de Ensino a Distância do mundo, com o case SENAR e-Tec.

Ferla se autodenomina um otimista pragmático. Desde adolescente faz listas de objetivos para a vida e planeja como alcançá-los. Um deles era ser empresário. Para alcançar, sempre estudou muito e nunca deixou de se aperfeiçoar.

“Vivemos num mundo que pede aprendizagem constante. É um dos motivos de eu acreditar tanto na educação digital. Além da demanda pelo ensino formal, o mercado requer profissionais sempre atualizados e a tecnologia é a única maneira de melhorar o nível educacional brasileiro em grande escala, impactando na competitividade do país.”

Se Bill Gates cumpriu a meta de popularizar o computador, Ferla sabe que ainda tem muito trabalho pela frente para transformar a educação por meio de tecnologias inovadoras e da internet. É esse futuro cheio de oportunidades que motiva o empresário. Ele cita a “profecia” do futurista Thomas Frey, consultor do Institute Da Vinci, para referendar seu otimismo.

“Frey afirma que até 2030, a maior empresa da internet será baseada em educação digital. Se a Apple do futuro será uma EdTech, o DOT estará lá”, afirma Ferla.

 

Entrevista publicada pelo portal NSC total, em 17/07/2019.

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Educação e Internet das Coisas

Que a internet trouxe consigo grandes oportunidades para a educação é algo que não precisa mais ser discutido nos dias atuais. A revolução digital que se intensificou na década de 2000 também representou uma série de inovações educacionais, como novas modalidades de ensino a distância, incluindo tendências mais atuais, como o blended  learning e o microlearning.

Mas a inovação tecnológica, por definição, nunca para. Se pensarmos em quais mudanças estão próximas, no que diz respeito à internet e que representam grandes impactos na educação, não podemos deixar de pensar na Internet das Coisas, ou Internet of Things (IoT). Michael Porter, da Harvard Business School, afirma que esta tendência consiste na “mudança mais substancial na produção de bens desde a Segunda Revolução Industrial”.

E para entender esse conceito é útil retomar à história da internet. Vamos lá!

As eras da internet

A Web 1.0, originária em 1996, significou conteúdo publicado para usuários que utilizavam  PCs. A Web 2.0, em meados de 2005, trouxe o conceito de social media, com usuários também como produtores de conteúdos em blogs. Por volta de 2014, começou-se a falar na Web 3.0, que trouxe a ubiquidade: várias máquinas conectadas (smartphones, tablets, smart TVs etc.) e tratando dados. E agora vemos uma nova mudança. A Web 4.0, em que participam decisivamente: a) a inteligência artificial; b) um volume gigantesco de dados contextualizados; e c) a integração de outras máquinas, além de dispositivos digitais.
A Internet das Coisas tem esse nome porque produtos eletrônicos, coisas, poderão acessar a web, coletar e tratar dados de forma considerada inteligente. Enquanto hoje interagimos com notebooks e smartphones, na Web 4.0 também lidaremos com carros inteligentes, roupas com sensores de saúde, tutores virtuais que dialogam com o aluno, casas (ou escolas) com sensores para leitura dos comportamentos das pessoas em seu interior, robôs que ajudam a cuidar de idosos, etc.

O que vem pela frente

Na Web 4.0, a IoT se torna possível conectando produtos eletrônicos e digitais em uma rede onde mesmo a fonte de energia é planejada para ser inteligente e sustentável. 

O governo federal brasileiro já demonstrou sinais de interesse, tendo lançado em junho de 2019 o Plano Nacional de Internet das Coisas, que envolve a criação de uma câmara interministerial (abrangendo educação, saúde, tecnologia, agronegócio etc.), para fomento de inovações relacionadas à IoT no Brasil.

Internet das Coisas e Mudanças na Educação

No que diz respeito ao impacto da IoT na educação, ficamos sabendo pelo manifesto do evento Internet of Things Week de 2017 que uma das premissas fundamentais para o sucesso da IoT é “Identificar e apoiar a tendência crescente de uso de tecnologias IoT na educação”.

Já o relatório oficial o BNDES destaca aplicações da IoT para o Brasil, de imediato, na indústria de base (fábrica e agronegócio) e também na saúde. Depois das áreas técnicas diretamente envolvidas com a criação da IoT, a formação de profissionais de saúde será a primeira impactada pela IoT. O que demanda, segundo o BNDES, “reconhecer Informática em Saúde como uma área de conhecimento por parte dos órgãos de educação” (p. 33). 

Pensando no médio e longo prazo, a IoT demanda também despertar o interesse dos jovens pela inovação tecnológica: “Apoiar e estimular movimentos para expandir a adoção de programação, robótica e uso de sensores no ensino médio de escolas públicas e privadas” (p. 31).

Immersive Learning

A IoT transformará escolas em grandes laboratórios, onde alunos poderão interagir e projetar interações das mais variadas. A Educação será mais empírica, centrada em projetos e demandando criatividade, colaboração e comunicação. E dada a ubiquidade da Web 4.0, a educação definitivamente não estará restrita ao espaço físico das escolas.

A Microsoft vem popularizando o termo “Immersive Learning” para designar essa experiência Web 4.0 na Educação. O termo faz alusão ao caráter experiencial do aluno imerso no conhecimento. Fazem parte hoje do Immersive Learning iniciativas como a Realidade Virtual para treinamentos; a Realidade Aumentada nas escolas; mesas interativas; Realidade Mista para tornar ambientes inteligentes; jogos educativos e ensino gamificado; etc.

Dentro de alguns anos também farão parte corriqueira dessa mudança coisas como tutores virtuais capazes de efetivamente dialogar com alunos; instalações eletrônicas que responderão a comandos de professores para exibir conteúdos ou promover avaliações; e mesmo robôs projetados por crianças e adolescentes.

Meu convite

A IoT ainda não é uma realidade nos lares brasileiros. Mas venha conhecer o que o DOT digital group já possui, hoje, em relação ao Immersive Learning, e conversar com nossos especialistas a respeito de como a Web 4.0 mudará a Educação.

 

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Marketing Technology para captação de alunos

No momento de captar novos alunos para os seus cursos, pesquisas revelam que as instituições de ensino ainda priorizam as estratégias offline, elegendo ações deste tipo como primordiais ou únicas neste processo.

O Marketing Technology não atua como concorrente, mas sim como um importante aliado da estratégia de aquisição de novos estudantes. Onde o offline atua no macro, com ações para o grande público, e o online consegue identificar e atacar no micro, com estratégias dirigidas, impactando quem realmente tem interesse.

Para se ter uma ideia, são muito comuns as pesquisas por possibilidades de carreira e cursos de aperfeiçoamento pela internet. Segundo a HUBSPOT, 7 em cada 10 pessoas fazem uma busca online como a primeira interação com marcas e produtos, antes de chegar em um vendedor. 

Captando alunos por meio do Marketing Technology

As estratégias de captação em MarTech reúnem diversas ferramentas tecnológicas, associadas à análise de grandes quantidades de dados e ações de marketing para garantir resultados mais efetivos, com menor tempo e menos investimentos nas campanhas.

Para traçar uma estratégia de comunicação, são analisados o perfil dos alunos e quais meios digitais são mais adequados para impactar esse público. Após esta análise, o profissional de MarTech realiza o seguinte caminho: 

  • Desenvolve a campanha de acordo com a análise do perfil dos alunos e os meios de comunicação que ele utiliza para as suas pesquisas. 
  • Criação de mensagens segmentadas, de acordo com o público-alvo para gerar o interesse em saber mais sobre o curso ou atividade oferecidos. 
  • Após performance da campanha, o profissional de MarTech analisa as métricas de cada ação para obter insights e fazer correções de ações, caso julgar necessário. 

O diferencial de utilizar estratégias de Marketing Technology é poder contar com dados totalmente mensuráveis, além de trazer uma comunicação mais certeira, durante toda a jornada de aquisição de um curso do aluno. 

Estratégias de captação

Atrair: esse é o momento de você impactar o maior número de alunos, de acordo com o perfil da sua instituição e os serviços que ela oferece. As estratégias para a atrair a atenção do público-alvo são anúncios, links patrocinados, estratégias de SEO e marketing de conteúdo, por exemplo.

Retenção de público: reter alunos é tão importante quanto prospectá-los. Se o seu lead não está consumindo o conteúdo proposto é porque ainda não se identificou com ele. Seja na forma de apresentação, na entrega da solução ou até mesmo no atendimento, chegou o momento de realizar alguns ajustes. Ferramentas como o Analytics vão contribuir para você conduzir as ações. 

Conclusão: depois de analisar os resultados que deram certos e errados, chegou o momento de desenvolver metodologias de conteúdo e tecnologias que serão utilizadas para obter o maior aproveitamento de alunos interessados. 

Veja a seguir, um case de sucesso realizado na equipe de MarTech para a captação de alunos no Senar Goiás! 

Captação de alunos | Case SENAR Goiás

A equipe de MarTech, aqui do DOT, tem como rotina traçar estratégias para a captação de alunos. Um dos cases de sucesso, foi a captação de alunos para o SENAR Goiás. 

A instituição busca a promoção da educação profissional, assistência técnica e atividades de promoção social, com o objetivo de contribuir com o desenvolvimento de uma produção rural mais sustentável, gerando competitividade e avanços sustentáveis na vida no campo.

O desafio do SENAR Goiás era aumentar a escala de capacitações, com intuito de contribuir com a formação e a profissionalização de pessoas e prestadores de serviços do meio rural.

A equipe de MarTech, entrou em ação e desenvolveu a estratégia perfeita para o aumento do número de pessoas capacitadas. Confira o case completo aqui! 

 

Ainda ficou com dúvidas? Fale com a gente!

Saiba mais sobre MarTech, confira cases aqui.

 

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