A importância da curadoria de conteúdos em tempos de infoxicação

Você já deve ter se deparado com esse termo antes, mas com o distanciamento social forçado a “infoxicação” ganhou proporções ainda maiores. A expressão foi criada em 1996 pelo físico espanhol Alfons Cornellá para denominar o excesso de informações pelo qual somos impactados todos os dias. 

O número de lives aumentou consideravelmente, a criação de materiais educativos no formato online está sendo disseminada mundo afora, sem contar na quantidade de cursos que foram disponibilizados nesse período. 

Ao nos depararmos com a tela em branco do Google sempre surge a dúvida: onde buscar informações relevantes sobre educação corporativa? Dos cursos disponíveis na internet, quais deles vão realmente agregar no desenvolvimento profissional dos seus colaboradores? Que canais de notícias podem ser consumidos com segurança? 

Atualmente, as pessoas não navegam na internet, elas naufragam. São ondas e mais ondas de notícias que te afogam em um mundo de incertezas e com um turbilhão de tendências, dicas e pessoas falando sobre assuntos complexos, mas de maneira rasa. Estamos realmente vivendo na era da infoxicação!

Segundo pesquisa realizada pelo Podcast Caos Corporativo, Deus me Lives: intoxicação na quarentena, 42,3% dos entrevistados afirmam que os conteúdos trabalhados nas lives são irrelevantes, repetitivos e sem profundidade. 

15,9% dizem ter uma percepção de oportunismo da empresa para caçar likes e dados, 12% comentam que os speakers não possuem o preparo necessário para comandar uma transmissão online e 17,3% sentem falta de interatividade e condição técnica adequada. 

Mas o que as empresas podem fazer para fugir da era da infoxicação?

A resposta é simples: curadoria! Muito mais do que simplesmente escolher um tema a ser abordado, é preciso compreender se o proposto tem relevância para aos colaboradores. Ah, e não basta ser apenas relevante, tem que agregar, entregar valor e responder expectativas. São questões como estas que a curadoria de conteúdo ajuda a solucionar. 

Existem três passos para realizar uma boa curadoria de conteúdo: 

  1. Pesquise: busque acompanhar notícias e artigos, identifique as melhores fontes. 
  2. Contextualize: dê um sentido aos conteúdos oferecidos, de acordo com os interesses da empresa e o perfil profissional dos seus colaboradores. 
  3. Compartilhe: identifique quais são os melhores canais de comunicação que podem servir de vitrine para os seus conteúdos. 

Mas antes de seguir esses passos, é preciso ter em mente alguns cuidados: 

CUIDADO PARA NÃO PECAR NOS EXCESSOS

Dificilmente você vai conseguir manter a atenção e interesse do seu público com conteúdos muitos extensos. Procure optar por temas e tópicos pequenos que possam ser trabalhados de maneira contínua e com profundidade. 

TENHA SEMPRE INFORMAÇÕES NOVAS

Uma boa curadoria de conteúdo é aquela que se mantém sempre bem atualizada. Por isso, revisite suas fontes e alimente os resultados e informações realizados na primeira versão. 

ANALISE O QUE TEM FUNCIONADO COM O SEU PÚBLICO

Curadoria serve para isso: saber o que importa para o seu público! Por isso é sempre bom analisar como as informações estão sendo consumidas, que tipo de reação estão causando e, principalmente, se estão agregando na rotina das pessoas. 

Quais as vantagens de fazer uma curadoria de conteúdo para sua estratégia de educação corporativa? 

Oferecer novas oportunidades de capacitação para os seus colaboradores ajuda no desenvolvimento profissional de cada um deles, serve como incentivo para a construção de um plano de carreira com objetivos que condizem com a cultura do colaborador e da empresa, além de contribuir com o crescimento constante da organização. 

Ao realizar uma curadoria, é possível desenvolver métodos inovadores de fazer educação corporativa e realizar investimentos mais certeiros na formação profissional de seus colaboradores. 

O DOT digital group presta o serviço de curadoria de conteúdos (identifica cursos no mercado adequados aos diversos perfis profissionais da empresa, que são agregados no Courselog, uma plataforma inteligente, que proporciona trilhas e recomendações de colegas, além de disponibilizar, também, os próprios treinamentos da empresa. 

Quer saber mais sobre o Courselog e curadoria de conteúdo? Fale com um de nossos especialistas!

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Diversidade e inclusão nas organizações

Quem faz parte da área de gestão de pessoas já deve ter se deparado com a frase entre aspas do título. Falar sobre diversidade e inclusão, para muitas empresas, ainda é um grande tabu, porque muitas delas não compreendem ao certo o real significado dessas duas palavras. 

Para contextualizar um pouco mais o tema central desse artigo, vamos às raízes.

di.ver.si.da.de

  1. Qualidade daquilo que é diverso, diferença, dessemelhança, variação, variedade.
  2. Conjunto que apresenta características variadas, multiplicidade.

in.clu.são

  1. Ato ou efeito de incluir.
  2. Relação existente entre duas classes quando uma delas entra na extensão da outra.

Ou seja, cada ser humano carrega consigo experiências e culturas únicas que, quando inseridos em um ambiente diverso e inclusivo, constroem um ambiente muito mais favorável ao crescimento. Vamos aos dados! 

Segundo dados divulgados pela Forbes, 85% das empresas americanas com mais de U$ 500 milhões em receita, dizem que o fator diversidade é um grande impulsionador da inovação no ambiente de trabalho.

A Boston Consulting Group divulgou que dentre as empresas de tecnologia, startups e indústrias que focam em inovação e investem em diversidade na gestão dos times, possuem receita 19% maior

Pesquisa realizada pela McKinsey & Company, mostra que as empresas que consideram a questão da diversidade logo no processo de recrutamento entregam resultados até 25% maiores do que as organizações não diversas. Além disso, empresas que reconhecem e praticam a diversidade, dizem que a existência de conflitos chega a ser 50% menor do que nas demais organizações. 

Dados como estes comprovam que a diversidade é um diferencial para alcançar bons resultados. Isso porque cada cultura traz suas dificuldades, características, comportamentos e histórias que são elementos importantes e de grande impacto para o relacionamento profissional e interpessoal.

03 motivos para investir em diversidade e inclusão nas organizações

#01 TOMADA DE DECISÕES CERTEIRAS

Assim como existem diferentes perfis de colaboradores em uma organização, vão existir diferentes perfis de clientes também. Logo, criar um ambiente de trabalho com experiências muito semelhantes acaba limitando a curva de desenvolvimento e inovação para produzir soluções criativas. E é por isso que a pluralidade dentro das equipes é fundamental para a tomada de decisões. 

#02 ATRAÇÃO E RETENÇÃO DE TALENTOS

Grande parcela dos profissionais que buscam novas oportunidades de trabalho opta por empresas que possuem culturas e práticas com as quais eles se identificam. Isso porque, além de um salário significativo, os colaboradores esperam que a empresa garanta respeito, bem-estar, relações de qualidade e produtividade. 

#03 ATENDIMENTO MAIS HUMANO COM PÚBLICO EXTERNO

E esse é mais um grande diferencial para as empresas diversas, porque elas conseguem oferecer um atendimento adequado, efetivo e humanizado, garantindo um maior índice de satisfação do cliente. Investir em diversidade é também investir em criatividade organizacional, já que faz parte da rotina dos colaboradores estar em um ambiente que valoriza as diferenças e os estimula a explorarem suas singularidades. 

Criando um programa de diversidade e inclusão nas organizações

Antes de começar um programa de diversidade na sua empresa, é importante compreender que esse conceito não se limita apenas a inserção de profissionais de diferentes raças e gêneros. A diversidade engloba diversas culturas, diferentes experiências, crenças, idades, orientações sexuais e pessoas com necessidades especiais. 

Por isso, é importante planejar de que maneira todos esses perfis serão trabalhados nesse programa. Confira as dicas abaixo: 

1) Tudo começa pela diretoria da empresa. É importante que a liderança esteja alinhada com todos os propósitos que a diversidade e inclusão defendem e, que principalmente, seja aplicada inicialmente por ela. 

2) Tenha uma equipe de RH preparada. O papel do RH nessa integração começa na construção do quadro de funcionários da empresa, e é preciso implementá-la logo no processo de recrutamento e seleção. Realizar esses processos em áreas mais amplas, ajuda a atrair um público mais diversificado. 

3) Ofereça treinamentos em diversidade. Ações como esta são importantes para que colaboradores e gestores entendam o quanto é positivo ter perfis diferentes na empresa. O DOT digital group conta com diversas soluções digitais que podem contribuir com a capacitação dos colaboradores. 

4) Incentive a diversidade em todos os níveis. Isso precisa ser realizado com autenticidade, respeito e aceitação. Para isso, é essencial ampliar à ética, respeito e também os conhecimentos para que seja possível fazer as orientações necessárias para favorecer o rendimento.

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Onboarding em tempos de home office

Com o isolamento social, muitas organizações precisaram mudar suas rotinas, processos e estratégias. Aqui no DOT digital group não foi diferente. Estamos 100% home office, 100% online, 100% engajados, 100% focados em nossos clientes, 100% prevenidos e 100% em busca de novos colaboradores para navegar com a gente.
SIM! Estamos em casa e continuamos a desenvolver pessoas para impulsionar organizações.

Período de onboarding no home office

A etapa de onboarding é muito importante para que o novo colaborador se sinta parte da família logo na chegada. Esses 90 dias são marcados por muitas expectativas e motivações, afinal de contas, foi dada a largada para a construção de uma nova carreira profissional repleta de desafios. 

Por isso, é importante conectar o propósito do colaborador ao da empresa logo nos primeiros contatos. Esse vínculo inicial aumenta as chances de permanência e desperta o espírito de colaboração na busca por resultados.

Como estamos vivendo em um cenário de distanciamento social, e nosso objetivo é proporcionar uma experiência sem limitação de tempo e lugar, encontramos em diversas ferramentas a oportunidade de realizar a etapa de recrutamento e onboarding com a mesma qualidade e eficiência feita presencialmente. 

#1 Recrutamento e seleção 

O Enlizt é a nossa plataforma de recrutamento. Através dela é possível personalizar o processo seletivo de acordo com o perfil do profissional que a empresa procura. Além disso, a ferramenta traz funcionalidades que ajudam a promover a marca empregadora da organização, a apresentar seus valores e cultura, a testar o conhecimento dos candidatos e ainda oferecer a oportunidade de expressarem todo seu potencial profissional através de vídeos. 

É muito importante que as empresas tenham em mente a importância de realizar o processo de aculturamento já no recrutamento, porque além de uma nova realidade profissional, as pessoas buscam uma organização que seja transparente e que tenha princípios parecidos com os seus. 

#2 Canais de comunicação 

Os canais de comunicação interna, juntamente com os líderes da empresa, são os principais aliados na etapa de onboarding. Aqui no DOT utilizamos diversos canais, onde cada um deles tem seu objetivo: 

O Slack, por exemplo, tem como missão reunir as equipes de outras áreas da empresa em um mesmo lugar, facilitando a realização de comunicados importantes, agilizando a busca de informações com outros colegas e contribui com a execução de reuniões através de videochamadas. 

O colaborador também pode tirar dúvidas frequentes referentes aos benefícios da empresa, por exemplo, através do Confluence e ajudar no desenvolvimento da empresa, como um todo, respondendo anonimamente as perguntas realizadas no Pulses.

Esses canais de comunicação interna são essenciais para que o colaborador saiba onde buscar informações e também possa expor suas opiniões e sugestões, garantindo um ambiente corporativo colaborativo e transparente. 

Ana Paula Baseggio Lehmkuhl, gerente de Pessoas e Cultura aqui do DOT, conta um pouco mais sobre o nosso jeito de fazer Onboarding 100% online.

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Nadine Albalustro, Produtora de Conteúdo Web Sênior, compartilhou com a gente como está sendo a experiência de realizar essa mentoria 100% online com os novos colaboradores. 

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Bruna Kurth, Produtora de Conteúdo Web Pleno, recém chegada aqui no DOT, fala sobre como está sendo a sua experiência no período de onboarding 100% online.

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#3 Trilhas de aprendizagem 

O Pronto Learning é um aplicativo desenvolvido pelo DOT e tem como objetivo tornar a aprendizagem corporativa mais ágil e prática.

Através do Pronto, o novo colaborador tem acesso ao nosso Manual de Bordo, tem sempre a mão as políticas e culturas da empresa e conclui as Trilhas de Aprendizagem criadas para o seu desenvolvimento profissional.

Além disso, nesse momento em que estamos 100% online, preparamos aulas de ginástica laboral que podem ser acessadas através do APP para manter a saúde do corpo em dia; manual com as melhores práticas para o trabalho home office; e um guia de saúde mental essencial para este momento de crise.  

Veja no vídeo abaixo como o Pronto Learning funciona e pode ser utilizado nas estratégias de onboarding da sua empresa também!

#4 Feedbacks contínuos 

O DOT tem uma cultura que fomenta a presença de feedbacks e de celebração de conquistas. Atualmente, utilizamos ferramentas como o Feedz, que nos ajudam a fortalecer ainda mais essa cultura e a gestão de objetivos e metas para que os colaboradores tenham com clareza o que é esperado de cada um. 

Quanto à carreira, é acordado entre gestor e colaborador o plano de desenvolvimento individual com foco em aprendizagem e qualificação contínua. 

São ações como estas que nos aproximam cada vez mais, nos dão força para impulsionar voos mais altos e nos fazem ser uma das Melhores Empresas para se trabalhar! 

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03 plataformas essenciais para garantir a eficiência da capacitação corporativa digital

Em tempos de isolamento social, o mundo está mais digital do que nunca. Diversas empresas optaram pelo trabalho em regime de home office, e escolas e universidades encontraram como alternativa o ensino a distância para continuar levando conhecimento aos alunos.

No contexto de educação 100% online, muitas empresas enxergaram em meio à crise, a oportunidade de aproveitar treinamentos já previstos, adaptados ao formato digital, para ajudar a manter a equipe unida e engajada com as atividades cotidianas do trabalho.

As empresas podem fornecer ou indicar cursos aos colaboradores, de acordo com as habilidades que desejam potencializar. Atualmente, existem diversas ferramentas tecnológicas educacionais dotadas de inteligência artificial que mapeiam o perfil do aluno para auxiliá-lo na criação de seu caminho de autoaprendizagem e de forma personalizada.

Confira abaixo as 03 plataformas que podem ajudar a sua empresa migrar para a educação corporativa digital de forma rápida e eficiente:

01 – PRONTO LEARNING

O Pronto Learning é um aplicativo gamificado ideal para cursos a distância que utilizam pequenas pílulas de conhecimento para promover uma aprendizagem mais dinâmica e intuitiva.

É uma ferramenta que suporta diversos formatos de conteúdo, é baseado em trilhas de aprendizagem e permite o consumo de conteúdo no formato offline.

Pronto Learning

 

02 – QUESTION

O Question funciona como um sistema de perguntas e respostas múltiplas, para solucionar sua necessidade de treinamento de forma rápida e dinâmica.

A utilização de jogos corporativos ajuda a desenvolver competências profissionais, além de reforçar os valores da empresa e aspectos de confiança, coragem e respeito. Esta estratégia pode ser usada para capacitar, avaliar e motivar seu time.

Question

 

03 – COURSELOG

O Courselog é uma plataforma baseada no conceito de LXP, Learning Experience Platform, uma tendência entre grandes corporações que apostam no protagonismo do colaborador como forma de aumentar o engajamento e os resultados dos investimentos em educação corporativa.

A aprendizagem se dá na mesma dinâmica com que hoje consumimos música, filmes e séries. Os cursos são organizados em playlists que o próprio colaborador pode montar. Ou ainda com recomendações de colegas e da empresa. Também há toda uma inteligência de recomendações. A partir do comportamento de uso, das buscas do colaborador por determinados temas, ele passa a receber sugestões de cursos.

Courselog

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Trilhas de Aprendizagem na sua estratégia de capacitação corporativa

O tema já não é mais novidade para as empresas que possuem projetos consolidados de desenvolvimento de competência, mas ainda deixa dúvidas para aquelas que querem apostar na tendência em suas estratégias de educação corporativa.

Como o próprio nome sugere, as trilhas de aprendizagem compõem um caminho que o aluno percorre para se capacitar de maneira flexível e dinâmica. Geralmente os cursos que são trabalhados nessa modalidade trazem diversos formatos de conteúdo como videoaulas, e-books, webinars e muito mais.

Atualmente, existem algumas plataformas no formato LXP (Learning Experience Platform) que podem contribuir com o desenvolvimento dessas trilhas. O Courselog, por exemplo, reúne uma série de conteúdos educacionais, onde o aluno se capacita na mesma dinâmica com que hoje consumimos música, filmes e séries: por meio de recomendações!

Com o Courselog, o aluno pode montar sua playlist com cursos do seu interesse, recebe recomendações da própria ferramenta e de acordo com a conclusão de outros estudos e ainda pode sugerir opções de cursos para os colegas.

Plataformas como o Courselog ajudam os colaboradores a descobrirem oportunidades de aprendizagem, oferece maneiras de aprimorá-las e ainda os coloca como protagonistas do próprio sucesso.

>>> SAIBA MAIS SOBRE O COURSELOG

Por que utilizar Trilhas de Aprendizagem?

Para arquitetar conteúdos numa estrutura que potencialize a aprendizagem ou, ainda, incentive o aluno a construir seu próprio caminho de acordo com suas necessidades e interesses.

Nossa consultora educacional, Lívia Felizardo, explica um pouco mais sobre o assunto em um webinar sobre Employee Experience. Assista aqui, gratuitamente!

A estratégia também pode incluir conteúdos extras, alternativos à rota principal, e contar com tutores e monitores como parceiros nesse percurso. Veja no case de sucesso abaixo, como o Sebrae/SC tem contribuído com a capacitação dos empreendedores catarinenses.

trilhas-de-aprendizagem

 

O Programa Negócio Certo foi inicialmente estruturado para capacitar o empreendedor desde a primeira etapa: ideias de negócio, viabilização da ideia, contabilidade, entre outros temas que que compõem a estruturação de um negócio.

trilhas-de-aprendizagem

 

Desenhar Trilhas de Autoatendimento para configurar caminhos alternativos e flexíveis que vão ao encontro das necessidades dos empreendedores e empresários de diferentes áreas, além de apresentar conteúdos para as necessidades de negócios nas mais diversas frentes (marketing, gestão de pessoas, formação de preços, ideias de negócios etc.).

Com isso, foi necessário implantar um questionário diagnóstico que identifica o momento empresarial do aluno e em qual área de negócio reside seu problema e/ou dificuldade. Só então a Trilha é sugerida de maneira autônoma, sempre com liberdade para escolher o caminho a ser seguido.

O DOT digital group fez um sistema gamificado, que reconhece a trajetória do empreendedor e auxilia o Sebrae/SC no consumo de conteúdos que fazem parte de uma rota alternativa e maximizam o desempenho. Monitores e tutores também participam deste projeto ao acompanhar e auxiliar os alunos.

trilhas-de-aprendizagem

 

Três modalidades de acesso: online, material impresso e USB. Mais de 406 mil participantes atendidos.

Saiba como as Trilhas de Aprendizagem podem ser implementadas na sua estratégia de educação corporativa.

trilhas-de-aprendizagem

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Problema real, solução virtual

Problema real, solução virtual

No mundo inteiro, universidades e empresas suspendem aulas e eventos presenciais optando pelo ensino a distância, webinars, calls online e outras práticas digitais. Nunca o home office foi tão praticado e, com ele, a capacitação a distância. 

Na China, por exemplo, a EAD cresceu 20% nos últimos meses, pois as pessoas estão buscando tecnologias para estudar em casa.

Nesses tempos em que a recomendação é evitar aglomerações e ficar em casa o maior tempo possível, inclusive para trabalhar, surge a oportunidade da capacitação online. 

A autoaprendizagem, que já era uma tendência, hoje se mostra uma solução real para valorizar o tempo em casa. A pessoa tem autonomia para criar a própria jornada educacional e escolher quais conteúdos consumir para se desenvolver de acordo com os seus objetivos. E, também, pode acessar os conteúdos em dispositivos móveis, o que facilita ainda mais a capacitação e a administração do seu tempo.

As empresas, por sua vez, podem aproveitar esse momento para qualificar seus colaboradores, fornecendo – ou indicando – cursos de acordo com as habilidades  que desejam potencializar.

Sinal dos tempos: o mundo digital se funde ao mundo real para entregar mais valor às pessoas e empresas, mesmo em um momento tão delicado para todos..

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[eBook] Lifelong Learning e as soft skills: o colaborador como protagonista do seu desenvolvimento

” No meu tempo era diferente.”

Quem nunca ouviu esse argumento durante uma conversa sobre qualquer assunto? Essa é uma expressão corriqueira e que pode gerar diversas interpretações, muitas vezes ligadas à ideia de melhor ou pior.

A verdade é que, independentemente do tema abordado, algo é certo: as coisas mudam. E se elas mudam precisamos estar atentos a essas transformações e prontos para os cenários impostos de cada época, especialmente quando estes têm impacto direto no mercado de trabalho.

Juan Ignacio Pozo, especialista em psicologia da aprendizagem, diz que “nunca houve tantas pessoas aprendendo tantas coisas ao mesmo tempo como em nossa sociedade atual” e que essa aprendizagem se tornou não apenas uma exigência social crescente, mas também uma “via indispensável para o desenvolvimento pessoal, cultural e mesmo econômico dos cidadãos”.

Cada vez mais, as pessoas aprendem coisas novas a todo momento e de diversas formas. A sala de aula deixou de ser o fim e passou a ser também um novo início, repleto de possibilidades que nunca param de aparecer. São, de fato, outros tempos, mas se pensarmos em desenvolvimento somos pessoas diferentes de outras épocas também.

Neste contexto, cada pessoa assume a responsabilidade por seu próprio desenvolvimento, considerando aonde quer chegar ao unir perspectivas pessoais e profissionais.

Saiba mais no nosso novo e-book, clique aqui.

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Como trazer a inovação dos games para a educação corporativa

Como as inovações dos games acabam beneficiando as empresas?

A inovação dos games costuma começar onde há mais dinheiro circulando: no topo da pirâmide, ou seja, os jogos AAA. Esses são para a indústria dos jogos o que os blockbusters são para a indústria cinematográfica: produções multimilionárias e com generoso orçamento para publicidade e distribuição. Nos jogos AAA o investimento na qualidade visual resulta em verdadeiras obras de arte digitais visto que esse fator é decisivo para a aceitação do produto pelo seu público.

São exemplos recentes desses jogos: Red Dead Redemption 2 e os da série God of War.

As tendências que os jogos AAA inauguram, quando bem sucedidas, acabam se disseminando para outros setores da indústria de entretenimento digital, e até para outras indústrias. Outras como a da Educação Corporativa, que também bebem dessa fonte.

Quais são as tendências para 2020 apontadas pelos jogos AAA? 

  • Utilização de Realidade Virtual mais acessível que nunca. É o caso do jogo de ação Half-Life Alyx, onde a realidade virtual é parte essencial da jogabilidade;
  • Modelos sustentáveis de monetização, que evitam vendas predatórias que foram muito criticadas no passado (como os esquemas pay-for-win). Um bom exemplo dessa inovação em modelo de negócio é o Game Pass da Microsoft (uma espécie de “Netflix dos videogames”);
  • A demanda crescente por infraestrutura tecnológica para uma melhor performance do jogo. Por exemplo, internet de qualidade para a realização de streaming ou para o armazenamento de dados;
  • Interatividade dos games com mídias sociais, a ponto de afetar a jogabilidade. O que inclui a criação de comunidades identitárias exclusivas para usuários onde a prática do streaming é muito comum. Isto é, a exposição e compartilhamento, muitas vezes em tempo real, da experiência no jogo.

Como essas tendências afetarão a Educação Corporativa no Brasil? 

  • Novos modelos de negócio focados na atração de clientes e também de jovens talentos. Com ênfase para formação de comunidades conectados às mídias sociais;
  • A Realidade Virtual e a Realidade Aumentada não apenas estão ficando mais baratas. Também estão se tornando mais conhecidas, em especial pelo segmento mais jovem dos consumidores. Isso implica em uma pressão para aquisição de novos dispositivos para treinamentos, capacitações;
  • Possibilidades ampliadas de obter informações sobre seus colaboradores, descobrir seus comportamentos e manter contato via comunidades. O que também significa formas inovadoras de branding e publicidade em geral da empresa.

As empresas brasileiras já estão sintonizadas com tudo isso? 

A julgar pela tímida presença de empresas nacionais em feiras e eventos de jogos educativos, a inovação vinda dos games mal começou a ser absorvida no país. Nesses eventos predominam pesquisas universitárias, poucas vezes já aplicadas. Ainda há muito o que inovar no Brasil quando o assunto é a aplicação de games e de suas inovações correlatas.

Outro ponto a considerar é a necessidade de investimento na qualidade artística dos jogos. O público habituado a associar jogos espetáculos visuais tende a fugir dos jogos corporativos porque muitas vezes eles são visualmente pobres. Em outras palavras, o público geral não leva a sério os jogos considerados feios. Por isso o DOT vem cada vez mai buscando aumentar o nível visual de seus jogos, aproximando-os de jogos AAAs ao máximo.

O que o empresário brasileiro deve fazer para se beneficiar dos games? 

Os empresários precisam acordar para o fato de que podem e devem inovar, experimentando as tendências validadas pelos games AAA e afins. Sobretudo o CEO brasileiro precisa entender que games corporativos não são para fazer os colaboradores desligarem do trabalho, mas para performarem melhor.

Conheça os cases de games do DOT

Games na educação corporativa | Case Honda para força de vendas

Case Edenred | game corporativo

Onboarding com Realidade Aumentada

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Elevator Pitch com Realidade Virtual

Você gagueja quando precisa falar em público? Talvez não, mas muita gente passa por esse sufoco. E que tal então apresentar um pitch de negócios para uma platéia exigente ou até hostil? Agora ficou mais complicado, hein?  

“E se a Realidade Virtual pudesse ajudar quem passa por esses desafios?”.  Foi nisso que apostou o SEBRAE-RS. O que gerou, em 2018, o simulador “Elevator Pitch VR”.

Como funciona esse simulador?

O app pode ser baixado no Google Play e usando em qualquer smartphone, acoplado a um óculos de imersão. A experiência funciona mesmo nos modelos cardboard que não saem por mais de R$ 40,00. 

O simulador proporciona uma imersão em primeira pessoa na qual o usuário encarna o papel de um empreendedor envolto com o desafio de realizar um pitch, podendo escolher realizar o mesmo em três cenários: um elevador, uma sala de reuniões  e um auditório lotado. É possível também tomar parte da plateia virtual ou encarnar o avaliador de pitches de 3 empreendedores. 

O desenvolvimento do Elevator Pitch VR

O projeto foi desenvolvido a partir da consultoria de um especialista em Pitches de negócios designado pelo SEBRAE-RS. Três pitches fictícios foram roteirizados pela equipe DOT e encenados por atores em locações. Tudo foi gravado com câmeras 360. É possível configurar na interface a experiência desejada: assistir ou realizar o pitch e seleção de cenário.

Realidade Virtual para treinamento de soft skills

Não é de hoje que a RV é empregada para tratamento de fobias e treinamentos de oratória e de habilidades sociais. Os usuários relatam o benefício de se sentirem mais calmos e confiantes após o treinamento imersivo. O que aprendem na realidade virtual os prepara para exercerem as mesmas habilidades diante do desafio real.

 

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Case Edenred | game corporativo

Jogos corporativos são utilizados para resolver os mais variados problemas. Desde recrutamento e seleção até mesmo para avaliação de desempenho. No caso da Edenred, a necessidade estava no aprendizado da história da empresa por parte de seus colaboradores. 

E que maneira é mais envolvente para estudar história do que através de um divertido jogo de mistério?

No jogo desenvolvido pelo DOT digital group, o colaborador da Edenred encarna um agente especial que recebe a missão de identificar um espião infiltrado na empresa. O jogador foi informado de que o malfeitor deixará passar alguns sinais de sua identidade: quando bem entrevistado, soltará informações equivocadas sobre o passado e o presente da Edenred. 

Ao longo da reunião o jogador precisa localizar pistas escondidas e interagir com colaboradores de diferentes setores e descobrir o que sabem sobre a história da organização, bem como sobre os vários produtos e processos com que trabalham. Portanto, conhecer a fundo a empresa é pré-requisito básico para o sucesso neste jogo de contraespionagem.

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