Por que investir em Marketing Technology?

A resposta para a pergunta do título é simples: você deve investir em Marketing Technology porque os seus consumidores são digitais, você é digital.

A internet faz tão parte da nossa rotina que é quase impossível fazer qualquer coisa sem ela. Não é à toa que vemos, cada vez mais pessoas com seus celulares nas mãos enquanto almoçam, pegam um metrô para o trabalho ou até mesmo para encontrar um caminho alternativo e mais rápido para chegar em casa.

No momento de buscar um novo produto ou serviço procuramos referências na internet, seja para pesquisar preços, obter mais informações ou efetuar uma compra, de fato.

Conheça as 5 vantagens de apostar em Marketing Technology são mensuráveis:

1. Quem não é visto, não é lembrado

Agora sua vitrine precisa de endereços novos: google, facebook, instagram, e-mail marketing… Obter uma presença digital relevante é o que vai tornar a sua marca, produto ou serviço reconhecidos. É através desses meios de comunicação que o seu consumidor terá acesso à opiniões, resenhas e informações antes de investir em um determinado produto. Pense nisso!

2. Seja referência

Aposte na interatividade. Nem só de venda vive o marketing digital, invista em conteúdo para engajar e gerar valor para a sua audiência. E por fim, apresente o seu produto ou serviço como solução para os problemas do seu consumidor.

3. Converse com as pessoas certas

Com a ajuda do marketing digital temos a possibilidade de segmentar conteúdos e campanhas com o intuito de responder dúvidas e solucionar problemas de um público em específico, desta forma, os resultados de visibilidade e busca tendem a ser muito melhores.

4. Gaste menos com divulgação e obtenha mais resultado

Parece estranho, mas com o marketing digital é assim mesmo, e funciona. Existe um valor mínimo a ser investido para que a sua campanha dê bons frutos, mas eles são bem inferiores do que desenvolver materiais impressos para uma campanha offline ou inserir um comercial no intervalo do Mais Você, por exemplo.  

5. Analise resultados

Existe vantagem melhor do que saber em tempo real como as ações estão sendo recebidas pelo público? O marketing digital possibilita que você obtenha estatísticas pouco depois de lançadas as campanhas e ainda analisar seus desempenhos, caso não esteja sendo bem-sucedida há chances de promover mudanças até performarem de maneira rentável.   

Para saber mais sobre clique aqui

 

 

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[Vídeo learning] saiba mais sobre esta estratégia!

Video learning é sim uma grande tendência! A produção, o compartilhamento e a pesquisa de vídeos estão mais fáceis do que nunca. Grande ferramenta de suporte à educação, o vídeo possibilita que os colaboradores tenham acesso aos especialistas com os quais normalmente não contariam. Da mesma forma, especialistas podem compartilhar seus conhecimentos com um contingente maior de pessoas sem ficar reféns da tal “disponibilidade”.

Treinamentos baseados em vídeos learning oferecem ainda maior engajamento, visto que, ao assistir, o colaborador retém 95% da mensagem, contra 10% ao ler a mesma mensagem, e 72% das pessoas preferem vídeo a texto, quando ambos estão disponíveis na mesma página.

A utilização de vídeos:

  • Favorece o aprendizado com especialistas.
  • A transmissão de conteúdo é mais ágil se comparada ao texto.
  • A linguagem visual facilita a compreensão

Por que os vídeos são tendência?

  • Por dia, mais de 500 milhões de horas de vídeos são vistas no YouTube.
  • A quantidade de vídeos enviados à rede em 30 dias é superior à quantidade de vídeos produzidos pelos
    estúdios de TV dos EUA em 30 anos.
  • Em 2019, os vídeos responderão por 80% de todo o tráfego consumido na internet.
  • Mais da metade dos vídeos já é vista pelo smartphone.
  • 92% das pessoas que veem vídeos mobile costumam compartilhá-los com outras pessoas.

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[Opinião] Indústria 4.0: Edtech como ferramenta primordial

Não é novidade para ninguém, a transformação digital e as tecnologias disruptivas estão transformando os negócios e as empresas precisam se preparar para a indústria 4.0, a quarta revolução industrial. A característica que marca essa nova era é a automatização total das máquinas e dispositivos, ou seja, a chegada decisiva dos robôs e as tecnologias envolvidas, com destaque para inteligência artificial, internet das coisas e data analytics.

As ferramentas de educação digital são determinantes nesse processo de adaptação para o futuro. Recentemente, estive na Conference on Industry 4.0 and Services 4.0 em Singapura, na Ásia, organizada com o propósito de discutir este futuro e de questionar: as empresas e as pessoas estão prontas para o mercado digital global?

O DOT digital group foi convidado pela Human Capital Singapore para uma rodada de negócios entre empresas de edtech e gestores interessados em promover a transformação digital de suas organizações a partir do uso de plataformas de educação. Foi um momento de troca de conhecimento sobre demandas de mercado e soluções de edtech, um debate imprescindível para o momento que vivemos.

A educação digital é um instrumento facilitador da aprendizagem num cenário de transição para a indústria 4.0. A edtech se insere como facilitadora de acesso a conteúdos, tecnologias e trocas que contribuem para a mudança de um modelo mental, acompanhando as características do mundo digital: ágil, dinâmico, ubíquo, acessível, intuitivo e em constante transformação.

 

A Indústria 4.0 vai levantar muitas perguntas e oferecer respostas.

 

 

Luiz Alberto Ferla, é CEO e fundador do DOT digital group

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Características de um LMS que contribui para o sucesso do e-learning

Quando você busca fornecedores de plataformas de aprendizagem (LMS), existem alguns recursos que são fundamentais e que contribuem para a facilidade de implantação (setup) e uso, geração de relatórios analíticos e flexibilidade.

Neste post destacamos 5 características que uma plataforma de aprendizagem (LMS) precisa ter!

1. Ferramentas de avaliação

  • Permite que os alunos determinem o nível de dificuldade apropriado para começarem a treinar/estudar;
  • Orienta os alunos para que permaneçam na zona de desafio durante todo o aprendizado;
  • Garante uma combinação equilibrada de desafio e dificuldade;
  • Garante que novas habilidades sejam absorvidas ;
  • Determina se o programa deve ser mais bem ajustado para atender às necessidades e objetivos de treinamento.

2. Ferramentas colaborativas

  • Melhora as emoções do aluno e encoraja-o a interagir diretamente com o conteúdo
  • Aumenta o envolvimento entre instrutores e alunos
  • Incentiva a comunicação visual, verbal e escrita entre instrutores e alunos

3. Recursos de engajamento

  • Interface dando diretivas das tarefas que precisam ser executadas
  • Feedback abundante sobre sucesso das ações do aluno
  • Recompensas para sinalizar o bom andamento do curso
  • Regras para tratar erros orientando o aluno para uma melhor trajetória

4. Monitoramento e relatório de funções

  • Gera relatórios para apoiar decisões de gestores de aprendizado
  • Apresenta informações significativas sobre o progresso e desempenho, pontos de excelência e áreas de dificuldade
  • Oferece uma visão do painel da atividade de aprendizado geral e uma visão mais próxima do desempenho individual do aluno

5. Opções de personalização

  • Sua plataforma de educação, com cores e e logo da sua empresa
  • Para o aluno, isso quer dizer, uma experiência coesa através do uso das cores, logos e mensagens oficiais

Conheça o StudiOn, uma plataforma para experiência de aprendizagem que vai muito além de um LMS tradicional. Fale com nossos especialistas!

 

 

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Brasil é o segundo maior heavy user de internet do mundo

Qual foi a primeira coisa que você fez, hoje pela manhã ao acordar, além de abrir os olhos?  Olhou o celular, confere? Seja para dar aquela checadinha na timeline infinita do instagram ou para conferir as notícias que rolam no mundo, a internet já virou nossa fiel escudeira e ocupa boa parte do tempo dos brasileiros.

De acordo com estudo realizado pelo Hootsuite, em parceria com com a empresa We Are Social, o Brasil gasta em média 09h29min conectado na internet. Isso equivale a mais de 142 dias do ano online, todos os anos. Agora deu para entender o título de heavy user, não é mesmo?

O estudo também mostra que o número de novos usuários não para de crescer, em relação ao ano passado.

USUÁRIOS DE DISPOSITIVOS MÓVEIS ÚNICOS

5,11 bilhões de usuários, representando aumento de 2% em relação ao ano passado.

USUÁRIOS DE INTERNET

4,19 bilhões de usuários, representando um aumento de 9% comparado com janeiro de 2018.

USUÁRIOS DE MÍDIAS SOCIAIS

3,48 bilhões de usuários, totalizando um aumento de 9% comparado com 2018.

USUÁRIOS DE MÍDIAS SOCIAIS EM DISPOSITIVOS MÓVEIS

3,26 bilhões de pessoas usando mídias sociais em dispositivos móveis, com crescimento anual de mais de 10%.

Algumas pessoas ainda se espantam com o fato de o mundo estar tão superconectado com o virtual, mas só estamos caminhando para um futuro mais prático e inteligente. Poder obter informações que sejam de relevância para o seu dia a dia ao alcance das mãos é um diferencial e tanto. Você consome conteúdos ricos onde e quando quiser.

E é isso que nós do DOT digital group fazemos em MarTech, transformamos dados em resultados. A ciência de dados é nossa aliada na hora de proporcionar ações de inteligência e microtargeting mais efetivos.

Além disso, o MarTech oferece vantagens como: redução de custos na captação de clientes; comunicação mais assertiva; estratégias customizadas; métricas em cada ação; maior agilidade, flexibilidade e engajamento.

Entre em contato conosco e saiba como aplicar Marketing Technology em seus negócios.

 

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[Opinião] A transformação do turismo também é digital

Capítulo do livro “Brasil – Potência Mundial do Turismo”, editado e organizado por Vinicius Lummertz.

O que há em comum entre uma família do Wisconsin, um jovem casal de Bruxelas e mãe e filha de Taiwan? Provavelmente, a única coisa que os une é o fato de estarem conectados em aplicativos e plataformas de redes sociais.

Essas tecnologias transformaram a forma como as pessoas de qualquer lugar do mundo tomam suas decisões de consumo. E no setor de turismo e viagens não poderia ser diferente. As mudanças são muitas, tanto no perfil e comportamento do consumidor quanto no ecossistema da indústria. Surgiram novas modalidades de operadores, de meios de hospedagem e de locomoção. Novos tipos de serviços e facilidades, novos trâmites e novas demandas de regulamentação.

A começar pelo turista em si. Ele está diferente. É mais influente, mais autônomo e, principalmente, mais exigente.

Segundo a Expedia, uma das maiores operadoras digitais do setor, um turista chega a consultar até 38 sites antes de finalizar sua compra online. Além disso, a opinião de pessoas da rede de relacionamento pessoal passou a ser mais importante que a opinião especializada e mais persuasiva que as peças publicitárias.

Os guias de turismo perderam espaço para centenas de milhões de turistas que usam suas redes sociais para mostrar os atrativos, qualificar hotéis e restaurantes e emitir suas opiniões sobre toda a experiência vivida durante suas viagens e publicando suas hashtags, é claro. Seu público fiel tem laços afetivos, pois, em sua maior parte, são parentes e amigos.

Apesar de a grande maioria das pessoas fazer seu planejamento de viagens online ainda há um percentual considerável que conclui suas compras por meios tradicionais. Na Europa, onde há a maior proporção de reservas online, elas equivalem a 52% do total de agendamentos, segundo dados de 2017 da Organização Mundial de Turismo. Entretanto, a cada ano, há um número crescente de pessoas que se adaptam aos meios digitais e um volume ainda maior de jovens que já nasceram conectados e que ingressam no mercado consumidor e produtivo.

São esses os viajantes que sabem o quanto têm poder. Cada vez menos recorrem a intermediários para encontrar viagens e preços adequados a sua necessidade. Tendência que cresce rapidamente. De acordo com projeções da eMarketer, em 2020, as vendas digitais serão responsáveis por mais de US$ 225 trilhões em viagens na América do Norte, enquanto na América Latina ultrapassará US$ 46,45 trilhões. A curva de crescimento em vendas online a indústria do turismo será de mais de 10% ao ano na América Latina.

Outro fator importante para o crescimento do consumo via ambientes digitais é o aumento da confiança do consumidor em fazer pagamentos online. Mais uma vez, a mudança é reflexo de um novo comportamento, amplificado no setor turístico, em que as barreiras de distância, idioma ou câmbio são mais facilmente transponíveis.

A convergência entre as experiências de viagens online e offline é uma realidade e está estabelecendo uma nova tendência em viajantes, e esta é a direção que a indústria do turismo mundial está tomando.

O fato de mais de 4 bilhões de pessoas terem acesso à internet no mundo torna imperativo que aqueles que procuram impulsionar o turismo, destinos ou empresas estejam presentes no ecossistema digital.

Mercado

Tomando a perspectiva da indústria, o epicentro das transformações ocorreu nas agências de turismo, com o declínio de sua principal fonte de receita: o atendimento aos clientes.

Por mais que o apertar de mãos e os olhos nos olhos ainda sejam indispensáveis para muitos, uma vez que as relações pessoais são tão intrínsecas do ser humano, a tendência é de mudança de comportamento.

Não há outra saída senão a adaptação. As mesmas transformações que minaram as receitas apresentam novas oportunidades com custos mais baixos e potencial de alcance muito superior às lojas de bairros.

O ambiente digital aproxima os clientes de mercados distantes, extrapolando as distâncias geográficas. A adaptação passa por reconhecer interesses pontuais e nuances culturais para explorar nichos ou mercados específicos.

O cenário também se torna favorável para os agentes de viagens que se apresentam como especialistas confiáveis. Os momentos de inspiração são os ideais para apresentar conteúdo e promoções certos. Já é comum encontrar agentes que se mostram como conselheiros de viagens que atendem às necessidades do turista. Basta ir além das passagens aéreas e quartos de hotéis.

Atuar como concierge é também bastante relevante para lidar com clientes corporativos. Uma viagem tranquila, provida por um agente que antecipe necessidades, facilite o transferem um aeroporto movimentado e ainda faça recomendações sobre entretenimento adequado ou jantar para pessoas de negócios, certamente será lembrada pelo serviço diferenciado e valioso.

Por fim, a utilização de tecnologias digitais não é uma novidade para a indústria de turismo e viagens e importantes segmentos estão bastante avançados nesta mentalidade. São os casos das companhias aéreas e de boa parte da cadeia de transporte, bem como de diversos meios de hospedagens, que dispõem de parcerias com operadores 100% digitais.

Perspectivas

Se o turismo é certamente a saída econômica mais viável para qualquer país, esse caminho somente poderá ser trilhado com fundação nos recursos digitais. O custo com o digital é proporcionalmente muito mais baixo que a promoção feita em meios tradicionais.

Além disso, o meio digital possibilita uma análise mais precisa do comportamento dos turistas, pois todas as suas ações são mensuráveis. A análise desses dados é possível a partir do uso de Big Data, que processa e faz cruzamentos e comparações sobre o comportamento e características do público. A resposta dessa análise é mais confiável que as pesquisas de opinião tradicionais, pois são baseadas em ações concretas e no comportamento de consumo dos turistas e não em suas impressões ou tentativas de dar a resposta certa ao entrevistador.

Quanto mais sistemas e processos puderem ser automatizados, mais os negócios poderão se beneficiar das eficiências operacionais e se concentrar na satisfação do cliente. A automação básica agora se estende para vendas e marketing e para o mundo dos consumidores. Valor real será adicionado quando as máquinas puderem aprender com comportamentos e antecipar as necessidades do usuário. Por exemplo, um turista pode perguntar a um dispositivo como estará o tempo antes de partir em uma viagem e um assistente habilitado para o aprendizado fornecerá as informações corretas e, posteriormente, trará a resposta antes que a pergunta seja feita. À medida que as máquinas se tornam mais inteligentes, elas poderão fazer sugestões melhores para as solicitações dos clientes com base nas interações anteriores. É a inteligência artificial a serviço do turismo e do turista!

Os dados coletados de dispositivos equipados com sensores que podem medir, quantificar e interagir entre si ajudarão a entender como seus produtos e serviços são realmente usados, o que irá gerar inovação. O setor de viagens poderá ter benefícios em relação ao planejamento de transportes, pacotes de seguro individualizados e muito mais.

Os recursos de Big Data permitem, graças a sua grande capacidade de processamento, cruzar os dados analisados com fontes externas, como redes sociais e a geolocalização do turista, enviada por um sinal de seu smartphone, ou ainda com os dados de consumo gerados pelas operadoras de cartão de crédito. Com isso, é relativamente simples dividir o público em um grande número de grupos com características comuns, a ponto de gerar uma promoção personalizada e escalável ao mesmo tempo.

O uso de estratégias de gamificação pode potencializar ainda mais essas ações. A técnica utiliza estímulos diversos para que as pessoas tomem atitudes previstas na estratégia e reforcem suas interações com uma aplicação digital. Alguns dos grandes players de turismo no mundo digital usam desse recurso para conseguir depoimentos, avaliações e até fidelidade na compra de serviços por parte de sua audiência.

Outras tecnologias inovadoras devem causar impacto no setor, seja como serviço diferenciado, seja ainda como complemento da experiência do viajante. Wearables são dispositivos conectados usados no corpo. Eles incluem óculos de realidade virtual, rastreadores e relógios inteligentes. Todos já são explorados na indústria de viagens. Por exemplo, o MagicBand da Disney permite que os hóspedes abram as portas do quarto do hotel e façam pagamentos no resort. Pulseiras inteligentes, por sua vez, podem medir a exposição do usuário ao sol e enviar alertas por meio de um aplicativo quando é hora de procurar uma sombra.

A cadeia fica completa quando inserido o pilar da promoção B2B. Enquanto as feiras têm um papel muito importante na geração de negócios e aproximação de buyers e suppliers, o ambiente digital possibilita a criação de uma plataforma que assume o papel de uma feira extemporânea e onipresente.

Se as possibilidades na promoção são vultosas, o estado da arte é atingido quando esses dados são usados para a inteligência de mercado. Uma operadora, um destino, ou um atrativo específico podem valer-se da reunião de todas as amostras deixadas pelos turistas a seu respeito. Terão uma visão rica e completa desde o momento de inspiração e decisão de compra por parte do turista, passando por toda a jornada da viagem em si e chegando ao momento de retorno, quando ele vai, via estímulos, deixar suas impressões e avaliações dos muitos serviços da cadeia produtiva do setor.

Coletivamente, o setor estará servido de inúmeros relatórios de desempenho dos seus diversos nichos, além de estudos econômicos consolidados sobre investimentos e resultados da indústria como um todo, todos fundamentados em dados comprovados, sem a necessidade de recorrer a sondagens e achismos. É um poderoso instrumento à disposição de empresários para a tomada de decisão em suas companhias e de gestores públicos para a formulação de políticas públicas a fim de garantir o desenvolvimento regional e nacional.

O mercado, munido de tantas informações, tem às mãos outro instrumento baseado em tecnologia digital: a capacitação em escala e descentralizada. Independentemente de onde esteja, o trade doméstico e internacional pode ser educado a vender o Brasil e seus aparelhos turísticos a partir do mesmo conteúdo de capacitação e ainda trocar experiências e impressões com colegas das diversas regiões do país.

Tudo isso gera uma base sólida às empresas de turismo e viagens brasileiras para explorarem mercados e nichos de forma segura e capacitada. Para se ter ideia desse potencial, cerca de 57 mil chineses visitaram o Brasil em 2017, enquanto a China enviou mais de 130 milhões viajantes internacionais ao redor do mundo. O país já alcançou o posto de maior mercado emissor do mundo e ainda é inexplorado pelo mercado brasileiro. O uso das tecnologias digitais pode ajudar a quebrar as barreiras de mercados inexplorados e é possível vislumbrar, dessa forma, uma mudança de patamar no contingente atual de turistas estrangeiros que atuam em um único exemplo. Se tomarmos outro exemplo, como os nichos de luxo ou o ecoturismo nos mercados europeus, o impacto ainda pode ser mais positivo na geração de divisas a partir do setor de turismo.

A revolução digital modificou a forma de viver, de viajar e de fazer negócios no mundo. Existe um grande potencial a atingir e uma única certeza: uma família do Wisconsin, um jovem casal de Bruxelas e mãe e filha de Taiwan muito em breve irão decidir e contratar suas viagens via aplicativos e plataformas digitais. E que escolham o Brasil.

Luiz Alberto FerlaCEO DOT digital group

Artigo originalmente publico no Pulses, LinkedIn.

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[Case] Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (SENAR) e-Tec

O aumento da demanda pela profissionalização dos produtores e trabalhadores rurais levou o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (SENAR) a oferecer o primeiro curso técnico de nível médio para o agronegócio na modalidade semipresencial e de forma gratuita: o Curso Técnico em Agronegócio, que conta com o apoio da Rede e-Tec e tem a chancela do Ministério da Educação (MEC).

Boa parte do sucesso do curso deve-se ao empenho e à parceria com o DOT, o qual permanece o tempo todo envolvido com o objetivo de contribuir com a educação formal dos profissionais do agronegócio.”
Maria Cristina Ferreira – Coordenadora da Educação Formal no SENAR

DESAFIO
O SENAR, referência em formação e capacitação de pessoas do campo, tinha o desafio de lançar o primeiro curso técnico de nível médio semipresencialpara o agronegócio.

SOLUÇÃO
Desenvolvemos um portal educacional para a divulgação da oferta; processo seletivo; plataforma de Educação a distância (LMS) com recursos automatizados para planejamento e controle de ações educacionais; conteúdos adequados às necessidades do público-alvo; atendimento (monitoria e tutoria)
aos alunos, realizado por meio das ferramentas de comunicação da plataforma e por uma central 0800, além do Sistema de Gestão Acadêmica para a administração do curso.

A plataforma possui um formato híbrido, com utilização de materiais didáticos, como cursos e-learning, videoaulas e apostilas no ambiente virtual, orientados por tutores online. Ela também permite a gestão de aulas presenciais com a mediação de um tutor presencial. O DOT também realiza campanhas de captação de alunos com estratégias de MarTech (Marketing Technology), com Big Data, Data Science e Microtargeting.

RESULTADO
O Curso Técnico em Agronegócio conta com mais de 13.000 alunos e polos presenciais em 23 estados brasileiros, mais o Distrito Federal, com um índice de satisfação de 95%.

 

 

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Direto de Portugal: DOT transmite via internet seminário sobre tendências de EdTech

Na próxima terça-feira, 26, o DOT realiza em Lisboa, Portugal, um seminário sobre as principais tendências de educação tecnológica para formação corporativa. O evento será transmitido via streaming das 7 às 9 horas da manhã (horário de Brasília). Para assistir, é preciso se inscrever, sem custos, neste link .

Durante o seminário, o DOT vai lançar a joint venture luso-brasileira DOT | Vantagem+. O evento é uma oportunidade para profissionais de desenvolvimento organizacional conhecerem as principais ferramentas utilizadas pela edtech para criar engajamento e efetividade nos treinamentos: Game Thinking e Gamification, Microlearning, Mobile Learning, Video e Social Learning, Big Data, Inteligência Artificial, Realidade Virtual e Realidade Aumentada e B-Learning.

Grandes clientes – O DOT digital group é uma das maiores empresas de educação digital do Brasil. A empresa, criada em 1996, conquistou grandes clientes como Santander, TIVIT, Sicoob, C&A, ENGIE, Natura, Algar Tech, Honda e Tokio Marine. Seus produtos são plataformas, ferramentas, projetos e conteúdos de qualificação profissional e ensino a distância integrando tecnologias inovadoras. Um dos diferenciais é oferecer soluções de ponta a ponta, incluindo desde o diagnóstico até o desenvolvimento da solução, além da captação e retenção dos alunos. Além da educação digital, o DOT também atua em MarTech – Marketing Technology. Com sede na capital catarinense e escritórios em Brasília, São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Lisboa/Portugal, o DOT tem mais de 300 colaboradores.

 

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Com foco em internacionalização, DOT digital group faz missão pela América Latina

Empresa é referência em EdTech no Brasil e quer conquistar mais mercado na América Latina em 2019

Depois de abrir uma joint-venture em Portugal, o DOT digital group segue buscando o mercado internacional para expandir seus negócios tanto em tecnologia da educação (EdTech) quanto em marketing (MarTech). Nesta semana, o diretor comercial, Sergio Baldivieso, e o diretor de internacionalização, Mário Hirose, iniciam pela Bolívia uma missão empresarial pela América Latina. “Nosso objetivo é abrir mercado para as soluções DOT. O potencial é enorme. Estimamos que existam cerca de 2.500 empresas de grande porte com alto poder de compra dos produtos do DOT”, afirma Baldivieso.

A missão vai percorrer nove países da América Latina: Bolívia, Paraguai, Argentina, Peru, Uruguai, Chile, Colômbia, Panamá e México.

Na Bolívia, os executivos do grupo já têm agendadas reuniões com 10 empresas, incluindo Bayer, Toyosa e Tigo, e representantes do governo nacional e estadual de Santa Cruz de la Sierra. Na sequência, a missão seguirá para o Paraguai e a Argentina. “A meta é concluí-la no primeiro semestre”, informa o diretor comercial. Com sede na capital catarinense e escritórios em Brasília, São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte, o DOT tem mais de 300 colaboradores.

O processo de internacionalização do grupo começou no ano passado. Em missão à Ásia, o DOT abriu negociações com empresas de China e Singapura e também em Dubai, nos Emirados Árabes. No Brasil, o grupo atende empresas como Santander, TIVIT, Sicoob, C&A, ENGIE, Natura, Algar Tech, Honda e Tokio Marine, e já capacitou mais de 5 milhões de pessoas com ferramentas de treinamento corporativo e educação formal. Os produtos do DOT integram tecnologias inovadoras como gamification, realidade virtual, realidade aumentada, games e simuladores.

Um dos diferenciais da empresa é oferecer soluções de ponta a ponta, incluindo desde o diagnóstico até o desenvolvimento da solução, além da captação e retenção dos alunos, já que atua nos mercados de EdTech e também de MarTech. A empresa foi criada em 1996, em Florianópolis, pelo engenheiro e administrador Luiz Alberto Ferla, atual CEO, com o objetivo de conectar novas tecnologias aos processos de educação.

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O que é Blended Learning?

Mais do que uma tendência, o b-learning  já se consolidou como estratégia educacional essencial para as organizações. Também conhecido como blended learning, esse mix de digital e presencial é uma estratégia que se mostra flexível e eficiente na hora de capacitar, seguindo a dinâmica de um mundo cada vez mais competitivo, onde o aprender em qualquer momento e em qualquer lugar vale muito.

A visão já não é mais oferecer um programa de educação com as duas abordagens (on e offline), mas sim um projeto educacional que se adapte à rotina do aluno. Neste projeto as interações educacionais presenciais e digita promovem uma educação dinâmica e assertiva.

Como medir cada porção?

Pense no seu público-alvo e esta resposta vai se revelar. Eliminando as desvantagens do presencial e do digital, criando um projeto de educação que usa os dois formatos em sua composição, o resultado será a soma do melhor de cada uma das porções.

O fato é que a parcela a distância sempre vai ser maior, devido ao suporte que a educação possui. Os interesses dos alunos também vai ser revelado na porção digital, este espaço, mesmo que público, ainda é mais seguro para quem está fazendo o programa educacional.

A expansão do b-learning

  • Avanço tecnológico
  • Mais de 4 bilhões de pessoas usam a internet ao redor do mundo
  • Aumento da velocidade da informação
  • Globalização da economia.

Autoconhecimento
Esta é uma das grandes vantagens o B-learning

Trilhar uma carreira nada mais é que um balanço entre conhecer a si próprio e descobrir oportunidades, desenvolvendo assim uma trilha de autoconhecimento, por isso, crie programas de alto impacto

Além de eficaz, o b-learning ensina a:

  • Valorizar o que digital e presencial têm de melhor, sem diminuir a importância de nenhum deles.
  • Combinar características da “vida real”, onde digital e presencial já se fundiram, para soluções educacionais.
  • Alinhar objetivos de negócio com oportunidades de aprender online e offline.
  • Personalizar conteúdos, lembrando que um mesmo formato não serve para tudo nem para todos.

Confira também

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