Opinião | EdTech: todos têm uma maneira de aprender; nós temos um jeito de fazer

Por Luiz Alberto Ferla*

É um caminho sem volta! Investir em tecnologias para educação e treinamento, em sintonia com as necessidades do negócio, atingiu status estratégico dentro das organizações e criou uma convergência da qual as empresas não querem e não podem abrir mão. O risco é claro: ficar defasada em relação à concorrência e perder competitividade.

A palavra “resultado” invadiu muitas empresas e tem se tornado prioridade na agenda de profissionais de RH e CEOs, que já perceberam que não dá para ser eficiente operando da mesma forma em um mundo cada vez mais competitivo e conectado. Entre uma constatação e outra, posso afirmar que observo dois cenários: empresas que planejam e querem ser competitivas no futuro e empresas que não veem motivos para investir numa prática que é conhecida de todos – educar.

Educar, capacitar, treinar e engajar não são novidades de mercado, mas atividades essenciais para a competitividade. Entender as gerações, saber quais são as estratégias ideais, reter e capacitar o seu time devem ser práticas comuns. Tais ações devem fazer parte do dia a dia, estar previstas no planejamento e motivar conversas de corredor entre os colaboradores. Sim, investir no colaborador é mais do que trazer para a empresa uma nova perspectiva comercial; é acreditar em quem trabalha e traz resultados concretos para o crescimento empresarial.

Filosofia

É a educação que cumpre, de maneira mais eficaz, a função de passar adiante a filosofia da instituição e atinge não apenas os colaboradores, mas todos os envolvidos em algum momento das atividades.

No DOT digital group, nós atendemos clientes que atuam na educação formal, na educação corporativa e em cursos livres. Todos nos procuraram com uma crença: a educação pode ser transformadora. Sim, ela é. Essa é a resposta que nossos resultados demonstram.

Quem somos?

Somos o DOT digital group, um grupo empresarial que há mais de 20 anos acredita que não existem limites de tempo ou de espaço para a educação e a formação das pessoas.

Uma das grandes razões para revelarmos “O jeito DOT de fazer EdTech para todos é a certeza de que disseminar uma cultura é mais do que embarcar numa tendência; é estar atento a ela, mas nunca abandonar a sua real essência.

Conheça o jeito DOT de fazer EdTech e fale com a gente sobre o seu projeto de capacitação e treinamento! Com certeza poderemos ajudar a gerar mais resultados.

 

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Luiz Alberto Ferla é CEO do DOT digital group, grupo brasileiro especializado na oferta de soluções para EdTech e MarTech.

 

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Opinião | Gamification: a estratégia que se consolida no meio corporativo

Sim, você já deve ter lido ou ouvido falar nesta estratégia. “Gamification” tornou-se uma palavra repetida no meio corporativo há cerca de 5 anos. Foi quando as organizações, massivamente, aderiram ao uso de técnicas de engajamento comuns em games para encantar e reter seus consumidores. Mas a palavra “gamification” já havia sido utilizada em 2002, por Nick Pelling, um jornalista britânico que cobria Marketing Digital. Portanto, Gamification já tem 15 anos de história.

E agora, em 2017, qual o estágio dessa tendência? Dá sinais de maturidade? Ou decadência?

Uma rápida busca no Google Trends mostra que, desde 2012, as buscas pelo termo “gamification” continuam aumentando:

 

Previsões de que a Gamification se tornaria parte do senso comum em projetos digitais se concretizaram. Gamification é vista, hoje, como indispensável na caixa de ferramentas de boa parte das grandes empresas. Agências de publicidade já falam em usar pontos e prêmios em portais, dentre outras táticas de gamification, sem tratar isso como um processo especial.

No entanto, com o tempo houve um filtro seletivo. Em 2017, já não é mais qualquer estratégia de Gamification que desperta interesse, mas sim aquelas que apresentam melhores resultados. As organizações aprenderam com cases que protagonizaram ou observaram.

Muitos mitos sobre Gamification foram desbancados e emergiram melhores práticas, dentre elas:

1. O entendimento de que gamificar não é apenas colocar pontuações, medalhas e rankings ou usar uma estratégia de Gamification pré-pronta. Sabemos que uma estratégia efetiva de Gamification demanda entender a fundo as motivações dos usuários antes de conceber uma mecânica de incentivos.

2. A utilização de plataformas tecnológicas para redução de custos na implementação e na fase operação.

3. A integração inevitável da Gamification com novas tecnologias, como a Realidade Aumentada e a Realidade Virtual. Tema ainda muito novo no Brasil, mas que já chama a atenção dos mercados educacionais, de treinamento e de marketing.

E é nesse contexto que o DOT digital group apresenta seu e-book Gamification, Como engajar o seu público interno e externo e otimizar os resultados. No material procuramos apresentar como o DOT digital group aborda a Gamification, baseado tanto em seus cases de sucesso quanto na fundamentação teórico-metodológica que contribuiu para a delimitação de nosso processo de trabalho.

Boa leitura!

 

Luiz Alberto Ferla é CEO do DOT digital group, grupo brasileiro especializado na oferta de soluções para EdTech e MarTech.

 

 

7 benefícios da capacitação online

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Opinião | Gamification: a estratégia que se consolida no meio corporativo

Por Luiz Alberto Ferla*

Sim, você já deve ter lido ou ouvido falar nesta estratégia. “Gamification” tornou-se uma palavra repetida no meio corporativo há cerca de 5 anos. Foi quando as organizações, massivamente, aderiram ao uso de técnicas de engajamento comuns em games para encantar e reter seus consumidores. Mas a palavra “gamification” já havia sido utilizada em 2002, por Nick Pelling, um jornalista britânico que cobria Marketing Digital. Portanto, Gamification já tem 15 anos de história.

E agora, em 2017, qual o estágio dessa tendência? Dá sinais de maturidade? Ou decadência?

Uma rápida busca no Google Trends mostra que, desde 2012, as buscas pelo termo “gamification” continuam aumentando:

Previsões de que a Gamification se tornaria parte do senso comum em projetos digitais se concretizaram. Gamification é vista, hoje, como indispensável na caixa de ferramentas de boa parte das grandes empresas. Agências de publicidade já falam em usar pontos e prêmios em portais, dentre outras táticas de gamification, sem tratar isso como um processo especial.

No entanto, com o tempo houve um filtro seletivo. Em 2017, já não é mais qualquer estratégia de Gamification que desperta interesse, mas sim aquelas que apresentam melhores resultados. As organizações aprenderam com cases que protagonizaram ou observaram. Muitos mitos sobre Gamification foram desbancados e emergiram melhores práticas, dentre elas:

1. O entendimento de que gamificar não é apenas colocar pontuações, medalhas e rankings ou usar uma estratégia de Gamification pré-pronta. Sabemos que uma estratégia efetiva de Gamification demanda entender a fundo as motivações dos usuários antes de conceber uma mecânica de incentivos.

2. A utilização de plataformas tecnológicas para redução de custos na implementação e na fase operação.

3. A integração inevitável da Gamification com novas tecnologias, como a Realidade Aumentada e a Realidade Virtual. Tema ainda muito novo no Brasil, mas que já chama a atenção dos mercados educacionais, de treinamento e de marketing.

E é nesse contexto que o DOT digital group apresenta seu ebook Gamification, Como engajar o seu público interno e externo e otimizar os resultados. No material procuramos apresentar como o DOT digital group aborda a Gamification, baseado tanto em seus cases de sucesso quanto na fundamentação teórico-metodológica que contribuiu para a delimitação de nosso processo de trabalho.

Boa leitura!

 

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Luiz Alberto Ferla é CEO do DOT digital group, grupo brasileiro especializado na oferta de soluções para EdTech e MarTech.

 

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Opinião | EdTech e a revolução para o setor de educação

Luiz Alberto Ferla*

Caminhamos para um estilo de vida on demand. Já podemos dizer que somos uma nação de nativos da era digital, na qual as pessoas veem como essência da vida a relação com o universo digital e é possível buscar opções de serviços quando, como e de onde elas quiserem.

É provável que, no futuro, poucas ofertas não sigam esse modelo sob demanda. Um setor que tem demonstrado um crescimento exponencial nesse sentido é o mercado de educação e capacitação online, por conta do rápido avanço das tecnologias utilizadas para gerar a melhor experiência e interação nos cursos, onde o aluno estiver.

Para 2017, podemos esperar uma oferta cada vez maior de conteúdos que podem ser consumidos de forma rápida, simples e pessoal por meio de EdTech – Education Technology (em português, Tecnologia para Educação). EdTech é a unificação das últimas tendências tecnológicas para criar um processo de educação online mais dinâmico, atrativo e efetivo.

Entre essas tecnologias temos bons exemplos, que vêm ganhando espaço quando se pensa em estratégias para a educação online:

Realidade virtual: solução inovadora que funciona como um convite à imersão em um ambiente virtual.

Realidade aumentada: permite a geração da realidade física por meio de dispositivos que processam e exibem as informações.

Gamification: componente importante para garantir o engajamento, estimulando comportamentos estratégicos e pré-mapeados com o objetivo de alcançar resultados em curto e médio prazos.

Big Data e Learning Analytics: quando aliadas, podem mapear novos tipos de aprendizagem e ajudar a identificar os materiais mais adequados às necessidades de capacitação.

Internet das Coisas: objetos e dispositivos que se conectam para coletar e trocar dados pela Internet.

Futuro

Todos os esforços de tecnologia voltados para a educação poderão revolucionar o setor. De acordo com o futurista do DaVinci Institute, Thomas Frey, até 2030 as maiores empresas na Internet serão empresas educacionais das quais ainda não ouvimos falar. A visão dele para 2030 é de que haverá cursos online de forma massiva. Só que, ao invés de instrutores humanos, eles serão robôs bastante inteligentes, que irão personalizar os planos de aula para cada aluno. Essa customização das aulas permitirá que os alunos aprendam de forma muito mais rápida do que se tivessem que competir com outros 19 alunos pela atenção do professor.

Diante desse cenário, é provável que o uso de tecnologia para a educação se torne cada vez mais relevante, com modelos de treinamento atrativos, que gerem engajamento, maior desempenho e satisfação. Inclusive, já é possível prever o interesse de empresas privadas nessa tecnologia, mas também dos governos interessados em melhorar os níveis de educação em seus países.

Afinal, além da absorção do conteúdo em si, é possível notar que o bom uso da tecnologia na educação e na capacitação aumenta a captação de alunos, reduzindo a evasão dos cursos online e incrementado os índices de satisfação e de qualidade das iniciativas.

Para os próximos anos, podemos aguardar uma verdadeira revolução no setor, uma vez que muitas instituições já se preocupam com o processo de ponta a ponta, aplicando ao sistema o que há de mais moderno em tecnologia. No centro dessa revolução, é certo que teremos EdTech.

 

Luiz Alberto Ferla é CEO do DOT digital group, grupo brasileiro especializado na oferta de soluções para EdTech e MarTech.

 

 

Este artigo foi publicado também no portal Administradores, OverBr e Minuto Tech.

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Opinião | Mobile learning e a capacitação em larga escala

*Por Luiz Alberto Ferla

Crescer e investir em época de crise é um exercício de criatividade. É preciso muita disposição para vencer os desafios que o mercado impõe. Mas, são nesses momentos que muitas ideias são colocadas em prática.

Diz o senso comum que o brasileiro é um empreendedor nato e os números da Associação Brasileira de Franquias confirmam. Apenas no primeiro trimestre de 2017, o segmento movimentou R$ 36.890 bi. Não é de se estranhar, afinal, é muito mais seguro investir em um modelo de negócio já testado e com marca reconhecida.

As franquias podem se valer das tecnologias para a educação e do treinamento a distância para preparar os franqueados e diminuir os custos de implantação para reforçar a padronização dos serviços e melhorar o atendimento. Ter uma estrutura de treinamento com suporte constante, que permita a continuidade do processo de aprendizagem, faz com que a possibilidade de sucesso aumente, o que é bom para todos.

Uma das maiores vantagens da educação a distância para esse setor, além da redução de custos, é a agilidade e a possibilidade de operar em larga escala. Os modelos de capacitação e treinamento podem ser desenvolvidos 100% mobile. Não estamos falando de transpor um conteúdo para a tela do smartphone, e sim pensar mobile desde a criação, roteirização, edição e inserção de novos módulos em programas de capacitação em curso e no desenvolvimento de aplicativos. Tudo pode acontecer em tempo real, promovendo o acesso ao conteúdo e a rápida capacitação.

Outro diferencial que a tecnologia para a educação propõe é a gerência total sobre os processos de treinamento, podendo mensurar resultados diários e conduzir a equipe para o sucesso. Existe também a possibilidade de agregar ferramentas de autoavaliação, onde cada um pode gerenciar o próprio desenvolvimento e definir seus objetivos.

Mobilidade

Uma realidade que joga a favor é a adesão aos smartphones. No Brasil, segundo o IBGE, a grande maioria dos brasileiros que possuem acesso à internet, o fazem por smartphones. Isso faz com que a estratégia de mobile learning seja aplicada com sucesso – confira dados deste mercado aqui.

Num mundo em que o conhecimento é compartilhado e novas teorias são colocadas à prova diariamente, um ambiente de aprendizagem 100% mobile pode criar uma comunidade totalmente focada no êxito de uma marca. O engajamento dos franqueados de diferentes localidades na resolução dos problemas comuns e na construção do sucesso coletivo é um diferencial que a educação a distância pode oferecer.

Tecnologia para a educação e treinamento

A EdTech (Education Technology) oferece muitas possibilidades que são 100% escaláveis dentro de projetos de capacitação e treinamento. Para esse segmento, a utilização de vídeos curtos, jogos/quizzes, gamification, realidade aumentada e virtual é uma estratégia para capacitar de maneira efetiva, investindo em ações compatíveis com o público-alvo que é adepto à era mobile e não tem tempo a perder.

Luiz Alberto Ferla é CEO do DOT digital group, grupo brasileiro especializado na oferta de soluções para EdTech e MarTeh.

 

 

 

 

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MarTech: por que os profissionais de Marketing precisam estar preparados

Por Luiz Alberto Ferla*

A tecnologia tem provocado o que muitos chamam de revolução digital. Na prática, ela tem transformado os modelos tradicionais de negócios e a forma das empresas e pessoas se relacionarem. Para a área de marketing, há um consenso que essa transformação de cenário passa, necessariamente, pelo uso de tecnologias que tornem as campanhas cada vez mais assertivas e eficientes para conquistar e fidelizar clientes.

No Brasil, mais de 90% dos profissionais de marketing concordam (total ou parcialmente) que o uso da tecnologia representa uma estratégia fundamental para criar campanhas voltadas a conquistar os consumidores do século 21, de acordo com uma recente pesquisa sobre MarTech (Marketing Technology), publicada pelo DOT digital group.

O mesmo estudo mostra, no entanto, que apenas 25% dos profissionais de marketing conhecem o conceito de MarTech – o qual prevê o uso de tecnologia associada à análise de grandes volumes de dados para criar campanhas mais adequadas e customizadas ao público-alvo. Estes dados mostram que 75% dos marqueteiros brasileiros precisam preparar-se para essa tendência, se quiserem permanecer no mercado em médio e longo prazos.

O grande diferencial de MarTech, em relação às ferramentas tradicionais de marketing está na possibilidade de criar campanhas baseadas em dados fiéis, micro segmentados e dirigidos, gerando assim resultados mais assertivos e com investimento menor. A análise de grandes volumes de dados permite ainda medir, mensurar e realizar ajustes constantes, mesmo quando a campanha já está no ar. Ou seja, a medição da assertividade ocorre em tempo real, por meio de ferramentas de performance que possibilitam antecipar ou até mesmo mudar a estratégia em curso, dependendo dos efeitos alcançados.

Em países como Europa e Estados Unidos, o conceito de MarTech já está bastante difundido e as expectativas são de que, ao longo de 2017, um número crescente de empresas no Brasil deve aderir ao modelo. O que passa pela necessidade de profissionais cada vez mais capacitados.

Na prática, os profissionais de Marketing que conhecerem a fundo as ferramentas de MarTech tendem a ganhar uma vantagem competitiva de mercado e serem cada vez mais valorizados pelas organizações.

E você, está preparado para incorporar MarTech ao seu cotidiano?

*Luiz Alberto Ferla é CEO do DOT digital group, empresa brasileira especializada na oferta de soluções digitais para EdTech e MarTech.

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Opinião | Perspectivas do mercado de EdTech no Brasil

Seja para as instituições de ensino ou para empresas atentas à importância de capacitar sua força de trabalho, as estratégias de EdTech tornam-se essenciais para que, de fato, o processo de aprendizagem e treinamento aconteça. Falamos aqui de efetividade, de retorno de investimento!

EdTech não é somente uma tendência de mercado. De acordo com um relatório da EdTechXGlobal, o mercado global de tecnologia da educação deverá crescer 17% ao ano, contabilizando 252 bilhões de dólares até 2020. Este montante não demonstra apenas o poder de um setor, mas sim um passo significativo na mudança cultural de toda uma indústria.

O grande diferencial da aplicação da tecnologia da educação no ambiente corporativo são as possibilidades de aprendizado e de mensuração de resultados. Quem define a estratégia não é mais o professor, é o público. Com EdTech tem-se um vasto leque de opções, entregando mais resultados concretos para as empresas.

A pesquisa divulgada pela consultoria Deloitte mostra a importância destas tecnologias na educação: o número de empresas com equipes dedicadas à educação corporativa aumentou 42% em 2016, em relação ao levantamento feito em 2014.

Já não é possível imaginar a educação sem o uso intensivo da tecnologia.

Ao longo de 20 anos de estrada, nós vivemos essa mudança e exploramos cada aspecto de suas aplicações. Quando um cliente apresenta o seu objetivo, percebemos a importância de tantas possibilidades educacionais que atendam milhares de perfis com o mesmo objetivo: aprender.

Com tantas transformações e boa vivência de mercado, é com satisfação que o DOT digital group apresenta o e-book Perspectivas do mercado de EdTech no Brasil, com análises sobre a evolução, o atual cenário, os desafios e as tendências desse dinâmico contexto de união entre tecnologia e educação.

Boa leitura!

 

Luiz Alberto Ferla é CEO do DOT digital group, grupo brasileiro especializado na oferta de soluções para EdTech e MarTech.

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Opinião | O futuro da educação e os aplicativos móveis

Ligar para pedir delivery de comida, controlar os dispositivos domésticos ou ir à agência bancária para resolver questões relacionadas à conta são apenas alguns dos muitos exemplos de atividades do cotidiano que estão ficando no passado. Com o desenvolvimento e o constante avanço do uso de aplicativos, hoje é possível resolver tudo isso e muito mais pelo smartphone ou tablet.

De olho nesse movimento, empresas têm desenvolvido e aprimorado seus apps buscando a melhor experiência de uso possível para seus consumidores. E este não é um mercado pequeno: somente no Brasil, no segundo trimestre de 2015, o número de brasileiros que usavam smartphone para acessar a Internet já havia ultrapassado 72 milhões de pessoas. Neste cenário, a indústria da educação não fica para trás, já que os aplicativos desenvolvidos para mobile são parte fundamental da estratégia para que os estudantes absorvam os conteúdos de forma simples e rápida, a qualquer momento e de qualquer local.

A EdTech (Education Technology) – unificação das últimas tendências tecnológicas para criar um processo de educação online mais atrativo – tem se mostrado uma aliada essencial para quem quer acompanhar essa revolução que veio com o uso crescente dos aplicativos. Dentro de EdTech, por exemplo, podemos trabalhar com tecnologias de realidade virtual, realidade aumentada, gamification, entre outras. Isso torna o conteúdo de aprendizado mais dinâmico e interessante para os alunos.

Para exemplificar como a EdTech tem estimulado o uso de aplicativos, podemos citar casos em que o setor educacional aplica a gamification com o objetivo de garantir o engajamento e o foco dos estudantes durante o aprendizado. Isso faz com que as pessoas se sintam mais motivadas e confiantes em relação ao entendimento do conteúdo aplicado.

Em um trabalho de sucesso que fizemos recentemente no DOT digital group, conseguimos engajar mais de 5 mil líderes de uma empresa do ramo de energia em um programa de capacitação online com o uso de gamification. O objetivo da estratégia era engajar as pessoas no consumo dos objetos educacionais e na colaboração para a disseminação do conhecimento. O conteúdo tratava de cinco temas distintos e foi apresentado em pequenos módulos de consumo rápido e prático, chamados de microlearning. Nossos analistas de gamification classificaram cada um dos módulos de acordo com o perfil motivacional da audiência e com os temas abordados. Em seguida, foi planejada a jornada do usuário por meio do conteúdo, no qual ele acumulava pontos, medalhas e níveis, à medida em que consumia os objetos educacionais ou interagia com os colegas.

Nessa estratégia, foram criadas seis categorias de pontos e medalhas, uma para cada tema do programa de capacitação e uma para as ações de colaboração. Dessa forma, o usuário tinha autonomia para compor seu próprio currículo e acompanhar seu desempenho dentro do programa, da forma mais adequada ao seu perfil profissional.

O celular não é mais inimigo das salas de aula, podendo ser um importante aliado. As instituições educacionais estão cada vez mais interessadas no desenvolvimento de seus próprios aplicativos móveis personalizados. Afinal, os aplicativos já estão totalmente incorporados em nosso dia a dia, e isso não pode restringir o ambiente de estudo. Quem lançar mão de novas tecnologias e diferenciais para essas aplicações estará engajando uma audiência cada vez mais conectada.

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Luiz Alberto Ferla é CEO do DOT digital group, grupo brasileiro especializado na oferta de soluções para EdTech e MarTech.

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Dia Nacional da Inclusão Digital – O foco são as pessoas

Por Luiz Alberto Ferla

Pensar a inclusão digital apenas como o processo de proporcionar um computador a alguém é diminuir muito as possibilidades que a democratização do acesso à tecnologia tem a oferecer.

A essência da criação da internet, descentralizar as informações, pode ter acontecido para atender a uma necessidade de guerra, mas é o que deu base e sustenta ainda hoje essa ferramenta que modifica diariamente a vida de milhões de pessoas.

Transformação

Sendo uma criação recente da humanidade, que passou muito tempo restrita às comunidades militar e acadêmica, é natural que grande parte da população ainda veja com ressalvas as mudanças que a internet já provocou em nossos comportamentos. Somos a última geração que lembra de como era o mundo “antes da internet” e é um privilégio viver e observar essas transformações, especialmente no dia a dia, no apoio ao trabalho, no crescimento humano e nas aplicações na educação e na saúde.

Não basta, entretanto, acesso à rede e um dispositivo, é preciso ter domínio dessas ferramentas. A internet é apenas um meio para dar voz a quem não teria outra maneira de se expressar e, para oferecer todo o seu potencial e ser realmente livre, precisa atingir a todos, não importa onde estejam.

No DOT digital group nos orgulhamos de fazer parte da pequena parcela da sociedade que tem o DNA da inclusão digital. Pensamos e desenvolvemos soluções de capacitação e inteligência que promovem melhores resultados, que são nossas especialidades. No dia 27 de março, Dia Nacional da Inclusão Digital, podemos lembrar o quanto ainda falta para que os brasileiros estejam, de fato, participando desse ambiente.

A inclusão digital caminha com a inclusão social

Capacitar uma pessoa para que possa aproveitar todas as oportunidades que um computador com acesso à internet tem a oferecer é um privilégio. No futuro, os dispositivos estarão cada vez mais conectados e essa troca constante de informações traz benefícios para toda a sociedade. Pessoas mais bem capacitadas e com mais informação têm condições de exercer melhor a cidadania, de fazer melhores escolhas e construir o país que desejamos.

Como disse o criador da internet, Sir Tim Berners-Lee “a internet não conecta máquinas, conecta pessoas”. A nossa motivação caminha com o mesmo sentimento, promover e conectar pessoas.

Um abraço,

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O Twitter morreu? Pode ser, mas não na política

Por Rodrigo Teixeira

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“Just setting up my twttr”

Esta é a primeira mensagem da ferramenta criada em 2006. O Twitter ganhou notoriedade no Brasil em 2008 durante as eleições municipais, mais especificamente na capital paulista. Até então, a única rede social de fato existente no país era o finado Orkut, criado pelo Google para ser uma plataforma global, mas que foi dominada pelos brasileiros. A chegada do Twitter, famosa pelo dinamismo e velocidade, trouxe ar fresco a atmosfera digital brasileira. Mas isso durou pouco.

Assim como aconteceu com o Orkut, o vírus H1NBrasil atacou o Twitter com apetite voraz. José, Maria, Augusto e até padaria (sem brincadeira) criaram uma conta na rede social do momento. Sem entender para que o Twitter servia, milhões de brasileiros entraram por uma porta dos 140 caracteres para, em seguida, sair pela outra rumo ao Facebook sem sentir saudades.

Passado o oba-oba, o Twitter começou a cumprir sua função inicial, e colocou em contato pessoas interessadas em trocar opinião e, acima de tudo, informação. Além de algumas celebridades, o Twitter é utilizado primariamente por jornalistas, blogueiros e políticos. É ali que os periodistas, sempre restritos à coleira da transmissão da notícia, passaram a vocalizar suas opiniões, a dialogar com a audiência.

Os políticos, por outro lado, encontraram outra finalidade para a plataforma. Ali, sem o filtro da mídia e editores, compartilham agenda, opinião e se comunicam com jornalistas, que consumem os tweets como aspas. Acima de tudo, eles se mantêm em contato o eleitorado. Foi no Twitter que dois fenômenos da direita nasceram: Donald Trump, nos Estados Unidos, e Ronaldo Caiado, na Terra Brasilis.

Twitter – 10 anos de Brasil

Hoje, passados 10 anos do debute em ares tupiniquins, o Twitter voltou a ganhar destaque na grande mídia brasileira. Donald Trump, então candidato à presidência americana, utilizou a rede social para conversar com seu público-alvo, então esquecido por outros candidatos e jornais. Hoje, o homem por trás da @Potus, que é a conta destinado ao President of The United States, utiliza sua conta institucional e também a particular, @realdonaldtrump, para propagar opiniões e defender decisões. Para Trump, o Twitter é uma forma de furar as redações. Para a imprensa, seu Twitter é um prato cheio de aspas polêmicas e controversas.

No começo de 2016, Trump tinha aproximadamente 5 milhões de seguidores. Em janeiro, o número saltou para 24 milhões, embora 20% sejam os chamados ovos, ou seja, que nunca trocaram a foto de perfil. Além disso, 4,7 milhões nunca publicaram um único tweet. Mesmo assim, o Twitter foi a rede social mais poderosa, em termos proporcionais, no arsenal de campanha de Donald Trump.

Entre junho de 2015 e novembro de 2016, Trump teve cerca de 9 bilhões de impressões de conteúdo e 400 milhões engajamentos no Twitter, contra 21 bilhões de impressões e 485 milhões engajamentos no Facebook. Vitória do Facebook? Negativo. Em dezembro, 1,86 bilhões usuários estavam ativos no Facebook, enquanto o Twitter teve “apenas” 317 milhões pessoas conectadas. Ou seja, cada usuário online no Facebook foi impactado 11,7 vezes por uma impressão, enquanto um usuário ativo no Twitter foi impactado 28 vezes. Costumo dizer que o Facebook é vitrine, mas o Twitter é o que, de fato, espalha a informação. Os números obtidos por Trump são exemplo disso.

A utilização do Twitter como plataforma de campanha foi benéfica para Trump, mas também foi boa para a ferramenta. O número de usuários ativos por mês na plataforma saltou de 310 milhões, nas primárias, para 317 milhões no final da eleição. Em 2015, a taxa de crescimento de usuários foi de 1%. Em 2016, pulou para 3%. Desde seu IPO em 2013, a rede social nunca deu lucro, mas segundo a BTIG Research, graças a Trump e o aumento de impressões e usuários ativos, o Twitter pode finalmente sair do vermelho em 2017.

Real vocação

Essa vocação como fonte de informação, e não como plataforma de relacionamento, motivou a empresa a lançar recentemente medidas para combater mensagens de ódio e intolerância. O foco atual é tornar o Twitter um ecossistema mais amigável, seguro, e livre de trolls, denominação da rede para o famoso encrenqueiro.

Sempre que monto estratégia digital para um cliente, político ou não, surge o debate sobre a eficácia do Twitter. É comum que assessores tentem descarta-lo, pois na opinião deles, só o Facebook é que funciona. Não é bem assim. Em 2009 Ronaldo Caiado, então desconhecido deputado goiano, começou a usar o Twitter. Foi ali que ele, sem espaço na imprensa, ganhou o país como voz líder na oposição contra o governo Lula. Hoje, Caiado é Senador da República e virtual pré-candidato a presidente em 2018. Em 2014, quando o encontrei durante sua campanha ao Senado, Caiado disse para quem quisesse ouvir. A chegada ao Twitter foi um ponto de virada em sua carreira política.

Em suma, os 140 caracteres dinâmicos do tweet podem não agradar a todos, mas como podem dizer Ronaldo Caiado, João Dória e os 318 milhões governados por Donald Trump, o Twitter vai muito bem, obrigado.

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Rodrigo Teixeira @roteixeira é Estrategista de Comunicação da DDBR.

 

 

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