Inteligência Digital nas Campanhas Eleitorais

Por Luiz Alberto Ferla*

A internet revolucionou a comunicação política. A somatória das novas tecnologias à digitalização da informação e dos cadastros, essenciais em um mundo cada vez mais digital, criou um novo mercado. Mesmo com essas novas ferramentas, entretanto, é preciso inteligência para tirar o jogo do zero a zero. A comunicação digital só tem sucesso quando consegue, por meio do cruzamento de informações, determinar não só os desejos das pessoas, mas também as necessidades individuais.

Internet rápida, dispositivos acessíveis e crianças expostas à tecnologia cada vez mais cedo quebraram o obstáculo da distância. Hoje se fala com qualquer pessoa, independentemente de sua localização, de forma instantânea e a custo baixíssimo.

A integração social digital é vertical e horizontal. Foi-se o tempo em que a sociedade consumia informação top down. Hoje o relacionamento é essencial e o consumidor de um produto, ou eleitor em uma campanha, quer ser visto e ouvido.

Graças às tecnologias de Big Data, é possível criar estratégias que cruzem as informações das pessoas com seus desejos, ligando eleitor e demanda. A informação segmentada facilita a tomada de decisão e a personalização do discurso. Detectar comportamentos recorrentes nos internautas e adaptar o conteúdo e a linguagem é essencial para trabalhar na compreensão da informação, para evitar desperdícios de recursos e prejuízos de imagem e financeiros.

Uma campanha eleitoral não pode mais se valer apenas de televisão, panfletos e caminhadas. Redes sociais e websites também já se tornaram o padrão, todos têm e quase sem diferenciais. Assim como uma empresa deve procurar fatias de mercado inexploradas, um candidato deve se comunicar em formatos nos quais seus adversários não estão, ou se estão, fazê-lo de maneira que sua mensagem seja entregue mais rápido, com maior precisão e de forma mais personalizada. Hoje isso é possível por meio do SMS e do WhatsApp, rede social que mais cresce no Brasil.

Posicionamento é a tática que ganha batalhas. A construção do discurso de posicionamento é a estratégia que gera empatia. Entregar o discurso para o público certo, de forma ágil e personalizada, é a Inteligência.

Esta estratégia digital contém cinco premissas, nesta ordem:

1) Integridade dos dados e da mensagem são essenciais. O uso de dados minerados adequadamente está intimamente ligado à sinceridade da mensagem.

2) Análise de identidade, objetivos, mensagem e finalidade. Essa autopercepção permite determinar parâmetros para a segmentação que vão além da demografia.

3) Inteligência emocional sobre o comportamento dos internautas, apoiadores e adversários. A chave é mapear a convergência de ideias e vácuos na presença.

4) Planejar a estratégia completa. Um analista político capaz de mapear a conjuntura e antecipar cenários, inclusive possíveis crises, é essencial para o sucesso.

5) A estratégia se retroalimenta da operação. A estratégia deve ser sempre reajustada mediante avaliação dos resultados.

Medir e classificar o que as pessoas falam nas redes sociais é parte da operação. O que não pode ser medido e quantificado não pode ser analisado: isso é o monitoramento. O sentimento expressado pelos internautas tem impacto direto na imagem dos políticos e na avaliação de sua presença, e sua mensuração permite a antecipação de crises, tão comuns em campanhas eleitorais. Essa é uma das razões pela qual não é possível ignorar os relatórios de inteligência. Na política, uma coisa pode ser pior do que não ter um serviço de Inteligência: é ter e não usar.

Segundo o historiador israelense Yuval Noah Harari, autor de Sapiens e Homo Deus, os seres humanos aprenderão nas próximas gerações como construir cérebros e mentes, por meio da tecnologia. Os dados serão os principais produtos da economia no próximo século e os que fundamentam a informação e o conhecimento são e serão os mais importantes ativos do mundo.

Eleição é voto e voto é confiança. O eleitor “paga” adiantado por algo que acredita que irá receber. Confiança é tão somente trocar o presente pelo futuro, portanto, eleição é tratar do futuro.

Cabe ressaltar que todas essas ações possuem impacto duradouro quando trabalhadas, também, no período pós-eleitoral. Ao decidir não abandonar o legado adquirido durante a campanha e seguir usando a estratégia e os recursos tecnológicos para manter estreito o relacionamento com o público, os ganhos de imagem serão ampliados. O eleitor fidelizado sente-se parte do “time virtual” conquistado e forjado com base na confiança. Ele passa a defender o mandato do seu “eleito” como se dele fosse.

Nada mais coerente, então, que usar por meio de estratégias de Inteligência Digital, o grande ativo do futuro, os dados, para ser eleito no presente e um bom representante no futuro.

 

*Luiz Alberto Ferla é CEO e fundador do DOT digital group. Grupo especializado em EdTech (Education Technology) e MarTech (Marketing Technology).

 

 

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Educação que move o mundo

Por Luiz Alberto Ferla

A educação traz significado e expande os limites físicos das nossas experiências. É o que transforma em realidade os sonhos das crianças e os anseios dos adultos. Mais do que uma visão poética, a transferência de conhecimento diminui a pobreza e as desigualdades. Somente a educação pode trazer as mudanças que queremos para a nossa vida e para o mundo.

Aliar a tecnologia aos processos educacionais já não é uma aplicação do futuro. A diferença que um dispositivo eletrônico e o acesso à internet podem proporcionar às pessoas é maior do que indicadores de produtividade. Pessoas com níveis maiores de educação têm mais empregabilidade, mais oportunidades na carreira e têm menos influências negativas ao seu redor. Ao contrário, influenciam positivamente os que as cercam.

Romper com o padrão de que apenas poucos detêm o conhecimento é uma das maiores vantagens de aliar a tecnologia à educação. A figura do professor mudou e agora ele é um facilitador da jornada de aprendizagem, ao tempo em que adquire novos conceitos com seus alunos, presencial ou remotamente. A revolução educacional já começou.

Nossa especialidade é a educação digital

Há 22 anos unimos a tecnologia às estratégias de ensino. Sim, estamos na vanguarda e temos muito orgulho de cada etapa que vivemos. O DOT digital group mudou, se reinventou e cresce buscando aqueles que acreditam na educação. E a mudança que acontece na sociedade quando todos se envolvem nesse processo é o combustível que nos move a procurar sempre as melhores soluções para nossos clientes e parceiros.

 

Luiz Alberto Ferla é CEO e Fundador do DOT digital group

 

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Um LMS inteligente pode expandir a educação corporativa

[LMS] A educação, utilizando tecnologias digitais, ganha importância nas organizações e é vista como essencial para a competitividade. Reconhecer que se deve estimular a capacitação continuada dos colaboradores é apenas uma das fases da mudança de cultura das organizações, que vêm cada vez mais participando deste movimento, com a criação de áreas específicas para educação, desenvolvimento e treinamento.

Os benefícios da educação corporativa são muitos e as estratégias são diversas, mas chamo a atenção especificamente para a escolha da plataforma tecnológica de educação: o Learning Management System (LMS).

Ao utilizar um LMS, você opta por uma plataforma que pode unificar várias soluções educacionais em um único sistema e de forma escalada. Ao utilizar um LMS inteligente, é possível estabelecer regras, indicar conteúdos e progressão de desempenho, promover engajamento e mensurar resultados, considerando cada colaborador, tanto em relação às suas necessidades individuais quanto às metas estabelecidas.

Não tem segredo, o LMS é uma ferramenta essencial no projeto educacional. Ele vai guiar os colaboradores para mudanças de procedimentos, novas competências e mergulhar na cultura organizacional, tudo de forma segura e confidencial.”

A conectividade reduz custos

Uma das tendências que deve fazer parte dos projetos corporativos é a criação de cursos de curta duração totalmente online, deixando para trás programas e treinamentos que antes duravam  vários dias.

Outra tendência em corporações de sucesso é que a capacitação profissional tenha impacto direto na avaliação de desempenho, definindo até mesmo bonificação e alocação de projetos [1], informações estas que somente uma plataforma inteligente pode proporcionar.

A educação corporativa coloca os colaboradores e, consequentemente, o negócio em posição privilegiada diante dos concorrentes, pois já treinaram diversas possibilidades de cenários em um ambiente seguro para experimentação. Especialmente em corporações que possuem sedes espalhadas pelo país ou ao redor do mundo, o treinamento a distância se torna a principal estratégia em gestão de pessoas, equalizando gaps tanto de aprendizagem quanto de cultura.

Proporcionar educação continuada é um processo de muitas etapas, que pode ser simplificado com o investimento em um LMS inteligente. O DOT digital group desenvolveu o StudiOn, um moderno e avançado LMS, armazenado em nuvem, com estrutura de alta capacidade e suporte a arquivos em qualquer formato, ampliando a experiência dos usuários. Oferecer um ambiente de aprendizagem customizado de acordo com a sua estratégia traz valor à sua empresa.

As corporações mais lembradas são as que oferecem soluções práticas e mensuráveis. Preparar sua equipe para atuar nesse cenário transforma sua empresa em referência de negócios e faz com que ela seja, agora, uma empresa do futuro.

O StudiOn pode ter a cara da sua empresa. Pense nisso e fale com nossos especialistas!

 

Luiz Alberto Ferla é CEO e fundador do DOT digital group.

 

 

1 – Disponível em:  <https://www.valor.com.br/carreira/4852736/capacitacao-impacta-ate-avaliacao-final>. Acesso em: 17 jul. 2018.

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A sua empresa está preparada para o dia 25 de maio de 2018?

Por Luiz Alberto Ferla

Alguns de vocês já devem ter percebido que os serviços que utilizamos na internet estão atualizando os termos de uso. Google, Facebook e Twitter são apenas alguns deles, mas as mudanças atingem praticamente todas as plataformas de comunicação e têm a ver com a maneira como os dados coletados são trabalhados.

A nova legislação europeia, chamada Regulação Geral de Proteção de Dados (General Data Protection Regulation – GDPR) [1], prevê a maneira como as empresas de tecnologia devem tratar os dados obtidos por meio da utilização dos seus produtos e serviços e busca contribuir para um bom funcionamento do direito à privacidade das pessoas numa sociedade cada vez mais globalizada e alimentada pela internet.

Com 87 milhões de dados vazados dos usuários e um depoimento altamente debatido de Mark Zuckerberg, CEO do Facebook, no Senado Americano [2], colocou-se em evidência as atuais leis de proteção de dados na internet e qual o verdadeiro papel das grandes empresas na proteção dos dados de seus usuários.

Efeito global

A regulação terá um efeito global, uma vez que ela se aplica a entidades que processam dados pessoais, mesmo quando o tratamento se dá fora da limitação geográfica da União Europeia.

Não é novidade que os países tentem regulamentar essa utilização. A grande diferença que deixou muitas empresas em polvorosa é a clareza com que as regras foram expostas, bem como as penalidades.

Uma das maiores mudanças é referente à abrangência da lei. Se a empresa coletar dados de cidadãos da União Europeia, não importa onde esteja o cidadão ou a sede da empresa, deve respeitar essa regulamentação. As violações geram multas de 4% do faturamento ou US$ 20 milhões, o que for mais alto.

Contexto Brasil

Fica clara a importância de existir uma política forte de proteção das informações para todas as empresas, não importa o tamanho. O Brasil ainda não tem leis que regulamentam e impedem o tratamento abusivo das informações dos usuários e isso pode ser um impeditivo no crescimento do mercado tecnológico de banco de dados.

As empresas brasileiras que tratam e transferem dados relativos a usuários sob jurisdição da União Europeia devem se adequar a essa legislação. Apesar da existência dessas regras na legislação atual, é inquestionável que a lei geral tenha efeitos relevantes no Brasil. Por isso, a criação de uma lei especializada e de agentes fiscalizadores é primordial.

Se o Brasil ou os Estados Unidos vão seguir influenciados pelo modelo de regulação de dados europeu, ainda temos que aguardar os próximos passos, o que podemos afirmar é que este debate vai ter reflexos no mundo inteiro.

A nova lei já entra em vigor a partir de 25 de maio de 2018, mas muitas empresas já se adiantaram e atualizaram seus termos de uso.

*Luiz Alberto Ferla é CEO e fundador do DOT digital group.

Este artigo foi publicado pelo portal TI Inside

 

Refs

1 – https://ec.europa.eu/info/law/law-topic/data-protection_en

2  https://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/tecnologia/2018/03/19/interna_tecnologia,667192/facebook-abalado-por-escandalo-de-vazamento-de-dados-pessoais.shtml

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Opinião | EdTech: todos têm uma maneira de aprender; nós temos um jeito de fazer

Por Luiz Alberto Ferla*

É um caminho sem volta! Investir em tecnologias para educação e treinamento, em sintonia com as necessidades do negócio, atingiu status estratégico dentro das organizações e criou uma convergência da qual as empresas não querem e não podem abrir mão. O risco é claro: ficar defasada em relação à concorrência e perder competitividade.

A palavra “resultado” invadiu muitas empresas e tem se tornado prioridade na agenda de profissionais de RH e CEOs, que já perceberam que não dá para ser eficiente operando da mesma forma em um mundo cada vez mais competitivo e conectado. Entre uma constatação e outra, posso afirmar que observo dois cenários: empresas que planejam e querem ser competitivas no futuro e empresas que não veem motivos para investir numa prática que é conhecida de todos – educar.

Educar, capacitar, treinar e engajar não são novidades de mercado, mas atividades essenciais para a competitividade. Entender as gerações, saber quais são as estratégias ideais, reter e capacitar o seu time devem ser práticas comuns. Tais ações devem fazer parte do dia a dia, estar previstas no planejamento e motivar conversas de corredor entre os colaboradores. Sim, investir no colaborador é mais do que trazer para a empresa uma nova perspectiva comercial; é acreditar em quem trabalha e traz resultados concretos para o crescimento empresarial.

Filosofia

É a educação que cumpre, de maneira mais eficaz, a função de passar adiante a filosofia da instituição e atinge não apenas os colaboradores, mas todos os envolvidos em algum momento das atividades.

No DOT digital group, nós atendemos clientes que atuam na educação formal, na educação corporativa e em cursos livres. Todos nos procuraram com uma crença: a educação pode ser transformadora. Sim, ela é. Essa é a resposta que nossos resultados demonstram.

Quem somos?

Somos o DOT digital group, um grupo empresarial que há mais de 20 anos acredita que não existem limites de tempo ou de espaço para a educação e a formação das pessoas.

Uma das grandes razões para revelarmos “O jeito DOT de fazer EdTech para todos é a certeza de que disseminar uma cultura é mais do que embarcar numa tendência; é estar atento a ela, mas nunca abandonar a sua real essência.

Conheça o jeito DOT de fazer EdTech e fale com a gente sobre o seu projeto de capacitação e treinamento! Com certeza poderemos ajudar a gerar mais resultados.

 

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Luiz Alberto Ferla é CEO do DOT digital group, grupo brasileiro especializado na oferta de soluções para EdTech e MarTech.

 

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Opinião | Gamification: a estratégia que se consolida no meio corporativo

Sim, você já deve ter lido ou ouvido falar nesta estratégia. “Gamification” tornou-se uma palavra repetida no meio corporativo há cerca de 5 anos. Foi quando as organizações, massivamente, aderiram ao uso de técnicas de engajamento comuns em games para encantar e reter seus consumidores. Mas a palavra “gamification” já havia sido utilizada em 2002, por Nick Pelling, um jornalista britânico que cobria Marketing Digital. Portanto, Gamification já tem 15 anos de história.

E agora, em 2017, qual o estágio dessa tendência? Dá sinais de maturidade? Ou decadência?

Uma rápida busca no Google Trends mostra que, desde 2012, as buscas pelo termo “gamification” continuam aumentando:

 

Previsões de que a Gamification se tornaria parte do senso comum em projetos digitais se concretizaram. Gamification é vista, hoje, como indispensável na caixa de ferramentas de boa parte das grandes empresas. Agências de publicidade já falam em usar pontos e prêmios em portais, dentre outras táticas de gamification, sem tratar isso como um processo especial.

No entanto, com o tempo houve um filtro seletivo. Em 2017, já não é mais qualquer estratégia de Gamification que desperta interesse, mas sim aquelas que apresentam melhores resultados. As organizações aprenderam com cases que protagonizaram ou observaram.

Muitos mitos sobre Gamification foram desbancados e emergiram melhores práticas, dentre elas:

1. O entendimento de que gamificar não é apenas colocar pontuações, medalhas e rankings ou usar uma estratégia de Gamification pré-pronta. Sabemos que uma estratégia efetiva de Gamification demanda entender a fundo as motivações dos usuários antes de conceber uma mecânica de incentivos.

2. A utilização de plataformas tecnológicas para redução de custos na implementação e na fase operação.

3. A integração inevitável da Gamification com novas tecnologias, como a Realidade Aumentada e a Realidade Virtual. Tema ainda muito novo no Brasil, mas que já chama a atenção dos mercados educacionais, de treinamento e de marketing.

E é nesse contexto que o DOT digital group apresenta seu e-book Gamification, Como engajar o seu público interno e externo e otimizar os resultados. No material procuramos apresentar como o DOT digital group aborda a Gamification, baseado tanto em seus cases de sucesso quanto na fundamentação teórico-metodológica que contribuiu para a delimitação de nosso processo de trabalho.

Boa leitura!

 

Luiz Alberto Ferla é CEO do DOT digital group, grupo brasileiro especializado na oferta de soluções para EdTech e MarTech.

 

 

7 benefícios da capacitação online

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Opinião | Gamification: a estratégia que se consolida no meio corporativo

Por Luiz Alberto Ferla*

Sim, você já deve ter lido ou ouvido falar nesta estratégia. “Gamification” tornou-se uma palavra repetida no meio corporativo há cerca de 5 anos. Foi quando as organizações, massivamente, aderiram ao uso de técnicas de engajamento comuns em games para encantar e reter seus consumidores. Mas a palavra “gamification” já havia sido utilizada em 2002, por Nick Pelling, um jornalista britânico que cobria Marketing Digital. Portanto, Gamification já tem 15 anos de história.

E agora, em 2017, qual o estágio dessa tendência? Dá sinais de maturidade? Ou decadência?

Uma rápida busca no Google Trends mostra que, desde 2012, as buscas pelo termo “gamification” continuam aumentando:

Previsões de que a Gamification se tornaria parte do senso comum em projetos digitais se concretizaram. Gamification é vista, hoje, como indispensável na caixa de ferramentas de boa parte das grandes empresas. Agências de publicidade já falam em usar pontos e prêmios em portais, dentre outras táticas de gamification, sem tratar isso como um processo especial.

No entanto, com o tempo houve um filtro seletivo. Em 2017, já não é mais qualquer estratégia de Gamification que desperta interesse, mas sim aquelas que apresentam melhores resultados. As organizações aprenderam com cases que protagonizaram ou observaram. Muitos mitos sobre Gamification foram desbancados e emergiram melhores práticas, dentre elas:

1. O entendimento de que gamificar não é apenas colocar pontuações, medalhas e rankings ou usar uma estratégia de Gamification pré-pronta. Sabemos que uma estratégia efetiva de Gamification demanda entender a fundo as motivações dos usuários antes de conceber uma mecânica de incentivos.

2. A utilização de plataformas tecnológicas para redução de custos na implementação e na fase operação.

3. A integração inevitável da Gamification com novas tecnologias, como a Realidade Aumentada e a Realidade Virtual. Tema ainda muito novo no Brasil, mas que já chama a atenção dos mercados educacionais, de treinamento e de marketing.

E é nesse contexto que o DOT digital group apresenta seu ebook Gamification, Como engajar o seu público interno e externo e otimizar os resultados. No material procuramos apresentar como o DOT digital group aborda a Gamification, baseado tanto em seus cases de sucesso quanto na fundamentação teórico-metodológica que contribuiu para a delimitação de nosso processo de trabalho.

Boa leitura!

 

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Luiz Alberto Ferla é CEO do DOT digital group, grupo brasileiro especializado na oferta de soluções para EdTech e MarTech.

 

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Opinião | EdTech e a revolução para o setor de educação

Luiz Alberto Ferla*

Caminhamos para um estilo de vida on demand. Já podemos dizer que somos uma nação de nativos da era digital, na qual as pessoas veem como essência da vida a relação com o universo digital e é possível buscar opções de serviços quando, como e de onde elas quiserem.

É provável que, no futuro, poucas ofertas não sigam esse modelo sob demanda. Um setor que tem demonstrado um crescimento exponencial nesse sentido é o mercado de educação e capacitação online, por conta do rápido avanço das tecnologias utilizadas para gerar a melhor experiência e interação nos cursos, onde o aluno estiver.

Para 2017, podemos esperar uma oferta cada vez maior de conteúdos que podem ser consumidos de forma rápida, simples e pessoal por meio de EdTech – Education Technology (em português, Tecnologia para Educação). EdTech é a unificação das últimas tendências tecnológicas para criar um processo de educação online mais dinâmico, atrativo e efetivo.

Entre essas tecnologias temos bons exemplos, que vêm ganhando espaço quando se pensa em estratégias para a educação online:

Realidade virtual: solução inovadora que funciona como um convite à imersão em um ambiente virtual.

Realidade aumentada: permite a geração da realidade física por meio de dispositivos que processam e exibem as informações.

Gamification: componente importante para garantir o engajamento, estimulando comportamentos estratégicos e pré-mapeados com o objetivo de alcançar resultados em curto e médio prazos.

Big Data e Learning Analytics: quando aliadas, podem mapear novos tipos de aprendizagem e ajudar a identificar os materiais mais adequados às necessidades de capacitação.

Internet das Coisas: objetos e dispositivos que se conectam para coletar e trocar dados pela Internet.

Futuro

Todos os esforços de tecnologia voltados para a educação poderão revolucionar o setor. De acordo com o futurista do DaVinci Institute, Thomas Frey, até 2030 as maiores empresas na Internet serão empresas educacionais das quais ainda não ouvimos falar. A visão dele para 2030 é de que haverá cursos online de forma massiva. Só que, ao invés de instrutores humanos, eles serão robôs bastante inteligentes, que irão personalizar os planos de aula para cada aluno. Essa customização das aulas permitirá que os alunos aprendam de forma muito mais rápida do que se tivessem que competir com outros 19 alunos pela atenção do professor.

Diante desse cenário, é provável que o uso de tecnologia para a educação se torne cada vez mais relevante, com modelos de treinamento atrativos, que gerem engajamento, maior desempenho e satisfação. Inclusive, já é possível prever o interesse de empresas privadas nessa tecnologia, mas também dos governos interessados em melhorar os níveis de educação em seus países.

Afinal, além da absorção do conteúdo em si, é possível notar que o bom uso da tecnologia na educação e na capacitação aumenta a captação de alunos, reduzindo a evasão dos cursos online e incrementado os índices de satisfação e de qualidade das iniciativas.

Para os próximos anos, podemos aguardar uma verdadeira revolução no setor, uma vez que muitas instituições já se preocupam com o processo de ponta a ponta, aplicando ao sistema o que há de mais moderno em tecnologia. No centro dessa revolução, é certo que teremos EdTech.

 

Luiz Alberto Ferla é CEO do DOT digital group, grupo brasileiro especializado na oferta de soluções para EdTech e MarTech.

 

 

Este artigo foi publicado também no portal Administradores, OverBr e Minuto Tech.

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Opinião | Mobile learning e a capacitação em larga escala

*Por Luiz Alberto Ferla

Crescer e investir em época de crise é um exercício de criatividade. É preciso muita disposição para vencer os desafios que o mercado impõe. Mas, são nesses momentos que muitas ideias são colocadas em prática.

Diz o senso comum que o brasileiro é um empreendedor nato e os números da Associação Brasileira de Franquias confirmam. Apenas no primeiro trimestre de 2017, o segmento movimentou R$ 36.890 bi. Não é de se estranhar, afinal, é muito mais seguro investir em um modelo de negócio já testado e com marca reconhecida.

As franquias podem se valer das tecnologias para a educação e do treinamento a distância para preparar os franqueados e diminuir os custos de implantação para reforçar a padronização dos serviços e melhorar o atendimento. Ter uma estrutura de treinamento com suporte constante, que permita a continuidade do processo de aprendizagem, faz com que a possibilidade de sucesso aumente, o que é bom para todos.

Uma das maiores vantagens da educação a distância para esse setor, além da redução de custos, é a agilidade e a possibilidade de operar em larga escala. Os modelos de capacitação e treinamento podem ser desenvolvidos 100% mobile. Não estamos falando de transpor um conteúdo para a tela do smartphone, e sim pensar mobile desde a criação, roteirização, edição e inserção de novos módulos em programas de capacitação em curso e no desenvolvimento de aplicativos. Tudo pode acontecer em tempo real, promovendo o acesso ao conteúdo e a rápida capacitação.

Outro diferencial que a tecnologia para a educação propõe é a gerência total sobre os processos de treinamento, podendo mensurar resultados diários e conduzir a equipe para o sucesso. Existe também a possibilidade de agregar ferramentas de autoavaliação, onde cada um pode gerenciar o próprio desenvolvimento e definir seus objetivos.

Mobilidade

Uma realidade que joga a favor é a adesão aos smartphones. No Brasil, segundo o IBGE, a grande maioria dos brasileiros que possuem acesso à internet, o fazem por smartphones. Isso faz com que a estratégia de mobile learning seja aplicada com sucesso – confira dados deste mercado aqui.

Num mundo em que o conhecimento é compartilhado e novas teorias são colocadas à prova diariamente, um ambiente de aprendizagem 100% mobile pode criar uma comunidade totalmente focada no êxito de uma marca. O engajamento dos franqueados de diferentes localidades na resolução dos problemas comuns e na construção do sucesso coletivo é um diferencial que a educação a distância pode oferecer.

Tecnologia para a educação e treinamento

A EdTech (Education Technology) oferece muitas possibilidades que são 100% escaláveis dentro de projetos de capacitação e treinamento. Para esse segmento, a utilização de vídeos curtos, jogos/quizzes, gamification, realidade aumentada e virtual é uma estratégia para capacitar de maneira efetiva, investindo em ações compatíveis com o público-alvo que é adepto à era mobile e não tem tempo a perder.

Luiz Alberto Ferla é CEO do DOT digital group, grupo brasileiro especializado na oferta de soluções para EdTech e MarTeh.

 

 

 

 

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MarTech: por que os profissionais de Marketing precisam estar preparados

Por Luiz Alberto Ferla*

A tecnologia tem provocado o que muitos chamam de revolução digital. Na prática, ela tem transformado os modelos tradicionais de negócios e a forma das empresas e pessoas se relacionarem. Para a área de marketing, há um consenso que essa transformação de cenário passa, necessariamente, pelo uso de tecnologias que tornem as campanhas cada vez mais assertivas e eficientes para conquistar e fidelizar clientes.

No Brasil, mais de 90% dos profissionais de marketing concordam (total ou parcialmente) que o uso da tecnologia representa uma estratégia fundamental para criar campanhas voltadas a conquistar os consumidores do século 21, de acordo com uma recente pesquisa sobre MarTech (Marketing Technology), publicada pelo DOT digital group.

O mesmo estudo mostra, no entanto, que apenas 25% dos profissionais de marketing conhecem o conceito de MarTech – o qual prevê o uso de tecnologia associada à análise de grandes volumes de dados para criar campanhas mais adequadas e customizadas ao público-alvo. Estes dados mostram que 75% dos marqueteiros brasileiros precisam preparar-se para essa tendência, se quiserem permanecer no mercado em médio e longo prazos.

O grande diferencial de MarTech, em relação às ferramentas tradicionais de marketing está na possibilidade de criar campanhas baseadas em dados fiéis, micro segmentados e dirigidos, gerando assim resultados mais assertivos e com investimento menor. A análise de grandes volumes de dados permite ainda medir, mensurar e realizar ajustes constantes, mesmo quando a campanha já está no ar. Ou seja, a medição da assertividade ocorre em tempo real, por meio de ferramentas de performance que possibilitam antecipar ou até mesmo mudar a estratégia em curso, dependendo dos efeitos alcançados.

Em países como Europa e Estados Unidos, o conceito de MarTech já está bastante difundido e as expectativas são de que, ao longo de 2017, um número crescente de empresas no Brasil deve aderir ao modelo. O que passa pela necessidade de profissionais cada vez mais capacitados.

Na prática, os profissionais de Marketing que conhecerem a fundo as ferramentas de MarTech tendem a ganhar uma vantagem competitiva de mercado e serem cada vez mais valorizados pelas organizações.

E você, está preparado para incorporar MarTech ao seu cotidiano?

*Luiz Alberto Ferla é CEO do DOT digital group, empresa brasileira especializada na oferta de soluções digitais para EdTech e MarTech.

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