A SocialBase tinha um problema. Isso mesmo, eu escrevi TINHA. Mas antes de pular para o final feliz, vamos conhecer um pouco desta história.

A SocialBase desenvolve redes sociais corporativas, uma evolução da intranet. Projetada especialmente para o ambiente corporativo, a plataforma integra colaboradores e empresa através de uma rede social semelhante ao Facebook. Na plataforma cada colaborador vira um usuário, e passa a administrar um perfil com seus dados pessoais e profissionais.

O objetivo é desburocratizar processos internos, mapear competências, atuação profissional e desempenho, gerar colaboração, engajamento e motivar a inovaçao. Tudo sustentado em uma plataforma onde é possível medir performance e avaliar resultados. Com tudo isso no alvo, o dia a dia através de uma rede social fica mais leve e, na maioria dos casos, obtém grande audiência e participação.

Até aqui tudo muito legal, tudo muito bacana, afinal, quem não gostaria de ter a permissão para usar uma rede social em horário de trabalho?
O exercício de postar conteúdos interessantes, compartilhar conhecimento e interagir faz parte da
necessidade humana de interação social.

Acontece que em um ambiente corporativo é comum que as pessoas tenham certos cuidados ao expor opinião, prática que normalmente não acontece em redes abertas onde cada pensamento, click e passo é compartilhado e curtido por milhares de pessoas. Há também quem acredite que esta prática seja mal vista pela empresa, que pode pensar que o colaborador ao invés de trabalhar está “matando tempo”. E com estas barreiras a SocialBase sentiu a necessidade de uma estratégia que estimulasse comportamentos, gerasse audiência e trouxesse resultado para a empresa.

Radamés MartiniCEO da SocialBase

Eles precisavam de gamification

Radamés já tinha ouvido falar em gamification, e contou que procurou serviços internacionais inicialmente, mas foi em uma empresa brasileira que teve certeza de que estava no caminho certo.

Quando eu fui até o Vale do Silício, eu conversei com alguns CEOs de empresas que desenvolvem plataformas de gamification. Nessas conversas surgiram várias ideias e também muitas questões.

Eu sabia que devia procurar uma empresa com knowhow em psicologia comportamental. Por que esta é a chave da gamificação: as pessoas, os relacionamentos.

Foi aí que encontrei a TechFront. Que além de ter uma excelente plataforma de gamification, trouxe o conhecimento comportamental que motiva as pessoas e, consequentemente, gera resultados para as empresas onde trabalham.

(Radamés Martini - CEO da SocialBase).

Especialista em gamification e games corporativos, a TechFront identificou a melhor forma de aumentar a utilização da ferramenta através do conhecimento em psicologia comportamental.

Um dos grandes triunfos desta metodologia é ela se apresentar como uma maneira eficiente de interagir com a geração Y no ambiente corporativo, pois eles estão acostumados a adotar processos que lembram jogos no dia a dia.

Cesar BarbadoGerente de Gamification e Games da TechFront

Todas as pessoas gostam de feedback positivo, de saber do seu progresso pessoal e de ser recompensado. Nós descobrimos a melhor forma de dar isso aos colaboradores de forma visual e divertida. Através de um leaderbord que informa sempre o desempenho em forma de pontos, oferecemos reconhecimento imediato e um feedback constante.

(Cesar Barbado - Gerente de Gamification e Games).

Técnicas gamificadas podem ajudar justamente em áreas onde a maioria das organizações ainda possui dificuldades: engajamento e adesão. Neste processo é primordial que a adesão dos colaboradores seja voluntária, o que exige um projeto atraente e, se ele realmente for, vai gerar engajamento.

Foi o que aconteceu com as empresas que utilizam o SocialBase: as “regras do jogo” foram mostradas aos funcionários, sem que isso virasse uma tarefa tediosa ou até mesmo um comando superior.

E, através de um ambiente descontraído e amigável, mas ao mesmo tempo formal e competitivo, colaboradores perceberam que era possível ganhar visibilidade, conhecer pessoas, interagir e estar por dentro dos acontecimentos da empresa.

Resultados:
O que isso significa no trabalho?

Compreender o conhecimento dos colaboradores é crucial para utilizar toda a capacidade de uma empresa, montar equipes e executar metas.

Sistemas que permitem a um funcionário ganhar recompensas através da demonstração de habilidades, e validar as competências e habilidades dos outros geram união e conhecimento. É claro que a linguagem e conceitos de jogos têm muito a oferecer para empresas, mas procurar envolver e não apenas motivar os funcionários, promete ser a revolução no mundo corporativo.

Referências:
www.dotgroup.com.br/techfront