CEO do DOT é palestrante no Congresso Peruano de Gestão de Pessoas

Luiz Alberto Ferla, CEO  e fundador do DOT digital group, é palestrante no 16º Congreso Peruano de Gestión de Personas.

O Congresso reúne a comunidade empresarial peruana – e latino-americana -responsável pela gestão de pessoas e busca discutir novas ideias, compartilhar experiências e conhecer as tendências da capacitação corporativa.

Ferla apresentará a palestra “Inovando com tecnologia para a educação corporativa: as oito mega tendências de 2018”, no dia 16 de maio, 14h30.

Neste contexto, Ferla vai trazer em detalhes as 8 mega tendências para a Educação Corporativa no contexto Latam. Confira  um pouco sobre a apresentação:

O Congresso se realizará em Lima nos dias 16 e 17 de maio.

 

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[Infográfico] Tecnologia faz aprendizado ganhar escala

Cerca de 80% dos colaboradores de uma companhia utilizam smartphones no trabalho e 99% dos que utilizam o aparelho mobile para aprender, acreditam que esse formato contribui para o aprendizado.

Essas e outras informações são do CEO do DOT digital group, Luiz Alberto Ferla, na matéria para a Fecomércio São Paulo.

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Fonte:  Fecomércio São Paulo.

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Opinião | EdTech e a revolução para o setor de educação

Luiz Alberto Ferla*

Caminhamos para um estilo de vida on demand. Já podemos dizer que somos uma nação de nativos da era digital, na qual as pessoas veem como essência da vida a relação com o universo digital e é possível buscar opções de serviços quando, como e de onde elas quiserem.

É provável que, no futuro, poucas ofertas não sigam esse modelo sob demanda. Um setor que tem demonstrado um crescimento exponencial nesse sentido é o mercado de educação e capacitação online, por conta do rápido avanço das tecnologias utilizadas para gerar a melhor experiência e interação nos cursos, onde o aluno estiver.

Para 2017, podemos esperar uma oferta cada vez maior de conteúdos que podem ser consumidos de forma rápida, simples e pessoal por meio de EdTech – Education Technology (em português, Tecnologia para Educação). EdTech é a unificação das últimas tendências tecnológicas para criar um processo de educação online mais dinâmico, atrativo e efetivo.

Entre essas tecnologias temos bons exemplos, que vêm ganhando espaço quando se pensa em estratégias para a educação online:

Realidade virtual: solução inovadora que funciona como um convite à imersão em um ambiente virtual.

Realidade aumentada: permite a geração da realidade física por meio de dispositivos que processam e exibem as informações.

Gamification: componente importante para garantir o engajamento, estimulando comportamentos estratégicos e pré-mapeados com o objetivo de alcançar resultados em curto e médio prazos.

Big Data e Learning Analytics: quando aliadas, podem mapear novos tipos de aprendizagem e ajudar a identificar os materiais mais adequados às necessidades de capacitação.

Internet das Coisas: objetos e dispositivos que se conectam para coletar e trocar dados pela Internet.

Futuro

Todos os esforços de tecnologia voltados para a educação poderão revolucionar o setor. De acordo com o futurista do DaVinci Institute, Thomas Frey, até 2030 as maiores empresas na Internet serão empresas educacionais das quais ainda não ouvimos falar. A visão dele para 2030 é de que haverá cursos online de forma massiva. Só que, ao invés de instrutores humanos, eles serão robôs bastante inteligentes, que irão personalizar os planos de aula para cada aluno. Essa customização das aulas permitirá que os alunos aprendam de forma muito mais rápida do que se tivessem que competir com outros 19 alunos pela atenção do professor.

Diante desse cenário, é provável que o uso de tecnologia para a educação se torne cada vez mais relevante, com modelos de treinamento atrativos, que gerem engajamento, maior desempenho e satisfação. Inclusive, já é possível prever o interesse de empresas privadas nessa tecnologia, mas também dos governos interessados em melhorar os níveis de educação em seus países.

Afinal, além da absorção do conteúdo em si, é possível notar que o bom uso da tecnologia na educação e na capacitação aumenta a captação de alunos, reduzindo a evasão dos cursos online e incrementado os índices de satisfação e de qualidade das iniciativas.

Para os próximos anos, podemos aguardar uma verdadeira revolução no setor, uma vez que muitas instituições já se preocupam com o processo de ponta a ponta, aplicando ao sistema o que há de mais moderno em tecnologia. No centro dessa revolução, é certo que teremos EdTech.

 

Luiz Alberto Ferla é CEO do DOT digital group, grupo brasileiro especializado na oferta de soluções para EdTech e MarTech.

 

 

Este artigo foi publicado também no portal Administradores, OverBr e Minuto Tech.

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DOT digital group forma aliança comercial com multinacional Suíça, SGS

O DOT digital group e a SGS, um dos maiores players mundiais de capacitação, treinamento e certificação, uniram suas expertises para oferecer ao mercado produtos e serviços de excelência em EdTech – Education Technology.

Inovação em serviços de Education Technology

O DOT digital group, empresa com mais de 20 anos de atuação na área de capacitação e treinamento online, traz para essa aliança a sua força de inovação e competitividade nas soluções de tecnologia para educação.

Hoje, na área de EdTech, o DOT já oferece cursos online com tutoria e monitoria, ferramenta de consultoria online, gamification, games educacionais e motivacionais, simuladores e sistemas interativos, Realidade Aumentada, Realidade Virtual, entre outros.

Para Luiz Alberto Ferla, fundador e CEO do DOT digital group, a aliança das empresas representa um salto gigante para a oferta de soluções de EdTech no Brasil e outros países.

“Essa aliança comercial reforça o comprometimento que o DOT digital group tem com a inovação e a entrega de um serviço de excelência.”, afirmou Ferla.

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Confira a nota da colunista do Diário Catarinense, Estela Benetti aqui.

 

 

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CEO do DOT digital group participa do Fórum de Desenvolvimento Econômico JK

Luiz Alberto Ferla, CEO e fundador do DOT digital group, participou no dia 20 de junho do Fórum de Desenvolvimento Econômico JK na sede da Revista Mercado Comum, em Belo Horizonte.

Debate

Ferla debateu a Inteligência digital e os desafios da gestão moderna. Participaram do evento também o economista e diretor da Rosemberg & Associados, Luiz Paulo Rosemberg e o vice-presidente da FIEMG, Aguinaldo Diniz Filho.

Confira mais detalhes na notícia publicada pelo portal do Sistema FIEMG.

 

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DOT digital group recebe medalha por empreendedorismo em Florianópolis

20170522_medalha_carl_hoepcke2Luiz Alberto Ferla e Guilherme Domingos Ferla Júnior, diretores do DOT digital group, receberam a Medalha Carl Hoepcke, honraria concedida pela Associação Comercial e Industrial de Florianópolis.

A medalha Carl Hoepcke, que faz referência a um dos principais empreendedores de Florianópolis, foi entregue no último dia 20, durante a cerimônia de posse da nova diretoria da associação e comemoração de 102 anos da entidade.

A homenagem reforça a história empreendedora do DOT digital group e seus fundadores que, há mais de 20 anos, iniciaram uma empresa de educação a distância em Florianópolis que, hoje, é um dos maiores grupos do Brasil na oferta de soluções tecnológicas para educação e marketing, com atuação nacional e internacional.

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[Revista Infra] É hora do jogo!

O DOT digital group foi pauta na Revista Infra. Confira a matéria.

[Revista Infra] É hora do jogo!

Por Camila Biajante

O termo “gamificação” (gamification) teve sua primeira utilização no ano de 2002, quando o programador Nick Pelling aplicou em sua própria empresa de consultoria. Apesar de não ter obtido muito sucesso nessa primeira aplicação, o termo passou a ganhar força, até deslanchar em 2010.

Mas afinal, o que significa gamification? Existem várias definições para o termo. Karl Kapp, autor do livro The gamification of learning and instruction define como: “o uso de mecânicas de jogos, estética lúdica e game thinking para engajar pessoas, motivar ações, promover aprendizado e resolver problemas”. Kevin Werbach, professor da Universidade da Pensilvânia e autor do livro For the win, define como “aprender através de games”. Enquanto a Gartner Group, define como “a ampla tendência de empregar mecânicas de jogos para ambientes que não são jogos, como áreas de inovação, treinamentos empresariais, causas sociais e área da saúde”.

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A “gamificação” cria modelos inteiramente novos de engajamento, visando novas comunidades de pessoas e motivando-as a alcançar objetivos que nem sequer sabem que têm. Você já fez check-in em um local? Se a reposta for sim, você provavelmente está familiarizado com o Foursquare, um exemplo precoce e inspirador de “gamificação”. Lançado em 2009, o Foursquare se distinguiu de outros serviços baseados em localização, concedendo pontos para check-in em locais como restaurantes, teatros e aeroportos.

Segundo estimativas do M2 Advisory Group, foram investidos, em 2016, US$ 2,8 bilhões em “gamificação” ao redor do mundo. Hoje, mais de um bilhão de pessoas se consideram jogadores ativos em todo o mundo. Desses, 92% são crianças com até dois anos de idade que já jogam por meio de algum dispositivo, como smartphones ou tablets dos seus pais. No Brasil, cerca de 60 milhões de brasileiros possuem um console na sua residência.

Não à toa que usar jogos para engajar colaboradores no ambiente de trabalho tem se mostrado como desafiador, pois, além de motivar a equipe na conquista de resultados, também é essencial para evitar (ou reduzir) o temido turnover, realidade que tira o sono de grande parte dos gestores.

Recrutar é um jogo

shutterstock_130378694“Seres humanos são muito complexos, muitas vezes nós mesmos temos dificuldades em executar nossos próprios planos. Com a “gamificação” nós usamos conhecimentos de psicologia, sociologia, antropologia, neurociência, dentre outros, para entender melhor as pessoas e ajudá-las a alcançar seus próprios objetivos. Muitas vezes, elas só precisam ser submetidas a um sistema de incentivos mais inteligente para fazerem o que precisam e querem fazer”, comenta Cesar Barbado, especialista DOT e Gerente de Gamification e Games.

“Colaboradores e executivos, como pessoas, compartilham mais objetivos do que somos capazes de perceber em um olhar superficial. O papel de uma estratégia de ‘gamificação’ de sucesso é encontrar quais são esses objetivos compartilhados pelas pessoas e pela companhia, e estabelecer uma relação de benefício mútuo entre elas”, esclarece o especialista.

Game over

Grande parte do que se lê sobre “gamificação” hoje reforça a percepção de que é possível tornar qualquer coisa divertida. Porém, há limites para o que pode ser alcançado com essa metodologia, e a tendência mais ampla requer uma correção de curso. Agora, a “gamificação” está em um curso de colisão com a realidade. E a pergunta chave é: o que acontece quando o jogo termina?

Machado, da Mega, faz um alerta: “Como tudo na vida, a ‘gamificação’ tem seu lado negativo. E é justamente nisso que estamos trabalhando atualmente. Durante o jogo e ao término dele, conseguimos conquistar uma grande performance, com colaboradores altamente motivados. A grande questão é como manter a equipe motivada sem o jogo, ao final dele”.

Metas

Alguns críticos afirmam que o incentivo financeiro poderia provocar o mesmo efeito da “gamificação”. Não é o que diz o especialista DOT:

“Obviamente o dinheiro tem um papel bastante relevante na nossa sociedade, mas quando olhamos atentamente o ser humano, percebemos que fazer o que é certo, ou fazer o bem, tem um valor muito maior. Portanto, quando as pessoas entendem o significado das suas ações perante o sucesso da companhia, seu desenvolvimento pessoal ou sua contribuição para a sociedade, sua motivação é muito maior que uma bonificação em dinheiro. A maioria das pessoas se sentem ‘subornadas’ quando se promete apenas recompensas financeiras. Motivadores em como obter reconhecimento, a possibilidade de exercer maestria e criatividade, e experimentar uma evolução pessoal costumam ter um impacto muito mais significante.”

Case DOT digital group

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O case mais recente foi o uso da “gamificação” para engajar os mais de cinco mil líderes de uma empresa do ramo de energia em um programa de capacitação online. O objetivo da estratégia era engajar as pessoas no consumo dos objetos educacionais e na colaboração para a disseminação do conhecimento. O conteúdo tratava de cinco temas distintos, e foi apresentado em pequenos módulos de consumo rápido e prático, chamados “microlearning”.

Os analistas de “gamificação” classificaram cada um dos pequenos módulos de acordo com o perfil motivacional da audiência e temas abordados. Em seguida, foi planejada a jornada do usuário por meio do conteúdo, no qual ele acumulava pontos, medalhas e níveis, na medida em que consumia os objetos educacionais ou interagia com os colegas.

Nessa estratégia, foram criadas seis categorias de pontos e medalhas, uma para cada tema do programa de capacitação, e uma para as ações de colaboração. Dessa forma, o usuário tinha autonomia para compor seu próprio currículo e acompanhar seu desempenho dentro do programa, da forma que achar mais adequada ao seu perfil profissional.

“O propósito de uma estratégia de “gamificação” é motivar as pessoas a realizar ações que ajudem as empresas a alcançar seus objetivos de negócio. Então, temos um triângulo, onde é preciso saber claramente: 1) quais são esses objetivos de negócio; 2) o que as pessoas precisam fazer para alcançar esses objetivos; e 3) como essas pessoas devem ser motivadas mediante seus perfis. Essas são as respostas fundamentais nas quais a nossa equipe de especialistas se apoia para planejar um ambiente que favoreça o desenvolvimento desses comportamentos de valor nas pessoas. A partir daí há insumos suficientes para a elaboração de uma estratégia de “gamificação”, o que envolve mecânica de regras, sistema de suporte, programação via plataforma, dados analíticos do desempenho dos usuários, entre outros”, explica Cesar Barbado, Especialista DOT e Gerente de Gamificação e Games.

Esta reportagem foi publicada na Revista Infra. Você leu uma versão editada. Acesse a matéria na íntegra aqui ou veja a versão da revista digital aqui.

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Tecnologia faz aprendizado ganhar escala

O CEO do DOT digital group, Luiz Alberto Ferla, foi fonte para o portal Fecomercio de São Paulo. O tema da entrevista foi a tecnologia no aprendizado e os seus benefícios, como a escalabilidade.

“Com a escala os valores unitários ficam mais acessíveis para todos. Conteúdos e programas podem ser replicados para várias entidades e empresas”, afirma o CEO do DOT digital group, em entrevista para o portal da Fecomercio de São Paulo.

Leia a matéria completa aqui.

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Opinião | MarTech: uma nova oportunidade para o setor de TI

Por Luiz Alberto Ferla*

O mercado vive hoje um período de transformação digital, no qual o uso intensivo da tecnologia tem revolucionado diversos setores da economia e a forma de atuação das organizações. Um dos muitos exemplos concretos dessa mudança está no surgimento do conceito de MarTech, que prevê o uso combinado de ferramentas de marketing online, inteligência e Big Data para criação de campanhas personalizadas e, o melhor, com resultados mais assertivos e menores investimentos.

O MarTech promete revolucionar a abordagem tradicional de marketing, ao permitir a criação de campanhas segmentadas e adaptadas ao perfil de cada usuário. Na prática, por meio do uso intensivo de tecnologia para análise de grandes volumes de dados, essa abordagem possibilita a criação de ações baseadas em informações confiáveis, micro segmentadas e dirigidas aos diferentes públicos-alvo. Ao mesmo tempo em que permite medir e realizar ajustes constantes nas campanhas em tempo real.

De acordo com uma recente pesquisa sobre o mercado MarTech, realizada pelo DOT digital group, 96% dos profissionais de marketing que atuam no Brasil acreditam – total ou parcialmente – que o uso da tecnologia representa uma estratégia fundamental para criar campanhas voltadas aos consumidores.

O sucesso de ações de marketing está diretamente relacionado à capacidade de compreender os desejos e necessidades reais dos usuários e clientes e entender como atingi-los de forma mais eficiente por meio dos diversos canais, serviços e produtos. Isso gera uma crescente necessidade de que as empresas revejam suas estratégias de marketing e façam uso cada vez mais intensivo de tecnologia.

Tecnologia: indispensável nas ações de marketing

O que se percebe no Brasil é que ainda estamos vivendo uma fase inicial da adoção de MarTech, com espaço para que a tecnologia assuma, em curto e médio prazos, um papel cada vez mais relevante nas estratégias de marketing. Ainda segundo o estudo do DOT digital group, apenas 25% dos profissionais brasileiros conhecem o conceito de MarTech.

Em países como Estados Unidos alguns da Europa, esse conceito já está bastante difundido e as expectativas são de que, ao longo de 2017, um número crescente de organizações no Brasil deva aderir ao modelo. Por aqui, os conceitos de Big Data e comunicação digital já são amplamente conhecidos, mas ainda temos muito a nos aprofundar com relação ao uso prático de toda a inteligência que os dados nos oferecem para uma comunicação mais assertiva. É preciso que os profissionais, tanto da área de marketing quanto de tecnologia, vejam as oportunidades que o MarTech tem para oferecer e preparem-se para extrair todo o potencial desse novo cenário.

 

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Luiz Alberto Ferla é CEO do DOT digital group

Este artigo foi publicado pelo portal TI Inside e Executivos Financeiros.

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MarTech: por que os profissionais de marketing precisam estar preparados para essa tendência

Por Luiz Alberto Ferla

A tecnologia tem provocado o que muitos chamam de revolução digital. Na prática, ela tem transformado os modelos tradicionais de negócios e a forma das empresas e pessoas se relacionarem. Para a área de marketing, há um consenso que essa transformação de cenário passa, necessariamente, pelo uso de tecnologias que tornem as campanhas cada vez mais assertivas e eficientes para conquistar e fidelizar clientes.

No Brasil, mais de 90% dos profissionais de marketing concordam (total ou parcialmente) que o uso da tecnologia representa uma estratégia fundamental para criar campanhas voltadas a conquistar os consumidores do século 21, de acordo com uma recente pesquisa sobre MarTech (Marketing Technology), publicada pelo DOT digital group.

O mesmo estudo mostra, no entanto, que apenas 25% dos profissionais de marketing conhecem o conceito de MarTech – o qual prevê o uso de tecnologia associada à análise de grandes volumes de dados para criar campanhas mais adequadas e customizadas ao público-alvo. Estes dados mostram que 75% dos marqueteiros brasileiros precisam preparar-se para essa tendência, se quiserem permanecer no mercado em médio e longo prazos.

Dados fiéis, micro segmentados e dirigidos

O grande diferencial de MarTech, em relação às ferramentas tradicionais de marketing está na possibilidade de criar campanhas baseadas em dados fiéis, micro segmentados e dirigidos, gerando assim resultados mais assertivos e com investimento menor. A análise de grandes volumes de dados permite ainda medir, mensurar e realizar ajustes constantes, mesmo quando a campanha já está no ar. Ou seja, a medição da assertividade ocorre em tempo real, por meio de ferramentas de performance que possibilitam antecipar ou até mesmo mudar a estratégia em curso, dependendo dos efeitos alcançados.

Em países como Europa e Estados Unidos, o conceito de MarTech já está bastante difundido e as expectativas são de que, ao longo de 2017, um número crescente de empresas no Brasil deve aderir ao modelo. O que passa pela necessidade de profissionais cada vez mais capacitados.

Na prática, os profissionais de Marketing que conhecerem a fundo as ferramentas de MarTech tendem a ganhar uma vantagem competitiva de mercado e serem cada vez mais valorizados pelas organizações. E você, está preparado para incorporar MarTech ao seu cotidiano?

Luiz Alberto Ferla é CEO do DOT digital group

Este artigo foi publicado pelo portal PropMark.

 

 

 

 

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