A Universidade Corporativa como diferencial competitivo

2015-04-22_DOT_Universidade-Corporativa_BLOG

 

Empresas de diversos setores investem cada vez mais em treinamentos internos e capacitação, para ampliarem sua participação de mercado. Esta ideia, muitas vezes, se torna a única alternativa para empresas muito segmentadas que não podem depender da formação das instituições de ensino comuns para a qualificação dos colaboradores. Dependendo da capacitação oferecida e iniciativas relacionadas, podemos chamá-la de Universidade Corporativa.

A Universidade Corporativa possibilita que a organização tenha mais controle sobre os processos de aprendizado, e implante no plano de conteúdo temas ligados às metas e resultados estratégicos da empresa. Programas como esses (mais densos) são elaborados pelos centros de treinamento e desenvolvimento de grandes empresas, a exemplo da estatal Petrobras. Os bancos também costumam investir muito em capacitação. Segundo a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), as universidades corporativas chegam a ter investimentos de mais de R$ 1 bilhão.

 

A influência nas taxas de retenção

Em um mercado cada vez mais competitivo, oferecer a qualificação para os colaboradores significa estar à frente da concorrência e ter taxas de retenção superiores – já falamos sobre isso no post Por que é tão importante investir em treinamento para reter talentos?.

Em relação aos programas que permeiam a linha das universidades corporativas, o grande diferencial de se investir nesse modelo é alinhar o conhecimento técnico, adquirido na graduação, às necessidades e objetivos mercadológicos. As universidades corporativas propõem uma maneira diferente de pensar e trabalhar, e prepara os colaboradores para desempenhar papéis mais amplos no seu ambiente de trabalho.

 

Pense nisso

Sustentar a vantagem competitiva por meio do aprendizado permanente é o objetivo das empresas que aderem programa de Universidade Corporativa. O objetivo central é desenvolver meios de potencializar oportunidades, entrar em novos mercados globais, criar relacionamentos mais profundos com os clientes, e impulsionar a organização para o futuro.

“Em um mercado de trabalho cada vez mais vasto, que convive diariamente com o apagão de talentos em diversos segmentos, o pacote de benefícios convencional e uma boa remuneração se tornaram commodities. Investir no clima organizacional e na capacitação dos funcionários são ações de alto valor agregado, que fazem esse papel, além de aumentar o nível de comprometimento e envolvimento do profissional”, explica o diretor do Instituto Monitor, Eduardo Alves.

Com Exame e A Notícia

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