A responsividade como estratégia

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Com o aumento do uso de tablets, smartphones e outros dispositivos móveis, a responsividade dos sites se tornou imprescindível. A população brasileira conectada corresponde a 49,4%. Acredita-se que até 2017, haverá 5,2 bilhões de usuários mobile em todo o mundo. Com o aperfeiçoamento das tecnologias e dos aparelhos, os desktops acabam dando espaço para esses dispositivos. Dentro deste contexto, a responsividade dos sites não é mais um diferencial. Tornou-se uma obrigação.

Adequação, não importa o meio

A responsividade consiste na readequação do design da página, de maneira que não comprometa a navegabilidade no site. Não importa o dispositivo pelo qual seja acessado o conteúdo, desde que sua aparência seja mantida.

Como ser responsivo

Para a concepção de uma página responsiva, devem ser analisados aspectos que vão além do planejamento comum de um site. A resolução das telas, o design diferenciado, e até mesmo o conteúdo, são alguns desses aspectos. A página em questão deve apresentar um layout leve, limpo e intuitivo. E o conteúdo deve ser breve, direto, e de fácil leitura.

Falta de responsividade se tornou vilã

O crescimento significativo no número de acessos por dispositivos mobile – e a tendência de um aumento ainda maior desse número – a responsividade das páginas se tornou fundamental. Diante este cenário, o Google percebeu que os sites que não apresentam essa característica não “merecem” destaque no momento da buscaNo entanto, esclarece que mesmo as páginas que poderiam ser mais responsivas, e não exploram a característica da forma que poderiam ou deveriam, terão uma nova chance de se posicionarem nas buscas. Para isso, devem apresentar um conteúdo relevante para os usuários, e é claro, considerarem as adequações necessárias para ser tornarem, de fato, responsivos.

São muitos os sinais de que a responsividade dos sites se tornou importante quando traçamos a estratégia de comunicação de uma página. Pensar no consumidor final do conteúdo produzido, considerando seus novos hábitos e os avanços tecnológicos, é fundamental.
Jornais, revistas, grandes portais e muitas empresas que mantêm suas páginas na internet já adaptaram seus conteúdos para esta (nem tão) nova realidade.

E você? Está esperando o quê?

 

Com informações de: Startupi, Info e Locaweb

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